O PGR, Paulo Gonet Branco, decidiu arquivar três pedidos que pediam o impedimento do ministro Dias Toffoli, do STF, nas investigações sobre o Banco Master. Segundo Gonet, como já existe processo em andamento, não há necessidade de abrir novas representações sobre os mesmos fatos. A decisão é de 15 de janeiro.
Os pedidos foram protocolados pelos deputados Adriana Ventura (Novo-SP), Carlos Jordy (PL-RJ) e Caroline de Toni (PL-SC). Eles apontaram suspeição de Toffoli após uma viagem do ministro a Lima, no Peru, em um jatinho com o advogado Augusto Arruda Botelho, que defende um dos diretores investigados.
Para o PGR, como a PGR já acompanha o caso, “não há, portanto, qualquer providência a ser adotada no momento”.
Parlamentares da oposição ao governo Lula já estudam um pedido de impeachment de Toffoli, acusando-o de relações extraprocessuais e vínculos indiretos envolvendo sua família.
A iniciativa foi assinada em 14 de janeiro pelos senadores Magno Malta (PL-ES), Damares Alves (Republicanos-DF) e Eduardo Girão (Novo-CE).
A Polícia Federal identificou mensagens e movimentações financeiras que apontam Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula, como possível beneficiário de pagamentos e despesas bancadas por um empresário interessado em negócios com o governo federal.
De acordo com o relatório da PF divulgado pelo Estadão, o empresário Cléber Ribas de Oliveira teria pago ao menos R$ 2,5 milhões à lobista Roberta Luchsinger, que atuava na intermediação de interesses empresariais junto a órgãos públicos, incluindo a Dataprev.
Mensagens apreendidas pelos investigadores citam pagamentos destinados a “Fábio”, além de despesas como passagens aéreas. Em outro diálogo, Lulinha teria pedido à lobista: “Emite a NF pro Cleber”, segundo o relatório.
A PF também aponta que Lulinha participava de reuniões relacionadas aos interesses empresariais de Cléber e que Roberta aparentava ter autorização para agir em seu nome. O relatório recomenda o aprofundamento das investigações para esclarecer o papel de Lulinha e eventual vantagem obtida.
O senador Carlos Viana (PSD-MG) informou nesta sexta-feira (21) que acionou a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) com o objetivo de solicitar o apoio da Interpol para localizar o paradeiro de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha” e filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida busca assegurar que ele possa prestar esclarecimentos sobre suspeitas de corrupção e tráfico de influência na gestão petista.
Viana, que presidiu a CPMI do INSS, também articula no Congresso Nacional a criação de uma nova comissão parlamentar de inquérito — a CPMI do Lulinha — para apurar supostas ligações do empresário com lobistas e investigados em esquemas de desvios direcionados a aposentados e pensionistas.
“Acabo de acionar a PF e a PGR para saber oficialmente onde está Lulinha e se ele está à disposição das investigações. Se estiver no exterior e houver necessidade, pedi que sejam avaliados todos os mecanismos de cooperação internacional cabíveis, inclusive os canais da INTERPOL. Quero uma resposta simples: Se a PF precisar ouvi-lo amanhã, sabe onde encontrá-lo?”, destacou Viana por meio de suas redes sociais.
Mais cedo, o parlamentar protocolou um requerimento direcionado à Presidência da República para requisitar documentos, registros de reuniões, acessos, contatos e dados sobre a suposta oferta de cargo à lobista e amiga de Lulinha, Roberta Luchsinger, citada em mensagens apreendidas durante as apurações.
“Não estamos investigando um sobrenome. Estamos tentando descobrir se relações pessoais e acesso ao centro do poder foram utilizados para abrir portas do governo a interesses privados. […] A investigação precisa ir até o fim”, justificou o senador, que disputa a reeleição por Minas Gerais.
Como parte dos desdobramentos jurídicos, Viana também solicitou nesta quinta-feira (20) ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a preservação e o rastreamento de elementos probatórios vinculados a Lulinha, abrangendo mensagens, transações financeiras, eventuais contas no exterior e registros de contatos com órgãos e autoridades públicas.
Em contrapartida, desde a deflagração da CPMI do INSS, a defesa de Lulinha classifica as acusações como infundadas e motivadas por interesses político-eleitorais. O advogado Marco Aurélio Carvalho cobrou o encerramento do inquérito policial que apura a suposta proximidade entre seu cliente e o empresário Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, apontado como operador do esquema bilionário de fraudes contra segurados. A defesa já formalizou pedidos de arquivamento, sustentando a ausência de indícios consistentes que justifiquem a continuidade das investigações contra o filho do presidente.
A Caravana 555 percorreu nesta sexta-feira nove municípios do Alto Oeste potiguar com a presença da senadora Zenaide (PSD): Upanema, Campo Grande, Paraú, Triunfo Potiguar, Janduís, Messias Targino, Patu, Olho d’Água dos Borges e Umarizal.
Ao longo do percurso, Zenaide participou de caminhadas, encontros e atos políticos ao lado de aliados e candidatos da chapa. O número 555 esteve nas ruas e a senadora foi recebida com manifestações de apoio e declarações de voto. Em Campo Grande e Janduís, por exemplo, vereadores e lideranças anunciaram apoio à candidatura. Em Upanema, o prefeito Renan Mendonça resumiu: “É uma senadora que atende nossos pleitos”.
A agenda reforçou a presença de Zenaide nos 167 municípios do Rio Grande do Norte para prestar contas do trabalho realizado e ouvir novas demandas. A caravana terminou em Umarizal, com uma grande carreata, encerrando um dia de mobilização política pelo Alto Oeste.
As eleições no Brasil integraram os tópicos abordados no diálogo telefônico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, realizado nesta sexta-feira (21).
Conforme relatos de fontes governamentais, o mandatário norte-americano questionou Lula a respeito do panorama eleitoral brasileiro.Em resposta, o chefe do Executivo brasileiro pontuou a pluralidade de candidaturas na disputa e enfatizou que o sistema eleitoral do país é altamente confiável.
O desdobramento de maior destaque na tratativa ocorreu quando Trump assegurou a Lula que os Estados Unidos não planejam interferir no pleito brasileiro. A declaração foi corroborada à coluna por pelo menos duas fontes do governo nacional, sendo que uma delas acompanhou diretamente a ligação entre os chefes de Estado.
Os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) movimentam a disputa eleitoral com agendas concentradas na manhã deste sábado (22/8) no Rio de Janeiro. Os principais adversários realizam atos de campanha simultaneamente em pontos diferentes da capital fluminense.
A partir das 10h, no Estádio Moça Bonita, em Bangu (Zona Oeste), Lula comanda seu primeiro comício na região.O evento conta com a presença do ex-prefeito e candidato ao governo Eduardo Paes (PSD), além dos deputados Pedro Paulo (PSD) e Benedita da Silva (PT), que disputam vagas ao Senado.
No mesmo horário, a cerca de trinta quilômetros de distância, Flávio Bolsonaro participa do lançamento formal da campanha de Douglas Ruas (PL) ao governo estadual, em ato sediado no Maracanãzinho (Zona Norte).O complexo esportivo evoca simbolismo político para o grupo, tendo sido palco da convenção que oficializou a candidatura de Jair Bolsonaro (PL) à reeleição em 2022.
O Rio de Janeiro representa um dos cenários mais estratégicos da corrida presidencial, destacando-se como principal reduto político e herança da trajetória de Flávio Bolsonaro.
Durante um comício realizado nesta sexta-feira (21) na Carolina do Sul, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que considera o Estreito de Ormuz como “território americano” no atual cenário geopolítico.
“Nem sequer sabemos se ganhamos, porque considero o Estreito de Ormuz um território americano neste momento”, afirmou o mandatário aos apoiadores presentes no evento.
A declaração reforça a postura adotada por Trump nos últimos dias. O presidente já havia manifestado a intenção de transformar a via estratégica em território norte-americano após uma eventual derrota do Irã, tendo inclusive compartilhado um mapa da região nas redes sociais como parte dos Estados Unidos.
Em declaração a jornalistas, Trump assegurou que Washington detém o controle absoluto da rota marítima e das áreas terrestres adjacentes. Segundo ele, as autoridades iranianas estariam interessadas em negociar, mas ainda não teriam demonstrado disposição para aceitar os termos exigidos pela administração norte-americana. “Temos controle total de toda aquela região relacionada ao Estreito de Ormuz, e isso inclui áreas terrestres bem dentro dele. Então, eles adorariam fazer um acordo, mas, na minha opinião, não estão prontos para fazer o acordo certo”, pontuou.
No âmbito militar, os Estados Unidos mantêm rigoroso bloqueio à navegação e aos portos iranianos. De acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom), as operações na região já direcionaram 68 navios comerciais iranianos, além de terem desabilitado três embarcações e realizado abordagens em outras duas.
O ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, pediu um quadro de 100 mil euros de presente à lobista Roberta Luchsinger, que intermediava negócios de empresários junto ao governo federal. Marcola, como é conhecido, teve R$ 217 mil em despesas pessoais pagas por Roberta, mas o valor do quadro solicitado chega a representar quase o triplo dessas despesas.
A defesa de Marcola afirmou que não teve acesso à íntegra dos autos e do inquérito, “que vem sendo parcialmente vazado com objetivo de distorcer o próprio teor da investigação”. Também disse que “nunca houve recebimento de obra de arte ou objetos de valor.
Ele deixou o governo em julho e foi deslocado para atuar na campanha à reeleição de Lula. Após o nome dele aparecer nas investigações, Marcola se afastou da equipe de campanha.
Marcola admitiu que recebeu transferências, mas disse que se tratavam de “empréstimo pessoal”, que foi “contraído e quitado”. O ex-assessor de Lula afirmou ainda ter pago a dívida no valor de R$ 249 mil à lobista.
As conversas também mostram que Roberta enviou a Marcola uma lista de demandas de interesse dela junto ao governo federal e recebeu, em resposta, o recado para conversarem ao telefone.
No diálogo, obtido pelo Estadão, Roberta lhe enviou uma foto do quadro e disse que estava sendo emoldurado para entrega. A conversa é transcrita pela PF como mais um indício do pagamento de vantagens indevidas a Marcola em troca da intermediação dos interesses de empresários representados por Roberta.
Parlamentares ouvidos pela Jovem Pan defendem a abertura de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar suspeitas envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas avaliam que o calendário eleitoral deve dificultar a instalação e o funcionamento da comissão ainda em 2026.
A avaliação nos bastidores é que, com deputados e senadores mobilizados nas eleições até o fim de outubro, restaria pouco tempo para instalar uma comissão e desenvolver os trabalhos ainda nesta legislatura.
Apesar da dificuldade, fontes ouvidas pela reportagem afirmam que a movimentação em torno de uma CPMI pode produzir efeitos políticos mesmo sem a instalação neste ano. Uma das avaliações é que a defesa da investigação pode chegar às negociações para a composição das próximas Mesas Diretoras do Congresso.
O movimento ocorre em meio a novas informações sobre investigações envolvendo Lulinha. A Polícia Federal apontou em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal que o filho do presidente teria mantido uma “comunhão de interesses econômicos” com a lobista Roberta Luchsinger e o empresário Fernando Bittar em tratativas relacionadas a negócios com o governo federal. A defesa de Lulinha nega irregularidades.
O nome do filho do presidente já havia chegado ao Congresso durante os trabalhos da CPMI do INSS. Em fevereiro, a comissão aprovou a quebra de sigilo de Lulinha, medida posteriormente anulada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, em razão do procedimento adotado na votação dos requerimentos.
Ex-tesoureiro do Partido dos Trabalhadores e candidato a deputado federal por Goiás Delúbio Soares defendeu nesta 6ª feira (21.ago.2026) o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Em entrevista ao Poder360, afirmou confiar no filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Acredito na inocência do Fábio Luís, porque eu o conheço desde criança. Tenho toda confiança nele e que todos esses fatos serão esclarecidos”, declarou.
O ex-tesoureiro petista disse estar concentrado na própria campanha e que a equipe de Lula é que deve discutir como reagir a esses casos, “se vai atrapalhar nas pesquisas, se vai interferir”.
Delúbio foi tesoureiro do PT de 1999 a 2005. Delúbio foi condenado na Ação Penal 470, conhecida como Mensalão, e na operação Lava Jato. Ele chegou a ser preso, mas foi solto em 2016 depois de receber indulto natalino da então presidente, Dilma Rousseff (PT).
Em 2005, na época do Mensalão, foi expulso do PT, mas voltou ao partido em 2011. Delúbio tentou ser deputado federal em 1986, mas não foi eleito.
Em 2026, disputará uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PT de Goiás.
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, está morando em um condomínio de luxo nos arredores de Madri, na Espanha.
Interlocutores de Lulinha disseram ao Metrópoles que ele paga um aluguel de cerca de 3 mil euros, o equivalente a R$ 18 mil na cotação atual, e que o apartamento teria dois quartos. Segundo o site oficial do empreendimento, as plantas são de apartamentos de 202 a 227 metros quadrados.
O imóvel faz parte de um complexo de luxo de 40 mil metros quadrados, com quatro piscinas externas e uma piscina interna climatizada, sala de leitura, coworking, spa, sauna, academia, sala de dança, um espaço gastronômico de 115 m², e áreas de lazer com tobogãs e tirolesas.
La Moraleja é um bairro da elite espanhola. Quem também mora lá é o atacante brasileiro Vini Jr., que joga no Real Madrid.
Lulinha vive com a mulher e os filhos no apartamento. Procurado, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que faz a defesa do filho primogênito do presidente Lula, não se manifestou.
Lulinha mudou-se para Madri com a família no meio de 2025, conforme revelou a colunista Andreza Matais, do Metrópoles. A saída do Brasil já era planejada desde janeiro daquele ano.
Esse daí e nada é a mesma coisa. Faz parte do sistema. Quem era a MPF….
Esse PGR é parte do sistema, um não solta a mão do outro