Ronaldinho Gaúcho não é mesmo de economizar quando o assunto é festa. E não seria diferente na semana do seu aniversário. O jogador alugou uma suíte do motel Vips, por cinco dias seguidos, para festejar a chegada dos seus 32 anos em alto estilo. E pagou a bagatela de R$30 mil pela comemoração.
Como a mãe e a irmã do jogador passaram a semana toda hospedadas em sua mansão, R10, que não mistura família e fanfarra, logo providenciou um point para os amigos. E muuuitas amigas, é claro. Lá, a festa rolou solta, sem hora para começar e muito menos para acabar.
Quem viu seu desempenho nos treinos garante que a animação não era a mesma da gandaia. Coincidência ou não, o Flamengo enviou um manual de conduta orientando todos os jogadores a irem para a cama mais cedo.
O Brasil tem a terceira maior dívida pública da América do Sul em relação ao PIB, com 91,4%, segundo o Fundo Monetário Internacional. O país fica atrás apenas da Venezuela (138,5%) e da Bolívia (93,7%).
Levantamento mostra que 5 dos 12 países analisados da região já operam com dívidas acima de 75% do PIB, com tendência de alta desde a pandemia.
Dívida Pública em Relação ao PIB:
Venezuela – 138,5%
Bolívia – 93,7%
Brasil – 91,4%
Suriname – 89,1%
Argentina – 78,8%
Uruguai – 66,6%
Colômbia – 58,9%
Equador – 53%
Chile – 42,7%
Paraguai – 41,7%
Peru – 32,1%
Guiana – 25,1%
Os dados variam conforme a metodologia. O FMI adota um critério mais amplo, incluindo todos os títulos do Tesouro, enquanto o Banco Central do Brasil usa um cálculo mais restrito.
Para o economista Luciano Nakabashi, o avanço da dívida indica desequilíbrio fiscal. Segundo ele, quando o governo gasta mais do que arrecada, reduz a poupança e pressiona juros e investimentos.
O alto endividamento limita o crescimento, já que aumenta o gasto com juros e reduz recursos para áreas como infraestrutura e educação. Fatores estruturais, como juros elevados e baixo crescimento econômico, agravam o cenário.
Uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, virou alvo de críticas após a identificação de erros ortográficos e gramaticais no documento. O despacho trata de medidas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Entre os problemas apontados, estão uma data digitada de forma incorreta, falhas de concordância e erros de conjugação verbal. Também foram identificados termos escritos de maneira equivocada, além de inconsistências na padronização de siglas e formatação do texto.
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Outro ponto que chamou atenção foi o uso inadequado de palavras em decisões anteriores, como a troca de “mas” por “mais”, além de falhas no uso da crase em trechos do documento. Especialistas avaliam que esse tipo de deslize indica ausência de revisão mais cuidadosa.
Os erros repercutiram nas redes sociais e ampliaram críticas à qualidade formal de decisões judiciais, sobretudo em casos de grande repercussão política. O episódio também reacende o debate sobre o rigor técnico esperado em documentos oficiais do Judiciário.
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Apesar das falhas apontadas, a decisão segue válida juridicamente, já que erros de redação não costumam comprometer o conteúdo ou os efeitos legais das determinações.
O número de brasileiros inadimplentes cresceu de forma expressiva na última década, com um aumento de 22,7 milhões de pessoas. Segundo dados da Serasa Experian, o total saltou de 59 milhões em 2016 para 81,7 milhões em 2026, um avanço de 38,4%, bem acima do crescimento da população no mesmo período.
O levantamento aponta que as dívidas estão concentradas principalmente em bancos e financeiras, responsáveis por 47,1% dos débitos. Em seguida aparecem contas básicas, como água e energia, com 21,4%, além de serviços, varejo e telefonia. O estudo também mostra que 42% dos inadimplentes já enfrentavam restrições há dez anos, indicando um ciclo persistente de endividamento.
Dados do Banco Central do Brasil reforçam o cenário preocupante. O endividamento das famílias chegou a 49,7% em 2025, enquanto o comprometimento da renda atingiu 29,2%. O presidente da instituição, Gabriel Galípolo, destacou o peso do cartão de crédito, especialmente do rotativo, que pode ter juros extremamente elevados.
O avanço da inadimplência também entrou no radar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem tratado o tema com frequência. O petista apontou uma contradição entre o baixo desemprego e o aumento das dívidas, afirmando que o governo busca alternativas para reduzir a pressão sobre as famílias.
Especialistas indicam que o problema é estrutural e envolve fatores como juros altos, custo de vida e acesso ao crédito. A tendência, segundo analistas, é que o tema ganhe ainda mais peso no debate econômico e político nos próximos meses.
O Rio Grande do Norte registrou o fechamento de 46 agências bancárias na última década, passando de 208 unidades em 2015 para 162 em 2025 — uma queda de 22,1%. O impacto é direto: cerca de 899 mil potiguares, o equivalente a 27,4% da população, vivem hoje em cidades sem acesso a atendimento presencial.
Ao todo, 138 municípios do estado não possuem nenhuma agência bancária. Apesar disso, a maior parte da população ainda é atendida presencialmente, já que as unidades restantes estão concentradas em apenas 38 cidades mais populosas, como Natal e Mossoró, que também lideram o ranking de fechamentos no período.
A redução está ligada principalmente à digitalização dos serviços bancários e à busca por redução de custos. Segundo representantes do setor, o processo se intensificou após a pandemia, com a migração forçada de clientes para aplicativos e canais digitais, deixando principalmente cidades menores desassistidas.
Além da dificuldade de acesso, o fechamento das agências tem gerado efeitos econômicos e sociais, como deslocamentos maiores para atendimento, sobrecarga em unidades ativas e perda de circulação de dinheiro nos municípios. Há ainda impactos no mercado de trabalho, com redução de vagas e aumento da pressão sobre os funcionários remanescentes.
O cenário no estado acompanha uma tendência nacional. Em todo o Brasil, quase metade das cidades já não conta com agências bancárias, refletindo a mudança no modelo de atendimento das instituições financeiras e o avanço acelerado dos serviços digitais.
🚨URGENTE – Flávio Bolsonaro diz que Lula fez lobby para que facções criminosas não sejam classificadas pelo governo americano como organizações terroristas
“O presidente do meu país pressionou a América para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo” pic.twitter.com/tjQpGU9qKC
O senador Flávio Bolsonaro afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria atuado junto ao governo dos Estados Unidos para evitar que facções criminosas brasileiras fossem classificadas como organizações terroristas. A declaração foi feita durante discurso na Conservative Political Action Conference, realizada no Texas.
Segundo Flávio, Lula teria feito um “forte lobby” para proteger grupos que, segundo ele, atuam no tráfico de drogas e armas. O parlamentar citou uma reportagem do The New York Times, embora o próprio texto mencionado aponte que a articulação junto a autoridades americanas partiu dele e de aliados.
A publicação relata que há uma discussão em andamento nos Estados Unidos sobre classificar organizações criminosas brasileiras como terroristas, o que poderia ter impactos diplomáticos e econômicos. O governo brasileiro acompanha o tema com preocupação, avaliando possíveis interferências no cenário político e até riscos de sanções.
Durante o discurso, o senador também criticou a política externa do governo, classificando-a como “anti-norte-americana” e associando a gestão a problemas econômicos e de segurança pública. Ele ainda citou o avanço de facções criminosas e alegou a existência de escândalos envolvendo o entorno do presidente.
As declarações ampliam o tom de confronto político em meio ao cenário pré-eleitoral, com troca de acusações e disputas de narrativa tanto no Brasil quanto no exterior.
A decisão do Supremo Tribunal Federal de impedir a prorrogação da CPMI do INSS reacendeu críticas e comparações com o inquérito das fake news, conduzido pela própria Corte desde 2019. Enquanto a comissão parlamentar teve seu prazo encerrado, a investigação no STF segue ativa há anos, o que levantou questionamentos sobre possível falta de uniformidade nos critérios.
Durante o julgamento, ministros defenderam limites mais rígidos para CPIs, especialmente quanto ao prazo e ao foco das investigações. O ministro Flávio Dino alertou para o risco de “pescaria probatória” em investigações prolongadas, enquanto Alexandre de Moraes destacou a necessidade de respeito ao chamado “fato determinado”.
Na mesma linha, o ministro Gilmar Mendes reforçou que ampliar o escopo de uma investigação pode indicar desvio do objetivo original da comissão. O entendimento majoritário foi de que a prorrogação da CPMI não é automática e que cabe ao Congresso deliberar sobre o tema, sem interferência direta do Judiciário.
Apesar disso, a comparação com o inquérito das fake news ganhou força no debate público. Críticos apontam que a investigação no STF possui duração prolongada e escopo amplo, argumentos semelhantes aos usados para barrar a continuidade da CPMI, o que alimenta a percepção de incoerência.
Especialistas avaliam que, embora haja diferenças jurídicas entre os instrumentos — CPIs têm prazo definido, enquanto inquéritos judiciais seguem regras próprias — o impacto político é inevitável. A situação reforça questionamentos sobre equilíbrio entre os Poderes e pode afetar a confiança institucional, especialmente em um cenário já marcado por forte polarização.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva articula no Congresso a criação de uma brecha fiscal para viabilizar novos incentivos tributários. A iniciativa foi apresentada por meio de projeto de lei do senador Randolfe Rodrigues, líder do governo.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. proposta prevê exceções às regras fiscais que hoje limitam a concessão de benefícios tributários e a criação de despesas. Pelo texto, medidas desse tipo poderiam avançar sem as restrições habituais, desde que a renúncia de receita já esteja prevista no Orçamento de 2026 ou acompanhada de compensações.
Entre os pontos detalhados, o projeto inclui incentivos relacionados a áreas de livre comércio e operações envolvendo tributos como PIS/Pasep e Cofins. Também abre espaço para concessão de créditos na aquisição de materiais específicos e isenções sobre a venda de resíduos e aparas.
Além da questão tributária, a proposta trata de despesas obrigatórias. O senador inclui regras que permitiriam a implementação de iniciativas como licença-paternidade e salário-paternidade sem a aplicação de limitações fiscais mais rígidas.
As medidas são restritas ao exercício de 2026 e, se aprovadas, entram em vigor imediatamente após a sanção. A proposta deve intensificar o debate sobre responsabilidade fiscal e políticas de incentivo em meio ao cenário econômico e eleitoral.
Gastos com a manutenção de animais no Palácio do Planalto colocaram o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no centro de novas críticas. Levantamento aponta que a conta de água destinada ao viveiro de animais já ultrapassa R$ 1,6 milhão ao longo da atual gestão.
Os dados indicam que apenas em 2025 o custo chegou a mais de R$ 636 mil, o maior registrado no período recente. Em 2024, a despesa já havia sido elevada, superando R$ 480 mil, enquanto no primeiro ano do atual mandato o valor também ficou acima de R$ 460 mil.
O espaço abriga milhares de animais, entre aves e outras espécies, mantidos na área do Palácio. Somente no início de 2026, os gastos continuam, com mais de R$ 28 mil registrados apenas no mês de janeiro, o que mantém a tendência de custos elevados.
As despesas, no entanto, não incluem outros gastos associados, como alimentação e cuidados veterinários, nem consideram os animais mantidos na Granja do Torto, outra residência oficial da Presidência.
O tema ganhou repercussão em meio a críticas sobre prioridades do governo, especialmente diante do cenário econômico e de discussões sobre aumento de impostos e custo de vida da população.
Um contrato firmado entre o Banco Master e o escritório ligado à advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, passou a ser alvo de questionamentos após vir à tona o valor pago pelos serviços de compliance. Segundo apuração, os ganhos podem ter sido até 645 vezes superiores aos pagos a outros profissionais que atuaram em funções semelhantes.
O contrato, que previa até R$ 129 milhões, envolvia a produção, revisão e implementação de políticas internas do banco. Entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, o escritório recebeu cerca de R$ 75,6 milhões, com pagamentos mensais elevados. A equipe coordenada por Viviane teria atuado em áreas como código de ética e diretrizes de governança.
No entanto, documentos analisados indicam que parte significativa dessas políticas já havia sido elaborada anteriormente por funcionários do próprio banco ou por outros escritórios de advocacia. Em alguns casos, os registros digitais apontam autoria de terceiros mesmo durante o período em que o escritório de Viviane prestava serviços.
Especialistas ouvidos apontam que os valores pagos fogem dos padrões de mercado. Estimativas indicam que serviços semelhantes poderiam custar menos de R$ 10 milhões em escritórios de grande porte, o que levanta dúvidas sobre os critérios adotados na contratação.
O caso ganha ainda mais relevância por envolver investigações em curso sobre o Banco Master, que apuram suspeitas de irregularidades financeiras. Até o momento, não houve manifestação pública do ministro Alexandre de Moraes sobre o tema.
O senador Flávio Bolsonaro, que é pré-candidato à presidência da República, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) agiu para evitar que “dois maiores cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas”. A menção faz referência ao PCC (Primeiro Comando da Capital) e ao CV (Comando Vermelho).
O governo dos Estados Unidos avalia classificar o PCC e o CV, as duas maiores facções criminosas do Brasil, como organizações terroristas.
Flávio, em discurso em conferência conservadora nos Estados Unidos neste sábado (28), afirmou que o governo Lula “usou lobby pesado com certos conselheiros americanos para evitar que os dois maiores cartéis de drogas do Brasil fossem classificados como organizações terroristas”.
“O presidente do meu país faz lobby na América para proteger organizações terroristas que oprimem meu povo e exportam armas, lavam dinheiro e exportam drogas para os Estados Unidos e o mundo”, completou.
Flávio Bolsonaro discursou na edição de 2026 da CPAC (Conservative Political Action Conference), um dos principais fóruns do movimento conservador dos Estados Unidos.
O presidenciável afirmou que, com o retorno de Lula à presidência, o “Brasil está vivendo outra crise econômica devastadora, uma crise de segurança pública com expansão enorme de cartéis narcoterroristas, e múltiplos escândalos de corrupção envolvendo até membros da própria família do Lula”.
“E quando eu vencer, o povo brasileiro terá novamente um presidente que luta contra interesses das elites globais, contra a agenda ambiental radical, contra a agenda woke que destrói famílias, contra cartéis de drogas, e acima de tudo, luta pela liberdade e valores tradicionais”, disse ainda.
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