A Polícia Federal encontrou uma anotação da ex-assessora de Arthur Lira (PP-AL), Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, que pode indicar a continuidade de um mecanismo semelhante ao orçamento secreto após a decisão do STF que proibiu repasses sem rastreabilidade. A informação foi publicada pelo portal UOL.
Segundo a reportagem, a anotação faz referência à destinação de recursos de RP2 para órgãos como FNDE, Codevasf, Ministério da Cidadania e Ministério da Agricultura, o que, para a PF, pode indicar a reserva de verbas para indicação de parlamentares ou grupos políticos já durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A investigação teve início em 2025, quando a PF cumpriu mandado de busca e apreensão contra a ex-assessora, apontada como uma das articuladoras da distribuição de verbas parlamentares desde o governo Jair Bolsonaro.
Em nota, a Secretaria de Relações Institucionais afirmou que a execução de recursos discricionários é responsabilidade dos ministérios e que atua apenas na gestão de emendas parlamentares conforme as regras definidas pelo STF. A defesa de Mariângela Fialek disse que sua atuação era exclusivamente técnica e que as decisões sobre a destinação dos recursos cabiam às autoridades políticas.
O FNDE informou que desconhece o valor citado na anotação, enquanto a Codevasf declarou que não comenta elementos de investigações em andamento.

É muito pretensioso inpto desse blog em atingir de forma pejorativo o governo Lula. Porquê mencionar nessa matéria de que há orçamento secreto no atual governo? Se o fato ocorreu com origem em outra circunstância.
E agora? Diz aí cara pálida.
O BLOG tá meio desesperado querendo vincular a Lula o orçamento secreto que foi criado no governo do inepto Bolsonaro! As investigações são contra assessora de Arthur Lira que era e é apoiador de carteirinha de Bolsonaro e praticamente um primeiro ministro no governo anterior…