Foto: REUTERS/Adriano Machado
A Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou, em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) na última sexta-feira (18), que abriu uma investigação preliminar para apurar o “apagão de dados” no Ministério da Saúde entre dezembro e janeiro. O documento é assinado pelo vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros.
O pedido de investigação foi realizado pelos deputados Reginaldo Lopes, Bohn Gass, Gleisi Hoffmann e Alexandre Padilha, do Partido dos Trabalhadores (PT), contra o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.
Os deputados alegam que o ministro cometeu os crimes de prevaricação e improbidade administrativa pela falta de informações sobre a pandemia após a pasta ser alvo de ataque hacker em 10 de dezembro.
Segundo o grupo de parlamentares, o órgão se prevaleceu do caso e que até o momento não deu solução para o sumiço dos dados, “impondo-se à população brasileira um cenário de omissão deliberada”. Relatam que a situação é extremamente grave, impedindo que pesquisadores consigam estimar a transmissibilidade da variante Ômicron do coronavírus e protejam tendências.
“Os fatos que estão sendo investigados no mencionado caderno apuratório — possível ataque cibernético nos bancos de dados do Ministério da Saúde — trarão reflexos e poderão redundar, ou não, no suposto cometimento dos delitos que os noticiantes ora atribuem ao atual Ministro da Saúde — quanto à omissão, em tese, dolosa e criminosa de dados”, afirmou a PGR.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, foi definido como relator da petição apresentada pelos políticos do PT contra Queiroga. O magistrado, em 10 de janeiro, criticou, pelo Twitter, o apagão dos sistemas.
“O restabelecimento dos sistemas de atualização dos boletins epidemiológicos deve ser tratado como prioridade. Há semanas os Estados e Municípios enfrentam dificuldades em informar os casos de contaminação e de internação. O #ApagaoNaSaude inviabiliza o enfrentamento da pandemia”, disse Mendes à época.
Só munganga, essa PGR é de encomenda para proteger o genocida.
A Porta de novo, abre hj a investigação e fecha daqui a 60 dias.
O grupo que agiu nesse caso é o mesmo que foi a Rússia, não tentando violar o sistema de voto eletrônico, pois o mesmo é inviolável, mas foi com objetivos de potencializar a propagação de fake News na próxima campanha eleitoral e assim interferir nas eleições com narrativas irreal e falsas tendências positiva pra Bolsonaro, a exemplo da tese do ex ministro Ricardo sales, envolvidos até o talo no escândalo de liberação de madeira ilegal mediante propina, esse ministro propagou q o bolsotralha na viagem a Rússia, impediu o início da 3a guerra mundial, e esse são os tipos expedientes que o carluxo e o gabinete do ódio foram a Rússia, e assim tentar meios de ser usado pela milícia digital, e fazer a propagação de milhões das falsas mensagens por segundo, e ilegalmente confundir a opinião pública, promovendo uma interferência ilegal no resultado das eleições, a exemplo do que ocorreu na vitória do Trump nos EUA, conforme noticiou toda imprensa mundial, citando a interveniência da Rússia naquelas eleições.