
Foto: Talita Matsushita
A Petrobrás informou às distribuidoras nesta quarta-feira, 20, que vai aumentar a gasolina em 12% a partir de quinta-feira, 21, seguindo a recuperação do preço do petróleo no mercado internacional. Esse é o terceiro aumento no mês, os outros foram feitos nos dias 7 e 14. Com isso, só em maio o combustível já teve alta de 37,47%.
De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o aumento será de R$ 0,1350 por litro.
Os reajustes ocorrem após o preço do petróleo tipo Brent, referência internacional, ter avançado cerca de 40% em maio, reagindo a cortes de produção de grandes produtores e a um relaxamento de medidas de isolamento contra o coronavírus em países da Europa e nos Estados Unidos, o que chega com a promessa de reativação da economia nesses lugares.
Ainda assim, os valores da gasolina da Petrobrás neste ano ainda acumulam queda de 34%, depois de o mercado de petróleo ter sofrido fortemente com uma desaceleração da economia global, diante de impactos da pandemia. O recuo acumulado do Brent neste ano é de aproximadamente 47%.
Esta semana, a Petrobrás não alterou o valor do diesel, que havia sido elevado na terça-feira, 12, em 8%, na primeira alta aplicada ao combustível pela petroleira neste ano. No caso do diesel —um produto sensível aos caminhoneiros, categoria que costuma apoiar o presidente da República Jair Bolsonaro— a queda acumulada no ano é de cerca de 40%.
O reajuste no preço da gasolina agrada a importadores e ao setor de etanol, que reivindica aumento no valor da gasolina para reduzir as perdas com as vendas observadas desde o início da pandemia, quando o combustível fóssil caiu cerca de 5% nos postos de abastecimento.
Depois de ter sido cotado abaixo dos US$ 20 o barril em meados de abril, o petróleo iniciou na semana passada uma escalada de alta, motivado pela volta de algumas economias após meses de retração decorrente da pandemia do coronavírus.
Nesta quarta, o petróleo tipo Brent para os contratos de julho tinha alta de 2,91%, cotado a US$ 35,66 o barril, por volta das 14h.
Estadão Conteúdo com Reuters
Fica fácil subir preço na crise quando se tem 200 milhões de patos para sustentar o monopólio.
O problema todo é q a petrobrás tem espírito de empresa privada, quer lucrar seja como for. Se é da nação, do povo, o preço era pra ser de custo, custo operacional e de investimentos, pra manter sua existência, mas com foco na nação. Mas o q vemos é o balizamento com mercado exterior, isso é q revolta. Então vende logo, q o futuro vem por aí e mais 20 anos não vamos precisar tanto assim do petróleo
Depois querem que os postos não repassem.
Ficam criticando os donos de postos, muitos chamam até de ladrões.
Tão fácil de resolver, tá achando caro em determinado posto??Procure outro, é um direito seu, mas não chame o dono de ladrão, o preço é livre, ele pode vender da maneira que achar que deve, é um direito dele Tá?
Parem de tanta frescura. Tudo aumenta e ninguém diz nada.
Tem um radialista aí, de uma emissora de rádio conhecida, todas manhãs faz o maior estardalhaço com o preço dos combustíveis.
Ridículo esse cara, não respeita as regras do livre mercardo, abre os microfones da rádio, para junto com pessoas totalmente desenformadas, denegrir a imagem dos donos de postos.
Lamentável, mais muito mesmo. Ele não sabe o que está dizendo, nem procura se informar, olha o preço na bomba e vai, não procura vê o que tem por trás daquele preço, que, além dos engargos normais, pode ter despesas com arrendamento, e outros custos operacionais caros por exemplo.
ÉÉ
Lamentável!!
Tá passando da hora dele se corrigir, aprender o que realmente acontece na prática.
Quando o litro da gasolina chegar a R$ 6,00 eles sossegam. Porque é exatamente isso que a Petrobrás está querendo, que o preço da gasolina seja igual ao do dólar.
Essa é a nova politica adotada pela direção da empresa q por sua vez segue as diretrizes NEOLIBERAIS do Governo Federal.
O povo assim escolheu, infelizmente.