
Foto: Igo Estrela/Metrópoles
A Polícia Federal concluiu que o presidente Jair Bolsonaro não praticou o crime de prevaricação no caso da negociação para compra da vacina Covaxin. As investigações têm como base os depoimentos dados à CPI da Covid pelo funcionário do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda e pelo irmão dele, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF).
Aos senadores da CPI, os irmãos disseram que se encontraram com Bolsonaro no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, e relataram as suspeitas envolvendo as negociações para aquisição da Covaxin, vacina contra a Covid-19 produzida na Índia. Primeiro, Bolsonaro confirmou o encontro com os irmãos, mas disse não ter sido avisado sobre as suspeitas. Depois, o governo passou a dizer que Bolsonaro foi avisado e que repassou a denúncia ao então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.
Prevaricação é um crime contra a administração pública e ocorre quando um funcionário público, tomando conhecimento de supostas irregularidades, deixa de comunicar a suspeita às autoridades – à Polícia Federal e ao Ministério Público, por exemplo. A PF enviou nesta segunda-feira ao Supremo um relatório e aponta que não identificou conduta criminosa de Bolsonaro porque a comunicação de crimes a órgãos de controle não figura como atribuição do presidente da República.
G1
Continuam na luta, querem pq querem que Bolsonaro seja corrupto igual a eles.
A PF e a PGR estão bolsonarizadas. Engavetam todas as denúncias porque estão corrompidas…
Deixe só esse Minto maníaco por os pés fora de presidência. Aguardem.
talha não se preocupe em 2022 só vai dá 22. fora pt e sua guangue
E ainda querem abrir um novo circo.