O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 79 anos, não conseguiu estancar a piora nas taxas de aprovação do seu governo e em outros indicadores. Quase tudo ficou um pouco pior de janeiro para março, embora as oscilações estejam dentro da margem de erro da pesquisa, de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O levantamento do PoderData foi realizado de 15 a 17 de março. Mostra que o governo é desaprovado hoje por 53% dos eleitores. A taxa oscilou para cima em 2 pontos percentuais em 2 meses. No mesmo período, a aprovação variou de 42% para 41%.
A Secom (Secretaria de Comunicação) do Palácio do Planalto tem dito em conversas reservadas que a queda da aprovação teria sido estancada. Pelos resultados do PoderData, isso ainda não fica claro. Nos últimos 2 meses, sob orientação do marqueteiro Sidônio Palmeira, novo ministro chefe da Secom, Lula tem tentado ser mais espontâneo em seus discursos.
Com a desaprovação em alta há alguns meses, como mostram as curvas do gráfico acima, Lula no final de 2024 havia atribuído a baixa do índice à falta de comunicação do governo. Demitiu o então chefe da Secom, Paulo Pimenta. O novo titular, Sidônio Palmeira reformulou a estratégia e decidiu que seria bom o presidente falar mais.
Os dados foram coletados de 15 a 17 de março de 2025, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 198 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.
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Por que?
Esquerdismo é um desvio de comportamento e caráter dos mais agudos. Quem segue essa seita, é cego de razão e discernimento. Só esperamos que o número de alienados tipo você diminua a cada dia, a tempo de evitar a completa destruição do que ainda resta do país.
No governo anterior, a reclamação era a gasolina e o dólar; agora, é a gasolina, o dólar, o café, o ovo, a carne e demais itens de consumo básico. A META VENEZUELA/MADURO ESTÁ SENDO ATINGIDA! PARABÉNS AO GOVERNO!
A empresa Clarear Serviços rebateu o que disse o Idema sobre a ausência de certidões trabalhistas que estariam pendentes, segundo o órgão ambiental, o que teria atrasado a liberação do repasse financeiro para pagamento dos funcionários terceirizados.
Em nota, a Clarear refutou veementemente qualquer irregularidade de suas obrigações trabalhistas e atribuiu ao Idema a falta de cumprimento de obrigações contratuais essenciais, especialmente em relação aos repasses financeiros pela prestação dos serviços.
A empresa informou ainda que mecanismos de reajuste e repactuação contratual, previstos legal e contratualmente não foram cumpridos pelo Idema, gerando desequilíbrio econômico-financeiro significativo no contrato, impondo à empresa contratada um ônus que não lhe compete, comprometendo, de forma direta, a regularidade do fluxo financeiro necessário ao cumprimento pontual de todas as obrigações operacionais.
O atraso no pagamento dos tercerizados comprometeu o funcionamento do Cajueiro de Pirangi enquanto equipamento turístico nesta quarta-feira (22), em razão da paralisação dos funcionários.
Leia a íntegra da nota da Clarear abaixo:
NOTA OFICIAL
A CLAREAR SERVIÇOS LTDA vem a público esclarecer os fatos relacionados à paralisação ocorrida na data de hoje, na unidade do Cajueiro.
A empresa refuta, de forma veemente, qualquer alegação de irregularidade na condução de suas obrigações trabalhistas, destacando que sempre pautou sua atuação pelo rigoroso cumprimento da legislação vigente e das normas contratuais estabelecidas.
O cenário enfrentado decorre, na realidade, do descumprimento, por parte da contratante (IDEMA), de obrigações contratuais essenciais, especialmente no que se refere aos repasses financeiros pela prestação dos serviços regularmente executados, bem como à ausência de observância dos mecanismos de reajuste e repactuação contratual, previstos legal e contratualmente.
Tal conduta vem gerando um desequilíbrio econômico-financeiro significativo no contrato, impondo à empresa contratada um ônus que não lhe compete, comprometendo, de forma direta, a regularidade do fluxo financeiro necessário ao cumprimento pontual de todas as obrigações operacionais.
A CLAREAR ressalta que não pode ser responsabilizada por consequências decorrentes da inadimplência da contratante, especialmente quando esta deixa de observar as condições pactuadas e legalmente exigidas para manutenção do equilíbrio contratual.
Diante desse cenário, a empresa já adotou todas as medidas administrativas e jurídicas cabíveis, inclusive com a provocação dos órgãos competentes, a fim de assegurar o reequilíbrio do contrato, a regularização dos repasses devidos e a preservação da continuidade dos serviços prestados à população.
A CLAREAR reafirma seu compromisso com seus colaboradores, com a legalidade e com a transparência, permanecendo à disposição para os esclarecimentos necessários.
A disputa interna no Partido Liberal no Rio Grande do Norte teve novo desdobramento nesta quarta-feira (22). Após repercussão negativa, a deputada federal Carla Dickson pediu desculpas públicas à vereadora Nina Souza durante entrevista à rádio 98 FM Natal. Na entrevista, Carla também elogiou Nina e destacou a importância de união no grupo para as eleições.
As declarações ocorreram após entrevista anterior à Rádio Difusora de Mossoró, quando Carla afirmou estar enfraquecida na disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados e citou o apoio do prefeito de Natal, Paulinho Freire, à pré-candidatura de Nina. Na ocasião, também mencionou o uso da estrutura da prefeitura em favor da colega.
Diante da repercussão, a deputada recuou e adotou tom conciliador. “Eu pedi esse momento de fala para pedir perdão a Nina. Eu falhei, eu errei”, declarou à 98 FM.
Carla afirmou ainda que se expressou mal ao dizer que a prefeitura estaria “moendo” pela candidatura de Nina, classificando a fala como um “ato falho” e negando intenção de gerar conflito interno.
A deputada também defendeu unidade na legenda e a ampliação da bancada federal. Segundo ela, o partido precisa somar votos para aumentar o número de cadeiras.
A conta oficial em português do Departamento de Estado dos Estados Unidos publicou um vídeo nas redes sociais defendendo a classificação de cartéis do narcotráfico como “organizações terroristas estrangeiras”.
Na gravação, a porta-voz Amanda Roberson afirma que a medida vai além de um rótulo e permite bloquear ativos, proibir relações comerciais com esses grupos e criminalizar qualquer tipo de apoio.
A publicação ocorreu um dia após reportagem do The Wall Street Journal comparar o Primeiro Comando da Capital à máfia italiana e destacar a estrutura da organização como semelhante à de grandes corporações.
Nos últimos meses, cresceram especulações de que o governo de Donald Trump pode classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas — hipótese ainda não confirmada oficialmente, mas já considerada em análises do Departamento de Estado .
A possibilidade preocupa o governo brasileiro, que vê risco de interferência externa e eventual ampliação da atuação dos EUA contra esses grupos, incluindo medidas extraterritoriais. A classificação permitiria sanções mais duras e ações internacionais para enfraquecer financeiramente as facções .
Em reuniões com autoridades americanas, o Ministério da Justiça explicou que a legislação brasileira não permite enquadrar PCC e CV como organizações terroristas. A lei define terrorismo com base em motivações como xenofobia, discriminação ou preconceito, o que não se aplica diretamente às facções criminosas.
Funcionários terceirizados do Cajueiro de Pirangi e do Parque das Dunas cruzaram os braços nesta quarta-feira (22), em protesto contra salários atrasados e a falta de pagamento do vale-alimentação há pelo menos quatro meses, por falta de repasse financeiro do Governo do Estado às empresas prestadoras dos serviços.
A suspensão das atividades impactou diretamente o funcionamento dos espaços, comprometendo serviços essenciais. De acordo com o vice-presidente do Sindlimp, José Paulo, a situação já vinha sendo denunciada e chegou ao limite.
“Hoje o Sindilimp esteve presente aqui no cajueiro de Pirangi, porque os trabalhadores estão há quatro meses com o valor da alimentação atrasado, o salário de março não foi pago ainda, férias atrasadas, e eles já não aguentavam mais, então a gente paralisou as atividades hoje”, contou José Paulo.
Os trabalhadores atuam em diferentes funções: ASG, orientadores, jardineiros, recepcionista, operador de caixa entre outros cargos. A menifestação pode continuar nesta quinta-feira (23), se não houver pagamento aos terceirizados.
O que diz o Idema sobre os atrasos
Em nota, o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema) informou que está ciente do atraso no pagamento dos colaboradores terceirizados que atuam no Cajueiro de Pirangi e vem cobrando da empresa Clarear a regularização imediata dos salários e benefícios.
O órgão esclarece que o repasse financeiro não foi realizado dentro do prazo, devido à ausência de certidões trabalhistas obrigatórias por parte da empresa, o que impediu legalmente a liberação dos recursos. Mas o órgão efetivou no final da semana passada o pagamento”, disse a nota.
O Idema reforçou que a contratada tem a obrigação contratual de manter os pagamentos em dia, mesmo diante de eventuais pendências administrativas, e segue acompanhando o caso.
A Empresa Clarear também se posicionou sobre paralização no Cajueiro e, em nota, lamentou inadimplência do Governo do Estado. Leia a íntegra abaixo:
NOTA OFICIAL
A CLAREAR SERVIÇOS LTDA vem a público esclarecer os fatos relacionados à paralisação ocorrida na data de hoje, na unidade do Cajueiro.
A empresa refuta, de forma veemente, qualquer alegação de irregularidade na condução de suas obrigações trabalhistas, destacando que sempre pautou sua atuação pelo rigoroso cumprimento da legislação vigente e das normas contratuais estabelecidas.
O cenário enfrentado decorre, na realidade, do descumprimento, por parte da contratante (IDEMA), de obrigações contratuais essenciais, especialmente no que se refere aos repasses financeiros pela prestação dos serviços regularmente executados, bem como à ausência de observância dos mecanismos de reajuste e repactuação contratual, previstos legal e contratualmente.
Tal conduta vem gerando um desequilíbrio econômico-financeiro significativo no contrato, impondo à empresa contratada um ônus que não lhe compete, comprometendo, de forma direta, a regularidade do fluxo financeiro necessário ao cumprimento pontual de todas as obrigações operacionais.
A CLAREAR ressalta que não pode ser responsabilizada por consequências decorrentes da inadimplência da contratante, especialmente quando esta deixa de observar as condições pactuadas e legalmente exigidas para manutenção do equilíbrio contratual.
Diante desse cenário, a empresa já adotou todas as medidas administrativas e jurídicas cabíveis, inclusive com a provocação dos órgãos competentes, a fim de assegurar o reequilíbrio do contrato, a regularização dos repasses devidos e a preservação da continuidade dos serviços prestados à população.
A CLAREAR reafirma seu compromisso com seus colaboradores, com a legalidade e com a transparência, permanecendo à disposição para os esclarecimentos necessários.
A vereadora Susenilda Costa (PDT) fez um gesto de cunho sexual durante sessão na Câmara Municipal de Ubajara, no interior do Ceará. O fato aconteceu na última sexta-feira (17) e viralizou nas redes sociais.
A situação ocorreu durante discurso do também vereador Marcondes (PSD). Os parlamentares discutiam uma possível alteração de horário das sessões da Casa para o turno da noite.
Marcondes era contra a mudança e, para defender sua posição, questionou: “Quantas coisas a gente tem para fazer a noite?”.
Neste momento, Susenilda executou um gesto de cunho sexual com a mão. Em seguida, ela começou a rir da situação.
A pesquisa realizada pelo instituto Data Census, em parceria com o site RN News, mostra como está a disputa para o Senado Federal considerando o 1º + 2º voto consolidado.
O senador Styvenson lidera com 36,1%, seguido pela senadora Zenaide Maia, com 31,5%. Em seguida aparecem Samanda Alves, com 8,5%; Rafael Motta, com 7,6%; Coronel Hélio, com 7,4%; Jean Paul, com 5,1%; Sandro Pimentel, com 2,8%; e Babá Pereira, com 1,1%.
O levantamento ouviu 2.000 eleitores em 71 municípios do estado, entre os dias 18 e 20 de abril. A margem de erro é de 2,1 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada sob o número RN-05562/2026.
O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), se declarou suspeito no julgamento sobre a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.
O caso está sendo analisado em plenário virtual da Segunda Turma. Os ministros precisam decidir se referendam ou não o mandado de prisão determinado por André Mendonça.
O julgamento começou por volta das 11h e os ministros terão até sexta-feira (24) para registrar os votos. Até o momento, o placar está em 1 a 0 para manter Paulo Henrique preso.
A suspeição é um instrumento jurídico em que juízes podem se abster de participar de um julgamento por dúvida sobre sua imparcialidade devido a vínculos como amizade com as partes, interesse no caso, entre outros.
Toffoli já havia adotado uma postura semelhante em outros julgamentos envolvendo o Caso Master.
Antes de André Mendonça assumir a relatoria, Toffoli era responsável pelo caso no STF, mas deixou a função em fevereiro, após a PF (Polícia Federal) encaminhar ao presidente da Corte, Edson Fachin, um relatório com dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Com a declaração de suspeição, o julgamento será realizado normalmente com quatro ministros. Em caso de empate, a decisão final será a que mais beneficia o acusado.
Paulo Henrique Costa foi preso na última semana após a PF (Polícia Federal) identificar que ele havia recebido de Daniel Vorcaro seis imóveis de luxo, avaliados em R$ 140 milhões.
Médicos que atuam na média e alta complexidade no Rio Grande do Norte comunicaram, por meio de ofício encaminhado nesta quarta-feira (22), que irão paralisar os atendimentos a pacientes do interior do estado a partir da próxima segunda-feira, 27 de abril.
De acordo com o documento, a decisão foi motivada pela falta de pagamento dos repasses de responsabilidade do Governo do Estado, que estariam em atraso desde setembro de 2025. A situação atinge cerca de 120 profissionais.
Com a paralisação, serão suspensos atendimentos e procedimentos realizados em importantes unidades de saúde, como o Hospital do Coração, a Liga Contra o Câncer, o Incor e o Hospital Varela Santiago.
O ofício foi encaminhado ao Ministério Público, à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e às diretorias das unidades hospitalares citadas.
Um estudo divulgado pelo Banco Inter sobre os impactos econômicos da proposta de diminuição da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e do fim da escala 6 X 1 projetou uma retração de 0,82% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no médio prazo. O levantamento reconheceu os benefícios sociais da mudança, mas apontou consequências econômicas depois da implementação completa da medida.
“Não trabalhamos com um horizonte temporal fixo, mas estamos comparando o equilíbrio atual com um novo equilíbrio após o fim da escala 6×1”, afirma. “Entre esses dois equilíbrios, inclusive, nada impede que ocorra um aumento do PIB durante a transição”, disse André Valério, gerente de pesquisa macroeconômica do Inter.
A construção civil deve apresentar a maior retração entre os 12 grandes setores analisados. O levantamento projeta queda de 2,14% do PIB neste segmento. A indústria de transformação ficaria em 2º lugar. A perda estimada é de 1,87%.
O setor de atividades imobiliárias representa a única exceção, com ganho projetado de 0,9%. O crescimento decorre de realocação do consumo, aumento de procura por unidades habitacionais e baixa dependência de insumos de outros setores.
As atividades de vigilância e de fabricação de calçados e autopeças devem estar entre as mais afetadas. O levantamento contabilizou impactos indiretos. Insumos de um setor ficando mais caros prejudicam outros setores que dependem deles.
A análise considerou escolhas das empresas para se adaptar à diminuição de 1 dia da escala de trabalho por funcionário.
“Algumas empresas podem preferir ter menos trabalhadores e diminuir a oferta de serviços. Assim, trocariam um menor faturamento por manter o nível de rentabilidade”, afirmou Valério. Essa estratégia pode causar diminuição da capacidade de investimento e crescimento futuro.
Os setores podem sofrer mais ou menos de acordo com o nível de formalidade do trabalho adotado. O segmento de vigilância, por ser mais formalizado, deve ter aumento de 5,5% dos custos. O de atividades artísticas deve ter alta de 0,8%. Esse setor conta mais com contratos de trabalho informal.
Segmentos que exigem mais investimentos em pessoal e em atendimento mais dias por semana vão sentir mais os impactos. A saúde pública, por exemplo, deve registrar aumento de 2% nos custos.
A hipótese de aumento geral dos preços também é colocada em dúvida pelo estudo. A análise cita o exemplo da Austrália. O país fez mudanças na década de 1980. A alta de preços foi proporcional em relação à elevação dos custos de produção. Várias empresas preferiram absorver o ajuste nas suas margens de lucro.
O levantamento do Inter indica que a queda do PIB pode ser neutralizada caso haja um aumento agregado de produtividade de 0,47%. Embora o percentual seja considerado atingível, limitações estruturais da economia brasileira tendem a dificultar esse avanço. Entre os principais entraves estão o baixo nível de poupança, a rigidez das regras trabalhistas e as barreiras à importação de tecnologia.
“Não seria um aumento de produtividade inalcançável, mas a grande questão é que a produtividade permanece estagnada nesta década”, declarou Valério. “Pode haver alguma compensação, ainda que parcial, mas vemos como baixa a probabilidade de isso ocorrer por completo.”
O economista defendeu que a receita para buscar um ganho maior de produtividade passaria por melhorias na infraestrutura.
Outros fatores incluem avanço da qualidade de formação do capital humano, um mercado de trabalho mais flexível, a abertura da economia e o avanço da extensa agenda de reformas. A reforma tributária já pode ajudar. O benefício virá depois de cumprir o seu período de transição. Esse período deve levar uma década.
A Justiça decretou a prisão preventiva de José Alves Teixeira Sobrinho, suspeito de matar a menina Pétala Yonah Silva Nunes, de 7 anos, em Natal. A decisão foi tomada durante audiência de custódia realizada nesta terça-feira (21), após a prisão em flagrante.
Segundo a Polícia Civil, o homem foi localizado na manhã de segunda-feira (20), conduzido para interrogatório e confessou o crime. O corpo da criança foi encontrado enterrado no quintal de um imóvel no bairro Planalto, na Zona Oeste da capital.
De acordo com as investigações, o caso é tratado como de extrema gravidade, o que levou o Ministério Público a pedir a conversão da prisão em flagrante para preventiva.
Na audiência, o MP apontou risco à sociedade e aos familiares da vítima, além de destacar a violência do crime. A Justiça acatou o pedido e manteve o suspeito preso. O órgão também citou elementos das investigações e outros registros que ainda devem ser analisados, reforçando a necessidade da prisão.
A Defensoria Pública informou, durante a audiência, que não apresentaria pedido de liberdade provisória naquele momento. Ao final da sessão, o suspeito fez um pedido ao juiz, que foi negado por não se tratar do momento processual adequado.
A rejeição do luladrão ainda está baixa, se prepara pois 2026 está logo ali….
Voto em LULA de novo em 2026.
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É só um problema de comunicação
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