Policiais do 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM) intensificaram as abordagens nos bairros Santa Helena, Santo Antônio, Paredões e Barrocas com a abordagens a veículos e pedestres, nas avenidas, ruas e praças com o objetivo de coibir as ações ilícitas nas comunidades.
No bairro Santa Helena, foram apreendidas 110 trouxinhas de maconha, após um acompanhamento realizado pela Força tática a dois suspeitos de uma motoneta tipo Traxx que conseguia se evadir, mas jogaram a droga em via publica.
O material foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil da cidade para o registro da ocorrência.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil | Divulgação/Banco Master
A relação entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou ao centro das discussões após novas informações sobre encontros entre os dois fora da agenda oficial. Registros indicam que o chefe do Executivo teria recebido o empresário ao menos quatro vezes sem compromissos públicos registrados, incluindo uma reunião que teria durado cerca de uma hora e meia.
Nos bastidores, um dos pontos que mais chama atenção envolve o socorro financeiro a um empresário mineiro com longa relação política com Lula. Trata-se de Walfrido dos Mares Guia, que ocupou dois ministérios durante gestões petistas. A articulação teria girado em torno da farmacêutica Biomm, que buscava investidores para viabilizar a expansão de suas operações.
Após a posse de Lula em seu terceiro mandato, Vorcaro passou a integrar o grupo de investidores ligado ao projeto. A parceria ganhou visibilidade pública em abril de 2024, quando foi inaugurada a fábrica da Biomm em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, cerimônia que contou com a presença do presidente da República.
Durante o evento, Walfrido discursou e agradeceu o apoio ao empreendimento. Na ocasião, ele ainda mantinha participação minoritária na empresa, enquanto o grupo ligado a Vorcaro ampliava presença no negócio por meio de outras estruturas societárias.
O empreendimento também recebeu apoio financeiro de instituições públicas. Segundo registros, a Financiadora de Estudos e Projetos destinou cerca de R$ 203 milhões ao projeto. Outros aportes vieram do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais, somando mais R$ 133 milhões.
Posteriormente, a farmacêutica passou a firmar contratos relevantes com órgãos públicos federais. Críticos da operação apontam que a empresa teria concentrado suas vendas principalmente no setor público, levantando questionamentos sobre a dependência de compras governamentais para sustentar suas atividades.
A decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, de suspender a quebra de sigilo fiscal, bancário e telemático da empresária Roberta Luchsinger imediata entre outros alvos da investigação da CPMI do INSS. A medida abriu caminho para uma série de pedidos semelhantes junto ao STF, ampliando a pressão sobre os trabalhos da comissão.
Até a noite da última quarta-feira (4), ao menos cinco novos pedidos de extensão da decisão já haviam sido apresentados ao Supremo. Entre eles está o do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja defesa protocolou a solicitação no mesmo dia.
Além de Lulinha, também recorreram ao STF outros nomes que tiveram os sigilos quebrados pela comissão. Entre eles estão o empresário Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro no Banco Master, a presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, Leila Pereira, além de Marcio Alaor de Araujo e da empresa PKL One Participações.
Os pedidos utilizam o mesmo argumento aceito por Dino: a CPMI não poderia aprovar a quebra de sigilo de diversos investigados em votação em bloco. Segundo esse entendimento, cada requerimento deveria ter sido analisado individualmente pelos parlamentares, o que não teria ocorrido.
Como a votação da comissão incluiu a quebra de sigilo de 14 pessoas físicas e 35 pessoas jurídicas, a expectativa é de que novos pedidos sejam protocolados no STF nos próximos dias. Nos bastidores do Congresso, parlamentares já avaliam que a decisão pode gerar um efeito cascata capaz de comprometer parte das investigações conduzidas pela CPMI.
Foto: Reprodução / Divulgação e Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil
Mensagens interceptadas pela Polícia Federal indicam que o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, relatou ter se encontrado com uma pessoa identificada como Alexandre de Moraes. A conversa foi trocada com sua então noiva, Martha Graeff, em abril de 2025 e foi obtida pela coluna do jornalista Tácio Lorran, do portal Metrópoles.
De acordo com o conteúdo das mensagens, no dia 19 de abril de 2025, às 17h22, Vorcaro enviou um texto informando que iria encontrar o ministro. “To indo encontrar alexandre moraes aqui perto de casa”, escreveu o empresário. Surpresa, Martha respondeu perguntando se o magistrado estaria em Campos ou se teria ido visitá-lo. Vorcaro respondeu que Moraes estava “passando feriado”.
Dez dias depois, em 29 de abril, às 22h48, uma nova conversa menciona o nome do ministro. Após uma chamada de vídeo entre o casal, Martha perguntou quem era “o primeiro cara” que aparecia na ligação. Vorcaro respondeu: “Alexandre moraes”. A então noiva reagiu com surpresa e perguntou se ele havia gostado da casa.
Na sequência das mensagens, o empresário respondeu que o visitante havia aprovado o imóvel. “Sim. Falou que é bem melhor e ele adorava apto”, escreveu. Martha ainda brincou com a situação, dizendo que havia ficado com vergonha por estar de pijama durante a chamada de vídeo.
A coluna de Tácio Lorran também procurou o ministro Alexandre de Moraes para confirmar se o encontro ocorreu. Segundo reportagens publicadas pelo próprio Metrópoles, a esposa do magistrado, a advogada Viviane Barci de Moraes, teria mantido contrato com o Banco Master, e o ministro teria visitado a casa de Vorcaro, em Brasília, em pelo menos duas ocasiões. Até o momento, não houve posicionamento público do magistrado sobre o conteúdo das mensagens.
Cenas lamentáveis marcaram o fim do confronto entre Quinho Futebol Clube e Santa Cruz de Natal pelo mata-mata do Campeonato Potiguar. Já nos acréscimos da partida disputada no Estádio Francisco Ribeiro, em Parnamirim, uma confusão generalizada tomou conta do gramado após um desentendimento entre jogadores. Atletas das duas equipes trocaram agressões e até membros das comissões técnicas se envolveram, obrigando a intervenção do policiamento. Diante da situação, o árbitro encerrou o jogo antes do apito final com a bola rolando.
Antes da confusão, o QFC já havia garantido a classificação para a semifinal da competição. A equipe venceu por 2 a 0 e confirmou a vaga no agregado por 3 a 1, já que o duelo de ida havia terminado empatado em 1 a 1. Com o resultado, o time agora terá pela frente o ABC Futebol Clube na próxima fase do estadual.
O primeiro gol da partida saiu aos 27 minutos do primeiro tempo. Após um bate-rebate dentro da área, o atacante Paulinho apareceu bem para mandar para o fundo das redes e ampliar sua artilharia no Campeonato Potiguar.
A situação do Santa Cruz de Natal ficou ainda mais complicada no início do segundo tempo. Aos 5 minutos, o zagueiro Gabriel Recife recebeu cartão vermelho e deixou a equipe com um jogador a menos em campo.
A classificação foi sacramentada já nos minutos finais. Aos 45 da etapa complementar, o volante Wellington Reis acertou um belo chute de fora da área e marcou um golaço, fechando o placar e garantindo a vitória do Quinho Futebol Clube diante do Santa Cruz de Natal.
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, movimentou R$ 19,3 milhões entre 2022 e 2025 em uma única conta bancária de pessoa física, aberta em uma agência do segmento Estilo do Banco do Brasil em São Paulo. Segundo informações da coluna Andreza Matais, do Metrópoles, o pico das transações ocorreu em 2024, com R$ 7,2 milhões, e caiu para R$ 3,3 milhões em 2025. Até 30 de janeiro de 2026, a movimentação somava R$ 205 mil.
A maior parte do dinheiro vem de créditos de suas próprias empresas: LLF Tech Participações (R$ 2,37 milhões) e G4 Entretenimento e Tecnologia (R$ 772 mil). O restante decorre de rendimentos de aplicações e transferências de terceiros. Segundo os investigadores, essa conta tem características de investimentos, com pagamentos direcionados a outras contas.
Além da movimentação financeira, Lulinha é investigado por suspeita de sociedade com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como um dos principais investigados na chamada Farra do INSS — esquema de descontos ilegais de aposentadorias.
A defesa do filho do presidente nega qualquer envolvimento e afirma que ele prestará esclarecimentos ao STF, foro adequado para a investigação.
A quebra de sigilo analisada é apenas parte de um quadro maior de apuração financeira envolvendo Lulinha, que ainda inclui outras contas pessoais e empresariais. O desdobramento completo das investigações deve revelar novos detalhes sobre as movimentações e relações financeiras do filho do presidente.
Morreu na noite desta quarta-feira (4), em Belo Horizonte, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, um dos presos da Operação Compliance Zero. Ele estava sob custódia na Superintendência Regional da Polícia Federal em Minas Gerais.
De acordo com informações da própria PF, o detido atentou contra a própria vida enquanto estava na unidade. Policiais federais que estavam no local realizaram procedimentos de reanimação, e ele foi levado pelo Samu ao Hospital João XXIII, no centro da capital mineira.
Fontes da Polícia Federal confirmaram que ele teve morte encefálica. O caso foi comunicado ao gabinete do ministro André Mendonça, relator no Supremo Tribunal Federal.
A corporação informou que entregará todos os registros em vídeo que mostram a dinâmica do ocorrido e que será instaurado procedimento apuratório para esclarecer as circunstâncias do fato.
Luiz Phillipe Machado Mourão, o “Felipe Mourão” ou “Sicário”, braço do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em um grupo investigado por atividades de monitoramento e vigilância, foi preso na terceira fase da operação Compliance Zero. Mas, além da prisão preventiva, veio à tona que Mourão responde a processo da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) por sonegação de Imposto de Renda.
A dívida ativa soma R$ 216 mil, valor referente a multas e valores corrigidos, relacionados aos períodos 2019/2020 e 2020/2021. A PGFN pediu bloqueio antecipado de bens via Sisbajud, mas um juiz do TRF6 negou a medida antes da citação.
Em decisão de 23 de dezembro, ficou estabelecido que, caso não pague ou não indique bens à penhora em até cinco dias após ser citado, o bloqueio de contas e veículos poderá ser feito automaticamente. A defesa não se manifestou no processo, e a dívida segue ativa no painel da PGFN.
A operação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, que também determinou a suspensão das atividades das empresas King Participações Imobiliárias Ltda e King Motors Locação de Veículos e Participações.
Segundo a PF, há indícios de que Mourão recebia cerca de R$ 1 milhão por mês, por intermédio de Fabiano Zettel, para coordenar ações de vigilância, levantamento de informações e monitoramento de pessoas consideradas rivais ou críticas a Vorcaro.
O Rio Grande do Norte confirmou nesta quarta-feira (4) mais um caso de contaminação por Candida auris, conhecido como “superfungo”, conforme informações da 96 FM.
O paciente está internado no Hospital Coronel Pedro Germano, o Hospital da PM, em Natal — mesma unidade onde foi registrado o primeiro caso no estado.
A Candida auris é um fungo identificado em 2009 e considerado multirresistente, ou seja, resistente a vários medicamentos usados no tratamento. Ele pode causar infecções graves na corrente sanguínea e já esteve associado a surtos hospitalares com alta taxa de mortalidade, que pode chegar a 60%.
A capacidade de sobreviver no ambiente por meses e a dificuldade de tratamento tornam o controle mais complexo dentro de unidades de saúde.
A pré-candidatura do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias, ao Governo do Rio Grande do Norte segue ganhando musculatura política pelo interior do estado. Em agenda recente de articulações, novas lideranças municipais e regionais anunciaram apoio ao projeto político que tem como pré-candidato a vice o presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Babá Pereira.
Foto: Divulgação
Entre os apoios confirmados estão importantes nomes da política potiguar, como o ex-deputado estadual Getúlio Rêgo, o ex-prefeito de Pau dos Ferros Leonardo Rêgo e a ex-prefeita de Riacho da Cruz, Bernadete Rêgo, representantes de uma das famílias mais tradicionais da política do Alto Oeste.
Foto: Divulgação
Entre os gestores que também confirmaram apoio esta semana estão o prefeito Eribaldo Lima, de José da Penha, o prefeito Jefferson Santos, de Ipanguaçu, o prefeito Alberone Neri, de Encanto, além do prefeito Iranildo Aciole, de Lagoa Nova, e Antonimar Amorim prefeito de olho d água dos Borges.
Foto: Divulgação
A lista também inclui a presença da prefeita Rosana Teixeira, de Serrinha dos Pintos, e da presidente da Fecam, Jakeline Roberta, que também preside a Câmara Municipal de Venha-Ver. Outro nome que anunciou apoio foi Aldalberto Rêgo, presidente da Câmara Municipal de Portalegre.
Foto: Divulgação
O movimento reforça uma frente política no interior do estado em torno da pré-candidatura de Álvaro Dias, que governou Natal por dois mandatos e agora percorre o Rio Grande do Norte em busca de apoios.
A defesa de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, entrou no STF para tentar derrubar a decisão da CPMI do INSS que determinou a quebra de seus sigilos fiscal e bancário. O pedido foi encaminhado ao ministro Flávio Dino, sorteado relator do caso.
Segundo a apuração, a iniciativa foi protocolada após decisão judicial desta quarta-feira (4) suspender a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha. A defesa sustenta que o mesmo entendimento adotado para ela deve ser estendido ao filho do presidente.
A quebra de sigilo — medida que permite acesso a dados fiscais e movimentações bancárias — havia sido aprovada pela CPMI do INSS em votação em bloco. O pedido agora é para que os efeitos dessa decisão sejam suspensos no caso de Lulinha.
Com o caso sob relatoria de Flávio Dino no STF, outros investigados atingidos na mesma votação também poderão recorrer à Corte para tentar suspender as medidas aprovadas pela comissão.
ISSO É UMA VERGONHA! TÁ NA HORA DE MUDAR ESSAS ESCOLHAS DE MINISTROS DO STF. ABRE CONCURSO PRA 11 JUÍZES DE CARREIRA E APOSENTA TODOS QUE ESTÃO LÁ. ESSA DE PRESIDENTE INDICAR AMIGOS, COMO LULA ADORA, SÓ DÁ NISSO.
Comente aqui