Em 2020, o Estado deverá continuar gastando mais do que arrecada, segundo o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que a governadora Fátima Bezerra (PT) enviou à votação na Assembleia Legislativa. A previsão do governo para as diretrizes ao Orçamento Geral do Estado (OGE) do próximo ano – que será o primeiro elaborado pela atual gestão — é de que haverá haverá um resultado primário negativo de R$ 230,9 milhões, pois enquanto as receitas primárias são estimadas em R$ 12,19 bilhões, as despesas primárias importarão em R$ 12,421 bilhões.
O secretário estadual Planejamento e das Finanças, José Aldemir Freire, disse que “a questão fundamental, é que resolvemos praticar o que poderemos chamar de realismo orçamentário, não vamos maquiar os números”.
Na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2020 que terá de ser votada até o fim de junho – para então a Assembleia Legislativo entrar em recesso de meio do ano, o governo aponta que a arrecadação total do Tesouro Estadual deve chegar a R$ 12.859.048,00 no próximo ano, enquanto as despesas totais serão de R$ 13.073.341,00 em valores correntes. O projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias trabalha com a hipótese de que a partir de 2021, ocorra superávit financeiro entre as receitas primárias, previstas em R$ 12,756 bilhões e uma despesa primária de R$ 12,413 milhões, com um resultado primário de R$ 342,36 milhões.
Em relação ao cumprimento das metas fiscais de 2018, os anexos da LDO/2020 a receita primária chegou a R$ 10,28 bilhões e a despesa primária a R$ 9,79 bilhões, com resultado primário de R$ 488,54 milhões.
Aldemir Freire afirma que se o Estado é deficitário e é preciso“demonstrar nas peças orçamentárias, a situação, trabalhar o mais próximo possível da realidade, as peças orçamentárias deixarão de ser peças de ficção”. Segundo Aldemar Freire, os orçamentos anteriores do Estado “sempre foram artificialmente equilibrados”.
Aldemir Freire informa que o Estado precisa, hoje, ter um superávit primário de R$ 600 milhões a R$ 700 milhões só para pagar as despesas financeiras e o Proadi, o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial.
Integrante da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, o deputado José Dias (PSDB) prefere não avaliar o dado numérico do resultado primário negativo para 2020, porque não sabe o que o governo colocou de despesas e se estão incluídos todos os débitos do Estado.
No entanto, o deputado José Dias afirma que “a única solução que tem para o Estado é reduzir despesas, que não sei como vão reduzir”. Para José Dias, no que o governo está insistindo “é que em vez de criar condições para reduzir gastos, estão criando condições para aumentar despesas”.
Tribuna do Norte

Interessantes essas redes sociais. Muita gente desinformada dando opinião errada pensando que dá abafando.
Todos sabiam que Fátima iria acabar com o resto do estado em menos de 4 anos, elegeram ela, agora aguentem.
Já aumentou os salários de muitos magistrados, dessa forma ela cria uma defesa contra ela.
Na doutrina marxista, dê aumentos e atraia para si, os que tem poder de decisões. É o que ela tá fazendo.
E, era para deixar um ROBISON da vida que acabou com ESTADO em todos os sentidos. Diga um mérito desse PICARETA!
Veja o estrago que ELE fez na ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA.
Os miseráveis – essencialmente ingênuos que são – ainda acreditam nessas coisas de "redução de despesas" na gestão petista do RN.
E, de certo modo, isso é até bom: a desgraça se lhes torna menos desgraçada.
Uma desgraça esperançosa, típica de um Pedro Pedreiro… esperando o trem que não vem.