A CPMI do INSS rejeitou, nesta quinta-feira (4/12), convocar Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. O placar foi 19 votos contrários e 12 favoráveis. A base governista atuou para barrar a convocação e minimizar as acusações sobre um suposto “mensalão de R$ 300 mil” pago a Lulinha.
A votação ocorreu no mesmo dia em que veio à tona o depoimento de um ex-auxiliar do “Careca do INSS” à Polícia Federal, acusando Lulinha de receber R$ 300 mil mensais e um pagamento total de R$ 25 milhões. O valor não teve a moeda especificada. O governo tentou descredenciar o delator, mas também votou contra ouvi-lo.
Reportagens anteriores do Poder360 e do Metrópoles já haviam revelado detalhes do esquema. Lulinha, que se mudou para Madri em 2025, não se manifestou sobre as novas denúncias.
Corrupto protege Corrupto. Enquanto o povo brasileiro não se conscientizar, e botar para correr nas proxinas eleições esses políticos protetores de Corruptos, o pais não sairá dessa miséria que se encontra, com 94 milhões de pessoas dependendo de esmola do governo para sobreviver
Quem não sabia disso, ora o irmão de Lula não foi depor vc imagine o filho. Agora cadê a Polícia Federal que não ver isso ? Cadê o MPF ? Cadê o STF (xandão) ? Todos calados pq todos tem o rabo de palha, ô país pra ter Ladrão
O terceiro detento que havia fugido da Penitenciária Estadual de Alcaçuz foi recapturado no início da tarde desta quinta-feira (21), no Conjunto Village de Prata, no bairro Planalto, Zona Oeste de Natal.
Segundo a Polícia Militar, equipes do 11º Batalhão receberam uma denúncia anônima indicando o esconderijo do foragido. Policiais da Força Tática também participaram da ação.
Após chegarem ao local informado, os militares abordaram Carlos Soares Alves da Silva e confirmaram que ele era um dos fugitivos da unidade prisional. O homem recebeu voz de prisão no local. Em seguida, ele foi levado para a Central de Flagrantes, onde foram realizados os procedimentos legais.
Natal aparece como a segunda capital do Nordeste com melhor qualidade de vida no IPS (Índice de Progresso Social) Brasil 2026, divulgado na quarta-feira (20). No ranking nacional, a capital potiguar ocupa a 13ª posição entre as 27 capitais brasileiras.
A cidade alcançou nota 66,82 em uma escala de 0 a 100, ficando acima da média nacional, que foi de 63,40 pontos.
No Nordeste, Natal fica atrás apenas de João Pessoa, que aparece na 9ª colocação geral, com índice de 67,73.
O levantamento analisou indicadores sociais e ambientais, como segurança, saúde, educação, moradia, inclusão social e oportunidades para a população. Ao todo, foram considerados 57 indicadores em todos os 5.570 municípios brasileiros.
Entre as capitais do país, Curitiba lidera o ranking com nota 71,29, seguida por Brasília e São Paulo.
Já as piores colocações ficaram com Macapá-AP e Porto Velho-RO, que registraram os menores índices de progresso social do Brasil.
Capitais nordestinas no ranking do IPS Brasil 2026
A gasolina A vendida pela Refinaria Clara Camarão, em Guamaré, voltou a subir nesta quarta-feira (21). O preço passou de R$ 4,02 para R$ 4,22, aumento de R$ 0,20 em relação à semana passada.
Com o novo reajuste, a gasolina acumula alta de R$ 1,71 desde 19 de fevereiro, quando custava R$ 2,51. O aumento total no período de 91 dias chega a 68,12%.
O diesel A S500 não teve reajuste nesta semana. Mesmo assim, o combustível ainda acumula forte alta desde fevereiro.
Na modalidade EXA, o diesel segue em R$ 4,98. Em 5 de fevereiro, o valor era R$ 3,28. O aumento acumulado é de R$ 1,70, equivalente a 51,82%.
Já na modalidade LCT, o diesel permanece em R$ 4,99. Em fevereiro, custava R$ 3,30. A alta acumulada chega a R$ 1,69, ou 51,21%.
A sequência de aumentos da gasolina começou em fevereiro e teve aceleração em março, quando o preço saltou de R$ 3,19 para R$ 3,82 em apenas uma semana. Após períodos de estabilidade e pequenas quedas, o combustível voltou a subir no fim de abril e agora atingiu R$ 4,22.
Os valores divulgados são os praticados na refinaria e ainda não incluem impostos, custos de distribuição, logística e margem dos postos de combustíveis.
Resumo dos preços acumulados em 91 dias
Gasolina A: De R$ 2,51 para R$ 4,22 Alta de R$ 1,71 (+68,12%)
Diesel S500 EXA: De R$ 3,28 para R$ 4,98 Alta de R$ 1,70 (+51,82%)
Diesel S500 LCT: De R$ 3,30 para R$ 4,99 Alta de R$ 1,69 (+51,21%)
A festa “Bailê na Roça” abre oficialmente os festejos juninos na capital potiguar. A festa que acontece próximo sábado, 23, no espaço do Rooftop Dunas, entra pro calendário como uma das melhores no cenário de entretenimento. Por lá estarão no palco com shows os cantores Thales Play, Pedro Guerra, Arnaldinho Netto e o Dj Zahi.
A noite promete ser agitada com entregas de cenografia no espaço do evento, shows com variações de ritmos com palco sertanejo exclusivo no VIPÊ (espaço exclusivo com 2h de Open Drinks, elevador com acesso exclusivo, banheiros, área de chillout), gente bonita e muito mais.
Preparem-se para uma noite para viver a cultura popular brasileira!
O Cria Poesia – 2ª edição está com inscrições abertas para mulheres interessadas em participar de oficinas de cordel nos municípios de Natal, Caicó, Apodi e São José de Mipibu, no Rio Grande do Norte.
Realizado pela Ampare – Associação da Mulher Potiguar, o projeto propõe encontros de formação e criação poética voltados para mulheres de diferentes idades, trajetórias e vivências, inclusive aquelas que nunca tiveram contato com o cordel.
As oficinas acontecerão entre os dias 16 de maio e 16 de junho de 2026, em formatos presencial e virtual, reunindo escrita, oralidade, cultura popular e troca de experiências entre participantes de diferentes regiões do estado.
Depois da primeira edição, que percorreu oito municípios, alcançando os quatro cantos do Rio Grande do Norte, o Cria Poesia retorna fortalecendo o cordel como espaço de expressão, memória e pertencimento feminino. A iniciativa também valoriza a literatura popular nordestina como ferramenta de criação, partilha de histórias e fortalecimento cultural das mulheres potiguares.
Além das oficinas, as participantes irão construir cordéis autorais ao longo do processo formativo, estimulando a criatividade, a autoestima e o reconhecimento da própria voz através da arte.
A segunda edição do projeto conta com incentivo da Neoenergia Cosern e do Instituto Neoenergia, através da Lei Câmara Cascudo e da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Norte, fortalecendo ações de acesso à cultura e valorização da produção artística feminina.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas através do formulário disponível nas redes sociais da Ampare.
SERVIÇO
Cria Poesia, Oficinas de Cordel para Mulheres Potiguares 2ª edição
Municípios do RN: Natal, Caicó, Apodi e São José de Mipibu
Quase três quartos dos lares brasileiros estão desconfortáveis com a sua situação financeira, e pouco mais da metade (54%) está no limite para virar insolvente. Nesse grupo de famílias inseguras com a própria condição, um quinto dos domicílios já está endividado ou com contas em atraso e, dessa parcela, quase 25% moram em cidades do Nordeste, principal reduto eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao mesmo tempo, no campo oposto, um quarto dos lares afirma estar em situação confortável financeiramente, e o maior percentual dessas casas está no Sul do Brasil (23%) e em Minas Gerais, Espírito Santo e no interior do Rio de Janeiro (20%), locais onde o poder de consumo é mais elevado do que a média nacional.
Os dados foram coletados em 2025 pela empresa de pesquisas NielsenIQ (NIQ) para o levantamento Homescan, um dos mais tradicionais do segmento, que obtém dados periódicos em 8,2 mil lares no país. Apenas 1 a cada 100 lares brasileiros afirma estar muito confortável com suas contas.
“Em relação às regiões, o destaque é a maior representatividade do Nordeste entre os lares mais impactados”, diz Gabriel Fagundes, diretor da NIQ, observando que o consumo na região cai a um ritmo superior ao da média do país nos últimos 15 meses, em termos de volume.
Fábio Bentes, economista-chefe da CNC, a Confederação Nacional do Comércio e Serviços, reforça que o Nordeste acaba no radar porque inclui áreas com renda mais baixa, penalizadas num cenário de piora do quadro macroeconômico, pressionado pelo crescimento do endividamento e da inadimplência desde 2025 e, agora, pela recente aceleração da inflação de alimentos.
Levantamento do Valor feito com base na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE mostra que, no acumulado de 12 meses até março, cinco dos dez Estados com menor crescimento em vendas, em volume, estão no Norte e Nordeste do país — Piauí, Tocantins, Amazonas, Roraima e Pará.
Pelo estudo da NIQ, consumidores com menor renda (até dois salários mínimos) destinam mais de 60% dos ganhos para alimentos e itens de higiene. Já na renda intermediária, há pressão crescente de despesas domésticas: contas do lar passaram a absorver mais de 50% do gasto nas famílias com rendimento de três a cinco salários mínimos.
A Prefeitura de Macaíba, através da Secretaria Municipal de Tributação, lançou o Programa de Recuperação Fiscal (REFIS) 2026, oferecendo ao cidadão opções de parcelamento de débitos tributários, como IPTU, ISS e alvarás em até 36 vezes e com até 100% de descontos sobre juros e multas.
O REFIS foi publicado no último dia 07 de maio, no Diário Oficial do Município, e suas regras estão estabelecidas na Lei Municipal n° 2.651. A renegociação está disponível para pessoas físicas e jurídicas e pode ser realizada até o dia 31 de agosto de 2026.
De acordo com as regras deste ano, o parcelamento pela via administrativa pode ser em até 36 parcelas. Nos processos judicializados, o contribuinte pode parcelar em até 24 vezes. Já o desconto sob juros e multas variam de acordo com o número de parcelas. Para pagamento em parcela única, pela via administrativa, há 100% de desconto. Já nos processos judicializados, o pagamento em uma só vez tem 50% de desconto nos juros e multas.
O REFIS 2026 tem como objetivo facilitar a regularização de tributos atrasados, assim como conter o índice de inadimplência. Ao quitar o débito, o contribuinte fica em dia com o Município. “O dinheiro arrecadado com essa campanha, é aplicado diretamente na melhoria dos serviços públicos essenciais, como saúde, educação e infraestrutura”, explicou o secretário adjunto de Tributação, Lielson Neves.
A opção pelo ingresso no REFIS pode ser realizada de forma on-line, através do Portal do Contribuinte disponibilizado no site www.macaiba.rn.gov.br , ou presencialmente, na sede da Secretaria Municipal de Tributação, localizada na Rua da Conceição, nº 194, Centro, em frente à igreja matriz de Nossa Senhora da Conceição. O cidadão tem até o dia 31 de agosto de 2026 para aderir ao programa. Essa oportunidade é válida para obrigações tributárias com fatos geradores até o dia 31 de dezembro de 2025. Os interessados, podem conferir todas as informações através do link: https://macaiba.rn.gov.br/wp-content/uploads/2026/05/DOMM-1938_260508_080413.pdf .
De acordo com o secretário adjunto, o programa representa um importante recurso para sair da inadimplência. “Para o contribuinte, o programa surge como um alívio financeiro indispensável e uma chance real de recomeço. Com condições especiais que incluem descontos expressivos em juros e multas, além de opções facilitadas de parcelamento. O REFIS permite que pessoas físicas e jurídicas regularizem sua situação fiscal sem comprometer o orçamento. Estar em dia com o município significa recuperar a tranquilidade jurídica, obter certidões negativas e abrir portas para novos créditos e investimentos, mostrando que apoiar o crescimento de Macaíba também é o melhor negócio para a sua vida e para a sua empresa”, afirmou.
A empresa de publicidade Cálix Propaganda, que pertence ao ex-marqueteiro da campanha de Flávio Bolsonaro, Marcello Lopes, já garantiu receber R$ 99.280.384,44 em faturas empenhadas pelo governo federal entre abril de 2022 e maio de 2026.
Marcello Lopes é ex-policial e amigo pessoal de Flávio Bolsonaro. Nessa quarta-feira (20), o publicitário, conhecido como Marcellão, afirmou que deixará campanha do senador à Presidência.
Os dados constam do Portal de Compras do Governo Federal.
A empresa, que foi criada em 2003, obteve seus primeiros contratos com a administração pública federal durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por meio de duas licitações públicas, e os pagamentos continuaram sendo executados de forma regular na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O primeiro e mais expressivo contrato da empresa foi assinado em dezembro de 2021 com o então Ministério do Desenvolvimento Regional, na gestão de Rogério Marinho (PL-RN), no valor total de até R$ 55 milhões anuais.
Sob a atual administração do PT, a pasta passou a se chamar Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Titular da pasta no governo Bolsonaro, Marinho é líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto.
O valor firmado entre a agência e o governo federal é apenas um parâmetro de quanto a prestadora de serviço pode faturar sobre o contrato, uma vez que o faturamento dos serviços de publicidade varia e o sistema orçamentário do governo precisa de um valor para provisionar a cada ano.
Serviços de publicidade
O vínculo contratual foi mantido e passou por três termos aditivos de renovação ao longo do governo Lula, estendendo a vigência das prestações de serviço de publicidade da agência na Esplanada até abril de 2026.
O segundo contrato, que pode vir a custar até R$ 14,97 milhões por ano, foi firmado por meio de uma licitação em maio de 2022, em que a Cálix foi a única participante, na então pasta da Infraestrutura.
O ministério era comandado, na época, por Tarcísio de Freitas (Republicanos), hoje governador de São Paulo e que chegou a ser cotado para disputar a corrida presidencial neste ano como representante do grupo aliado do ex-presidente Bolsonaro.
Devido aos trâmites burocráticos do ano eleitoral, a assinatura formal da parceria acabou ocorrendo em abril de 2023. A vigência inicial dele foi definida em abril de 2025 e, no ano passado, o contrato foi renovado por mais um ano. Em abril de 2026 passou por uma nova renovação. Com isso, o prazo de vigência vai até 2027.
Juntos, os dois contratos geraram faturas empenhadas no valor de R$ 91,8 milhões, no período. Mas, como nem tudo foi pago pelo governo ao longo dos últimos anos, junto ao montante o governo deve arcar com acréscimo de R$ 7,5 milhões em juros e multa.
O que foi pago
De acordo com o portal do governo, a Cálix recebeu R$ 39,7 milhões desde que os contratos foram assinados.
A maior parte, R$ 22,6 milhões, foram pagos durante os anos em que as notas fiscais foram faturadas, e outros R$ 17 milhões foram pagos nos anos fiscais seguintes ao faturamento, incorporando o chamado “restos a pagar”.
Além disso, o governo federal ainda tem a pagar R$ 32,9 milhões em notas faturadas para serem quitadas este ano. Restam ainda outros R$ 26,7 milhões em faturas de anos anteriores, que foram incorporadas em restos a pagar.
Em função do atraso no pagamento, é comum que a essas faturas se somem juros e multa. Com isso, quatro notas de empenho que foram empurradas para restos a pagar já somam R$ 3,9 milhões a pagar a mais em relação ao que foi empenhado anteriormente.
A engrenagem financeira desvendada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU) na Operação Mederi já começa a ser comparada, nos bastidores da política potiguar, ao escândalo do Banco Master, considerado a maior fraude contra o Sistema Financeiro Nacional, que tem como pivô o empresário mineiro Daniel Vorcaro, preso durante a deflagração da Operação Compliance Zero. O rombo estimado é de cerca de R$ 40 bilhões.
No Rio Grande do Norte, porém, o epicentro da investigação não é um banco. É a empresa de medicamentos Dismed, pertencente ao empresário Oseas Monthalggan, apontada pela PF como operadora do esquema de fraudes em licitações, pagamento de propinas e desvios em contratos da saúde, cujo “pulmão” era a Prefeitura de Mossoró.
Entre 2021 e 2025, durante a gestão do ex-prefeito e pré-candidato a governador Allyson Bezerra (União Brasil), a empresa recebeu R$ 13,5 milhões da Prefeitura de Mossoró. O esquema foi batizado de “Matemática de Mossoró”, que tinha em seu “topo”, segundo a PF, Allyson Bezerra e o atual prefeito Marcos Medeiros (Republicanos). O avanço das investigações, para analistas políticos potiguares, tem potencial para produzir um terremoto político semelhante aos efeitos do escândalo do Banco Master de Daniel Vorcaro.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, apresentou nesta quinta-feira (21) o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 398/2026 para sustar o Decreto nº 12.975/2026, editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira (20). A proposta alerta que o decreto cria riscos de censura indireta e autocensura nas redes sociais, ao impor às plataformas digitais deveres de vigilância, prevenção, remoção de conteúdos e gestão de riscos sem aprovação do Congresso Nacional.
O instrumento assinado por Lula altera a regulamentação do Marco Civil da Internet e amplia obrigações de provedores de aplicações digitais, inclusive sobre moderação de conteúdo, canais de denúncia, publicidade, impulsionamento pago, relatórios de transparência e responsabilização por falha sistêmica. Para Rogério Marinho, a medida ultrapassa os limites de um decreto regulamentar, modifica o regime jurídico definido em lei e pode levar empresas privadas a remover conteúdos de forma preventiva.
Na justificativa do PDL, o senador sustenta que o Marco Civil da Internet adotou modelo baseado na ausência de dever geral de monitoramento e na necessidade de ordem judicial específica para responsabilizar plataformas por publicações de terceiros. O texto afirma que o decreto institui deveres permanentes de vigilância, prevenção e remoção, além de criar hipóteses de responsabilização por alegada falha sistêmica, em tema ligado à liberdade de expressão e ao devido processo.
O PDL sustenta que eventuais mudanças no regime jurídico das plataformas digitais devem ser debatidas e aprovadas pelo Congresso Nacional, e não implementadas unilateralmente por decreto presidencial. A proposta relembra, ainda, o item 13 do Tema 987 do Supremo Tribunal Federal (STF), no qual a Corte reconheceu que cabe ao Poder Legislativo aperfeiçoar a disciplina sobre a circulação de conteúdos na internet, especialmente por se tratar de matéria com impacto direto sobre direitos fundamentais, liberdade de expressão, pluralismo político e debate público democrático.
“Nessas hipóteses, o Estado não exerce censura direta, mas cria incentivos para restrições excessivas ao fluxo de informações e opiniões, comprometendo a liberdade de expressão, o pluralismo político e o debate público democrático, especialmente em contextos eleitorais”, adverte Rogério Marinho em trecho da justificativa do PDL. O líder da oposição no Senado defende que a sustação do decreto preserva a competência do Congresso, a segurança jurídica e o combate a conteúdos criminosos por meio de lei formal, sem atalhos administrativos do Poder Executivo.
Isso é uma vergonha mas tudo o brasileiro está vendo, e ninguém vai votar em um sujeito ladrão como Lula.
Pode ver, os protetores dos parentes do Lula é sempre a turminha do inferno no congresso, oh raça ruim
Corrupto protege Corrupto. Enquanto o povo brasileiro não se conscientizar, e botar para correr nas proxinas eleições esses políticos protetores de Corruptos, o pais não sairá dessa miséria que se encontra, com 94 milhões de pessoas dependendo de esmola do governo para sobreviver
Lula sempre diz, “quem não deve não teme”, e aí petralhas??
Quem não sabia disso, ora o irmão de Lula não foi depor vc imagine o filho. Agora cadê a Polícia Federal que não ver isso ? Cadê o MPF ? Cadê o STF (xandão) ? Todos calados pq todos tem o rabo de palha, ô país pra ter Ladrão
Bandido defende bandido, bandido é bandido, bandido filho de bandido é mané e mané