
Acompanhado de outros dirigentes da entidade, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, se reuniu neste domingo com o vice-presidente Michel Temer, no Palácio do Jaburu. Skaf apresentou a Temer propostas da Fiesp para um ajuste fiscal feito sem aumento de impostos. A redução do tamanho da máquina governamental estaria entre as sugestões.
Paulo Skaf foi candidato ao governo de São Paulo, nas últimas eleições, pelo PMDB. É amigo pessoal de Temer e participou, junto com outros líderes empresariais, de um movimento a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Todavia, pessoas que o conhecem garantem que ele não tem interesse em assumir um dos ministérios de uma eventual equipe do vice-presidente da República.
Em entrevista ontem ao colunista Ilimar Franco, Temer disse que pretende anunciar todos os ministros de seu governo no mesmo dia em que o afastamento da presidente Dilma for aprovado no Senado. Mas se isso não for possível, ele diz que vai anunciar os ministros da área econômica – Fazenda, Banco Central e Planejamento. Foi com esse objetivo que se reuniu com empresários e banqueiros, com o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga; o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto; o ex-ministro do Planejamento José Serra; e o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles.
Após uma reunião de cerca de duas horas no Palácio do Jaburu, Meirelles negou que tenha recebido convite oficial para assumir o Ministério da Fazenda em um eventual governo do peemedebista, mas, em entrevista coletiva ao final do evento, defendeu fórmulas para a retomada do crescimento em um discurso afinado com o que tem pregado o vice.
Nome mais cotado neste momento para comandar a equipe econômica em caso de impeachment, Meirelles disse estar sempre disposto a ajudar com aconselhamentos e afirmou que, pelas perguntas que Temer fez a ele durante a conversa, o vice está com o diagnóstico correto sobre a economia. Para o ex-presidente do Bacen, o principal é resolver a questão política.
O Globo
Mais um importante jornal dos EUA defende Dilma Rousseff e denuncia o impeachment como um instrumento político, que não deveria ser usado da forma como está sendo usado no Brasil; jornal lembra que Bill Clinton sofreu um impeachment da Câmara dos Deputados, mas o processo foi derrubado no Senado; enfatiza ainda que Dilma tem a ficha limpa, não está envolvida em nenhum escândalo, ao contrário de Eduardo Cunha, o deputado que presidiu a sessão do impeachment, e Michel Temer, que pretende ocupar seu lugar.
A incoerência é uma das marcas registradas dos petistas. Falam do Cunha mas defendem o Renan (como pode?), odeiam os EUA mas correm atrás do apoio da sua imprensa e do seu governo. O único apoio que está recebendo o PT vem dos países de sempre, seus aliados bolivarianos (socialismo do século 21?), ditaduras "fantasiadas" de democracia para enganar o povo enquanto satisfazem os desejos de uma casta corrupta e sedenta de poder. Como alguém que idolatra Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Irã, Angola e outras preciosidades mundiais pode se dizer democrata?
Traduzindo:
Tchau aumento de Salário mínimo acima da inflação!
Tchau vinculação dos orçamentos federal e estadual da saúde e educação, 15 e 10% respectivamente!
Tchau CLT
Parabéns coxinhas!
Parabéns mais ainda para aqueles coxinhas pobres!
TCHAU, a pelegagem que tomou conta desenfreada na era ptRALHA das repartições e todos os órgãos públicos do governo Federal agora vão ter que trabalhar mesmo. O correto mesmo é DEMITI-LOS a bem do serviço público.
QUANTO VAI SER A CONTA DO POVÃO ???????????
Reduzir os juros a 0%