
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
Na última quinta-feira, 18, os presidentes Rodrigo Pacheco (DEM-MG), do Senado, e Arthur Lira (PP-AL), da Câmara, firmaram um compromisso ao lado do ministro da Economia, Paulo Guedes, de aprovar uma nova rodada do auxílio emergencial com medidas de contenção de gasto público. O plano será o primeiro grande teste de fogo da nova aliança selada entre a cúpula do Congresso e o governo Bolsonaro.
A ideia é colocar em votação na próxima quinta-feira, 25, um texto que incluirá uma cláusula de calamidade pública, prevista na proposta de emenda constitucional (PEC) Emergencial, na PEC do pacto federativo, que prevê a descentralização dos recursos da União para estados e municípios e a flexibilização de gastos mínimos em educação e saúde. Se for aprovado, o texto poderá destravar novos investimentos no país e gerar mais empregos, segundo Guedes.
“Os próximos dias serão decisivos. Se não aprovarmos o novo marco fiscal, os juros vão para a lua. Se os juros subirem, os investimentos não virão e não teremos criação de empregos e renda. Vamos continuar com desemprego em massa e estagnação econômica. Vai virar uma bola de neve. Mas se estabelecer um novo marco fiscal, o Brasil será outro, com mais investimentos”, diz a VEJA o ministro da Economia. A seguir, os principais trechos da entrevista.
Volta do auxílio com ajuste fiscal
“Em meio à pandemia, houve duas mensagens muito claras. Primeiro, a respeito da importância da boa política. A essência da boa política é alocar recursos públicos e tomar decisões sobre o que fazer com o orçamento. Deveríamos fazer a boa política todo ano como como foi feito em 2020: de um lado a saúde e a educação receberam recursos, do outro não foi dado aumento de salário para o funcionalismo público por dois anos, em 2020 e 2021. A segunda mensagem foi quando fizemos a extensão do auxílio emergencial até dezembro do ano passado. Naquela ocasião, conseguimos enviar ao Congresso a reforma administrativa, que irá gerar uma economia de cercar de 300 bilhões de reais. Isso virou um protocolo de crise que queremos replicar agora. Queremos manter um compromisso com a saúde, por meio da aprovação da PEC de guerra, e a responsabilidade fiscal, por meio do Pacto Federativo”.
Novo marco fiscal e mais investimentos
“Os próximos dias serão decisivos. Se não aprovarmos o novo marco fiscal, os juros vão para a lua. Se os juros subirem, os investimentos não virão e não teremos criação de empregos e renda. Vamos continuar com desemprego em massa e estagnação econômica. Vai virar uma bola de neve. Mas se estabelecer um novo marco fiscal, o Brasil será outro, com mais investimentos. O desafio é transformar uma recuperação cíclica, baseada em consumo, porque auxílio emergencial é consumo, numa retomada do crescimento sustentável, com base em investimentos. Por isso, temos de ter um novo marco fiscal, se não o investimento não vem. O novo marco fiscal é o seguinte: ataque o problema da saúde sem comprometer as futuras gerações”.
A boa política e as futuras gerações
“O dinheiro tem que ir aonde o povo está. Isso é a boa política. Durante a pandemia, demos 140 bilhões de reais aos estados e municípios, com repasses de recursos, rolagem de dívida, transferência para fundos… O que exigimos em troca? Que esse dinheiro não poderia virar aumento de salário para funcionários públicos nos próximos dois anos. Assim, as despesas transitórias com a saúde não se tornaram permanentes com a máquina pública e economizamos 140 bilhões de reais. Essa é a mentalidade da proteção das futuras gerações. O novo marco fiscal, portanto, será um monumento à boa política”.
Vacinação e reformas
“No primeiro ano, surpreendemos o mundo quando fizemos a reforma da previdência. No segundo, falaram que o PIB brasileiro iria cair quase 10% e o primeiro mundo, 4%. O Brasil caiu 4% e a Inglaterra, 9,9%. Boa parte dos principais países desenvolvidos caíram mais que o Brasil. Então, surpreendemos o mundo de novo. E agora no terceiro ano vamos surpreender novamente, porque teremos a vacinação em massa e a boa política. Seremos o país que fez reformas em meio à pandemia. O presidente Bolsonaro disse que tinha que cuidar da saúde e da economia. Ele criou a imagem das crises gêmeas. Nesse mesmo sentido, o prefeito de Curitiba, Rafael Greca, criou uma bela imagem. Ele disse que o Brasil é como um pássaro que precisa das duas asas para voar, ou seja, precisa da saúde e da economia funcionando bem. Este é o ano em que teremos que bater as duas asas ao mesmo tempo. Por isso, é tão importante a vacinação em massa e o auxílio emergencial de um lado e as reformas do outro”.
Veja
Mesma desculpa de sempre! Corrói o salário e o direito do povo que melhora!
Marco fiscal é o nome bonito p foder só os servidores civis.
Pois os militares, juízes, promotores e políticos estão mamando nas tetas sem limites…
Não é pouco. E não trabalham
O ajuste fiscal com certeza não passa pela redução dos privilégios dos juízes, seus supersalários, a verba de gabinete dos parlamentares, os cartões corporativos da cúpula do executivo, as lagostas dos tribunais superiores etc.
Pelo andar da carruagem, o Paulão vai pro paredão.
Presidente fuleira..de todos os tempos.. jumento batizado..
Tiraram seu capim? Pede a Fatão kkkk
Nhonho sabe disso.
Por isso sentou a bunzanfa em cima das reformas.
Esse cara só fez mal ao país.
Mas agora com Lira tá prometendo finalmente avançar, presidente e ministros bons nós temos, agora é só aguardar os desfechos.
Melhor se sentar.
Guedes, o contador de histórias. Guedes, o encantador de boiadas. Guedes, até aqui não mostrou para que veio. Zero projetos.
"Maldito governo comunista, nem posso ir pra Disney com o dólar no preço que está." O ano era 2014, o dólar estava a R$ 2,60, após alta de 40% no ano.
Há dois anos q esse papangú fala, fala,fala,fala, e nada.
O Brasil tá só a bosta.
Tudo aumentando, o GADO levando fumo e achando bom…..
Esse é o famoso, ENCANTADOR DE GADO.
A culpa é do PT e do luladräo.
Muuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
Ministro sozinho não faz nada não. Se o congresso não votar, nunca haverá reformas!!
Lucas, o congresso hoje está na mão do Bozo. Vamos ver se sai alguma reforma agora.
Essa reportagem foi feita antes da demossso do presidente da Petrobras. PIXU analisa os fatos bom todo cuidado , o posto IPIRANGA perdeu totalmente o pulso, jacaré ? doido já assumiu que quer reeleição e vai agir para isso . Cenário muito negativo, pandemia, inflação perda de credibilidade e fome , muita fome do centrão por cargos e verbas. PIXU na su isenta análise conclui: jacaré em seco anda .
Kkkkkkkk. Ja privatizou alguma estatal Guedes? O tonho ja não é o presidente da Câmara. Esse Guedes tem lábia.
Vai acabar com o Brasil. Só fala muita bosta e Nao faz nada. Bolsonaro é jumento, não administra nem um chiqueiro de porco. Kkkkkk