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QUADRILHAS DO PIX: sequestro-relâmpago dispara em SP; criminosos migram para novo crime da moda

Foto: Shutterstock

Sem chamar a atenção, criminosos passam semanas estudando a rotina de moradores de bairros de alto padrão, na cidade de São Paulo. Nesta semana, uma das vítimas escolhidas levou um golpe na cabeça, foi amarrada, teve o celular roubado e, depois de três horas, mais de R$ 100 mil tinham saído da conta dela em transferências via Pix.

Em entrevista à BBC News Brasil, o delegado da Divisão Antissequestro do Garra Dope, da Polícia Civil, Tarcio Severo, o número de sequestros-relâmpago, crime considerado adormecido, disparou após a implantação do Pix no Brasil.

Segundo ele, há inclusive quadrilhas especializadas em outros crimes que estão ‘migrando’ para roubos envolvendo a ferramenta eletrônica.

“A gente observa criminosos especializados em outros segmentos, como roubo e furto de condomínio, que passaram a aproveitar a oportunidade para fazer o sequestro-relâmpago. Eles perceberam que o Pix permite que eles consigam transferir uma grande quantidade de dinheiro num período curto de tempo. Desta forma, eles mantêm a vítima detida e tiram uma vantagem significativa”, afirmou o delegado.

Ele contou que, nessa ocorrência relatada no início da reportagem, os criminosos ainda levaram diversos objetos pessoais da vítima, como relógio e celular.

O Pix entrou em vigência no Brasil em novembro de 2020. A polícia disse à reportagem que ainda não tem dados suficientes para fazer um comparativo mês a mês para fazer um diagnóstico mais completo. No entanto, o delegado do Garra disse que o crime de sequestro-relâmpago cresceu 100% em relação ao mês em que o Pix foi inaugurado.

Grupos altamente especializados

O delegado contou à reportagem que as quadrilhas que cometem esse tipo de crime são altamente especializadas e formadas por técnicos em diferentes áreas.

“Eles atuam em duas células. Esse crime é de oportunidade, então eles estudam para encontrar uma vítima em potencial. Geralmente, as mais distraídas e descuidadas, que ficam paradas dentro do carro com o farol aceso e falando ao celular, por exemplo”, explicou o delegado do Garra.

Nessas quadrilhas, há um grupo responsável por fazer a seleção das vítimas. Essas pessoas ficam fazendo rondas em motos, carros e até mesmo a pé em bairros nobres. Elas estudam horários, comportamentos e rotina dessas pessoas antes de atacá-las.

Quando as vítimas são escolhidas, entram em cena outros membros da quadrilha ? aqueles que são especializados em atacar, ameaçar e mantê-la em cárcere. Eles atuam simultaneamente com outros dois grupos: os especialistas em tecnologia e os “laranjas”, que apenas têm suas contas bancárias usadas para receber as transferências dos assaltos e sacar o dinheiro.

“Quando eles obtêm os dados bancários da vítima, eles passam para essa segunda célula, um elo financeiro acostumado a mexer com cartões e Pix. Esse grupo tem contas de aluguel ou de passagem, na qual as pessoas recebem dinheiro ao final do crime”, afirmou o delegado Tarcio Severo.

Ele explica que, nessa célula, há cartões e contas “frias”, principalmente de bancos digitais. O delegado explica que os bandidos as criam em bancos digitais porque não precisam ir a uma agência bancária para abri-la.

Isso facilita que eles mandem uma foto de documento falso para abrir uma conta. Em alguns casos, usam verdadeiros, roubados de vítimas de crimes anteriores. Além disso, os bancos digitais têm a vantagem de fazer transações em valores mais altos

Por que é tão difícil prender essas quadrilhas?

Recentemente, programas de TV têm mostrado ao vivo operações policiais em busca de quadrilhas investigadas por aplicar o “Golpe do Pix”. Em algumas delas, criminosos são presos, mas nem sempre é possível identificá-los ou comprovar os crimes por conta da velocidade em que o dinheiro é retirado das contas que recebem.

O delegado Severo disse que já fez reuniões com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e com o Banco Central para solicitar que as equipes de fraudes monitorem e informem a polícia sobre algumas transações suspeitas. O Banco Central é o responsável pela regulação das transferências bancárias e tem o poder de criar novas regras para o Pix.

“O banco tem que ter uma equipe de anti-fraude que detecte isso. Um cliente que não costuma movimentar dinheiro naquelas quantias, o banco deveria habilitar uma trava até checar essa informação para saber se é realmente o cliente dela que está fazendo aquela transação”, afirmou.

Ele citou como exemplo o caso descrito na reportagem, no qual os criminosos fizeram mais de 20 transações até transferir mais de R$ 100 mil. Na visão dele, o banco “falha na prevenção” e deveria impor ao menos um bloqueio temporário de duas horas na conta em casos como esses.

O delegado contou que os bancos alegam que um mecanismo como esse colocaria a vida das vítimas em risco, uma vez que os criminosos se irritariam pelo fato de não conseguirem dinheiro.

“Mas, por experiência, sabemos que os criminosos estão interessados no patrimônio, não em matar a vítima. As pessoas que cometem esses crimes estão focadas no dinheiro”, afirmou.

Procurado pela reportagem, o Banco Central afirmou que “por seu desenho tecnológico, todas as operações com o Pix são 100% rastreáveis, o que permite a identificação das contas recebedoras de recursos produtos de golpe/crime, permitindo a ação mais incisiva da polícia e da Justiça, o que não acontece com saques em caixas eletrônicos, por exemplo. Dados recentes do Pix mostram haver suspeita de fraude em apenas 0,001% das transações de Pix. Essa fração é ínfima e se mantém constante ao longo do tempo”.

Por fim, o órgão disse que “está à disposição das forças de segurança pública e da Justiça para colaborar no que puder para a prevenção e o combate a golpes/crimes envolvendo o Pix ou qualquer outro meio de transferência de recursos no âmbito do Sistema Financeiro”.

A Febraban informou em nota que, caso alguém seja vítima de assalto ou sequestro-relâmpago e obrigado a fazer um Pix, “deve registrar um boletim de ocorrência e procurar imediatamente seu banco através de um de seus canais de atendimento disponíveis para receber as orientações de como deverá proceder”.

O órgão disse ainda que “desde abril, os usuários podem controlar seu limite no sistema de pagamento instantâneo, permitindo que ele reduza ou aumente o valor disponível para realizar transações e pagamentos, seguindo à risca as instruções normativas do Banco Central”.

O Banco Central informou ainda que o Pix tem “três características que previnem a transferência de grandes valores por meio de golpes ou sob coação”.

A primeira são os “motores antifraude” que permitem identificar transações atípicas, que bloqueiam para análise as transações suspeitas por até 30 minutos, durante o dia, ou 60 minutos à noite.

Segundo, os bancos podem estabelecer limites máximos de valores para as transações com base no perfil de cada cliente, titularidade da conta, canal de atendimento e procedimento para iniciação. Podem ser menores à noite e seguir os mesmos padrões de TED e cartão de débito.

E, por último, os clientes podem diminuir os limites pelo aplicativo do banco. “Por razão de segurança, aumentos de limites não são imediatos e são analisados pelas instituições para verificar a compatibilidade ao perfil do cliente”.

Além de transferências em Pix, quadrilhas fazem pagamentos em maquininhas de cartão e sacam dinheiro em outras regiões imediatamente | Foto: divulgação/Polícia Civil

Fazendo o dinheiro ‘sumir’

A polícia tem dificuldade para reprimir as quadrilhas rapidamente porque elas atuam em diferentes áreas da cidade simultaneamente. E, logo depois de cometer o crime, elas conseguem se dispersar rapidamente.

Depois disso, o braço financeiro das “Quadrilhas do Pix” têm diversas técnicas para fazer o dinheiro das vítimas “sumir” do rastro da polícia e dos bancos até que seja dividido entre os criminosos.

Com diversas contas abertas, os criminosos colocam limites elevados ? até R$ 10 mil ? de saque. Desta maneira, assim que a quadrilha faz um Pix para uma dessas contas, outro criminoso saca o valor imediatamente em um caixa eletrônico.

“A gente consegue rastrear onde o saque foi feito, mas muitas vezes não conseguimos chegar a tempo de prender as pessoas. Nos dizem: ‘Acabaram de fazer saques em São Mateus (extremo leste da capital paulista)’, mas nosso deslocamento é enorme até lá”, contou.

O delegado explica que as pessoas que cedem as contas para fazer esses saques são investigadas como coautores do crime.

“Muitas vezes vamos na casa dessas pessoas e elas dizem que apenas sacaram o dinheiro que caiu na conta delas via Pix de um conhecido. Elas falam que não sabiam que a origem daquela quantia era de uma pessoa sequestrada e chegam a falar que a conheceram numa tabacaria, mas dizem que não tem nenhum contato dela, como telefone, nem mesmo são amigas em nenhuma rede social”, relata o delegado.

Ele também explica que, muitas vezes, também são feitas transações com cartões de débito e crédito em maquininhas de pagamento. Com isso, os criminosos passam os cartões em aparelhos adquiridos com documentos falsos e também sacam o valor instantaneamente, enquanto a vítima é mantida refém.

Essa é uma evolução do sequestro tradicional, quando os bandidos precisavam usar os cartões em compras no shopping ou pela internet. Ou até mesmo levá-la a um caixa eletrônico para forçá-la a sacar dinheiro. Dessa maneira, eles se expunham muito mais e corriam o risco de não conseguir a mercadoria. Hoje, tudo acontece de maneira mais rápida e, ao invés de produtos, eles recebem dinheiro.

Questionado pela reportagem, o delegado disse que os bancos costumam reembolsar apenas algumas das vítimas desse tipo de crime. Quem tem seguro do cartão recupera o dinheiro com mais facilidade. Quem não tem, precisa aguardar a conclusão do procedimento administrativo aberto pelo banco.

Ele disse que, nesses casos, orienta que as vítimas façam um protocolo de reclamação no Site do Banco Central ? algo semelhante a um Procon dos bancos.

Mas qual a diferença entre sequestro e sequestro-relâmpago?

O delegado do Garra explica que o primeiro ocorre quando a vítima vai para um cativeiro e quem paga o resgate é outra pessoa e está enquadrada no artigo 159 do Código Penal. No sequestro-relâmpago, a própria vítima é quem paga para ser solta, artigo 158.

Como evitar ser uma vítima

Para efeito de comparação com o sequestro-relâmpago, no primeiro semestre de 2020, foram registrados quatro sequestros em todo o Estado de São Paulo, segundo dados da Secretaria da Segurança Pública. Já no mesmo período de 2021, foram registradas oito ocorrências, um aumento de 100%.

O delegado disse que é difícil prever e evitar quando um sequestro-relâmpago pode acontecer. Ele cita como exemplo de vulnerabilidade o apresentador Silvio Santos, que já foi sequestrado duas vezes.

“Mesmo em condomínios de alto padrão e com equipamentos modernos de segurança, os bandidos entram, roubam, furtam e fica difícil evitar. Mas você pode tomar alguns cuidados. Entre eles, você pode estabelecer limites de transferência na sua conta bancária para que os assaltantes não consigam transferir”, afirmou.

No entanto, o delegado afirmou que a pessoa deve procurar um gerente para alterar esse valor para alterar o limite de transferência da conta, não apenas do Pix. Isso porque o limite da conta se sobrepõe ao das transferências via Pix e, caso ele continue alto, o assaltante conseguirá concluir a operação.

Também há cuidados para não se tornar um alvo fácil dos bandidos. Um deles, segundo o delegado, é não ficar dentro do carro parado na rua ou falando ao celular. Ele também orienta que as pessoas sejam breves ao entrar e sair de casa, pois é um dos principais momentos de distração que os bandidos aproveitam para atacar.

A delegacia antissequestro do Garra tem 13 policiais para investigar todos os sequestros-relâmpago que acontecem na cidade de São Paulo, que possui 12 milhões de habitantes.

“Todo dia a gente está ralando para investigar e prender esses bandidos. Mas a segurança é um dever de todo mundo, então pedimos sempre o apoio dos bancos e da própria população para que a gente evite esse tipo de ocorrência que está crescendo numa proporção enorme”, concluiu o delegado Tarcio Severo.

A pena para quem pratica sequestro-relâmpago pode chegar a mais de 20 anos de prisão, dependendo dos agravantes.

Em média, a pena é de 18 a 22 anos, pois acumula os crimes de roubo e extorsão mediante sequestro. Em alguns casos, também há associação criminosa pela quantidade de integrantes e por envolvimento em outros crimes.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Se a polícia tivesse poder, autonomia e gastasse um mísero projétil com cada féla da puta desse que fosse pego, queria ver os valentes aprontarem outra vez. Brasil, país onde o crime compensa! (independente de partidos e de políticos, ouviram, mimizentos?) E TENHO DITO!!!

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Geral

Bolsonaro pede autorização a Moraes para receber visita de conselheiro de Trump

Foto: Rosinei Coutinho/STF | Novo conselheiro Sênior de Política para o Brasil do Departamento de Estado, Darren Beattie – Foto: Reprodução/Departamento do Estado

O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), autorização para receber a visita de Darren Beattie, recentemente nomeado como assessor sênior para política em relação ao Brasil no Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Bolsonaro está preso na Papudinha, em Brasília. Como Bolsonaro não fala inglês, também foi pedida a presença de um intérprete.

O visitante cumprirá agenda oficial no Brasil e estará em Brasília por curto período. A defesa pede que a visita possa ocorrer no dia 16 de março, no período da tarde, ou no dia 17.

Na semana passada, o Supremo decidiu, por unanimidade, manter o ex-presidente Jair Bolsonaro preso na Papudinha, em Brasília.

Na ocasião, Primeira Turma julgou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de negar a transferência do ex-presidente para prisão domiciliar. Acompanharam o voto do relator os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

R7

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Geral

Oposição lança chapa ao governo do RN com Álvaro e Babá, em evento com presença de Flávio Bolsonaro

A oposição ao atual governo do Rio Grande do Norte realiza no próximo dia 21 de março o lançamento da chapa formada pelo ex-prefeito da capital, Álvaro Dias, como pré-candidato ao governo do estado, e pelo presidente da Federação dos Municípios do RN (Femurn), Babá Pereira, como pré-candidato a vice-governador.

O evento será realizado no Boulevard Recepções, em Nova Parnamirim, às 15h, e vai reunir prefeitos, parlamentares, lideranças políticas, jornalistas, comunicadores, influenciadores, pré-candidatos e apoiadores de diversas regiões do estado.

Entre as presenças confirmadas estão os senadores Rogério Marinho, líder da oposição no Senado e secretário nacional do PL; Styvenson Valentim; e Flávio Bolsonaro (pré-candidato a presidente da República).

SERVIÇO:

Lançamento chapa Governo RN – Pré Candidatos Álvaro e Babá.

Local: Boulevard Recepções
Hora: 15h

End. Av. Maria Lacerda Montenegro, 1953 – Nova Parnamirim, Parnamirim – RN. 59150-683

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Dino diz que STF mais acerta do que erra e que há “falta de moderação“ nas críticas ao Supremo

Foto: Luiz Silveira/STF

O ministro Flávio Dino afirmou nesta terça-feira (10) que o Supremo Tribunal Federal “acerta mais do que erra” e criticou avaliações que, segundo ele, deixam de reconhecer decisões importantes da Corte. Para Dino, há uma “falta de moderação, prudência e cuidado” em avaliações do STF.

Durante a sessão, Dino afirmou que um dos “grandes acertos” do STF foi exigir maior transparência na aplicação de emendas parlamentares, citando decisões relatadas pela ministra Rosa Weber.

A fala ocorre em meio a novas tensões envolvendo o tribunal após a divulgação de mensagens encontradas no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, relacionadas ao caso do Banco Master.

As declarações de Dino foram feitas durante o julgamento da primeira ação penal no STF envolvendo deputados federais acusados de desvio de emendas parlamentares.

O processo investiga uma suposta organização criminosa que teria sido liderada pelos deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e pelo suplente Bosco Costa (PL-SE). Segundo a acusação, o grupo cobraria propina de 25% sobre recursos públicos liberados.

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Geral

Lula cancela ida à posse do novo presidente do Chile após convites a Flávio e Eduardo Bolsonaro para cerimônia

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu não comparecer à posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast, marcada para esta quarta-feira (11).

Segundo fontes do Palácio do Planalto e do Itamaraty confirmaram à CNN Brasil, a decisão ocorreu após o convite feito ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para a cerimônia.

Lula decidiu no domingo que não participaria do evento, mas a confirmação foi feita apenas nesta terça-feira (10). O Brasil será representado na posse pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Diplomatas ouvidos reservadamente pela CNN avaliam que a ausência do presidente brasileiro pode enfraquecer a presença do país na região, especialmente com a participação do presidente da Argentina, Javier Milei, na cerimônia.

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Geral

União Brasil descarta liberar vereadores para mudança de partido no RN

O União Brasil divulgou nesta terça-feira (10) uma nota oficial negando que vá conceder carta de anuência para vereadores do partido no Rio Grande do Norte deixarem a legenda.

No comunicado, assinado pelos presidentes nacional e estadual da sigla, Antônio Gonçalves de Rueda e José Agripino Maia, o partido afirma que não houve e nem haverá autorização para que mandatários municipais deixem o União Brasil no estado.

A nota foi divulgada após notícias na imprensa potiguar apontarem a possibilidade de liberação de vereadores para migração a outras siglas.

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Judiciário

STF nomeia delegado da PF que investigou Bolsonaro como assessor do Moraes

Foto: Reprodução

O ministro Edson Fachin, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), nomeou o delegado da PF (Polícia Federal) Fábio Alvarez Shor como assessor do ministro Alexandre de Moraes.

Na PF, Shor foi responsável pelos inquéritos que indiciaram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus aliados, com relatoria de Moraes.

Especialista em contrainteligência, função que exercia na PF dentro da DIP (Diretoria de Inteligência Policial), Shor participou de investigações do 8 de Janeiro, da trama golpista e das joias sauditas, por exemplo, que tinham Bolsonaro no centro das apurações.

Segundo delegados próximos a ele ouvidos pela CNN, o investigador é “técnico e competente”.

Atualmente, Moraes é relator de quase metade dos inquéritos criminais abertos na Suprema Corte, além de investigações sigilosas. Ele está à frente, por exemplo, dos inquéritos das fake news e das facções no Rio de Janeiro.

Shor costuma ser criticado por parlamentares de direita e já sofreu tentativas de intimidação e ameaças, até mesmo no prédio onde mora, segundo integrantes da Polícia Federal. A PF não divulgou quem o substituirá.

CNN

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Polícia

VÍDEO: Mulher é presa pela PF por filmar estupro das filhas de 4 e 9 anos

 

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Um post compartilhado por Metrópoles (@metropoles)

Vídeo: Divulgação

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta terça-feira (10/3), uma mulher de 33 anos suspeita de abvsar sexualmente das próprias filhas e de compartilhar mídias contendo cenas dos abvsos em aplicativos de mensagens e na Dark Web.

A ação, batizada de Operação Guardiões, investiga os crimes de estvpro de vulnerável e de produção, armazenamento e compartilhamento de mídias contendo cenas de abvso sexual infantil na internet.

Investigadores da Delegacia de Polícia Federal em Nova Iguaçu (DPF/NIG) cumpriram um mandado de prisão preventiva e dois de busca e apreensão em Duque de Caxias (RJ), município localizado na Baixada Fluminense.

O celular da investigada foi apreendido e será submetido à perícia técnica criminal.
As vítimas, duas crianças, de 4 e 9 anos de idade, foram identificadas e encaminhadas para acompanhamento junto ao Conselho Tutelar.

As investigações tiveram início em 2025, após levantamentos de dados e informações de inteligência identificarem a publicação de arquivos contendo cenas de abvso sexual infantil em fóruns da Dark Web.

Segundo a PF, também há indícios de que a investigada compartilhava os vídeos produzidos por meio de aplicativos de mensagens.

Metrópoles

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Judiciário

Master: Fachin diz que investigações vão até o fim, “doa a quem doer”

Foto: Breno Esaki

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, avisou nos bastidores da Corte que não vai baixar a guarda na investigação que apura a ligação de ministros com o caso do Banco Master. O magistrado afirmou que pretende analisar o processo até o fim, “doa a quem doer”, para preservar a imagem da própria instituição.

Fachin se reuniu com o relator do caso, ministro André Mendonça, na noite de segunda-feira (9/3), para tratar das menções aos integrantes do STF nos dados extraídos do celular do banqueiro: Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Em encontro com integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e das outras 27 seccionais da entidade, Fachin também indicou que pretende apurar o caso até o fim. Ele disse que “nada será colocado debaixo do tapete” no que se trata da investigação.

O presidente do Supremo também voltou a defender a criação do código de conduta, um conjunto de normas que dizem respeito à ética dos magistrados dos tribunais superiores. Fachin pretende fazer apresentação pública do documento.

O código, inclusive, é um dos motivos pelo qual o magistrado se colocou a favor da saída de Toffoli do caso.

O presidente do Supremo tenta conter a crise e restabelecer a confiança da opinião pública em relação à Corte. Na abertura do ano Judiciário, ele fez discurso enfático em defesa de uma “autocorreção” do Supremo, admitindo que o tribunal precisava retornar ao equilíbrio institucional.

O tema divide o tribunal. O ministro Alexandre de Moraes disse, em sessão plenária, que a magistratura tem inúmeras restrições legais e negou que juízes julguem processos com vínculos pessoais. Segundo ele, não há uma carreira pública com tantas vedações quanto o magistrado.

Toffoli partilhou do mesmo entendimento e, ao falar contra a criação de um código de conduta no STF, defendeu a participação de magistrados em empresas.

O decano Gilmar Mendes afirmou que não se opõe, mas que também não vê necessidade na criação dessas diretrizes.

Metrópoles

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Brasil

‘Mulher é sexo frágil. Tem que cuidar’, diz presidente do MDB após saída de Dolabella

Foto: Reprodução

O presidente do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) no Rio de Janeiro, Washington Reis, afirmou em entrevista nesta segunda-feira (9) que mulher é “sexo frágil” ao comentar o cancelamento da filiação do ator Dado Dolabella ao partido. Segundo o político, o respeito ao ser humano é obrigatório, “especialmente às mulheres”.

O ex-prefeito de Duque de Caxias informou que, independentemente de ser um ano eleitoral, o respeito ao próximo deve prevalecer, sobretudo em relação às mulheres. Ao comentar o tema, citou a canção “Mulher (sexo frágil)”, de Erasmo Carlos.

— O respeito ao próximo é obrigatório, especialmente às mulheres. Como diz Erasmo Carlos, mulher é sexo frágil. Temos que cuidar delas com mais amor, carinho e respeito — afirmou.

A letra da música, lançada em 1981, no entanto, traz o oposto: “Dizem que a mulher é o sexo frágil/Mas que mentira absurda!”.

O dirigente explicou que a decisão de desfazer a filiação do ator ocorreu após repercussão negativa nas redes sociais. Ele também afirmou que não tinha conhecimento do histórico de episódios de agressão envolvendo o artista.

— Eu não o conhecia. Durante a janela de filiação, fui com o pastor Joel Machado, e ele comentou que o Dado queria ser candidato a deputado federal. Eu disse que havia vaga. Eu não acompanho esse tipo de questão; o candidato não precisa me prestar contas de processos, quem faz esse controle é a Justiça Eleitoral. Um cara novo, cheio de vontade de fazer política e com nome conhecido na mídia soma bastante — afirmou.

Reis também disse que apesar da repercussão negativa, o partido busca ampliar a presença feminina nas chapas.

— O MDB é um partido democrático. A gente procura trazer cada vez mais mulheres para o partido. Jamais teríamos interesse em estar envolvidos em uma polêmica dessas — disse.

Infomoney

Opinião dos leitores

  1. A emenda saiu pior que a costura. Reforça a falta de critérios para filiação partidária, menospreza a mulher ao considerar “sexo frágil” e fica por isso mesmo.

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Brasil

Moraes, Vorcaro e Andrei degustaram Macallan juntos em Londres

Foto: Reprodução

O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes participou, em 25 de abril de 2024, de uma degustação do festejado whisky Macallan em Londres. Ao seu lado estava o empresário Daniel Vorcaro, então controlador do Banco Master, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O encontro foi realizado no George Club, um clube privado que é alugado para essas ocasiões e está localizado na região de Mayfair, uma das áreas mais caras da capital britânica.

O evento tinha hora para começar e acabar. Durou duas horas. Além de degustar Macallan, os presentes podiam fumar charutos –oferecidos graciosamente a todos.

A degustação reuniu autoridades brasileiras que estavam na cidade para o 1º Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, evento realizado de 24 a 26 de abril de 2024 com patrocínio do Banco Master, instituição controlada por Vorcaro.

A degustação do whisky Macallan teve custo de US$ 640.831,88 (cerca de R$ 3,2 milhões no câmbio de abril de 2024), segundo documentos da organização do evento que integram o acervo encaminhado pela Polícia Federal à CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O valor inclui a experiência de degustação do whisky Macallan, serviço gastronômico e de entretenimento no George Club.

Cerca de 40 pessoas participaram da degustação paga por Daniel Vorcaro. Entre outras, estas autoridades estiveram no evento:

Alexandre de Moraes – ministro do STF;
Andrei Rodrigues – diretor-geral da PF;
Benedito Gonçalves – ministro do STJ;
Ciro Soares – advogado de Daniel Vorcaro;
Daniel Vorcaro – fundador do Master, hoje preso;
Dias Toffoli – ministro do STF;
Hugo Motta – presidente da Câmara;
Paulo Gonet – procurador-geral da República;
Ricardo Lewandowski – então ministro da Justiça.
À época, Vorcaro se regozijou para a então namorada, Martha Graeff: “Todos os ministros do Brasil, do STF, STJ etc. E euzinho discursando”.

Ao final do evento, todos os convidados receberam uma garrafa de whisky Macallan como presente. Não dos mais caros, mas uma edição especial. Os preços desse whisky vão de aproximadamente R$ 1 mil para o envelhecido por 12 anos e podem chegar a mais de US$ 100 mil para a versão de 72 anos, conhecida como “Genesis Decanter”.

O encontro regado a whisky foi mencionado em sessão fechada do STF realizada em 12 de fevereiro de 2026, que resultou no afastamento de Dias Toffoli da relatoria do inquérito que investiga o Banco Master.

Na ocasião, os ministros avaliaram um relatório de cerca de 200 páginas preparado pelo diretor-geral da Polícia Federal que reunia informações para tentar afastar Dias Toffoli da relatoria do caso Master no STF. Um dos itens desse documento falava da proximidade de Toffoli com o fundador do banco e citava o evento em Londres.

Alexandre de Moraes argumentou que a presença de Toffoli e de demais autoridades no evento em Londres não representava impedimento para a atuação de nenhum deles na Corte. “Nesse encontro [em Londres], vários estávamos lá. Eu estava lá. Andrei Rodrigues estava lá. Depois fomos todos juntos a um pub, tomamos Macallan [o whisky escocês]”, disse. O local citado por Moraes é o George Club.

No dia seguinte à degustação de Macallan no George Club, as autoridades bancadas por Vorcaro em Londres foram a outro clube exclusivo, o Annabel’s. Fizeram happy hour e jantaram lá.

À época do evento, Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes, já prestava serviços como advogada ao Banco Master. Segundo declarou, seu escritório começou a atender a instituição controlada por Daniel Vorcaro em fevereiro de 2024, cerca de 2 meses antes da viagem a Londres. O contrato vigorou por 22 meses e rendeu cerca de R$ 80 milhões.

O escritório da família de Ricardo Lewandowski também prestou serviços ao empresário. A banca manteve contrato com Vorcaro de agosto de 2023 a setembro de 2025. Ou seja, no período do encontro em Londres, Lewandowski era ministro da Justiça do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu escritório tinha como cliente o banqueiro.

CUSTO DO LONDONPALOOZA
Documentos da organização do encontro, enviados à CPMI, mostram que a série de eventos realizados em Londres de 24 a 26 de abril de 2024 teve custo total de US$ 6.035.922,37.

O programa incluiu, além da hospedagem no hotel de luxo The Peninsula:

jantares e eventos privados em clubes de elite da cidade;
apresentações de artistas internacionais e DJs;
degustações de bebidas premium;
logística e hospitalidade para cerca de 60 a 70 convidados.
Apresentaram-se os seguintes artistas:

DJ Hugel;
DJ Keine;
Cantor britânico Seal;
banda do clube Annabel’s;
dançarinas Nikita.
Entre os locais utilizados estiveram clubes privados de Mayfair, como Annabel’s, George Club e Nikita, além de eventos realizados no museu Wallace Collection.

Tanto Alexandre de Moraes quanto Andrei Rodrigues foram procurados para se posicionarem sobre a confraternização, mas não responderam à reportagem. Caso enviem alguma manifestação, este post será atualizado.

PATROCÍNIO MASTER
O Banco Master, controlado por Vorcaro, foi patrocinador do evento que chamou de 1º Fórum Jurídico – Brasil de Ideias, em Londres. O encontro reuniu ministros do STF, integrantes do governo federal, magistrados e empresários brasileiros. A empresa BAT (British American Tobacco) também participou da organização do evento, junto ao grupo Voto.

A participação de autoridades no evento patrocinado pelo banco passou a ser discutida depois de investigações da PF terem apontado Vorcaro como líder de um esquema de fraude no sistema financeiro.

A ida de ministros e outras autoridades ao fórum foi mencionada em debates internos do STF quando a Corte analisou em 12 de fevereiro de 2026 a situação do ministro Dias Toffoli, que à época era relator de inquéritos relacionados ao Banco Master. André Mendonça, atual relator, não foi ao evento de Londres.

DESPESAS DE ANDREI RODRIGUES
Desde 13 de fevereiro de 2026, o Poder360 questiona a Polícia Federal sobre quem custeou as despesas de viagem do diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, durante a passagem por Londres.

A reportagem perguntou especificamente quem pagou hospedagem, transporte e participação nas atividades realizadas paralelamente ao fórum jurídico.

Até a publicação desta reportagem, a PF não havia respondido aos questionamentos.

QUEM FOI A LONDRES
O encontro promovido pelo Banco Master em Londres, de 24 a 26 de abril de 2024, teve muitas autoridades. Não há como saber exatamente quem foi à degustação do whisky Macallan no George Club, além dos listados acima nesta reportagem. Mas é possível ter acesso à lista de convidados para o evento, segundo a programação oficial.

Eis a lista com os nomes e os cargos que ocupavam à época:

Alexandre Cordeiro (presidente do Cade);
Alexandre de Moraes (ministro do STF e presidente do TSE);
Alexandre Silveira (ministro de Minas e Energia);
André Ramos Tavares (ministro do TSE);
Andrei Rodrigues (diretor-geral da Polícia Federal);
Antonio Saldanha Palheiro (ministro do STJ);
Benedito Gonçalves (ministro do STJ);
Ciro Nogueira (senador pelo Piauí e presidente do PP);
Daiane Nogueira de Lira (conselheira do CNJ);
Davi Alcolumbre (senador pelo União Brasil do Amapá);
Dias Toffoli (ministro do STF);
Gilmar Mendes (ministro do STF);
Hugo Motta (deputado federal pelo Republicanos da Paraíba);
Jorge Messias (ministro da Advocacia Geral da União);
José Levi Mello do Amaral Jr (conselheiro do Cade);
Luis Felipe Salomão (ministro do STJ);
Mauro Campbell Marques (ministro do STJ);
Michel Temer (ex-presidente da República);
Paulo Gonet Branco (procurador-geral da República);
Raul Araújo (ministro do STJ e do TSE);
Ricardo Lewandowski (ministro da Justiça e Segurança Pública);
Victor Fernandes (conselheiro do Cade).
10.mar.2026 (9h14) – o nome do ministro da AGU, Jorge Messias, estava inicialmente listado neste post como participante do evento de degustação de whisky Macallan no George Club, mas ele enviou uma nota dizendo que não estava presente nessa parte específica do evento patrocinado por Daniel Vorcaro em Londres. Ficou hospedado no hotel The Peninsula, como cortesia do Banco Master, para participar dos painéis do seminário promovido pelo Master.

Poder360

Opinião dos leitores

  1. Muitas vezes a ideologia cega! Em abril de 2024 o presidente do Banco Central era Campos Neto, nomeado por Bolsonaro. Na época, NINGUÉM sabia que o badalado Vorcaro e seu banco seriam investigados pelo Banco Central e Galípolo nomeado por Lula em dezembro de 2024. Então exceto para quem é “preditivo” ou os cegos seletivos de plantão, os poderosos de Brasília, dentre eles ministros do STF, deputados do PL que estavam na lista de contatos de Vorcaro ou outrem teria como saber que Vorcaro e seu banco estariam envolvidos em tantos crimes já que esses só foram descortinados em 2025!

  2. Qual o sentido de um fórum feito para autoridades brasileiras participarem ser realizado em Londres ou qualquer outro lugar fora do Brasil? É para fugir de vigilância política e matrimonial.
    É a atividade última nesses eventos é a discussão jurídica, mas a diversão dessas autoridades, ao custo do cidadão pagador de impostos.

  3. Falta o que pra prender Xandão, ele sentar na cadeira de Lula, porque o resto ele já fez de tudo.

  4. Estranho, Nikolas Ferreira e Flávio Bolsonaro não estão na lista. Como diria Olavo de Carvalho: “O Bolsonaro pode ter todos os defeitos que você queira, mas contra ele não há uma única pessoa decente: só…….”

    1. Faltou o careca do INSS e LULINHA aquele mesmo que era funcionário de um Zoo e hoje é um mega milionário as custas desse povo otário e pobre do Brasil que são usados por esses vermes cada vez mais.

    2. Nicolas passeava no jatinho do vorcaro. Em termos de sem vergonhice a esquerda e a direita são idênticas. Não seja um ingênuo

  5. Alexandre de Moraes – ministro do STF;
    Andrei Rodrigues – diretor-geral da PF;
    Benedito Gonçalves – ministro do STJ;
    Ciro Soares – advogado de Daniel Vorcaro;
    Daniel Vorcaro – fundador do Master, hoje preso;
    Dias Toffoli – ministro do STF;
    Hugo Motta – presidente da Câmara;
    Paulo Gonet – procurador-geral da República;
    Ricardo Lewandowski – então ministro da Justiça.
    MEU AMIGO, SE O CARA TEM UMA TURMA DESSA AO SEU LADO, NÃO SE CONSIDERA NEM O DO BRASIL, SIM DONO DO MUNDO. 🤣🤣🤣 MAS O VORCARO É BOLSONARISTA, A CULPA DOS ROUBOS NO BRASIL É DO BOLSONARO. JÁ DIRIA O MONTANHA E O VÉIO FAKE NEWS.

  6. Como acreditar numa corte suprema, que tem como ministros, indivíduos como: Fachin, Carmen Lúcia, Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Zanin, Dias toffoli, Gilmar Mendes e um PGR chamado Paulo Gonet? É desalentador e desumano, chega a ser covarde. Quais os exemplos que vamos passar para os nossos filhos? Ia esquecendo o executivo bisonho, repleto de ministros analfabetos e o legislativo acovardado por seus presidentes, amordaçados até a medula, Alcolumbre e Hugo Mota, tem histórias escabrosas nos coitados de amedrontar recém nascidos, estamos entregues as baratas, sem rumo e sem prumo, igual a uma nau sem leme, velas e destino, só Deus na causa.

  7. Eita que essa orgia dos ministros com o Vorcaro e várias dançarinas esta cada vez mais explícitas. É muita peia e o povo assistindo.

  8. Os iluminados e deslumbrados, digam como Um país desses pode dar certo? Todos juntos e misturados, réu, sócio, ministro, banqueiro, polícia, ladrão, etc e aqui, os bestas do nordeste vivendo de bolsa família, vale gás, sem água e comida e pior, defendendo esse crápula rei do PT, que mente mais que o capeta.

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