Reprodução: Emparn
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, conforme imagem acima, prevê chuvas entre está quinta(01) e sábado(03) em todas as regiões do Estado. A Zona de Convergência Intertropical manterá as nuvens carregadas.
Reprodução: Emparn
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte, conforme imagem acima, prevê chuvas entre está quinta(01) e sábado(03) em todas as regiões do Estado. A Zona de Convergência Intertropical manterá as nuvens carregadas.

Foto: Reprodução
O candidato à Presidência da República pelo Partido Democrata, o médico-veterinário Wilson Grassi, apresentou nesta segunda-feira (31), propostas voltadas à área da saúde que fogem do escopo tradicional de políticas públicas. A principal promessa de sua plataforma é a inclusão da tirzepatida, princípio ativo do medicamento comercialmente conhecido como Mounjaro, na lista de fármacos distribuídos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Com o slogan de campanha “Bem-estar para humanos e animais”, Grassi argumenta que o medicamento, atualmente inacessível à maioria da população devido ao alto custo comercial, tem impacto direto tanto no tratamento da diabetes tipo 2 quanto no controle da obesidade, gerando reflexos sociais positivos.
“É um medicamento inovador, mas que a imensa maioria da população não tem acesso devido ao seu alto custo. Ele traz melhoras para a saúde, melhora a autoestima e o bem-estar. E, se sentindo melhor, as pessoas têm, comprovadamente, maior vontade e desejo de trabalhar e buscar seus objetivos”, argumentou o presidenciável em São Paulo.
O plano de governo do veterinário inclui a criação do programa batizado de “Meu Botox, Minha Vida”, cujo objetivo é ofertar aplicações de toxina botulínica para mulheres de baixa renda na rede pública. O candidato também informou que sua equipe trabalha na elaboração de um programa específico para fornecer implante capilar a homens que sofrem com calvície e não possuem condições de custear o tratamento em clínicas privadas.
[VÍDEO] NÃO FALTA MAIS NADA: Candidato à Presidência da República promete botox e mounjaro gratuitos para mulhereshttps://t.co/hT7kFxoDn3 pic.twitter.com/pOVzDiPlZ9
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) August 31, 2026
Com informações da Revista Oeste
Foto: Serjusmig
O governo Lula apresentou nesta segunda-feira (31) o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2027 com uma previsão de R$ 2,83 trilhões em despesas primárias, um montante de R$ 3,459 trilhões em receitas e previsão de superávit primário de R$ 18,6 bilhões, o equivalente a 0,13% do PIB (Produto Interno Bruto).
O PLOA de 2027 trouxe ainda uma sugestão de salário-mínimo em R$ 1.741, que representa uma alta de R$ 120, ou 7,4% de aumento real em relação aos R$ 1.621 vigentes em 2026.
O projeto prevê ainda que o governo deve pagar no próximo ano um montante de R$ 97,7 bilhões em precatórios que estarão sujeitos à meta fiscal.
A mudança ocorre após um projeto aprovado no Congresso que obrigou o governo a incluir a partir de 2027 no mínimo 10% desse tipo de despesa nos gastos sujeitos ao limite para cumprimento da meta fiscal.
Com informações da CNN

Foto: Reprodução
Os candidatos à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) se manifestaram nas suas redes sociais em solidariedade ao também candidato Renan Santos (Missão), diante da decisão de Toffoli em suspender a campanha dele nas redes.
Renan Santos publicou um “vídeo de despedida” nas redes sociais, nesta segunda-feira. Na gravação, o presidenciável afirmou que aquele poderia ser o último conteúdo publicado por ele nas redes.
O ministro Dias Toffoli, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), deu um prazo de 24 horas para que o candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, dê explicações em relação aos 16 perfis dele nas redes sociais que levaram à suspensão de sua campanha eleitoral, sob pena de indeferimento do registro da candidatura.
Discordo em muitos pontos do Renan, mas o que o Toffoli acaba de fazer é um absurdo.
Não ficarei calado por ser um concorrente. O buraco é muito mais embaixo.
Não existe democracia que se sustente dessa forma, com um supremo já desgastado por diversas decisões, inquéritos e…
— Romeu Zema (@RomeuZema) August 31, 2026
Espero que o candidato Renan Santos restabeleça sua candidatura.
O Presidente @jairbolsonaro está com suas redes sociais bloqueadas há mais de um ano e a censura não pode mais ser banalizada no Brasil! pic.twitter.com/7yTme3GNTB
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) August 31, 2026

Foto: Divulgação
O projeto de Cadu de Lula (PT) ao Governo do Rio Grande do Norte recebeu um reforço político de peso nesta segunda-feira (31). O prefeito de Guamaré, Hélio do Povo, uma das principais lideranças políticas da região salineira, anunciou oficialmente sua adesão à campanha do “Time que Cuida”, integrando a base de apoio que vai levar Cadu ao Poder Executivo estadual. O anúncio marca a expansão das alianças do candidato do PT em todas as regiões do estado.
O apoio do prefeito Hélio do Povo reforça que Cadu de Lula é o nome mais preparado para administrar o Rio Grande do Norte, atraindo cada vez mais lideranças para o projeto. O candidato reúne as competências necessárias para conduzir o Estado e garantir uma gestão eficiente. A aliança fortalece o palanque da chapa majoritária do PT com a chegada de uma importante liderança da região salineira.
Além de mais preparado, Cadu também é o candidato das mãos limpas. Característica que atrai o apoio popular, consolidando a confiança no projeto político apresentado pelo Time que Cuida, como se vê na adesão desta tarde, que reúne o futuro governador a mais uma liderança com grande apoio popular.
Com a chegada do reforço de Guamaré, a candidatura de Cadu de Lula demonstra fortalecimento diário em sua trajetória rumo ao Governo do Estado. O trabalho para tornar o projeto ainda mais forte segue focado em unir lideranças que compartilham da visão de gestão proposta pelo “Time que Cuida”. O apoio de Hélio do Povo amplia o diálogo de Cadu com o eleitorado do litoral norte potiguar nesta fase decisiva da disputa.
[VÍDEO] VALE À PENA RIR DE NOVO: Relembre quando Lula afirmou que “em setembro, vai entrar o grosso”https://t.co/1g39q0WMMg pic.twitter.com/cE6rlur5eL
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) August 31, 2026
Imagem: Reprodução
Em julho de 2023, uma fala de Lula sobre o programa Desenrola Brasil acabou ganhando um significado próprio nas redes sociais. Ao comentar a expectativa de ampliação do programa, o presidente afirmou: “Em setembro, vai entrar o grosso”.
A declaração foi feita durante uma edição do “Conversa com o Presidente”. Na ocasião, Lula falava sobre as etapas do Desenrola, criado pelo governo para facilitar a renegociação de dívidas e ajudar brasileiros a sair da inadimplência.
O programa havia começado naquele mês atendendo uma primeira parcela do público. A partir de setembro, estava prevista uma nova etapa, com a inclusão de pessoas que recebiam até dois salários mínimos ou estavam inscritas no Cadastro Único, além da renegociação de dívidas de até R$ 5 mil.
Foi nesse contexto que Lula disse que “em setembro, vai entrar o grosso”, referindo-se à entrada de uma parcela maior de brasileiros no programa.
A frase, porém, acabou ganhando repercussão para além do contexto original e passou a ser relembrada e utilizada nas redes sociais como um meme. Mais de três anos depois, a declaração continua aparecendo de tempos em tempos nas redes.
Com informações de Metrópoles
[VÍDEO] Renan Santos publica vídeo em tom de despedida após decisão de Toffoli que suspendeu campanha nas redeshttps://t.co/F9etUlhdYU pic.twitter.com/hneQ4GPsop
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) August 31, 2026
Imagem: Reprodução
O candidato à Presidência da República Renan Santos, do partido Missão, publicou nesta segunda-feira (31) um vídeo em tom de despedida após uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), restringir a campanha digital da chapa.
No vídeo, Renan afirma que não poderá produzir ou publicar conteúdos nas redes sociais, participar de debates e sabatinas. Ele também critica a decisão e a classifica como “ilegal” e “persecutória”.
Segundo o candidato, a suspensão ocorreu após um problema técnico no registro dos perfis utilizados pela campanha. Ele nega ter cometido abuso de poder econômico e afirma que vai recorrer ao TSE para tentar derrubar a decisão.
Renan também relacionou a medida às manifestações que organizou contra Dias Toffoli e outros integrantes do Judiciário. Ao final do vídeo, pediu que apoiadores salvem e compartilhem a gravação, afirmando que não pretende desistir da disputa.
A decisão de Toffoli suspendeu a transmissão de conteúdos em 16 perfis não informados dentro do prazo legal, manteve liberados apenas um site e uma conta no X declarados no registro inicial e determinou a suspensão de repasses do Fundo Eleitoral. A medida também prevê restrições à participação da chapa em debates e sabatinas.
Com informações do Via Certa Natal
Foto: Ricardo Stuckert/PR/Andressa Anholete/Agência Senado/Montagem/UOL
Escritor e candidato à Presidência da República, Augusto Cury (Avante) surpreendeu os adversários ao disparar nas mais recentes pesquisas eleitorais e avançar na disputa pelo Palácio do Planalto.
Em levantamentos divulgados nesta segunda-feira (31/8), o escritor oscilou até 9 pontos percentuais para cima, sendo o primeiro nome, além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), a alcançar dois dígitos na preferência do eleitor.
“Cury tem concentrado seu discurso em temas como educação, saúde mental, tecnologia, empreendedorismo, segurança pública e redução da polarização política. A estratégia busca apresentar o escritor como uma alternativa de centro e ampliar sua presença entre eleitores que procuram uma candidatura fora da disputa protagonizada por Lula e pelo campo bolsonarista”, ressalta assessoria do candidato em nota enviada ao Metrópoles.
Na pesquisa AtlasIntel, Cury saltou de 1,6% para 7,8% das intenções de voto –- ou seja, crescimento de 6,2 pontos percentuais. Já no levantamento BTG/Nexus, também divulgado nesta segunda, o candidato passou de 2% na pesquisa anterior para 11% – 9 pontos percentuais.
Com o avanço, Cury ultrapassa Ronaldo Caiado e passa a ocupar o terceiro lugar na disputa.
A assessoria de Cury atribui o crescimento nas pesquisas ao aumento de exposição do candidato durante a campanha. Segundo a nota, as aparições do escritor ao público brasileiro contribuíram para “ampliar o conhecimento do eleitorado sobre a candidatura”.
Outro componente da estratégia, segundo a assessoria do candidato do Avante, tem sido a presença digital. “Cury vem registrando forte alcance e engajamento nas redes sociais, com vídeos de entrevistas, debates, propostas e agendas de campanha circulando em diferentes plataformas.”
Ainda de acordo com a nota, “a combinação entre televisão e redes sociais passou a ampliar a exposição nacional do candidato em um momento decisivo da campanha. Conteúdos relacionados às suas participações em debates e entrevistas também vêm impulsionando discussões sobre suas propostas e sua candidatura”.
AtlasIntel
A nova pesquisa do AtlasIntel/Bloomberg mostra que o presidente Lula segue na dianteira das intenções de voto, com 43,4% no 1º turno.
Confira os resultados:
Lula (PT): 43,4% (-1,5 p.p)
Flávio Bolsonaro (PL): 33,7% (-2,1 p.p)
Augusto Cury (Avante): 7,8% (+6,2 p.p)
Renan Santos (Missão): 7,6% (- 0,2 p.p)
Ronaldo Caiado (PSD): 3,3% (+ 0,2 p.p)
Pablo Marçal (PRTB): 1,9% (Não estava na última pesquisa)
Romeu Zema (Novo): 1% (- 1,8 p.p)
Samara (UP): 0,9% (- 1,2 p.p)
Rui Costa Pimenta (PCO): 0,1% (+0,1 p.p)
Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0,1% (+0,1 p.p)
Não sabem: 0,2% (- 0,8 p.p)
Brancos e nulos: 0,1% (- 0,5 p.p)
A 12ª rodada da pesquisa BTG/Nexus mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a vantagem numérica sobre seus principais adversários nas intenções de voto do primeiro turno, na disputa pela Presidência da República.
Confira os resultados:
Lula (PT): 39%
Flávio Bolsonaro (PL): 33%
Augusto Cury (Avante): 11%
Ronaldo Caiado (PSD): 5%
Renan Santos (Missão): 3%
Romeu Zema (Novo): 1%
Samara (UP): 1%
Nenhum/Branco/ Nulo: 3%
Não sabem: 3%
Com informações de UOL
O presidente Lula (PT) teve cerca de 8 minutos a mais de tempo de fala que Flávio Bolsonaro (PL) durante as sabatinas realizadas pelo Jornal Nacional, da TV Globo. O levantamento, divulgado pela coluna de Cláudio Magnavita, no Correio da Manhã, cronometrou os 40 minutos destinados a cada entrevista.
Segundo os dados, Lula falou por 29 minutos e 5 segundos, enquanto Flávio teve 21 minutos e 34 segundos para responder aos questionamentos dos apresentadores Renata Vasconcellos e César Tralli.
A diferença ocorreu principalmente em razão do tempo utilizado pelos jornalistas.
Na sabatina de Flávio, Tralli e Renata falaram por 18 minutos e 2 segundos.
No caso de Lula, os apresentadores do JN ocuparam 13 minutos e 36 segundos do tempo da entrevista, ou seja, 4 minutos e 26 segundos a menos, comparado ao tempo de fala da dupla quando sabatinou Flávio.
O levantamento aponta que, na prática, o senador do PL teve quase 45% do tempo da entrevista consumido pelas intervenções dos apresentadores, enquanto Lula ficou com uma parcela significativamente maior do tempo total para apresentar suas respostas, mais de 70% do tempo.
Mesmo uma sabatina não estabelecendo uma divisão rígida do tempo entre perguntas e respostas, fica nítida a diferença. No fim das contas, Lula teve um tempo maior para expor suas posições, enquanto Flávio foi mais interrompido pelos apresentadores.
Diante do avanço no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, a principal entidade representativa do setor terciário brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de suas 34 federações e sindicatos filiados, lançaram neste fim de semana (29 e 30 de agosto) uma campanha nacional conjunta com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.”
Se trata de um apelo aos Senadores que debatem a PEC que limita a carga horária nacionalmente sobre os graves riscos de acelerar uma mudança constitucional rígida sobre a jornada de trabalho em um momento de acentuada fragilidade econômica.
O setor produtivo destaca que a economia brasileira já enfrenta condicionantes severos: juros altos, crédito caro e restritivo, endividamento recordes das famílias, inadimplência sem precedentes entre as empresas, desinvestimento e saída de empresas estrangeiras do País. Ao mesmo tempo, o fim da Taxa das Blusinhas, um agravante na concorrência desleal para o varejo nacional, também é avaliado como parte do pacote de aprovações em um período sensível em que interesses políticos atravessam escolhas econômicas.
Impor uma elevação abrupta nos custos operacionais – em um setor onde mais de 90% da mão de obra atua no regime 6×1 – significará repassar esse peso para o consumidor final em forma de inflação, gerando retração de vagas e aumento da informalidade, além do já mapeado prejuízo aos empresários que pagam impostos de importação muito maiores do que são isentados da Taxa da Blusinhas. O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, reforça a necessidade de responsabilidade e ponderação no debate legislativo neste contexto.
“O setor terciário não se opõe ao debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas uma decisão dessa magnitude exige análise técnica, diálogo e profunda responsabilidade. A conta para quem produz e emprega no Brasil já está alta demais. Votarmos esta alteração constitucional drástica nas relações de trabalho, de forma apressada e às vésperas de um processo eleitoral, é colocar em risco a estabilidade de milhões de micro e pequenas empresas e a própria manutenção dos empregos formais de toda a cadeia produtiva. O caminho seguro continua sendo a negociação coletiva, que respeita as realidades de cada região e setor. Agora é o momento de preservar a economia e garantir a segurança jurídica do País”.
O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca que o comércio, os serviços e o turismo possuem realidades muito diferentes, e uma regra única pode produzir consequências graves para pequenas empresas, empregos e até para os preços pagos pela população. “A nossa defesa é pelo diálogo, pela negociação coletiva e por uma transição responsável. Trata-se de encontrar um equilíbrio que proteja o trabalhador, preserve as empresas e garanta empregos”, defende.
O Sistema Comércio apela aos senadores da República por sensatez e serenidade, defendendo que a readequação de jornadas ocorra via convenções coletivas de trabalho, em respeito à soberania das decisões negociadas entre trabalhadores e empregadores, conforme previsto na constituição atual desde a reforma trabalhista de 2017. Temas como este e a taxação de importações diretas geram custos e efeitos a curto, médio e longo prazo que demandam um debate maior e sem a pressa dos prazos eleitorais.
Avanços na medicina reprodutiva e exames de imagem especializados ajudam mulhe-res a mapear a doença e decidir de forma segura entre a abordagem cirúrgica e a Fertilização in Vitro
Para muitas mulheres e casais do Rio Grande do Norte, a jornada para gerar uma nova vida pode esbarrar em desafios complexos e silenciosos. Entre as condições mais investigadas nos consultó-rios de reprodução humana está a endometriose — uma doença que, embora muito debatida, ainda gera dúvidas cruciais na hora de definir o tratamento adequado para quem deseja engravidar.
A endometriose é caracterizada pela presença de tecido semelhante ao endométrio (camada da menstruação) fora do útero, podendo atingir ovários, tubas e até o intestino. No entanto, a medici-na reprodutiva moderna alerta: encontrar a endometriose não é necessariamente o fim do mistério para quem tem dificuldade de engravidar.
“Muitas vezes, a descoberta de focos leves de endometriose não altera o fato de que a paciente precisará de auxílio para engravidar. O verdadeiro salto de qualidade na medicina atual não é ape-nas diagnosticar a doença, mas sim mapear sua gravidade para tomar a decisão mais assertiva: operar ou focar na reprodução assistida”, apontam os especialistas.
O desafio da escolha: Cirurgia ou FIV? A relação entre a endometriose e a fertilidade é multifa-torial. A inflamação crônica pode prejudicar a qualidade dos óvulos e a implantação embrionária, enquanto casos mais severos podem causar distorções anatômicas. A partir de um diagnóstico pre-ciso, abrem-se caminhos distintos, que exigem avaliação médica minuciosa:
• A via cirúrgica: É frequentemente recomendada quando a mulher apresenta dores pélvicas incapacitantes que afetam sua qualidade de vida, ou quando há lesões profundas que distor-cem a anatomia pélvica a ponto de inviabilizar o funcionamento das trompas. A cirurgia minimamente invasiva foca em restabelecer a anatomia e aliviar a dor.
• A Fertilização in Vitro (FIV): Em muitos quadros — especialmente quando a reserva ovariana já está reduzida, a idade da mulher é um fator de atenção ou não há dor limitante —, a cirurgia pode não ser o melhor primeiro passo. A FIV surge como o tratamento pa-drão-ouro por permitir que o processo de fecundação ocorra fora do ambiente inflamatório da pelve, contornando as barreiras físicas e acelerando o caminho até a gravidez.
Em algumas situações mais complexas, a abordagem pode ser combinada, exigindo uma integra-ção total entre cirurgiões ginecológicos e especialistas em reprodução humana.
A importância do exame especializado
Para que essa decisão seja tomada com segurança, o ultrassom pélvico de rotina não basta. A pre-cisão diagnóstica atual baseia-se em exames com protocolos específicos, em especial quando há um exame clínico compatível, como a Ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e a Ressonância Magnética da pelve, que conseguem mapear os focos da doença em detalhes.
Contudo, os médicos lembram um mito recorrente: a intensidade da dor não reflete a gravidade das lesões anatômicas. Mulheres com poucos sintomas de dor podem ter quadros de infertilidade, re-forçando a necessidade de investigação técnica.
Experiência e olhar individualizado no RN No Rio Grande do Norte, a medicina reprodutiva tem acompanhado essa evolução global de perto. O DNA Fértil, instituição com atuação desde 1997 em Natal, reforça que o cuidado com a fertilidade exige ir além de protocolos padronizados.
Com quase três décadas de experiência, a clínica destaca que evitar diagnósticos genéricos e conduzir uma investigação profunda sobre a reserva ovariana, o fator masculino e o estadiamento da endometriose é o que transforma a ansiedade dos casais em um plano de ação claro, seguro e hu-manizado.
A recomendação central é o aconselhamento especializado. Mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar ou que já possuem diagnóstico de endometriose e desejam ser mães devem procu-rar um médico especialista em reprodução humana para avaliar as reais necessidades do seu caso, garantindo que o tratamento escolhido proteja não apenas a sua saúde, mas também o seu potencial fértil.
Agora eles não erram mais, estão esperando chover para darem a previsão