
Autorizado por tribunais da segunda, da terceira e da quarta instância do Judiciário —TRF4, STJ e STF— Sergio Moro decretou a prisão de Lula. Histórico, o despacho do juiz da Lava Jato eleva o combate contra a cleptocracia brasileira a um novo patamar. Vencido esse estágio, o problema passa a ser providenciar companhia para compartilhar com Lula o banho de Sol na carceragem da Polícia Federal de Curitiba.
Aos trancos, a Lava Jato avança. Até ontem, os principais figurões da oligarquia política cultivavam o sonho de que o Supremo Tribunal Federal atrasaria o relógico da história para modificar a regra que permitiu a prisão de condenados em segunda instância. Graças à coerência da ministra Rosa Weber e à sensatez de outros cinco colegas, o Supremo se deu conta de que precisava cuidar dos minutos, porque as horas passam.
Para desassossego de gente como Michel Temer, Aécio Neves e um enorme etcétera, o Supremo negou habeas corpus a Lula e manteve hígida sua própria jurisprudência sobre prisões. Não foi pouca coisa.
Há quatro anos, quando começou a Lava Jato, imaginou-se que a operação jamais chegaria a um ex-presidente do porte de Lula. Chegou. Não reuniria provas. Reuniu. Não condenaria. Condenou. A condenação cairia nos tribunais superiores. Não caiu. Lula jamais seria preso. Será.
Está entendido que, por ora, ninguém está a salvo do braço punitivo do Estado. Bom, muito bom, extraordinário. Que venham os próximos.
JOSIAS DE SOUZA
Que venham: Aécio Neves, Romeo Jucá, Pezão, Eduardo Paes, Gilmar Mendes e etc
SANTA HIPOCRISIA BATMAN, JOSIAS NÃO CONHECE OS TUCANOS!
Ninguém está a salvo do braço punitivo do Estado Brasileiro?
Como assim cara pálida?
Vc é cego ou quer simplesmente fingir que não vê?
AH, ESTÁ SENDO PAGO PARA ESCREVER O QUE ESCREVE…
Caro Bruno, bom dia. O que toda a nação Brasileira espera é que, verdadeiramente, sejamos *todos iguais perante a Lei*, que realmente a *justiça* seja feita não só no caso Lula, mas todos aqueles que viram seus direitos violados, principalmente, o *direito à vida*. Espera-se que, a partir de setembro, quando Dias Toffoli assumir a Presidência do STF, esse cenário não mude e, mais uma vez, como de costume, *tudo acabe em pizza*.