Os trabalhadores não receberam neste mês de maio o auxílio financeiro que vinha sendo pago pela prefeitura de Natal desde o fechamento do prédio para obras.
O auxílio mensal era pago aos 32 permissionários credenciados desde 2022, mas foi suspenso no fim de abril.
Uma comissão de trabalhadores participou de uma reunião com a secretária municipal de Trabalho e da Assistência Social, Nina Souza, na última segunda-feira (12).
Em nota, a Semtas informou nesta semana que o processo administrativo previa o encerramento do pagamento em abril, mas informou que estudava uma solução para garantir a continuidade do benefício até a reabertura do mercado.
O decreto assinado pelo prefeito Paulinho Freire (União Brasil) e publicado nesta quinta (15), “regulamenta a concessão de auxílio financeiro temporário aos Permissionários do Complexo Turístico da Redinha”, enquanto o mercado não for reaberto.
Entre as justificativas para o pagamento, o decreto aponta uma lei municipal que garante a manutenção dos contratos com os antigos ocupantes do mercado por prazo determinado, além da necessidade de mitigar os impactos econômicos sobre os permissionários durante o período de transição, até o início da exploração sob novo regime de concessão.
“O auxílio financeiro será concedido mensalmente e cessará com o efetivo início da exploração das atividades pelos permissionários no Complexo Turístico da Redinha sob o novo regime de concessão”, acrescenta o texto.
Os recursos para o custear o auxílio financeiro sairão do orçamento da Secretaria Municipal do Trabalho e Assistência Social.
g1-RN

Se o prefeito fosse do PT, tava arriscado , os permissionários pagarem ou terem descontos indevidos. Graças à Deus, que Natália não foi eleita.
E, também não será reeleita em 2026.