Em menos de um mês, Natal terá concluído o projeto de revisão do seu Plano Diretor que será encaminhado para a Câmara Municipal, onde será votado pelos vereadores da cidade. Uma das expectativas trazidas pela atualização dessa lei é a valorização das áreas da cidade, a partir de mudanças nas regras para o uso do solo urbano de modo a alterar o preço dos terrenos, uma vez que a valorização imobiliária está dentro do processo de discussão do plano. Neste sentido, dependendo do que for redefinido, áreas como a Praia do Meio, Ponta Negra, zona Norte e Ribeira poderão ganhar significativo desenvolvimento econômico e social.
Os empresários do mercado imobiliário e da indústria da construção civil, relataram que há grande expectativa em relação à revisão do Plano Diretor para que as novas regras dêem mais confiança para o setor investir. O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon/RN), Sílvio Bezerra, relembrou que o mercado encontra-se parado há anos, seja pela crise no setor, ou mesmo pela insegurança jurídica para investir.
“Sem sombra de dúvida, a revisão do Plano Diretor vai trazer para o nosso setor e para a sociedade uma expansão social e econômica porque, por enquanto, o empreendedor não vai investir em um projeto sabendo que as regras do jogo podem ser alteradas. Com a conclusão do processo de revisão, com uma proposta que valorize as áreas que hoje estão abandonadas na cidade, que permita um adensamento maior, com um gabarito que siga o padrão que a própria região Nordeste está implantando, nós vamos ter um crescimento considerável da indústria da construção civil, do mercado imobiliário e consequentemente da cidade de Natal. Isso vai gerar a criação de milhares de empregos e de renda para a população”, destacou.
As entidades ligadas ao setor são unânimes sobre a necessidade da revisão do plano, mas defendem que mudanças de gabarito, que é a altura máxima que uma edificação pode ter, ou no adensamento, que corresponde à concentração populacional ou de edificações em determinadas áreas, precisam estar acompanhadas de infraestrutura para se chegar ao desenvolvimento esperado. A partir do momento em que se amplia a área de adensamento, consequentemente também o gabarito, são oferecidas condições para uma ocupação maior dentro daquela área.
Sílvio Bezerra, explicou que este é um dos principais pontos que geram valorização desta expansão. “Mas, não só isso. É necessário que o próprio Plano Diretor traga novos negócios para aquela área. Por que não adianta ter uma área com forte destinação para a habitação, mas não ter para comércio e serviços”, pontuou.
A localização é responsável por 25% na definição do valor do metro quadrado. Isso porque, as pessoas tendem a querer morar próximas a determinados serviços, como supermercados, hospitais e bancos. Além disso, aspectos econômicos, como relação de oferta e demanda, estrutura e serviços presentes na proximidade do local, entre outros, podem ser impulsionados pelo Plano Diretor. Dessa forma, quanto melhor a infraestrutura urbana e a oferta de serviços no local, maior será o preço do imóvel.
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Não sou petralha e nem ladrão. Essa lorota de vai aumentar emprego e renda, nós todos sabemos muito bem de quem é o emprego e principalmente, a RENDA de quem vai aumentar. E não me venham com mais LOROTA!
Seu bosta , João Pessoa neste mesmo período já mudou o plano diretor 3 vezes , a orla de João Pessoa é lindíssima, aqui é uma favela , não há ciclovias, mas pódios acima acha que o empresário da construção civil não pode ganhar dinheiro, faça o seguinte, se mude para o paraíso Venezuela ou Cuba,
Os idiotas PTRALHAS, não querem melhora nem pra eles , RAÇA desgracada , esses imbecis Nso sabem , que aprovação irá melhorar a cidade , tem mais construções, mais emprego , turismo etc, mas ESSES RATOS preferem a desordem , veja o exemplo que essa quadrilha fez na praça Augusto leite???
Aquela redinha, Santa Rita ,fica há 10 minutos do centro de Natal , virou FAROESTE, terra de ninguém , se liberassem para construir prédios de até 7 andares ( minha casa ,minha vida) ficaria URBANIZADA , mas a quadrilha prefere LIXO
Nada é pior do que o que temos. Nossa orla é ridícula. Então, qualquer plano diretor não vai piorar o que não.se pode piorar. Vejam como está Ponta Negra.
Aprova logo essa bagaça.
Só Promessas kkkk
essa enrolação atrapalha a vida de todo mundo, a vila de ponta negra estava evoluindo, prédios surgindo, comércio a 100% há 10 anos atrás, aí veio essa palhaçadas de não pode construir, acabou o investimento, é um bairro abandonado agora, dominado pelo tráfico!
esses políticos só sabem atrapalhar a vida das pessoas, se não fizessem NADA seria melhor para todos