Educação

RN tem 160 mil crianças e adolescentes excluídos da educação na pandemia, aponta estudo do UNICEF

Foto: Julio Cavalheiro

O estudo denominado “Cenário da Exclusão Escolar no Brasil – um alerta sobre os impactos da pandemia da Covid-19 na Educação”, lançado pelo UNICEF, em parceria com o Cenpec Educação, revela que 160 mil crianças e adolescentes na faixa dos 6 aos 17 anos ficaram excluídos da educação no Rio Grande do Norte durante a pandemia. Veja o estudo completo aqui.

Significa que 24,9% da população de jovens e adolescentes entre 6 e 17 anos do RN não frequentou a escola em 2020. O 2º pior percentual entre os estados do Norteste e o 6º pior entre os 26 Estados e o Distrito Federal. O RN também ficou acima da média nacional de 13,9%.

De acordo com o levantamento, com escolas fechadas por causa da pandemia em todo o Brasil, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente). A eles, somam-se outros 3,7 milhões que estavam matriculados, mas não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram se manter aprendendo em casa. No total, 5,1 milhões tiveram seu direito à educação negado em novembro de 2020. Dado corresponde a 13,9% das meninas e dos meninos de 6 a 17 anos do País.

A exclusão escolar atingiu sobretudo crianças de faixas etárias em que o acesso à escola não era mais um desafio. Dos 5,1 milhões de meninas e meninos sem acesso à educação no Brasil em novembro de 2020, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos – faixa etária que era a mais excluída antes da pandemia.

“Crianças de 6 a 10 anos sem acesso à educação eram exceção no Brasil, antes da pandemia. Essa mudança observada em 2020 pode ter impactos em toda uma geração. São crianças dos anos iniciais do ensino fundamental, fase de alfabetização e outras aprendizagens essenciais às demais etapas escolares. Ciclos de alfabetização incompletos podem acarretar reprovações e abandono escolar. É urgente reabrir as escolas, e mantê-las abertas, em segurança”, defende Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

O estudo mostra, também, que a exclusão afetou mais quem já vivia em situação vulnerável. Em relação às regiões, Norte (28,4%) e Nordeste (18,3%) apresentaram os maiores percentuais de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos sem acesso à educação, seguidas por Sudeste (10,3%), Centro-Oeste (8,5%) e Sul (5,1%). A exclusão foi maior entre crianças e adolescentes pretos, pardos e indígenas, que correspondem a 69,3% do total de crianças e adolescentes sem acesso à Educação.

“Os números são alarmantes e trazem um alerta urgente. O País corre o risco de regredir duas décadas no acesso de meninas e meninos à educação, voltado aos números dos anos 2000. É essencial agir agora para reverter a exclusão, indo atrás de cada criança e cada adolescente que está com seu direito à educação negado, e tomando todas as medidas para que possam estar na escola, aprendendo”, afirma Florence.

O estudo lançado nesta quinta-feira traz as seguintes recomendações: realizar a busca ativa de crianças e adolescentes que estão fora da escola; garantir acesso à internet para todos, em especial os mais vulneráveis; realizar campanhas de comunicação comunitária, com foco em retomar as matrículas nas escolas; mobilizar as escolas para que enfrentem a exclusão escolar; e fortalecer o sistema de garantia de direitos para garantir condições às crianças e aos adolescentes para que permaneçam na escola, ou retornem a ela.

O UNICEF e parceiros oferecem apoio a estados e municípios para realizar a Busca Ativa Escolar, reabrir as escolas em segurança, promover o acesso à internet e garantir o direito de aprender a cada menina e menino.

A exclusão escolar, até 2019

Além de os dados sobre a exclusão escolar na pandemia, o estudo traz ainda uma análise aprofundada do cenário educacional brasileiro antes dela. De 2016 até 2019, o percentual de meninas e meninos de 4 a 17 anos fora da escola no Brasil caiu de 3,9% para 2,7%.

As desigualdades, no entanto, permaneciam. Em 2019, havia quase 1,1 milhão de crianças e adolescentes em idade escolar obrigatória fora da escola no Brasil. A maioria deles, crianças de 4 e 5 anos (384 mil) e adolescentes de 15 a 17 anos (629 mil). Na faixa etária de 6 a 14 anos, eram 82 mil.

A exclusão escolar afetava principalmente quem já vivia em situação mais vulnerável. Os maiores percentuais de exclusão de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos estavam nas regiões Norte (4,3%) e Centro-Oeste (3,5%), seguidas por Nordeste e Sul (2,7%) e Sudeste (2,1%). Os meninos eram maioria entre quem estava fora da escola nas faixas etárias mais novas. O cenário se invertia quando chegavam ao final da adolescência, em que 50,9% dos que estavam fora da escola eram meninas.

A exclusão era, proporcionalmente, maior nas áreas rurais, em comparação com as urbanas. Ela afetava mais crianças e adolescentes pretos, pardos e indígenas (71,3%), e estava focada nos mais pobres. Do total de meninas e meninos fora da escola em 2019, 61,9% viviam em famílias com renda per capita de até ½ salário mínimo.

As causas da exclusão variavam por faixa etária, mas destacavam-se a falta de vaga para os mais novos e o desinteresse pela escola, aliado à gravidez na adolescência e ao trabalho, para os mais velhos. Motivos relacionados à saúde somente apareciam na faixa etária de 6 a 14 anos, o que pode indicar um alerta um sobre inclusão de crianças com deficiência.

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] Ex de Janones comenta sobre ida ao debate na Globo: “Não é sobre vingança. É sobre dar voz às mulheres que quem está no poder tenta calar”

A prefeita de Ituiutaba (MG), Leandra Guedes (Avante), afirmou neste sábado (24) que sua presença no debate presidencial da TV Globo, no Rio de Janeiro, não teve motivação de vingança contra o ex-marido, o deputado federal André Janones (Rede-MG).

Convidada pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL), ela acabou impedindo a ida do parlamentar ao estúdio por causa de uma medida protetiva em vigor.

“Não é sobre vingança, nunca foi. É sobre dar voz às mulheres que quem está no poder tenta calar, tenta diminuir e tenta silenciar. Eu não fui ao debate por mim. Eu fui por todas nós que fomos interrompidas, desacreditadas e atacadas só por ocupar um lugar que eles acham que não é nosso. Eu não vou me calar”, declarou Leandra em vídeo nas redes sociais.

“Só quem já passou por violência é que sabe a dor que carrega”, acrescentou a prefeita.

Janones afirmou que já não pretendia comparecer à emissora, pois iniciaria uma transmissão ao vivo de 24 horas em apoio ao presidente Lula (PT). O deputado está impedido de se aproximar da ex-mulher por uma medida protetiva concedida em 2025, após Leandra acusá-lo de ameaçar divulgar fotos e vídeos íntimos do período em que estiveram juntos. Em vez de ir ao estúdio, ele acompanhou o debate pela internet.

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RECORDE: TSE registra 1.476 ações contra campanhas de Lula e Flávio, alta de 143% em relação a 2022

Fotos: Maria Isabel | Guito Moreto

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encerra as eleições de 2026 com um volume recorde de processos envolvendo as campanhas presidenciais. Até a reta final do segundo turno, foram registradas 1.476 ações relacionadas aos candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), alta de 143% em relação a 2022, quando houve 607 processos.

Do total deste ano, 756 ações envolvem disputas diretas entre as duas campanhas. Flávio e seu partido, o PL, apresentaram 624 processos, enquanto Lula e sua campanha protocolaram 473. O presidente é alvo de 430 ações, e o senador, de 378.

Entre os 25 processos de investigação judicial eleitoral (Aijes), 12 questionam Lula e 13 envolvem Flávio. A campanha petista acusa plataformas digitais, especialmente a Meta, de favorecerem o candidato do PL. Já os aliados de Flávio questionam o canal de WhatsApp “Exército do Lula” e as ações coordenadas pelo deputado André Janones (Rede-MG), sob alegação de disseminação de desinformação.

As ações podem resultar em sanções graves, incluindo a cassação de diplomas, caso as acusações sejam comprovadas. Esse tipo de processo costuma levar meses ou anos, pois depende da produção e análise de provas. Em 2023, por exemplo, o TSE declarou Jair Bolsonaro inelegível por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, reconheceu a dificuldade de analisar todos os casos diante do aumento da demanda. Segundo ele, a Corte ampliou as sessões para julgar o maior número possível de processos, mas depende da liberação dos casos para análise.

Além das ações judiciais, o Tribunal terá de avaliar decisões administrativas relacionadas às plataformas digitais. Entre elas está a suspensão temporária do canal “Exército do Lula”, determinada por Nunes Marques com base em regras sobre planos de conformidade das empresas de tecnologia. No fim do ano, as plataformas deverão apresentar relatórios sobre as medidas adotadas durante a eleição.

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Número do telefone de Lula vaza em live de Janones

Imagem: Reprodução

O deputado federal André Janones (Rede-MG) acabou expondo o número de telefone do presidente Lula (PT) durante uma transmissão ao vivo neste sábado (24). O parlamentar conversava com o petista por telefone enquanto o presidente se deslocava do Rio de Janeiro para São Paulo, onde participaria dos últimos atos de campanha antes do segundo turno.

Ao mostrar o celular para a câmera, Janones deixou o contato de Lula visível. Ao perceber o deslize, reagiu com surpresa e preocupação: “Não é possível que mostrei lá o número do Lula. Não é possível, gente”, disse, aos risos. “O pessoal vai ficar puto comigo”, acrescentou.

Antes da ligação, o deputado havia afirmado que mostraria o contato sem revelar os dígitos, por acreditar que o nome salvo na agenda seria suficiente para evitar o vazamento. Após a transmissão, usuários das redes sociais e de grupos de WhatsApp passaram a compartilhar imagens do contato, salvo com o DDD 61, de Brasília, e uma foto de Lula fazendo sinal de positivo.

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Presidente do TSE Nunes Marques diz que sistemas eleitorais estão “prontos, autênticos e blindados contra qualquer ingerência indevida”

Foto: Leobark Rodrigues/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, afirmou neste sábado (24) que os sistemas eleitorais estão “prontos, autênticos e blindados contra qualquer ingerência indevida” para o segundo turno das eleições de 2026. A declaração foi feita durante a cerimônia de verificação da integridade e autenticidade dos programas instalados no Tribunal, em Brasília.

A checagem confirmou, por meio de assinaturas digitais e resumos criptográficos, que os arquivos em operação correspondem aos sistemas oficiais inspecionados, assinados e lacrados. “Nenhuma linha de programa” foi alterada, omitida ou acrescentada, declarou o ministro.

Segundo Nunes Marques, o procedimento encerra um processo de transparência iniciado em outubro de 2025, quando os códigos-fonte foram disponibilizados para fiscalização por partidos e entidades. O presidente do TSE destacou que a participação dessas instituições fortalece a confiança no processo eleitoral.

“Quando as instituições da República se unem para auditar, conferir e atestar a autenticidade dos sistemas, é a própria confiança pública que se fortalece, esvaziando narrativas desinformadoras e consolidando a estabilidade das nossas instituições republicanas”, afirmou.

O ministro também assegurou aos eleitores que, ao pressionar a tecla “CONFIRMA”, o voto será registrado, preservado e totalizado “com total integridade e transparência”. Os sistemas foram assinados digitalmente e lacrados em 4 de setembro, com a participação de representantes do TSE, da OAB-DF, do Ministério Público Federal e do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea).

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro lota Praça da Liberdade e participa de motociata em Belo Horizonte (MG)

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) lotou a Praça da Libertade em Belo Horizonte-MG e participou neste sábado (24) de uma motociata ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e de aliados políticos, entre eles os governadores eleitos Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP).

O grupo saiu da Praça do Papa em direção à Praça da Liberdade. Durante o percurso, não houve discursos, pois, segundo Nikolas, as regras eleitorais não permitiam pronunciamentos no último dia de campanha. O deputado comandou o ato com músicas, incluindo “Tchau, Tchau PT”.

Antes da motociata, Flávio gravou um vídeo com Cleitinho, com quem ainda não havia dividido um palanque. Na ocasião, afirmou que não ameaçaria o governador eleito nem os mineiros, em referência a críticas dirigidas a Lula (PT). Também participaram do ato o ex-governador Romeu Zema (Novo) e Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg).

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[VÍDEO] Apoiadores de Flávio Bolsonaro rezam Pai Nosso e pedem ‘livrai-nos do PT’, em Belo Horizonte

Imagens: Luiza Muzzi/UOL

Milhares de pessoas reunidas na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, rezaram juntas um Pai-Nosso encerrado com a frase “livrai-nos do PT, amém”, puxada pelo locutor do evento. Na sequência, os apoiadores de Flávio gritaram “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”.

Na Praça do Papa, motociclistas vestidos com a camisa do Brasil aguardavam a chegada do senador Flávio Bolsonaro (PL) para iniciar um percurso pelas avenidas Afonso Pena e Brasil até a Praça da Liberdade. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também era esperado no ato, chamado de “Bloco do 22”.

Com informaçõe de UOL

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Bolsa sobe com perspectiva de vitória de Flávio e dólar fecha abaixo de R$ 5 antes do 2º turno

Foto: Cris Faga/NurPhoto/Getty Images

O mercado financeiro encerrou a sexta-feira (23), último pregão antes do segundo turno presidencial, com alta na Bolsa e queda do dólar. Investidores acompanharam a prévia da inflação, a valorização do petróleo e as pesquisas eleitorais divulgadas às vésperas da votação.

O Ibovespa avançou 0,47%, aos 205.082 pontos, mas acumulou queda de 0,17% na semana. Entre as principais ações, Vale, Petrobras e bancos fecharam em alta. O dólar à vista caiu 0,90% e encerrou o dia cotado a R$ 4,993, abaixo de R$ 5 pela primeira vez desde 12 de outubro. Na semana, a moeda americana acumulou desvalorização de 1,57%. As expectativas sobre o resultado da eleição e os rumos da política econômica também influenciaram as negociações.

Segundo Rodrigo Moliterno, da Veedha Investimentos, a pesquisa do instituto Veritá, que apontou Flávio Bolsonaro (PL) com 51,3% dos votos válidos e Lula (PT) com 48,7%, pode ter contribuído para a recuperação da Bolsa durante a tarde. O levantamento ouviu 15 mil pessoas e informou margem de erro de um ponto percentual e foi registrada no TSE sob o protocolo BR-06070/2026.

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[VÍDEO] Willer Tomaz desmonta fake news e nega que Flávio Bolsonaro fosse ‘usuário master’ de conta bancária de sua empresa

O advogado Willer Tomaz afirmou neste sábado (24) que Flávio Bolsonaro (PL) nunca teve acesso como “usuário master” a uma conta bancária de sua empresa no Santander. Tomaz mostrou uma carta emitida pelo banco na sexta-feira (23) confirma que apenas o próprio advogado ocupava essa função desde a abertura da conta, em maio de 2025.

Tomaz contestou reportagens que apontaram uma possível ligação financeira entre ele e o senador, negou qualquer sociedade com o candidato à Presidência e afirmou que a relação entre os dois é de amizade.

Tomaz também criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou medidas contra ele, incluindo a quebra dos sigilos bancário e fiscal, o cancelamento de passaportes e o bloqueio de bens até o limite de R$ 6 bilhões.

O advogado contestou o valor e acusou os responsáveis pela investigação de usar o caso politicamente, sem apresentar, na publicação, provas dessa alegação. O limite fixado para o bloqueio não significa que esse montante tenha sido efetivamente encontrado ou bloqueado.

As suspeitas surgiram após a divulgação de informações atribuídas a documentos da Polícia Federal, que investiga suspeitas de lavagem de dinheiro. Segundo reportagens sobre o caso, e-mails entre uma funcionária de Tomaz e o Santander mencionavam a desvinculação de contas associadas ao perfil master, incluindo uma identificada com o nome de Flávio. Os investigadores levantaram a hipótese de possível acesso operacional ou participação econômica, o que é negado pelos dois.

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[VÍDEO] DEBATE NA GLOBO: Renan Santos diz que Flávio teve desempenho “muito forte” e que Lula ficou “perdido” e foi “derrotado”

O ex-candidato à Presidência Renan Santos, do partido Missão, avaliou que Flávio Bolsonaro (PL) teve um desempenho “muito forte” no primeiro bloco do debate presidencial, enquanto Lula (PT) foi “bem derrotado”. Renan disputou o primeiro turno das eleições e recebeu cerca de 2,6 milhões de votos.

“Não é que amassou, porque não teve lacrada. O Flávio quis parecer presidenciável e conseguiu”, afirmou Renan. Segundo ele, o senador apresentou uma atuação técnica, com dados de diferentes regiões do país, como se espera de um candidato à Presidência.

Renan também criticou o desempenho de Lula, afirmando que o presidente poderia ter confrontado o adversário, mas demonstrou dificuldade no primeiro bloco e ficou “perdido”. Em sua análise, o petista saiu derrotado desse trecho do debate.

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PESQUISA CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos; Lula, 49,3%

Fotos: Agência Senado/Agência Brasil

Pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado (24) aponta que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) tem 50,7% das intenções de voto para o segundo turno da eleição. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49,3%.

O cenário considera somente os votos válidos, descartando brancos e nulos.

A CNT/MDA entrevistou 2.032 eleitores em todo o país entre os dias 21 e 23 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-02136/2026.

CNN Brasil

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