A Polícia Federal desarticulou, nesta sexta-feira (5), uma quadrilha que enviava brasileiros clandestinamente para os Estados Unidos e faturava alto: R$ 23,7 milhões só com o esquema. Ao todo, pelo menos 220 pessoas foram vítimas do tráfico de migração.
O grupo operava rotas pela América Central e México, último ponto antes da travessia ilegal. No Brasil, os criminosos chegavam a ameaçar familiares para garantir o pagamento das dívidas, muitas vezes cobradas em dólar. O dinheiro passava por contas de terceiros, para dificultar rastreamento e dar aparência de legalidade.
Nos EUA, uma rede de apoio recebia os migrantes, organizava deslocamentos e pagava os “coiotes” — os responsáveis pela travessia final. A PF aponta que a quadrilha atuava de forma organizada e contínua, envolvendo operadores financeiros e logísticos dos dois lados da fronteira.
Os envolvidos poderão responder por migração ilegal, ameaças e lavagem de dinheiro, com penas que somadas podem ultrapassar 20 anos de prisão. Bens e valores do grupo já foram bloqueados pela Justiça Federal. O caso mostra que o tráfico de pessoas no Brasil continua rendendo milhões e colocando vidas em risco.
A campanha de Lula (PT) chegou à reta final sem conseguir melhorar a avaliação do governo. Levantamento da Arko Advice, com base em pesquisas Datafolha, aponta que ele é o primeiro presidente que tenta a reeleição, desde 1998, a não registrar avanço de popularidade durante o período eleitoral.
Em julho, 32% avaliavam o governo como ótimo ou bom. Em setembro, o índice subiu dois pontos, enquanto a avaliação ruim ou péssima avançou quatro pontos. O saldo entre avaliações positivas e negativas ficou em oito pontos negativos.
O desempenho contrasta com os presidentes que buscaram a reeleição anteriormente. Fernando Henrique Cardoso ganhou cinco pontos de avaliação positiva em 1998; Lula avançou 11 pontos em 2006; Dilma Rousseff, oito em 2014; e Jair Bolsonaro, mesmo derrotado em 2022, aumentou em dez pontos a avaliação positiva durante a campanha.
Segundo a análise apresentada pela CNN Brasil, investigações envolvendo Lulinha, o escândalo dos descontos indevidos no INSS e os desdobramentos do caso Banco Master estão entre os assuntos que pressionaram a campanha. A Arko também aponta o crescimento da corrupção entre as principais preocupações dos brasileiros.
Álvaro Dias afirmou que a mobilização registrada em Natal nesta segunda-feira (21) mostra, na avaliação dele, um cenário de virada na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte.
“Virada grande. Virada no Rio Grande do Norte e virada no Brasil para Flávio Bolsonaro”, declarou.
Álvaro também destacou a participação popular durante o percurso pelas ruas da capital. “As pessoas, até no trajeto, abriam as portas, as janelas, sorriam, iam para as calçadas. Eu sabia que ia ser uma grande multidão, como realmente foi.”
Na reta final da campanha, Álvaro reforçou a união com Flávio: “Presidente da República, Flávio Bolsonaro. Governador do Rio Grande do Norte é Álvaro Dias, para construir um futuro melhor para todos nós.”
O ministro Alexandre de Moraes votou pelo encerramento da CPMI do INSS antes que o Congresso recebesse informações sobre os voos do jato Legacy 650 PP-NLR, aeronave na qual ele e a mulher, Viviane Barci de Moraes, foram filmados desembarcando no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, em agosto.
A comissão havia aprovado, em fevereiro, requerimentos para que a ANAC e a Prime You fornecessem informações sobre a aeronave, incluindo as listas de passageiros. Em 19 de março, a empresa pediu mais 15 dias úteis para entregar os dados, com prazo até 9 de abril.
A CPMI, porém, encerrou os trabalhos em 28 de março. André Mendonça chegou a conceder uma liminar prorrogando o funcionamento da comissão, mas a decisão foi derrubada pelo plenário do STF por 8 votos a 2. Moraes esteve entre os ministros que votaram contra a prorrogação.
O episódio voltou ao centro das atenções após a divulgação do vídeo em que Moraes e Viviane aparecem desembarcando do Legacy. Em abril, o gabinete do ministro afirmou que ele “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro”.
A Justiça Federal do Distrito Federal determinou que a Advocacia-Geral da União apresente, em até 15 dias, os documentos que fundamentaram a decisão de assumir a defesa de Janja em uma ação que questiona gastos públicos com viagens internacionais da primeira-dama.
A juíza Maria Cecília Rocha quer acesso ao requerimento administrativo apresentado por Janja, ao parecer jurídico que analisou o pedido, ao ato que autorizou a representação e aos documentos usados para comprovar o cumprimento dos requisitos legais.
A decisão também aponta divergência na contestação apresentada pela AGU, que citou portarias diferentes para justificar sua atuação. O órgão terá que esclarecer qual norma embasou a autorização para representar a primeira-dama.
A ação foi apresentada pelo vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) e pelo advogado Jeffrey Chiquini (Novo-PR). A Justiça ainda não decidiu se a representação de Janja pela AGU é regular. Após a entrega dos documentos, os autores e o Ministério Público Federal poderão se manifestar antes da análise da questão.
Uma empresa que tem Camila Cury, filha do candidato à Presidência Augusto Cury (Avante), como sócia fechou pelo menos R$ 19,9 milhões em contratos com 24 entes públicos entre 2023 e 2026. Segundo levantamento da Folha de S.Paulo, foram identificados 28 contratos, todos por contratação direta, para fornecimento de materiais e cursos de educação socioemocional e, em alguns casos, palestras do próprio escritor.
A empresa Multifocal RP Distribuição de Livros e Cursos, que atua com o nome Gênios Educacional, concentrou os maiores valores em Santa Catarina, com R$ 7,6 milhões, e Minas Gerais, com R$ 6,6 milhões. O maior contrato foi firmado com a Prefeitura de Itajaí (SC), em 2024, por R$ 5,8 milhões, para um programa socioemocional que previa livros, encontros com Camila Cury e uma palestra presencial do presidenciável.
As contratações foram feitas por inexigibilidade de licitação. Entre as justificativas apresentadas pelos órgãos públicos estão exclusividade no fornecimento dos materiais e notória especialização. Em Campo Alegre (AL), uma das contratações, de R$ 733,1 mil, foi enquadrada como contratação de profissional do setor artístico.
Augusto Cury afirmou à Folha que os negócios são regulares e disse que, caso seja eleito, empresas de sua família não manterão contratos com o governo federal. Sobre negócios com estados e municípios, afirmou que a decisão cabe aos respectivos gestores.
A equipe do cantor Rick, da dupla com Renner, utilizou as redes sociais nesta terça-feira (22) para atualizar os fãs e seguidores sobre o desaparecimento de um helicóptero que transportava o artista e o empresário Bruno Avelar em Santa Catarina.
O comunicado também fez um apelo para que a população evite o compartilhamento de boatos e respeite o momento delicado vivido pelas famílias, agradecendo as correntes de oração e mensagens de apoio recebidas. A aeronave, que também levava um videomaker e o piloto, desapareceu na última segunda-feira (21).
Em nota oficial, a assessoria informou que, neste momento segue aguardando informações oficiais sobre a localização da aeronave e de todos os seus ocupantes. “As equipes responsáveis pelas buscas seguem mobilizadas e acompanhamos cada atualização junto às autoridades competentes”, publicou a equipe de Rick.
As buscas pela aeronave e pelos quatro ocupantes continuam intensas. De acordo com uma nota divulgada na manhã de hoje pelo Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, os trabalhos de varredura seguiram ininterruptos durante a madrugada e foram reforçados com o apoio de cães farejadores na região.
A pesquisa da Quaest divulgada nessa segunda-feira (21) mostra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente na disputa presidencial de segundo turno, registrando 42% das intenções de voto contra 41% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As variações refletem diretamente o foco de campanha de cada candidato: enquanto Flávio intensificou sua agenda pelo Nordeste, Lula concentrou esforços no Sudeste.
No Nordeste Flávio avançou de 28% para 31%, encurtando a vantagem de Lula, que caiu de 60% para 57%. Em contrapartida, no Sudeste o movimento se inverteu: Lula subiu de 31% para 36%, enquanto o senador recuou de 43% (perdendo pontos em relação aos 47% anteriores).
Nas regiões Centro-Oeste e Norte o senador subiu de 46% para 48%, e o petista foi de 37% para 36%. No sul do país o cenário permaneceu estável, com Flávio mantendo 52% e Lula com 30%. As oscilações regionais mantêm-se dentro das margens de erro locais, que variam de 3 a 5 pontos percentuais.
A Quaest ouviu presencialmente 2.004 pessoas entre 17 e 20 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número BR-06004/2026.
Os bancários da Caixa Econômica Federal decidiram manter a greve por tempo indeterminado após rejeitarem a proposta apresentada pelo banco. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (21) durante assembleia virtual organizada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, na qual 59,3% dos trabalhadores votaram contra a oferta.
O sindicato e o banco ainda não conseguiram chegar a um acordo sobre o plano de saúde dos empregados, o Saúde Caixa. Com o resultado, a paralisação iniciada no último dia 10 segue ativa em todo o país.
Apesar da continuidade da greve, os serviços essenciais à população não sofrem alterações diretas. O pagamento de benefícios sociais gerenciado pela Caixa continua mantido sem atrasos, assim como o pagamento de contas e boletos segue normalmente. Os clientes podem continuar realizando suas transações e consultas por meio dos aplicativos Caixa TEM e App Caixa, além dos caixas eletrônicos da instituição.
A passagem de Flávio Bolsonaro por Natal, nesta segunda-feira (21), foi marcada por avenidas, ruas e por uma Praça Cívica tomada por apoiadores, emoção e pelo sentimento de virada, uma verdadeira multidão. Ao lado de Álvaro Dias, Alfredo Gaspar, do senador e candidato à reeleição Styvenson Valentim, do candidato ao Senado Coronel Hélio, do senador Rogério Marinho, do prefeito de Natal, Paulinho Freire, e de candidatos a deputados federais e estaduais, Flávio afirmou: “Eu vou cuidar do Brasil, eu vou cuidar de você e do RN”.
A Motocarreata Onda 22 saiu do Centro de Convenções e seguiu pelas ruas de Natal até a Praça Cívica, onde uma multidão aguardava a chegada da mobilização. Flávio foi recebido aos gritos de “futuro presidente”, e o público cantou o Hino Nacional antes dos discursos.
Flávio se emocionou ao falar da recepção que teve durante o percurso. “Quando eu recebo essa energia de vocês ao longo desse caminho, esse entusiasmo, todo mundo gritando com saudade do presidente Bolsonaro, isso me dá muito mais energia”, afirmou.
No palco, discursos, músicas e manifestações do público reforçaram o clima de virada defendido pelo grupo. Flávio afirmou acreditar na vitória já no primeiro turno e destacou a mobilização dos apoiadores na reta final da campanha.
Durante a agenda com Flávio em Natal, Álvaro destacou a recepção encontrada nas ruas da capital. “Estamos vivendo um momento histórico na cidade de Natal. Por onde passamos, vimos o povo nas calçadas, acenando e demonstrando sua esperança”, afirmou.
Flávio chamou Álvaro Dias e Babá Pereira para a frente do palco e destacou a importância de ter no Rio Grande do Norte um governo alinhado ao projeto que defende para o país. “Eu vou precisar de um governador e um vice-governador que façam parceria junto comigo”, afirmou. Ao falar de segurança pública e proteção às mulheres, acrescentou: “Eu quero fazer parceria com o Álvaro Dias para proteger as mulheres”.
O senador potiguar Rogério Marinho reforçou a importância da eleição de uma base alinhada ao projeto apresentado no palanque. “Ninguém governa o país sozinho”, afirmou. Ao defender a eleição dos candidatos do grupo para o Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa, Rogério destacou a importância dessa base para colocar em prática os compromissos apresentados durante a campanha.
Candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar também destacou a segurança pública e o combate ao crime organizado. Ex-secretário de Segurança e promotor de Justiça, ele afirmou que a chapa pretende endurecer o enfrentamento à criminalidade. “O presidente Flávio vai decretar guerra ao crime organizado”, declarou.
O Comício Onda 22 encerrou a mobilização que levou apoiadores pelas ruas de Natal até a Praça Cívica, após uma agenda que reuniu Flávio Bolsonaro, Álvaro Dias e lideranças políticas do Rio Grande do Norte.
Em campanha pelo país, o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) desembarcou em Natal nesta segunda-feira (21) e durante comício na zona leste da cidade manteve a ofensiva contra os abusos de poder do Supremo Tribunal Federal (STF). Diante de uma Praça Cívica lotada, o senador reafirmou o compromisso de indicar cinco novos ministros para a Corte caso seja eleito, incluindo o avanço de um processo de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes.
O ato político foi precedido por uma grandiosa motocarreata que percorreu as principais vias da capital potiguar, passando por pontos estratégicos como a BR-101 e as avenidas Hermes da Fonseca e Salgado Filho.
No palco, Flávio esteve acompanhado por importantes lideranças da direita, como os candidatos Álvaro Dias (governo), Styvenson Valentim e Coronel Hélio (Senado), além do senador e coordenador de campanha Rogério Marinho. Ao som de coros como “Fora, Moraes” e críticas severas ao governo atual, o clima foi de forte mobilização popular.
Durante o discurso, Flávio voltou a apontar a forte ligação entre o Palácio do Planalto e a cúpula do Judiciário. Segundo o presidenciável, a “tropa de Lula” no STF tem blindado o sistema e atuado para blindar e adiar investigações sensíveis, como o caso envolvendo supostas trocas de mensagens entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
Questionado pela imprensa sobre o escândalo bilionário dos precatórios do Banco Master e os contratos de advocacia revelados em relatórios da Polícia Federal, o candidato focou em denunciar o uso político e econômico da máquina, mantendo a firmeza na narrativa de combate aos privilégios e à impunidade que assolam as instituições brasileiras.
A estratégia de Flávio Bolsonaro na reta final da disputa tem sido clara: expor o desgaste institucional gerado pela relação entre o Planalto e o STF. Em atos recentes, como o realizado no fim de semana em Joinville (SC), o presidenciável já havia denunciado a dependência política do atual mandatário em relação aos tribunais superiores.
Isso acontece porque as pessoas estão desesperadas com medo de viver em uma Ditadura da Extrema Esquerda
Chamar de vítima tá de sacanagem né?