Foto: Nelson Jr.
O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira que o governo atual começou com uma “visão idílica” que o deixou “aprisionado” durante o primeiro ano de gestão, ao tentar negociar a aprovação de projetos com bancadas temáticas no Congresso. Segundo Mourão, Bolsonaro “mudou a sua rota” em 2020. Ele defendeu ainda que, “se não houver coalizão, o presidente não governa”.
“O governo começou com uma visão idílica, estou sendo bem sincero, de que por meio das bancadas temáticas nós teríamos um relacionamento eficiente com o Congresso”, afirmou em conversa promovida pelo Credit Suisse, acrescentando:
“Quando viramos esse ano, o presidente, que obviamente passou 28 anos dentro da casa, sabe como a coisa funciona, entendeu que tinha que ter uma base mais consistente”, disse.
“Enquanto permanecer com sistema político com essa quantidade de partidos, qualquer governo terá que trazer para o bojo de suas ideias esse grupo de partidos de centro”, afirmou. Segundo ele, um Congresso “multifacetado”, com mais de 25 partidos, exige alianças como a feita com o Centrão.
Mourão citou as criticas feitas ao governo de que a prática do “toma lá da cá”, condenada pelo presidente Jair Bolsonaro, teriam voltado a Brasília, mas disse que isso faz parte do presidencialismo. Ele também afirmou que, em um Congresso fragmentado como o brasileiro, qualquer presidente que assuma precisará dialogar com os partidos de centro.
“E ai, óbvio, a critica, ‘não, voltou o toma lá da cá, vai dar cargo, vai dar ministério’… É, o partido que quer estar junto do governo ele quer participar, e a participação se faz dessa forma. Muito se fala da questão presidenc40ialismo de coalizão, o presidencialismo ele só pode ser de coalizão. Pra mim presidencialismo de coalizão é pleonasmo. Se não houver coalizão o presidente não governa”, comentou.
Segundo o vice-presidente, a relação entre o Executivo e o Legislativo foi reforçada com a chegada do ministro das Comunicações, Fábio Faria, que antes ocupava cargo de deputado federal pelo PSD do Rio Grande do Norte. Faria tem boa interlocução com o Congresso e com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).
“Eu vejo que nós vamos avançar para ter uma base mais consistente e que irá facilitar a aprovação das reformas” afirmou.
Mourão disse, no entanto, que o governo precisa melhorar a relação com estados. De acordo com eles, é preciso “estender outras pontes” para que o trabalho seja mais integrado, nesse contexto de pandemia do novo coronavírus.
Com informações de O Globo e CNN Brasil
Bozonaro, currupto até a bufa.
E a música que o ministro Heleno, o companheiro de exército e de governo cantou sobre o centrão durante a campanha, esqueceu a letra?
Vamos lá, só um refresco na memória:
"- Se gritar pega centrão, não fica um meu irmão."
Essa música pegou igual chiclete.
Roberto Jefferson já fez a coalizão. Já está tudo tranquilo como era antes da "nova política". A velha política está velha, mas o presidente descobriu que funciona melhor. Ele já falou "ACABOU PORRA…ACABOU". Pronto a nova política acabou. A mamata está liberada novamente, mas só para o centrão.
Por isso a entrega de 56 bi do Fundo da Educação ao Centrão?
Kkkkkk
Dá-lhe centrão!
Os corruptos estão em festa no governo Bolsonaro!
Passe livre c o engavetador geral da república
Pura verdade, bem que Bolsonaro tentou, mas o sistema e bruto, mal viciado, corrupto desde quando Cabral andou por aqui.
Cabe a nós eleitores escolher melhor os nossos representantes.
Mudar leis, esses caras não muda nunca.
Em quanto o povo eleger parlamentares do tipo do Botafogo por exemplo, o pensamento do congresso é de coalizão.
Trocando em miúdos, o velho toma lá da cá.
Esses caras não vivem sem isso.
O nome disso é centrão.