
Foto: Sérgio Lima/Poder360
Depois de reunião nesta sexta-feira (19.mai.2023) com governadores do Sul e Sudeste, no Rio de Janeiro, o presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas – AL), afirmou a necessidade de se “tirar da cabeça” a ideia de teto de gastos. Segundo ele, a reforma tributária é uma modificação dessa lei, que terá mais responsabilidades e contará com uma análise mais crítica do Congresso.
Sobre o texto em si, Lira disse que foi feita uma discussão muito prática e que o que veio do governo “já tinha uma espinha dorsal satisfatória” e que o Congresso teria somente aprimorado.
O presidente da Câmara disse esperar que a votação ocorra ainda neste semestre, mas que não pode garantir aprovação. “Esperamos que essa fase seja vencida já na próxima semana para que a gente foque nos seus complementos, que são as matérias que arrumarão o espaço orçamentário de crescimento da receita corrente líquida.”
Segundo ele, é importante que um governo faça reformas no 1ª ano de mandato. Caso contrário, “não consegue fazer, por conta do calendário eleitoral”.
Poder360
Toma lá, da cá. E segue o Brasil, sendo roubado e massacrado. Querem voltar ao tempo, em que um governante gastava mais que arrecadava, deixando suas dívidas para os próximos governos. Época sombria muito atraso de salários, fornecedores e superfaturamento dos preços, pois quem vendia não sabia se iria receber. Triste fim, para onde estamos caminhando, do jeito que vai vamos ter inveja da Argentina.
Arroja, tá tudo muito bom, fumo grosso