
A Petrobras espera levantar até R$ 9,4 bilhões com a privatização da BR Distribuidora, que ocorrerá até o final do mês, com a venda de até 33,75% das ações da subsidiária. Se todas as ações oferecidas forem vendidas, a estatal permanecerá com apenas 37,5% da empresa.
Os detalhes da oferta de ações foram divulgados nesta quarta-feira (3), com o lançamento do prospecto da operação. A venda de ações da BR é parte do plano de desinvestimentos da Petrobras, que quer levantar recursos para pagar dívidas e focar na exploração do pré-sal.
Em 2017, a Petrobras já havia vendido 28,75% das ações da BR, em operação que movimentou R$ 5 bilhões. Agora, em oferta secundária, a companhia oferece entre 25% e 33,75% das ações. A avaliação da gestão das empresas é que, sem controle estatal, a distribuidora ficará mais ágil para competir.
A oferta, que será realizada no final do mês, foi dividida em três etapas. Na primeira, serão ofertadas 25% das ações. Com a venda deste lote, a Petrobras já passa a ser minoritária na distribuidora, com uma fatia de 46,25%.
Outros dois lotes, equivalentes a 3,75% e 5% do capital da companhia, serão oferecidos se houver demanda. Assim, segundo a estatal, a oferta de ações pode lhe render entre R$ 7 e R$ 9,4 bilhões, já descontados os custos da operação.
A conta considera a cotação das ações no dia 1º de julho, de R$ 24,50. Na terça (2), os papéis fecharam mais baratos, a R$ 23,60. Nesta quarta, abriram novamente em baixa. Às 10h30, valiam R$ 23,36.
A oferta de ações da BR será coordenada pelos bancos JP Morgan, Citigroup. Bank of America Merril Lynch, Credit Suisse, Itaú BBA e Santander Brasil. A operação foi aprovada pelo conselho de administração da Petrobras em maio.
Maior distribuidora de combustíveis do país, a BR está presente em todos os estados, com 27,4% de participação no mercado. Conta com uma rede de 7.703 mil postos de gasolina, 95 unidades operacionais e atuação em 99 aeroportos. Em 2018, a empresa faturou R$ 97,8 bilhões, com lucro de R$ 3,2 bilhões.
“A companhia acredita que sua ampla rede de postos ocupa posição privilegiada no país. Em termos de número de estabelecimentos, a companhia é a maior rede de postos em quatro das cinco regiões do Brasil, de acordo com dados de 2018, da Plural (ex-Sindicom)”, diz a Petrobras, no prospecto.
“Além disso, a companhia é o distribuidor líder nas regiões Nordeste e Centro-Oeste, que têm apresentado os maiores índices de crescimento (PIB) do Brasil”, continua. A BR tem como principais competidores a Raízen, empresa da Cosan que opera com a marca Shell, e a Ipiranga, do grupo Ultra.
Folhapress
AEPET reafirma que a Petrobrás não precisa, e nunca precisou, vender seus ativos para reduzir sua dívida e alavancagem. Vídeo desmonta a falácia da privatização para redução da dívida da Petrobrás.
Texto e vídeo detalha no link abaixo.
http://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/3450-video-desmonta-a-falacia-da-privatizacao-para-reducao-da-divida-da-petrobras
Já botaram a TRANSPETRO pra frente??
Se não, bote urgente, a transpetro é aquela que tinha como presidente no govermo petista SÉRGIO MACHADO, hoje tá PRESO pela lava jato, comprindo pena domiciliar.
Essas subsidiárias da Petrobras, só serviu pros aloprados do PT roubar.
Venda essa porra e dívida pelos brasileiros, melhor que o lucro dela ser divido com os ladrões, e o prejuízo com nós, os contribuintes.
Os vermes PTralhas preferem que os canalhada roubem
Um CNPJ a menos p/a população sustentar.