Imagens: Reprodução/GloboNews
A jornalista Malu Gaspar, da GloboNews, afirmou que o STF vive uma crise interna e já não teria força para resolver impasses do governo como fazia antes. Segundo ela, há desconfiança dentro da Corte em relação ao presidente Lula.
A avaliação é de que a investigação que alcançou o ministro Dias Toffoli, com relatório sobre indícios de suspeição envolvendo relação com o banqueiro Vorcaro, não teria avançado sem autorização do presidente.
De acordo com a jornalista, um dos pontos que agravaram o cenário foi a troca de relator nos casos envolvendo o Master e o INSS. Hoje, quem relata é o ministro André Mendonça, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ela afirmou que isso teria gerado desconforto no Congresso e em Brasília, inclusive em meio a relatos de que Mendonça teria sido boicotado politicamente por Davi Alcolumbre.
Malu Gaspar também comentou a votação na CPI envolvendo o Master. Segundo ela, havia um acordo entre Alcolumbre, o Centrão e a base do governo para barrar determinados requerimentos, tanto ligados ao chamado “Lulinha” quanto a um assessor de Alcolumbre citado como tendo relação com o chamado “careca do INSS”.
Ela disse que a derrota do governo em uma das votações teria sido vista como surpresa e atribuída, por interlocutores no Senado, a excesso de confiança.
Por fim, a análise destaca que Alcolumbre teria três decisões centrais nas mãos: encaminhar a indicação de Jorge Messias ao STF, tratar de um possível acordo envolvendo dosimetria e a CPI do Master e decidir sobre eventual autorização de quebra de sigilo do “Lulinha”.
Segundo a jornalista, qualquer decisão pode gerar judicialização. Ela também afirmou que, em Brasília, há a percepção de que o presidente manda na Polícia Federal — independentemente de isso ocorrer na prática, o que importa, segundo a análise, é como a situação é interpretada politicamente.
Se depender de mim a seleção jogará para um estádio totalmente vazio. O Estado tem outras prioridades pq esse jogo não gera emprego algum e sim gambiarras.
Gostaria de saber o que o Presidente da Federação de Futebol tem a ver com a saúde, educação e segurança do Estado. Ele só pode trabalhar pelo que tem atribuição: Futebol!
Cabe lembrar que não será o Governo do Estado ou a Prefeitura que irão bancar a vinda da Seleção para cá, mas sim o Consórcio que administra a Arena, que cobrará caros ingressos para quem se dispor a assistir. Quem gosta de futebol e pode pagar, com certeza não perderá a oportunidade de ver a nossa Seleção, que há 35 anos não aterrissa por aqui.
Parabéns, José Vanildo!
Muito bom o comentário do Paulo Sergio Martins,em poucas palavras diz tudo e expressa tudo o que se passa.
Faço minhas as palavras dos colegas leitores abaixo : temos mais o que fazer e mais ainda com o que se preocupar .
Parabéns ao Pte José Vanildo pela iniciativa. A comunidade esportiva do RN aguarda há muito tempo por esse momento. Temos uma Arena de primeiro mundo e precisamos de partidas assim, para alavancar os lucros dela (por contrato, repartidos com o Estado) e para que nosso turismo seja ainda mais fomentado. Com certeza, a partida em Natal trará uma exposição maior à cidade e trará turistas de estados vizinhos ao nosso Estado.
O povo passando fome, desempregado e a segurança do RN um caos, e vem você preocupado com porcaria de seleção Brasileira. Tenha paciência!
Futebol do RN não tem relevância nacional alguma. Brasil X Uruguai viria para Natal, mas foi para Recife que tem mais importância. Será sempre assim.
QUEM BOM QUE O FUTEBOL NO BRASIL ACABANDO!
Vamos acompanhar agora os meninos de ouro da Matemática.
Ou os craques da Física.
Tem também as estrelas da literatura.
Quem sabe a gente não conquista nosso primeiro Nobel?
No Rio Grande do Norte falta de tudo um muito (saúde, educação, segurança, estradas, empregos e o que mais se pode pensar), porém sobram "lutadores pelo futebol" escorrendo pelo ladrão.
Aqui abandona-se um aeroporto numa área conurbada – com acesso privilegiado aos principais pontos turísticos – e se constrói outro nas fronteiras do improvável.
Aqui se destrói um estádio do porte do Machadão para erguer-se um sucedâneio a toque de caixa, sob interesses escusos e inconfessáveis de políticos e empreiteiros, endividando o Estado a perder de vista.
Como é singular a riqueza invertida da taba de Poti!