Foto: AP Photo / Alex Brandon
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reuniu com o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, nesta segunda-feira (7) na Casa Branca. O principal assunto do encontro foi a crise entre a Rússia e o Ocidente, à medida que as tensões e o acúmulo de tropas aumentam nas fronteiras ucranianas.
Após a conversa, Biden afirmou que a Alemanha e os EUA estão em sintonia para enfrentar a agressão russa em meio à crise na Ucrânia. O presidente americano vem reafirmando que uma invasão russa é iminente, e ordenou o envio de quase 3 mil soldados para a Europa Oriental para proteger o flanco leste da Otan da possibilidade de um ataque da Rússia.
“A Alemanha é um dos aliados mais próximos dos Estados Unidos”, disse Biden, acrescentando que eles estão “trabalhando em sintonia” para deter ainda mais a agressão russa na Europa.
Em entrevista coletiva ao final do encontro, o presidente americano afirmou que “Olaf Scholz tem confiança total dos EUA. A Alemanha é completamente e totalmente confiável. Não tenho nenhuma dúvida sobre a Alemanha”.
“Alemanha e EUA são parceiros e estamos trabalhando juntos para termos uma solução diplomática”, disse o presidente.
Biden ainda fez questão de reforçar a unidade da Otan em responder às tensões nas fronteiras ucranianas: “Se a Rússia fizer a escolha de invadir a Ucrânia nós estaremos juntos e prontos, e toda a Otan está pronta”.
De acordo com o presidente americano, “se a Rússia invadir a Ucrânia, não haverá o gasoduto Nord Stream 2”. A construção transporta gás natural russo sob o Mar Báltico para a Alemanha, evitando a Ucrânia. A Alemanha é fortemente dependente da energia russa, e há receio por parte do Ocidente de que o gasoduto de 1.200 quilômetros e US$ 11 bilhões seja usado como arma de retaliação pela Rússia.
Já Olaf Scholz reconheceu que se trata de uma “situação muito difícil”, mas reforçou que “estaremos unidos e agiremos juntos, tomaremos os mesmos passos e a Rússia deve entender isso”. O chanceler reforçou que a Alemanha “tem dado ajuda significativa à Ucrânia”.
“A Rússia tem que entender que a Otan permanece unida. Se houver agressão militar contra a Ucrânia haverá sanções causando altos custos para a Rússia”, pontuou Scholz.
De acordo com um porta-voz do governo alemão, o chanceler deve se encontrar na próxima terça-feira (8) com o presidente francês, Emmanuel Macron, e o presidente da Polônia, Andrzej Duda, em Berlim para discutir a crise na Ucrânia.
CNN Brasil
Bobagem. OTAN só vai enviar (se enviar) unidades destacadas dos 30 países que integram a aliança militar, uma força infinitamente inferior à Rússia. Pura bravata.
Em 2008 a Geórgia engoliu corda dos EUA com essa mesma promessa de ajuda da OTAN, invadiu a Ossétia do Sul e Abkássia (territórios Russos) e foi massacrada pelo exército Russo que eliminou todas as forças georgianas em 7 dias.
Engraçado…
A BOSTA, câncer do mundo e país mais imbecil do planeta, estados (des)unidos, gosta de meter o focinho em todos os outros países, se não resolve nem os problemas dele!
Mutilou o Vietnã, bombardeou um Japão rendido, mas pra encarar Putin só vai com a “OTAN” de lado?
Quando embargou Cuba, uma ilhota no caribe não foi arrochado?
Por que não encara a Rússia?
POR QUE NÃO PASSA DE UM PAÍS ‘COVARDE’ ENDEUSADO POR UM MONTE DE “BABACA”, BABÃO IMBECIL, MUNDO AFORA!!!
QUEM TEM C…, TEM MEDO, NENÉM!
Se meta com a mãe pátria Rússia não que VOCE SE LASCA!
Cambada de imbecis!