Depois de dizer até a posse que continuaria morar em seu apartamento na Barra da Tijuca mesmo como prefeito, Marcelo Crivella mudou de ideia.
Crivella planeja morar no Palácio da Cidade, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A casa nunca foi residência de um prefeito da cidade. Os antecessores de Crivella apenas despachavam no local, que serviu de embaixada da Inglaterra até 1970.
Se o plano virar mesmo realidade, o local precisará de reformas para receber a família de Crivella.
Segundo a assessoria do prefeito, essa possibilidade evitaria o longo deslocamento de Crivella, que mora na Barra.
Ao tomar posse, ele não quis morar na residência oficial da Gávea Pequena, onde moraram seus antecessores.
Um dos planos de Crivella é realizar cultos às terças-feiras, no jardim do Palácio da Cidade.
A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que apura menções ao nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na investigação sobre o esquema milionário de descontos fraudulentos em aposentadorias do INSS. Segundo a PF, há indícios levantados a partir de conversas de terceiros de que o filho do presidente poderia ter atuado como “sócio oculto” do empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, atualmente preso.
De acordo com a representação enviada ao ministro André Mendonça, os investigadores destacam que, até o momento, não há provas de participação direta de Lulinha no esquema. As suspeitas surgem a partir de depoimentos, diálogos extraídos de celulares e movimentações financeiras que indicariam um possível vínculo indireto, intermediado pela empresária Roberta Luchsinger, amiga pessoal de Fábio Luís e alvo de busca e apreensão na Operação Sem Desconto.
Entre os elementos analisados estão relatos de um ex-sócio do Careca do INSS, que afirmou ter ouvido que Lulinha seria sócio em projetos ligados à cannabis medicinal, além de viagens realizadas em conjunto por Fábio Luís e Roberta, inclusive para Brasília e Lisboa. A PF também identificou mensagens em que pagamentos mensais de R$ 300 mil à empresa da empresária seriam associados, de forma indireta, ao “filho do rapaz”, referência interpretada pelos investigadores como possível menção a Lulinha.
Em nota, a defesa de Fábio Luís negou qualquer vínculo com o INSS ou com Antônio Camilo e classificou as citações como “ilações”. A Polícia Federal reforçou que seguirá apurando os fatos com cautela e sem interferência política. O caso reacende a pressão no Congresso, onde um novo pedido de convocação de Lulinha para depor na CPI do INSS deve ser analisado após o recesso parlamentar.
Pesquisas internas do Palácio do Planalto acenderam o alerta: a verborragia de Lula voltou a causar desgaste político e reacendeu a associação do petista à ditadura de Nicolás Maduro. A avaliação é que o presidente errou ao tratar do tema e que sua fala reforçou a imagem de avalista do regime venezuelano. Diante disso, a ordem no governo passou a ser clara: nada de defender Maduro e, de preferência, evitar qualquer comentário sobre a Venezuela.
Nos bastidores, auxiliares correram para tentar estancar o estrago, reforçando que o governo brasileiro não reconheceu a eleição venezuelana e que Maduro é, sim, um ditador. Lula foi aconselhado a se distanciar publicamente do regime e a reduzir drasticamente o tom, numa tentativa de conter a exploração política do tema pela oposição.
A fala do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, caiu como uma bomba no Planalto. Ao criticar a omissão de Lula e associá-lo à perpetuação da ditadura venezuelana, Tarcísio acertou em cheio um ponto sensível do governo, ampliando o desconforto interno e o receio de novos desgastes.
Com o fim do recesso e o retorno de Lula a Brasília, cresceu o temor de novos “excessos” verbais. O histórico do presidente pesa: improvisos que já renderam crises diplomáticas, declarações polêmicas e defesas controversas. Agora, a estratégia é falar menos — e, sobre Maduro, não falar nada.
Um levantamento nacional inédito colocou o Hospital Universitário Ana Bezerra, em Santa Cruz, entre os 100 melhores hospitais públicos do Brasil. A pesquisa foi realizada pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a OPAS/OMS, Instituto Ética Saúde, Conass e Conasems, e avaliou unidades que atendem exclusivamente pelo SUS em todo o país.
O hospital potiguar foi o único representante do Rio Grande do Norte na lista. A partir dessa seleção inicial, os pesquisadores vão refinar os dados para definir os 10 melhores hospitais públicos do Brasil, que serão anunciados em maio, durante o Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil.
De acordo com os organizadores, a escolha levou em conta critérios como acreditação hospitalar, taxas de ocupação e mortalidade, disponibilidade de leitos de UTI, tempo médio de internação e produção registrada no Sistema de Informações Hospitalares do Ministério da Saúde entre agosto de 2024 e julho de 2025.
Segundo o médico sanitarista Renilson Rehem, idealizador do projeto, a lista comprova que o SUS possui centros de excelência espalhados por todas as regiões do país. “A premiação busca valorizar boas práticas de gestão e assistência e estimular a melhoria contínua da qualidade dos serviços públicos de saúde”, destacou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, têm demonstrado preocupação, nos bastidores, com a condução do Tribunal de Contas da União (TCU) no processo envolvendo a liquidação do Banco Master. No Palácio do Planalto, o receio é que uma eventual reversão da medida gere instabilidade no sistema financeiro, com reflexos diretos no câmbio e na confiança do mercado.
Mesmo em recesso, Lula tratou do tema por telefone com ministros e assessores e avaliou que o TCU pode acabar desgastando a própria imagem ao determinar uma inspeção no Banco Central. Haddad, por sua vez, também acompanhou o caso à distância e, na equipe econômica, há temor de que o Tesouro Nacional seja chamado a absorver prejuízos decorrentes do episódio.
Segundo aliados, o caso levou a uma reaproximação entre Fazenda e Banco Central, em apoio à atuação do presidente do BC, Gabriel Galípolo, após um período de tensão provocado por divergências em torno do aumento do IOF. A avaliação interna é de que a liquidação foi uma decisão técnica e necessária para preservar o sistema financeiro.
Na segunda-feira, o ministro do TCU Jhonatan de Jesus determinou uma inspeção urgente no BC e indicou a possibilidade de reverter efeitos da liquidação do Master, embora tenha descartado, por ora, uma medida cautelar. Paralelamente, a Polícia Federal investiga indícios de fraudes em operações que somam R$ 12,2 bilhões envolvendo o banco e o BRB, negócio que acabou vetado pela autoridade monetária.
O ex-presidente Jair Bolsonaro completou, nesta terça-feira (6), ao menos dez horas sem receber atendimento médico fora da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após sofrer um traumatismo craniano. Segundo a equipe médica, ele passou mal durante a madrugada, desmaiou e bateu a cabeça ao cair da cama, episódio que foi tornado público pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
De acordo com Michelle, o ocorrido aconteceu antes das 9h, horário em que estava prevista uma visita ao ex-presidente, mas ele já se encontrava sob cuidados médicos. Médicos solicitaram autorização para transferi-lo ao Hospital DF Star para realização de exames, incluindo imagens, mas o pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Até o início da noite, Bolsonaro seguia em jejum, aguardando liberação.
A Polícia Federal confirmou, por meio de sua assessoria, que Bolsonaro não realizou exames de imagem desde o trauma. A negativa judicial manteve o ex-presidente nas dependências da PF, onde ele cumpre pena de 27 anos de prisão após condenação no processo relacionado à suposta trama golpista.
O novo problema de saúde ocorre poucos dias após Bolsonaro receber alta hospitalar. Internado desde 24 de dezembro, ele passou por quatro procedimentos cirúrgicos, incluindo intervenções relacionadas ao sistema respiratório. Desde o atentado a faca sofrido em 2018, durante a campanha presidencial, o ex-presidente já soma 15 cirurgias na região abdominal.
O governo dos Estados Unidos recuou da acusação de que Nicolás Maduro chefiava o chamado Cartel de los Soles. A mudança ocorreu após a captura do líder venezuelano por militares americanos em Caracas, no último fim de semana.
A informação foi divulgada pelo The New York Times e confirmada pela CNN Brasil.
Após a prisão, o Departamento de Justiça atualizou a denúncia: Maduro segue acusado de conspiração para o tráfico de drogas, mas os EUA deixaram de tratar o Cartel de los Soles como uma organização criminosa formal comandada por ele.
Na nova versão, os promotores descrevem um “sistema de clientelismo” e uma “cultura de corrupção” sustentados pelo dinheiro do narcotráfico, envolvendo elites civis e militares venezuelanas.
A acusação anterior, apresentada em 2020, apontava Maduro como líder direto do cartel e afirmava que instituições do Estado — incluindo Forças Armadas, inteligência, Legislativo e Judiciário — teriam sido corrompidas para facilitar o envio de cocaína aos EUA.
No documento atualizado, divulgado em 3 de dezembro, o Departamento de Justiça afirma que Maduro e o ex-presidente Hugo Chávez participaram e protegeram uma estrutura de corrupção na qual agentes públicos se beneficiavam do tráfico. O termo Cartel de los Soles passa a ser usado para definir esse sistema, e não uma organização criminosa estruturada.
Protestos em apoio ao ex-ditador da Venezuela Nicolás Maduro foram realizados em diferentes cidades do Brasil, com atos em São Paulo na segunda-feira (5) e no Rio de Janeiro nesta terça-feira (6).
“Não sou Yankee, nem quero ser. Tô com Maduro, com [Hugo] Chávez e com Che [Guevara]”, era um dos gritos entoados pelos manifestantes da UNE, CUT e MST
Os protestos organizadas por sindicatos e movimentos sociais ocorreram em frente ao Consulado dos Estados Unidos e pediram a libertação do ex-presidente venezuelano e criticaram a atuação dos EUA na Venezuela.
A dívida da Venezuela com o Brasil encerrou 2025 em US$ 1,856 bilhão, cerca de R$ 10,1 bilhões, segundo dados do Ministério da Fazenda obtidos pela CNN. O valor inclui indenizações já pagas pela União e juros de mora acumulados.
A Venezuela está inadimplente desde 2018.
A dívida tem origem no financiamento de obras de infraestrutura na Venezuela no início dos anos 2000, como a expansão do metrô de Caracas, uma ponte sobre o rio Orinoco, a Usina Siderúrgica Nacional e estaleiros.
Os contratos foram cobertos pelo Seguro de Crédito à Exportação (SCE), vinculado ao Fundo de Garantia à Exportação (FGE), mecanismo que garante pagamentos a exportadores brasileiros.
Segundo o BNDES, todas as parcelas não pagas pela Venezuela foram indenizadas pelo SCE, transferindo o saldo devedor para a União, que passou a ser credora do governo venezuelano.
Sem previsão de pagamento
Em respostas ao Congresso ao longo de 2025, o Ministério da Fazenda informou que não há previsão para quitação da dívida.
Os valores não prescrevem e seguem sendo atualizados conforme os encargos contratuais, enquanto o governo brasileiro mantém esforços de cobrança.
Entre as medidas adotadas estão reuniões técnicas com representantes venezuelanos em agosto e setembro de 2023 e o envio periódico de ofícios de cobrança.
A recuperação do crédito ocorre em meio à crise política e ao colapso econômico da Venezuela, cujo PIB per capita caiu de US$ 12.607 em 2012 para US$ 1.506 em 2020, uma retração de quase 90% em menos de dez anos.
A Polícia Federal (PF) informou que ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve um pequeno corte na região da bochecha após cair da cama na madrugada desta terça-feira (6/1). A informação consta em relatório sobre a avaliação do acidente, enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Mais cedo, o Moraes negou que o ex-presidente fosse encaminhado ao hospital DF Star e solicitou o documento à corporação.
“Ao exame: consciente, orientado, sem sinais de déficit neurológico. Pupilas isocóricas e reativas. Motricidade e sensibilidade de membros superiores e inferiores preservadas. Hemodinamicamente estável. Leve desequilíbrio na posição ortostática. Lesão superficial cortante em face (região malar) direita e em hálux esquerdo com presença de sangue”, aponta laudo da PF.
‘Hálux’, citado no laudo, é conhecido popularente como joanete. Ou seja, trata-se da lesão com presença de sangue no pé, citada pelo filho Carlos Bolsonaro durante a visita que fez ao pai nesta terça-feira (6).
A equipe da PF não viu necessidade urgente de hospitalização num primeiro atendimento e, por isso, a defesa apelou ao STF, que negou horas depois.
“Paciente no pós-operatório recente de herniorrafia inguinal bilateral e bloqueio anestésico bilateral do nervo frênico. Em uso recente de CP AP para tratamento de apneia do sono. Considerando a recente internação, o uso de medicamento de ação no sistema nervoso central (Gabapentina, Escitalopram, Clorpromazina), o uso recente de anticoagulante e demais comorbidades, foi comunicado à sua equipe médica assistente a informação sobre o quadro clínico”, diz o relatório médico.Em sua decisão, na tarde desta terça-feira, Moraes afirmou: Não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal”.
Em seguida, o ministro determinou que:
Seja juntado o laudo médico realizado pela Polícia Federal decorrente do atendimento de Bolsonaro;
a defesa indique quais os exames entende necessários para que se verifique a possibilidade de realização no sistema penitenciário. O que foi protocolado em seguida pela defesa.
O que aconteceu com Bolsonaro
Bolsonaro sofreu a queda durante esta madrugada e o médico da Polícia Federal constatou apenas ferimentos leves, e “não identificou necessidade de encaminhamento hospitalar, sendo indicada apenas observação”, informou a PF.
A história do candidato nomeado pelo prefeito do Recife, João Campos, para uma vaga destinada a pessoas com deficiência (PCD) ganhou um novo capítulo.
Lucas Vieira Silva é filho do juiz Rildo Vieira da Silva, que 46 dias antes da nomeação havia arquivado um pedido de investigação sobre suposta corrupção envolvendo contratos de R$ 100 milhões com a gestão de Campos.
O caso ganhou ampla repercussão nacional após a imprensa revelar que o prefeito aceitou nomear Lucas mesmo ele não tendo se inscrito no concurso para disputar uma vaga destinada a PCD.
O juiz Rildo Vieira da Silva foi indicado à Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do Recife menos de um mês antes de decidir pela anulação das invetigações | Reprodução/Diário OficialImagem: reprodução/Diário Oficial
Trechos da decisão do juiz Rildo Vieira da Silva pela anulação das investigações | Imagem: reprodução
O laudo médico que atesta autismo só foi apresentado três anos depois da prova. Com isso, Lucas saltou da 63ª posição para a 1ª na lista de candidatos com deficiência. O candidato que já havia sido convocado perdeu a vaga para ele.
Oposição defende CPI
A oposição defende a instalação de uma CPI para investigar a coincidência de datas. O juiz arquivou o caso em 4 de novembro. Em 20 de dezembro, o seu filho foi nomeado para o cargo de procurador.
A reportagem da coluna da jornalista Andreza Matais teve acesso à decisão na qual ele arquivou a investigação do Ministério Público de Pernambuco sobre um suposto esquema de desvio de verbas públicas em contratos administrativos da Prefeitura do Recife.
Rildo tomou a decisão um dia após assumir a Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária do Recife.
De acordo com o Gaeco, servidores públicos fraudavam licitações para beneficiar empresas responsáveis por obras e serviços de engenharia na capital pernambucana.
“Além da irregularidade da ‘barriga de aluguel’, estratégia criminosa que milita contra a obtenção de contratações mais vantajosas para o ente público, a investigação revelou fundadas suspeitas da prática do ‘sombreamento’ de serviços de engenharia. A hipótese investigada é a de um mesmo serviço de engenharia ter sido pago mais de uma vez”, escreveu o Gaeco de Pernambuco sobre a operação deflagrada em agosto de 2025.
No centro das investigações do Gaeco estão a Associação dos Municípios do Médio São Francisco e o Consórcio Intermunicipal para o Desenvolvimento Ambiental Sustentável do Norte de Minas (Codarnorte), que possuem contratos com a Prefeitura do Recife. No entanto, o juiz Rildo Vieira da Silva entendeu que não havia irregularidades nesses acordos.
“O fato de a existência de ilícito nos procedimentos licitatórios da Prefeitura de Ipojuca, celebrado com a Associação dos Municípios do Médio São Francisco de Minas Gerais, necessariamente não macula o procedimento licitatório da Prefeitura do Recife. O instituto de adesão à Ata de Registro de Preço, adotado pela Prefeitura do Recife, possui previsão legal (Lei n. 14.133/2021), e o objeto revela-se lícito”, escreveu Rildo na decisão.
A reoportagem da coluna da jornalista Andreza Matais buscou contato com o juiz Rildo Vieira da Silva por meio da assessoria ddo Tribunal de Justiça do Pernambuco, mas não obteve resposta.
Já a Prefeitura do Recife negou irregularidades na nomeação de Lucas, e disse que ” não houve privilégio, favorecimento ou irregularidade, mas sim o cumprimento do dever legal de assegurar tratamento isonômico às pessoas com deficiência, preservando o interesse público e a lisura do concurso”.
Entenda o caso passo a passo
Pouco mais de um mês após o arquivamento das investigações contra a Prefeitura, João Campos nomeou Lucas Vieira Silva para o cargo efetivo de procurador judicial do município, em uma vaga reservada a pessoas com deficiência (PCD).
Lucas também é filho de Maria Nilda Silva, procuradora do Ministério Público de Contas, vinculado ao Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco.
Embora tenha se inscrito na ampla concorrência, Lucas solicitou, três anos após o concurso, a mudança de modalidade, depois de ter ficado na 63ª posição. O pedido foi feito à Prefeitura em maio deste ano.
Para justificar a alteração, Lucas apresentou um laudo médico que apontava Transtorno do Espectro Autista (TEA), condição que teria sido confirmada pelo Tribunal Regional do Trabalho.
A mudança foi aceita pelo procurador-geral do município, Pedro Pontes, que publicou uma nova homologação em 19 de dezembro, colocando Lucas em primeiro lugar entre os candidatos com deficiência.
sessao de descarrego local….
A fachada do imóvel já lembra um templo da Universal….
Bom gosto ele tem.
SEI NÃO ??????????????????????????????????