
Foto: Reprodução/Ilustrativa
A CNI (Confederação Nacional da Indústria) disse em nota nesta terça-feira (7.nov.2023) que defende uma reforma tributária “sem cumulatividade”, ou seja, sem excesso de impostos. Mais cedo, o texto da proposta (PEC 45 de 2019) foi aprovado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. “Quem paga essa conta é sempre o consumidor”, afirmou a entidade.
Segundo a confederação, as exceções incluídas nas últimas negociações do relator na Casa Alta, senador Eduardo Braga (MDB-AM), com os congressistas resultarão em um imposto mais alto para todos. A organização ainda defende que “esse excesso pesará, sobretudo, no bolso do brasileiro de menor renda”.
Para a construção de um sistema tributário eficaz, de acordo com a CNI, “é preciso que o imposto seletivo não incida sobre insumos e que seja eliminado o novo tributo sobre bens primários e semielaborados, que vão onerar toda a cadeia produtiva”.
Poder360
Segundo Janja quem paga imposto são as empresas.
Como sempre não querem cortar na própria carne ! Se alcança as metas e equilíbrio fiscais diminuindo as despesas públicas , enxugando a administração pública , simples assim! Magote de parlamentares descompromissado com o nosso erário ! O dinheiro é nosso e o estado tem que trabalho pra nós , e não o contrário , escravizar o cidadão como vem acontecendo. Acorda povo Brasileiro !