Educação

RN tem 160 mil crianças e adolescentes excluídos da educação na pandemia, aponta estudo do UNICEF

Foto: Julio Cavalheiro

O estudo denominado “Cenário da Exclusão Escolar no Brasil – um alerta sobre os impactos da pandemia da Covid-19 na Educação”, lançado pelo UNICEF, em parceria com o Cenpec Educação, revela que 160 mil crianças e adolescentes na faixa dos 6 aos 17 anos ficaram excluídos da educação no Rio Grande do Norte durante a pandemia. Veja o estudo completo aqui.

Significa que 24,9% da população de jovens e adolescentes entre 6 e 17 anos do RN não frequentou a escola em 2020. O 2º pior percentual entre os estados do Norteste e o 6º pior entre os 26 Estados e o Distrito Federal. O RN também ficou acima da média nacional de 13,9%.

De acordo com o levantamento, com escolas fechadas por causa da pandemia em todo o Brasil, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente). A eles, somam-se outros 3,7 milhões que estavam matriculados, mas não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram se manter aprendendo em casa. No total, 5,1 milhões tiveram seu direito à educação negado em novembro de 2020. Dado corresponde a 13,9% das meninas e dos meninos de 6 a 17 anos do País.

A exclusão escolar atingiu sobretudo crianças de faixas etárias em que o acesso à escola não era mais um desafio. Dos 5,1 milhões de meninas e meninos sem acesso à educação no Brasil em novembro de 2020, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos – faixa etária que era a mais excluída antes da pandemia.

“Crianças de 6 a 10 anos sem acesso à educação eram exceção no Brasil, antes da pandemia. Essa mudança observada em 2020 pode ter impactos em toda uma geração. São crianças dos anos iniciais do ensino fundamental, fase de alfabetização e outras aprendizagens essenciais às demais etapas escolares. Ciclos de alfabetização incompletos podem acarretar reprovações e abandono escolar. É urgente reabrir as escolas, e mantê-las abertas, em segurança”, defende Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil.

O estudo mostra, também, que a exclusão afetou mais quem já vivia em situação vulnerável. Em relação às regiões, Norte (28,4%) e Nordeste (18,3%) apresentaram os maiores percentuais de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos sem acesso à educação, seguidas por Sudeste (10,3%), Centro-Oeste (8,5%) e Sul (5,1%). A exclusão foi maior entre crianças e adolescentes pretos, pardos e indígenas, que correspondem a 69,3% do total de crianças e adolescentes sem acesso à Educação.

“Os números são alarmantes e trazem um alerta urgente. O País corre o risco de regredir duas décadas no acesso de meninas e meninos à educação, voltado aos números dos anos 2000. É essencial agir agora para reverter a exclusão, indo atrás de cada criança e cada adolescente que está com seu direito à educação negado, e tomando todas as medidas para que possam estar na escola, aprendendo”, afirma Florence.

O estudo lançado nesta quinta-feira traz as seguintes recomendações: realizar a busca ativa de crianças e adolescentes que estão fora da escola; garantir acesso à internet para todos, em especial os mais vulneráveis; realizar campanhas de comunicação comunitária, com foco em retomar as matrículas nas escolas; mobilizar as escolas para que enfrentem a exclusão escolar; e fortalecer o sistema de garantia de direitos para garantir condições às crianças e aos adolescentes para que permaneçam na escola, ou retornem a ela.

O UNICEF e parceiros oferecem apoio a estados e municípios para realizar a Busca Ativa Escolar, reabrir as escolas em segurança, promover o acesso à internet e garantir o direito de aprender a cada menina e menino.

A exclusão escolar, até 2019

Além de os dados sobre a exclusão escolar na pandemia, o estudo traz ainda uma análise aprofundada do cenário educacional brasileiro antes dela. De 2016 até 2019, o percentual de meninas e meninos de 4 a 17 anos fora da escola no Brasil caiu de 3,9% para 2,7%.

As desigualdades, no entanto, permaneciam. Em 2019, havia quase 1,1 milhão de crianças e adolescentes em idade escolar obrigatória fora da escola no Brasil. A maioria deles, crianças de 4 e 5 anos (384 mil) e adolescentes de 15 a 17 anos (629 mil). Na faixa etária de 6 a 14 anos, eram 82 mil.

A exclusão escolar afetava principalmente quem já vivia em situação mais vulnerável. Os maiores percentuais de exclusão de crianças e adolescentes de 4 a 17 anos estavam nas regiões Norte (4,3%) e Centro-Oeste (3,5%), seguidas por Nordeste e Sul (2,7%) e Sudeste (2,1%). Os meninos eram maioria entre quem estava fora da escola nas faixas etárias mais novas. O cenário se invertia quando chegavam ao final da adolescência, em que 50,9% dos que estavam fora da escola eram meninas.

A exclusão era, proporcionalmente, maior nas áreas rurais, em comparação com as urbanas. Ela afetava mais crianças e adolescentes pretos, pardos e indígenas (71,3%), e estava focada nos mais pobres. Do total de meninas e meninos fora da escola em 2019, 61,9% viviam em famílias com renda per capita de até ½ salário mínimo.

As causas da exclusão variavam por faixa etária, mas destacavam-se a falta de vaga para os mais novos e o desinteresse pela escola, aliado à gravidez na adolescência e ao trabalho, para os mais velhos. Motivos relacionados à saúde somente apareciam na faixa etária de 6 a 14 anos, o que pode indicar um alerta um sobre inclusão de crianças com deficiência.

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Judiciário

Juiz vê tentativa de ‘criminalização da política’ e absolve Henrique Alves, Temer, Cunha e Geddel no ‘Quadrilhão do MDB’


Fotos: Valter Campanato/Agência Brasil

A Justiça Federal de Brasília decidiu absolver o ex-presidente Michel Temer (MDB), o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os outros dez réus no processo aberto a partir das investigações do chamado “Quadrilhão do MDB”. Com isso, a ação penal por suposta organização criminosa foi encerrada, mas o Ministério Público Federal ainda pode recorrer.

A decisão é do juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12.ª Vara Federal do Distrito Federal, que recebeu o processo depois que o emedebista deixou a presidência e perdeu o foro especial. Na avaliação do magistrado, não há provas de associação entre os políticos que corroborem a narrativa construída pela acusação.

“É força afirmar que a inicial acusatória não descreve fatos caracterizadores do ilícito que aponta”, diz um trecho da decisão. “A denúncia apresentada, em verdade, traduz tentativa de criminalizar a atividade política.”

Também foram absolvidos os ex-deputados Henrique Eduardo Alves e Rodrigo da Rocha Loures, os ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, o coronel reformado da Polícia Militar de São Paulo e amigo pessoal do ex-presidente, João Baptista Lima Filho, o empresário José Yunes, o corretor Lúcio Funaro, além de Sidney Noberto Szabo e Altair Alves Pinto.

“Esse procedimento evidencia, a um só tempo, abuso do direito de acusar e ausência de justa causa para a acusação. É que, ao somar às irrogações genéricas contidas na denúncia uma quantidade indiscriminada e invencível de documentos, o Ministério Público Federal impede possam os Denunciados contraditar os fatos e as provas que lhes dão supedâneo”, escreveu ainda o juiz.

A denúncia em questão havia sido apresentada em 2017 pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. O chefe do Ministério Público Federal apontou Michel Tremer como líder de uma organização criminosa composta por correligionários, que teria atuado em diversos órgãos públicos, como Petrobrás, Furnas, Caixa Econômica, Ministério da Integração Nacional e Câmara dos Deputados, em troca de propinas de mais de R$ 587 milhões.

No final de março, o mesmo juiz absolveu o ex-presidente da acusação de corrupção e lavagem de dinheiro em processo aberto a partir das investigações do caso do Decreto dos Portos, também por não considerar que os crimes ficaram provados.

“A absolvição de João Baptista Lima Filho põe fim ao absurdo roteiro ficcional criado pelo Ministério Público Federal, fruto de uma injusta e desmedida ânsia acusatória”, afirmam os advogados Maurício Silva Leite, Alexandre Sinigallia, Paola Forzenigo e Guilherme Pinheiro Amaral, que defenderam o coronel Lima na ação.

Fausto Macedo – Estadão Conteúdo

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Economia

Bolsonaro veta entrega de declaração do Imposto de Renda até 31 de julho

Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

A Secretaria-Geral da Presidência informou nesta quarta-feira (5/5) que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou o projeto que prorrogava, até 31 de julho, o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2021, referente ao ano-calendário de 2020.

O texto foi aprovado pela Câmara em 13 de março, e em 6 de abril pelo Senado. O veto deve ser publicado no Diário Oficial da União desta quinta (6/5).

Com o veto, o prazo limite para entregar a declaração do Imposto de Renda é 31 de maio. Inicialmente, o prazo limite para entregar a declaração se encerrava em 30 de abril, mas foi prorrogado pela Receita Federal.

Em 2020, o prazo também foi prorrogado, por 60 dias, em razão da pandemia do coronavírus. Para este ano, a Receita estima que sejam entregues 32.619.749 declarações.

De acordo com o Palácio do Planalto, a prorrogação até 31 de julho contrariava o interesse público. Além disso, o texto mantinha o cronograma de pagamento da restituição, o que, segundo o governo, teria como consequência um fluxo de caixa negativo.

Justificativa

Na justificativa do veto, o Planalto também argumentou que a proposta poderia causar um “desequilíbrio do fluxo de recursos”, abrindo possibilidade para que o calendário de restituição fosse afetado, além de comprometer a arrecadação dos entes federativos e o repasse de recursos ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

O governo ainda informou que o projeto afetaria a entrada de recursos aos cofres públicos referentes à devolução do auxílio emergencial recebido indevidamente em 2020.

Restituição

De acordo com a Receita Federal, o cronograma previsto para restituição das declarações é o seguinte:

  • 1º lote: 31 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 30 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto
  • 5º lote: 30 de setembro

Metrópoles

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Economia

Copom eleva juros básicos da economia para 3,5% ao ano; Decisão era esperada pelo mercado financeiro

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Em meio ao aumento da inflação de alimentos, combustíveis e energia, o Banco Central (BC) subiu os juros básicos da economia em 0,75 ponto percentual pela segunda vez consecutiva. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic de 2,75% para 3,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.

Com a decisão de hoje (5), a Selic continua em um ciclo de alta, depois de passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano, em março de 2018.

Em julho de 2019, a Selic voltou a ser reduzida até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse era o menor nível da série histórica iniciada em 1986.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em março, o indicador fechou no maior nível para o mês desde 2015 e acumula 6,1% no acumulado de 12 meses, pressionado pelo dólar e pela alta dos combustíveis e do gás de cozinha.

O valor está acima do teto da meta de inflação. Para 2021, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tinha fixado meta de inflação de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 5,25% neste ano nem ficar abaixo de 2,25%.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que, em 2021, o IPCA fecharia o ano em 5% no cenário base. Esse cenário considera um eventual estouro do teto da meta de inflação no primeiro semestre, seguido de queda dos índices no segundo semestre.

A projeção está em linha com as previsões do mercado. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,04%. A projeção oficial só será atualizada no próximo Relatório de Inflação, no fim de junho.

Crédito mais caro

A elevação da taxa Selic ajuda a controlar a inflação. Isso porque juros maiores encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de 3,6% para a economia em 2021, decorrente da segunda onda da pandemia de covid-19.

O mercado projeta crescimento menor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 3,14% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) neste ano.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.

Agência Brasil

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Saúde

COVID: Brasil registra 2.811 óbitos e 73 mil novos casos nas últimas 24h

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quarta-feira (5):

– O país registrou 2.811 óbitos nas últimas 24h, totalizando 414.399 mortes;

– Foram 73.295 novos casos de coronavírus registrados, no total 14.930.183 milhões pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 13.529.572, com o registro de mais 86.576 pacientes curados. Outros 986.212 pacientes estão em acompanhamento.

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Cidades

Delegados aprovam regimento interno do Plano Diretor; discussões começam nesta quinta (6)


Foto: Divulgação/Semurb

O primeiro dia da Conferência de Revisão do Plano Diretor de Natal (PDN) começou na manhã desta quarta-feira (5), com plenária para aprovação do Regimento Interno e cronograma de atividades. Dos 119 delegados eleitos, 97 participaram do evento, que ocorreu de maneira virtual e foi transmitido ao vivo pelo canal do YouTube do PDN. O documento proposto pelo Conselho da Cidade (Concidade) foi posto em votação e aprovado com alguns ajustes pelos delegados. As discussões já começam a partir desta quinta (6), com reuniões internas de cada segmento e seguem até o dia 16 de junho.

Com o regimento aprovado, o cronograma de atividade seguirá três etapas: a primeira de 6 a 12 de maio, onde os segmentos envolvidos irão realizar reuniões internas e discutir a minuta. Já a segunda, de 17 a 21 de maio, onde serão realizadas intervenções e apresentações das propostas de alteração da minuta de lei; e também de 24 a 26 de maio com o envio das propostas de cada segmento pelos relatores. E por fim, a terceira etapa, de 14 a 16 de junho, quando acontece a votação.

O secretário de governo (SMG), Joham Xavier, participou do evento representando o prefeito Álvaro Dias e abriu a reunião parabenizando os delegados eleitos e a retomada das discussões do Plano. Ressaltando que a nossa capital possui mais de 70 áreas de interesse social, que incluem bolsões de pobreza e um percentual de 60% dos imóveis sem registro imobiliário.

“Sendo assim, precisamos repensar o ordenamento urbano de com proposições mais modernas, quanto à ocupação do seu solo, do potencial construtivo, das áreas de proteção ambiental e interesses turísticos”, comentou Joham Xavier. E emendou, “então a partir de hoje (5) até 16 de junho teremos várias discussões e formulações de propostas para enriquecer mais ainda o processo de revisão que é participativo”.

A primeira etapa começa com as plenárias internas para os segmentos das entidades profissionais, acadêmicas, de pesquisa e conselhos profissionais, e também dos movimentos populares, que se reúnem nesta quinta-feira (6), das 9h às 12h e das 14h às 17h.  Já na sexta-feira (7), é a vez dos  trabalhadores por suas instituições sindicais.

No dia 10 de maio,  são os representantes do poder público que fazem suas plenárias. No dia 11, os empresários relacionados à produção e ao financiamento do desenvolvimento urbano. E, por fim, no dia 12 de maio, as organizações não governamentais com atuação na área do desenvolvimento urbano e ambiental encerrando essa primeira etapa. Confira o cronograma detalhado aqui.

Alterações no regimento

Os ajustes ao regimento proposto pelo Concidade foram o acréscimo de um parágrafo único ao art. 5º, que trata da primeira etapa da Conferência. Nele foi acrescentado, que a agenda das reuniões por segmento pode ser estendida em até mais um dia, caso necessário e aprovado por 50% + 1 dos delegados do respectivo segmento. E a criação do art. 16º, que trata da disponibilização de um plantão para tirar dúvidas dos delegados do PDN, durante todas as fases da conferência, que poderá ser por e-mail e whatsapp.

Os delegados são os responsáveis por deliberar e apreciar a versão final do Projeto de Lei de Revisão da Lei Complementar nº 082 de 21 junho de 2007 (Plano Diretor de Natal), que será enviada à Câmara Municipal. Para o vice-presidente do Concidade, Albert Josuá Neto, a reunião de hoje foi muito tranquila e participativa.

“A metodologia aplicada hoje foi espetacular. Discutimos com os 97 delegados e aprovamos o regimento interno, que foi muito bem elaborado pelo Concidade, então não houve tantas modificações. A expectativa é que as discussões se iniciem amanhã que será por segmento e, a partir do dia 17 de maio ocorra a apresentação das propostas elaboradas pelos respectivos segmentos”, comentou Neto.

Para mais informações do processo de revisão, acompanhe o site do PDN no endereço planodiretor.natal.rn.gov.br, ou ainda, pelo Instagram @planodiretornatal.

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Saúde

Prefeitura do Natal começa a imunizar com vacina da Pfizer pessoas de 55 a 59 anos com deficiências permanentes, doenças cardiovasculares e hipertensão

Nesta quinta-feira (6), a Prefeitura de Natal vai dar início à vacinação com o imunizante da Pfizer, destinada às pessoas com idades de 55 a 59 anos do seguinte grupo de comorbidades: pessoas com deficiências permanentes cadastradas no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e com doenças cardiovasculares e hipertensão arterial sistêmica.

O local de vacinação para o imunizante Pfizer será exclusivo no ginásio do SESI, localizado na Av. Capitão-Mor Gouveia, das 8h às 16h. A SMS Natal vai disponibilizar na sala de vacinação um intérprete de libras. As pessoas com deficiências permanentes que não possuem cadastro no BPC serão contemplados de acordo com a comorbidade, obedecendo o critério da idade.

“Como a vacina da Pfizer exige uma logística de armazenamento diferente, sendo necessária sala de refrigeração no próprio local onde a vacina será aplicada, escolhemos o ginásio do Sesi, nosso importante parceiro nessa jornada. O ginásio do Sesi também conta com acessibilidade”, explica o secretário de Saúde de Natal, George Antunes.

De acordo com o Plano Nacional de Imunização, são consideradas doenças cardiovasculares: Insuficiência cardíaca, Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar, Cardiopatia hipertensiva, Síndromes coronarianas, Valvopatias, Miocardiopatias e Pericardiopatias, Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas, Arritmias cardíacas, Cardiopatias congênitas no adulto, Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados; hipertensão arterial sistêmica (Hipertensão Arterial Resistente – HAR, Hipertensão arterial estágio 3, Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão alvo e ou comorbidade).

A vacinação para esse público com idade de 55 a 59 anos inicia nesta quinta-feira (06) e segue até dia 12.

DOCUMENTAÇÃO

Pessoas com deficiências permanentes (55 a 59 anos)
Apresentar comprovação de que faz parte do BPC – Benefício de Prestação Continuada, além de cartão de vacina, comprovante de residência de Natal e documento com foto.

Doenças Cardiovasculares ( 55 a 59 anos)
Devem levar cópia do laudo médico detalhado com CID – Cadastro Internacional das Doenças, exames comprobatórios e receituários ou cadastro no HIPERDIA ou cadastro no PROSUS, além de cartão de vacina, comprovante de residência de Natal e documento com foto.

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Saúde

Cipriano Maia defende endurecimento nas medidas de restrição

Foto: Adriano Abreu

Em reunião do Comitê de Especialistas da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) na noite desta terça-feira (4), os integrantes demonstraram preocupação com o atual momento da pandemia. O indicador composto (veja aqui), que reúne uma série de informações sobre o quadro da pandemia no Rio Grande do Norte, aponta para uma piora em diferentes municípios do estado.

Na visão do secretário de Estado da Saúde Pública, Cipriano Maia, o conjunto dos dados atuais não indica que seja para manter abertos ambientes que tenham alto risco de transmissão. “Os dados nos mostram que precisamos dar atenção mais ainda a todas as medidas de cuidado e evitar assim a transmissão desse vírus tão mortal para não chegarmos a uma terceira onda”, afirmou o secretário.

Apesar do secretário não ter especificado quais seriam os ambientes de alto risco de transmissão, que estariam abertos e que ele defende não manter abertos, fica claro que ele defende um endurecimento nas medidas de restrição, com base nos dados divulgados.

A análise feita pelo indicador composto aponta que o RN está há duas semanas com índices tanto de mortalidade quanto de casos confirmados com curva crescente. De acordo com o documento, as regiões Metropolitana de Natal, Oeste, Agreste e Vale do Açu estão em alerta vermelho para a taxa de casos ativos, o que corresponde a um aumento de casos confirmados na maior parte do estado.

DADOS

O levantamento mais recente do indicador composto, liberado no dia 4, aponta que 84,8% da população potiguar está em área de alerta, entre o sinal amarelo (3 e 4 pontos) e vermelha (5 pontos). A análise por região mostra que apenas o Alto Oeste conta com mais da metade de sua população em áreas de sinal verde (1 ou 2 pontos), apesar de ainda contar com 11,3% em sinal vermelho.

Na outra ponta, a Região Metropolitana está com toda a população em sinal amarelo, seguida do Agreste (94,6%), do Oeste (88,2%) e do Vale do Açu (84,3%).

O acompanhamento do indicador composto nas regiões, em comparação com o levantamento feito na última semana de abril, elenca que 78 municípios pioraram a situação, outros 80 mantiveram-se estáveis e apenas nove melhoraram de condição.

O indicador composto é fruto do trabalho da Sesap, do Comitê de Especialistas e da UFRN, sob a coordenação do professor Kenio Lima. O estudo permite um monitoramento da pandemia em todo o estado. O estudo reúne nove variáveis – casos ativos, ocupação de leitos, óbitos, entre outras – que traçam um olhar mais apurado sobre a situação de cada município e um escore que mostra a evolução a cada semana. Os dados servem de subsídio para a tomada de decisões na gestão da pandemia.

Opinião dos leitores

  1. Esse sujeito não pode ser levado a sério. Fez afirmações irresponsáveis no começo da pandemia, pregando terror na população . Terrorista incompetente!

  2. Fatima Bezerra e Cipriano Maia os verdadeiros genocidas no Rio Grande do Norte! Cadê os 5 milhões destinados a compra dos respiradores? Onde aplicaram os 1,8 bilhão destinado a saúde do Estado pelo Governo Bolsonaro?

  3. Devemos sim esta indiguinados. Porém nossa arma é o voto. Vamos banir de vez essa gente que tenta de todas as formas acabar com o nosso estado e colocar a culpa no Gov Federal.

  4. Se houvesse um estudo científico sério, incontroverso, imune a críticas, que demonstrasse a eficácia do isolamento social e do lockdown na diminuição de novos casos de Covid-19, e de mortes relacionadas à doença, então não se criticaria a adoção de tais medidas. Mas, ao contrário, em país nenhum onde houve a implantação das medidas severas de trancamento das pessoas, os casos diminuíram, vide os exemplos da Argentina, País que vem enfrentando o maior lockdown do mundo, Uruguai e Chile, estes 02 (dois) últimos, com larga vacinação em massa, mas que, juntos, estão enfrentando uma crescente de novos casos e mortes. Na verdade, o sr. Secretário Estadual de Saúde ecoa a ideologia política da sua “chefa”, e quanto mais a economia estadual sofrer, melhor para eles, pois podem culpar o Governo Federal. Acredita quem quiser. Idiotas úteis têm aos montes.

  5. Instalar UTIs esse cidadão não informa. Corta os salários dessa turma que resolve bem ligeirinho.

    1. O que ele vai querer é todo mundo na mão dele, até o gesto confirma. Isso é o gang dos PTralhas, querem é destruir o estado, pra depois vir com a istoria de reconstruir o estado. Isso é um bando de FDP

    1. Absurdo. O RN precisa de gente com sanidade mental e responsabilidade. Não se pode ter um lunático deste falando merda o tempo todo. Precisamos de alguém a altura e não deste canalha dissipador do caos. O RN está quebrando e sucumbindo a cada dia sem nenhuma atitude viável. É só fechar, fechar, fechar e não resolve cacete nenhum. Este imbecil precisa ser deposto do cargo junto a Fátima. Este governo está acabando o RN. Enquanto isso a Paraíba dá um show de administração e a jumenta do RN o show de perseguição e disseminação do Caos.

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Saúde

Hospital do Coração passa a oferecer a Pesquisa de Anticorpos Neutralizantes que identifica imunidade ao Covid-19

Foto: Divulgação

Hospital do Coração passa a oferecer em seu laboratório a Pesquisa De Anticorpos Neutralizantes para o Covid-19, com resultado em até 12 horas.

O teste IgC-S1 feito pelo Hospital é o exame laboratorial mais preciso para medir a resposta imunológica para o Covid-19. O exame detecta se a pessoa está imunizada ( por já ter se vacinado ou por já ter tido a doença).

Os exames podem ser colhidos todos os dias, das 6h às 17h, incluindo domingos e feriados. Não é necessário jejum e o exame é totalmente automatizado e de alta performance.

Opinião dos leitores

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Geral

Reservas hídricas no RN aumentam volume com últimas chuvas; veja aporte das principais barragens, açudes e lagoas

Foto: ASCOM/IGARN

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn), monitora os 47 reservatórios, com capacidades superiores a 5 milhões de metros cúbicos, responsáveis pelo abastecimento das cidades potiguares. O Relatório do Volume dos Principais Reservatórios Estaduais, divulgado nesta quarta-feira (05), indica que as reservas hídricas superficiais totais do RN, continuam aumentando com as chuvas pelo interior do Estado. Atualmente, somam 2.035.687.106 m³, correspondentes a 46,51% da sua capacidade total. Na última sexta-feira, 30 de abril, o volume das reservas hídricas era de 1.979.033.003 m³, equivalentes a 45,22% da sua capacidade total, que é de 4.376.444.842 m³.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do RN, acumula 1.336.237.997 m³, equivalentes a 56,31% da sua capacidade total, que é de 2.373.066.510 m³. Na última sexta-feira (30), o manancial estava com 1.313.212.384, correspondentes a 55,34% do seu volume total.

A segunda maior barragem do RN, Santa Cruz do Apodi, recebeu bom aporte hídrico e acumula 207.609.700 m³, percentualmente, 34,62% da sua capacidade total, que é de 599.712.000 m³. No último relatório divulgado, o reservatório acumulava 178.921.150 m³, equivalentes a 29,83% do seu volume total.

Já a barragem Umari, terceiro maior manancial do RN, acumula 199.897.985 m³, correspondentes a 68,27% da sua capacidade total, que é de 292.813.650 m³. No dia 30 de abril, o reservatório estava com 198.840.187 m³, equivalentes a 67,91% do seu volume total.

O açude que recebeu maior ganho percentual de volume foi o Santana, também conhecido como Gangorra, localizado em Rafael Fernandes, que acumula 6.603.333 m³, correspondentes a 94,33% da sua capacidade total, que é de 7 milhões de metros cúbicos. Na última sexta-feira, o manancial estava com 5.810.000 m³, equivalentes a 83% da sua capacidade.

Outro reservatório que recebeu bom aporte hídrico foi o Malhada Vermelha, localizado em Severiano Melo, que acumula 2.082.880 m³, correspondentes a 27,63% da sua capacidade total, que é de 7.537.478 m³. No último relatório, o açude estava com 1.404.482 m³, equivalentes a 18,63% do seu volume total.

O açude Rodeador, localizado em Umarizal, acumula 13.635.597 m³, percentualmente, 63,71% da sua capacidade total, que é de 21.403.850 m³. No dia 30 de abril, o reservatório acumulava 12.855.304 m³, equivalentes a 60,06% do seu volume total.

O açude Morcego, localizado em Campo Grande, acumula 3.766.837 m³, correspondentes a 56,15% da sua capacidade total, que é de 6.708.331 m³. No final da semana passada, o reservatório estava com 3.511.898 m³, percentualmente, 52,35% da sua capacidade.

A barragem de Lucrécia acumula 7.308.848 m³, correspondentes a 29,53% da sua capacidade total, que é de 24.754.574 m³. Na última sexta-feira, o manancial estava com 6.557.561 m³, percentualmente, 26,49% da sua capacidade.

O reservatório Beldroega, localizado em Paraú, acumula 4.398.387 m³, equivalentes a 54,59% da sua capacidade total, que é de 8.057.520 m³. No relatório anterior ele acumulava 4.129.470 m³, correspondentes a 51,25% do seu volume total.

O açude Flechas, localizado em José da Penha, acumula 5.655.475 m³, equivalentes a 63,19% da sua capacidade total, que é de 8.949.675 m³. Na última sexta-feira, o manancial acumulava 5.499.775 m³, percentualmente, 61,45% do seu volume total.

O açude Alecrim, localizado em Santana do Matos, acumula 2.270.000 m³, correspondentes a 32,43% da sua capacidade total, que é de 7 milhões de metros cúbicos. No dia 30 de abril, o manancial estava com 2.160.000 m³, equivalentes a 30,86% do seu volume total.

Os reservatórios monitorados pelo Igarn que já sangraram durante essa quadra chuvosa foram: o açude de Encanto, Riacho da Cruz II e Passagem, localizado em Rodolfo Fernandes. Os três continuam vertendo suas águas.

Outros reservatórios que tiveram pequenos ganhos de volume, foram: Tourão, localizado em Patu, que passou de 20,35% para 21,62%; Apanha Peixe, localizado em Caraúbas, que passou de 72,83% para 73,67%; Brejo, localizado em Olho-d’Água do Borges, que passou de 19,66% para 20,49%; Jesus Maria José, localizado em Tenente Ananias, que passou de 20,60% para 21,54%; o açude de Marcelino Vieira, que passou de 73,60% para 74,55%; Pataxó, localizado em Ipanguaçu, que passou de 47,49% para 48,46%; o açude de Pilões, que passou de 40,83% para 41,19% e Bonito II, localizado em São Miguel, que passou de 16,66% para 17,03%.

Entre os reservatórios monitorados pelo Igarn, que estão com volume inferior a 10% da sua capacidade, o Itans, localizado em Caicó, recebeu pouco aporte de água, passando de 4,08% para 4,13%; já o açude Esguicho, localizado em Ouro Branco, manteve o mesmo volume da semana passada, apenas 0,97% e o Zangarelhas, localizado em Jardim do Seridó, perdeu um pouco de água, estava com 6,44% e agora está com 6,37% da sua capacidade total.

O açude Marechal Dutra, conhecido como Gargalheiras, manteve o mesmo volume apresentado no relatório da última sexta-feira, 30 de abril, acumula 8.712.325 m³, correspondentes a 19,61% da sua capacidade total, que é de 44.421.480 m³.

Já a Barragem de Pau dos Ferros acumula 11.926.538 m³, equivalentes a 21,75% da sua capacidade total, que é de 54.846.000 m³. No relatório anterior acumulava 11.971.370 m³, correspondentes a 21,83% do seu volume total.

Situação das Lagoas

A lagoa de Extremoz, responsável pelo abastecimento de parte da zona norte da capital, acumula 11.019.525 m³, que correspondem a 100% da sua capacidade. Na semana anterior, o manancial estava com 10.983.122 m³, equivalentes a 99,67% do seu volume total.

Já a lagoa do Bonfim, responsável pelo abastecimento da adutora Monsenhor Expedito, acumula 42.163.471 m³, percentualmente, 50,03% do seu volume total, que é de 84.268.200 m³. No dia 30 de abril, o manancial estava com 42.063.950 m³, equivalentes a 49,92% da sua capacidade.

A lagoa do Boqueirão, que atende a usos diversos, acumula 10.050.651 m³, correspondentes a 90,75% da sua capacidade total, que é de 11.074.800 m³. Na última semana, o manancial acumulava 10.007.070 m³, percentualmente, 90,36% do seu volume total.

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Geral

PENSE NUMA PROEZA: Agricultor belga muda sem querer a fronteira com a França demarcada por pedras há dois séculos

(Foto: DAVID LAVAUX)

Um fazendeiro na Bélgica causou comoção nacional depois de “redefinir”, por acidente, a fronteira do país com a França.

Uma pessoa, com conhecimento sobre história e as fronteiras dos dois países, estava passeando na floresta entre Bélgica e França quando percebeu que a pedra que marcava a fronteira havia sido deslocada em 2,29 metros.

O fazendeiro belga, aparentemente incomodado com a pedra no caminho de seu trator, moveu-a para dentro do território francês.

Mas em vez de causar um alvoroço internacional, o incidente foi recebido com sorrisos e piadas em ambos os lados da fronteira.

“Ele aumentou o tamanho da Bélgica e diminuiu o da França, não é uma boa ideia”, disse David Lavaux, prefeito da vila belga de Erquelinnes, ao canal de TV francês TF1. No passado, esse tipo de mudança causaria uma dor de cabeça enorme entre os proprietários de terras privadas, ressaltou ele, e também entre os Estados vizinhos.

A fronteira entre a França e o que agora é a Bélgica se estende por 620 km. Ela foi formalmente estabelecida no Tratado de Kortrijk, assinado em 1820 após a derrota de Napoleão em Waterloo cinco anos antes. A pedra data de 1819, quando a fronteira foi demarcada pela primeira vez.

“Fiquei feliz, minha cidade ficou maior”, acrescentou o prefeito belga, rindo. “Mas o prefeito de Bousignies-sur-Roc não gostou.”

“Acho que seremos capazes de evitar uma nova guerra de fronteira”, brincou a prefeita do vilarejo francês vizinho, Aurélie Welonek.

As autoridades belgas planejam entrar em contato com o fazendeiro para pedir que ele recoloque a pedra no seu local original. Se isso não acontecer, o caso pode, em tese, ir parar no Ministério das Relações Exteriores da Bélgica, que teria de convocar uma comissão de fronteira franco-belga, algo que não acontece desde 1930.

Lavaux observou que o agricultor também pode enfrentar um processo criminal se não cumprir a ordem.

“Se ele mostrar boa vontade, não terá problemas, resolveremos a questão amigavelmente”, disse ele ao site de notícias belga Sudinfo.

Época

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