Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
O Partido Liberal (PL) divulgou uma nota de repúdio em resposta a uma nova ação apresentada por parlamentares do PT contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O pedido, liderado pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), solicita a prisão preventiva de Bolsonaro, alegando risco de fuga e a continuidade de ataques às instituições democráticas.
Em pronunciamento no Congresso, Lindbergh afirmou que as medidas cautelares atuais, como a prisão domiciliar, não seriam suficientes para conter as ações do ex-presidente. O deputado citou informações sobre uma possível tentativa de buscar refúgio em embaixadas e argumentou que a Justiça precisa agir para evitar instabilidade durante o julgamento de Bolsonaro e de militares acusados de participação na tentativa de golpe de Estado.
“Ou a Justiça age agora, ou nós vamos abrir um caminho para ele querer criar um impasse e continuar desmoralizando as instituições”, disse Farias. O parlamentar também destacou preocupações com “movimentações internacionais” e com a possibilidade de escalada de tensões às vésperas do julgamento no Supremo Tribunal Federal, previsto para setembro.
Em nota oficial, o PL repudiou o pedido e classificou a iniciativa como uma “tentativa infame de assassinato de reputação”. O partido defendeu a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, presidente do PL Mulher, após também ter sido alvo de pedido de investigação, e disse que seus recursos têm “origem lícita”. “Michelle Bolsonaro nada deve e, portanto, não teme e não está preocupada com qualquer tipo de investigação, em especial, em relação à origem e destinação dos valores movimentados em sua conta”, diz o texto.
O comunicado acusou o PT de usar estratégias para desviar o foco de investigações que envolvem aliados do governo, como a CPMI do INSS. A legenda ainda afirmou que as acusações contra Bolsonaro fazem parte de um “plano de perseguição política” e associou as denúncias a uma tentativa de enfraquecer o bolsonarismo. Segundo o texto, “eles temem o retorno de Bolsonaro à Presidência, pois isso representará o fim do sistema corrupto defendido pela esquerda”. O documento também faz críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, à atuação do Supremo Tribunal Federal e à política externa do governo.
Jovem Pan
Tchau aos ultrapassados Bolsonaro e Lula.
Os petralhas governaram sem oposição no primeiro e segundo mandato de Lula. Depois sem oposição no primeiro mandato de Dilma. Já no meio do segundo mandato de Dilma o Brasil acordou, diga-se muito tardiamente, pq o povo viu que ia chegar no fundo do poço. Depois do impeachment de Dilma a direita acordou e resolveu enfrentar os petralhas. Agora eles não admitem que a direita mostre o quanto de errado e corrupção tem no governo petista. O Brasil mudou, e eles não aceitam.
Parabéns Hedilberto pelo seu comentário. O Brasil mudou e os trabalhadores também, pois não aceitam mais serem enganados pelos “pseudos” sindicatos.