O empresário André de Paula e Renata Carvalho assumem o comando da operação da Todeschini Natal, uma das mais importantes franquias do segmento premium de móveis planejados do Brasil.
A nova fase da marca na capital potiguar chega com a proposta de fortalecer ainda mais o posicionamento da Todeschini no mercado de alto padrão, trazendo inovações em design, lançamentos alinhados às principais tendências nacionais e internacionais, além de investimentos em um showroom de excelência, à altura da tradição e do prestígio da marca.
Segundo André de Paula, o objetivo é proporcionar uma experiência ainda mais sofisticada aos clientes, arquitetos, designers de interiores e construtoras, consolidando a Todeschini Natal como referência em ambientes planejados de alto padrão no Rio Grande do Norte.
Reconhecida pela qualidade, inovação e sustentabilidade, a Todeschini possui o maior parque fabril de móveis planejados da América Latina, sendo uma das marcas mais respeitadas do setor no país.
Os Estados Unidos afirmaram ter bombardeado mais de 80 alvos no Irã nesta terça-feira (7), em uma nova ofensiva militar que marca o rompimento da trégua firmada entre os dois países no mês passado, conforme informações do Metrópoles.
Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), a operação foi uma resposta a supostos ataques iranianos contra três embarcações comerciais que navegavam pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas do transporte mundial de petróleo.
De acordo com os EUA, foram atingidos sistemas de defesa aérea, radares, centros de comando, estruturas de mísseis antinavio e mais de 60 embarcações do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. O objetivo, segundo o Centcom, foi reduzir a capacidade do Irã de realizar novos ataques contra o comércio marítimo internacional.
Em comunicado, os EUA afirmam que embarcações de bandeiras das Ilhas Marshall, Arábia Saudita e Libéria foram alvo de ações iranianas, classificadas como uma violação do cessar-fogo. O comando militar também declarou que as forças americanas permanecem na região e estão prontas para reagir caso o acordo continue sendo desrespeitado.
O governo do Irã, por sua vez, negou ter atacado os navios citados pelos Estados Unidos e afirmou que as acusações são “perplexas”. Até o momento, não há confirmação independente sobre os episódios que motivaram a nova ofensiva militar.
A Polícia Civil recuperou 55 extensões capilares roubadas de um salão de beleza de Lagoa Nova, na Zona Sul de Natal. O material, avaliado em cerca de R$ 250 mil, foi encontrado em dois estabelecimentos na cidade de Recife (PE).
Segundo a PC, no dia 19 de março passado, os suspeitos se passaram por clientes para abordar as vítimas. Funcionários e clientes, incluindo crianças, foram trancados em um banheiro enquanto os criminosos recolhiam as extensões e celulares.
A ação envolveu dois homens, uma mulher e uma adolescente, conforme as investigações.
A recuperação do material ocorreu na segunda fase da operação. Na primeira, realizada em abril, uma investigada foi presa.
De acordo com a polícia, um dos envolvidos segue foragido. Outro morreu em confronto com forças de segurança durante outro roubo. Já a adolescente envolvida responde por ato infracional semelhante ao crime de roubo majorado.
A nova fase da operação busca identificar possíveis receptadores dos produtos roubados e garantir a devolução do patrimônio à vítima. As investigações continuam para localizar o último suspeito.
A Polícia Civil pede que informações sobre o caso sejam repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia 181.
Pequenos valores cobrados todos os meses na fatura de cartões de crédito de centenas de milhares de clientes. E mais: por serviços não contratados ou sequer solicitados pelos correntistas. Foi essa a prática que o Itaú admitiu adotar ao longo dos últimos 14 anos ao assinar acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Os métodos utilizados pelo Itaú para ludibriar os clientes, impor as cobranças e dificultar o cancelamento destas foram descritos na ação civil coletiva que deu origem ao acordo, revelado pelo Metrópoles, na coluna Manoela Alcântara.
O documento também expõe a dimensão da prática, classificada como de “extrema má-fé”, ao alcançar correntistas do Itaú e clientes de cartões parceiros do banco, como os oferecidos por lojas de departamento.
“A cobrança indevida de um serviço/produto não autorizado/solicitado pelo consumidor não corresponde a um equívoco, mas a uma prática que vem sendo perpetrada há anos, de forma reiterada, contra milhares de consumidores, o que evidencia a sua extrema má-fé”, afirma a ação assinada pelo promotor de Justiça Lindolfo Barbosa Lima.
A ação revela que as cobranças “aparecem” nas faturas com diferentes nomes. Entre os citados, estão: “Seguro de AP Premiado, Acidentes Pess Prem, Seguro Proteção Especial, Super/Seguro Tranquilidade Total, Lig Bloqueio, Seguro Perda/Roubo 96 horas, Seguro Renda Premiada, Renda Premiada Master, Seguro Super Renda, Seguro Cred Vida Plus, Proteção Perda e Roubo”.
Nomes que dificultam que o cliente identifique a origem da cobrança não solicitada e fazem parte da estratégia para esconder a prática. Os nomes genéricos lançam os correntistas em complicada busca pela empresa responsável pelo serviço que está sendo cobrado indevidamente. Assim, fica mais difícil contestar e interromper os descontos irregulares.
Para tornar a estratégia ainda mais cruel, a ação aponta que muitas vezes os correntistas se sentem obrigados a pagar pela cobrança indevida com medo de punições por não quitar o valor total da fatura do cartão de crédito.
“Como se pode ver o valor produto/serviço não solicitado/autorizado é incluído na fatura do cartão de crédito, de modo que o consumidor fica compelido a pagar o valor total da fatura, sob pena de ser cobrado, na próxima fatura, por encargos de financiamento (juros, multa e outros encargos financeiros) também indevidos”, diz trecho da ação.
Quem identifica a cobrança indevida e a origem dela enfrenta, ainda, a burocracia do Itaú. A ação reúne relatos e documentos apresentados por correntistas que pediram o cancelamento, mas não foram atendidos. Em um dos casos documentados, o Itaú se comprometeu a interromper as cobranças, mas o valor continuou aparecendo nas faturas dos meses seguintes.
clientes e que permanecem bloqueados e nunca foram utilizados, mas que ainda assim recebem lançamentos de cobranças por seguros e outros serviços.
“A prática perpetrada é corriqueira e disseminada contra todos os consumidores que possuem os cartões de crédito emitidos/administrados pelo Banco Itaucard que, ressalte-se, resistiu em modificar sua conduta abusiva”, diz a ação.
O esquema também fez vítimas que nem mesmo são correntistas do Itaú. Isso porque o banco administra cartões de outras empresas, como lojas varejistas. A ação lista: “Ipiranga, Fiat, Volkswagen, Ford, TAM, Azul, Mit, Vivo, TIM, Livraria Cultura, Extra, Walmart, Sam’s, Magazine Luiza, Ponto Frio, Brastemp, e IAS (Instituto Airton Senna)”. Eram, em 2016, época da denúncia, 133 tipos de cartões de diferentes bandeiras.
O acordo
O acordo assinado pelo Itaú, 10 anos após o início da tramitação da ação civil coletiva, traz exigências que, na prática, inviabilizam o ressarcimento dos clientes lesados. Conforme também revelado pela coluna Manoela Alcântara, do Metrópoles.
Para ter direito à devolução dos valores, o consumidor deve atender simultaneamente aos seguintes critérios:
apresentar evidências de cobrança de seguro não contratado ou mantido após cancelamento, ocorrida no período de 13 de junho de 2011 a 18 de dezembro de 2025;
ter registrado, até 18 de dezembro de 2025, reclamação sobre a cobrança no Itaú e/ou em canais oficiais de defesa do consumidor, como Sindec, consumidor.gov.br, Pro-Consumidor, Ministérios Públicos, Defensorias Públicas, Idec (para associados) ou plataforma Reclame Aqui.
Assim, só poderão reaver os valores clientes que tenham denunciado a cobrança irregular a canais oficiais de atendimento até dezembro de 2025.
No meu Cartão de Crédito caixa sim na fatura deste mês veio com alguns valores duplicados… e não é a primeira vez. Até agora não consegui acessar os canais de atendimento.
Um motociclista provocou um incêndio em um posto de combustíveis no bairro da Freguesia, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, após reclamar da suposta qualidade da gasolina utilizada para abastecer seu veículo. Toda a ação foi registrada por testemunhas.
Nas imagens, o homem aparece discutindo com um funcionário enquanto segura um galão com líquido inflamável. Em seguida, ele espalha o combustível pelo pátio do estabelecimento e afirma que colocaria fogo no local. Apesar dos apelos de pessoas que acompanhavam a cena, o suspeito usou um isqueiro e iniciou o incêndio.
As chamas se espalharam rapidamente pelo chão do posto, provocando correria entre funcionários e clientes. Após o episódio, o motociclista fugiu e ainda não foi identificado.
Segundo o Corpo de Bombeiros, equipes foram acionadas às 16h10 e conseguiram controlar o fogo rapidamente. A ocorrência foi encerrada às 16h40 e ninguém ficou ferido.
A Polícia Civil informou que não havia registro formal do caso até aquele momento, mas a 41ª DP (Tanque) abriu investigação após tomar conhecimento das imagens. Diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias do crime e identificar os envolvidos.
O empresário Luciano Hang, fundador da Havan, acendeu um sinal de alerta para o comércio brasileiro.
Em entrevista à Folha de S.Paulo, o bilionário afirmou que a proposta do fim da escala 6×1 pode provocar uma “quebradeira” em massa, atingindo principalmente as pequenas e médias empresas do varejo nacional.
Segundo ele, a redução forçada da jornada de trabalho vai encarecer severamente a operação das empresas.
No caso da própria Havan, a estimativa é de uma alta de 15% a 20% nas despesas. Hang foi categórico ao alertar que o trabalhador e o consumidor final sentirão o impacto direto dessa conta através da inflação.
“O custo será repassado para os preços. Do couro sai a correia”, disparou.
Hang ironizou o avanço da pauta, afirmando que preferiria a adoção imediata da escala 4×3 para que o impacto no país ocorresse de forma acelerada.
Segundo a análise do empresário, o encarecimento generalizado dos produtos vai corroer o poder de compra, empurrando o cidadão a buscar uma segunda fonte de renda para fechar o mês.
🚨VOCÊ CONHECE O BOULOS E O JANONES? QUEM É O CANDIDATO QUERIDINHO DESSES DOIS? SERIA O LULA?
👺👺👺O deputado Guilherme Boulos relatou e votou pelo arquivamento da denúncia por “rachadinha” contra o deputado André Janones no Conselho de Ética da Câmara em 2024.💩💩💩
Quem quebra esse pais são político da,qualidade de Rogerio Marinho, que vai pra Brasilia passa 3 dias e não produz nada pro nosso estado a não ser defender um ladrão como Flávio RACHADINHA, ISSO SIM É UMA VERGONHA!!!
O que vc entende de economia , vai estudar ! Quem quebra o país é seu larápio e a esbanja gastando mais de 7 bilhões em viagens de turismo, seu larápio deixou um rombo nas contas públicas de 1.2 trilhão e com isso os deles todos mais ricos e debochando da cara de acéfalos como vc q idolatram o ladrão q te rouba e vcs batem palmas , ridículo os comentarias sem noção de vocês . Aguardem q essa conta do fim da escala vai chegar para vocês e muitos não vão só passar 2 dias em casa não , vão passar os 7 mesmo . Isso não passa de um ladrão desesperado tentando a todo custo ganhar uma eleição e mostrar q fez algo , só q não tá nem aí para as consequências.
Deve viver de bolsa esmola o senhor, que produz só dispesas.
Quem quebra esse país é o tal “pai dos pobres”, um dos homens mais ricos do mundo hoje…
🫏🫏🫏JUMENTINHO MANIPULADO, VOCÊ CONHECE A VERDADEIRA HISTÓRIA DA RACHADINHA NO RIO DE JANEIRO? VAI SE INFORMAR, ANTES DE FICAR FEITO PAPAGAIO, FALANDO AS MENTIRAS QUE A QUADRILHA CHAMADA PT ESPALHA! BOLSONARO PASSOU 6 ANOS SENDO O PRINCIPAL ACUSADO DE MATAR MARIELLE, POR ACASO, FOI ELE? 👺O “BA” VIVE FALANDO NO PROGRAMA DO BG QUE O FLÁVIO BOLSONARO COMPROU UMA CASA À VISTA. ELE SABE MUITO BEM QUE, MOEDA CORRENTE NÃO É DINHEIRO VIVO. ESQUERDISTA QUE NÃO É LADRÃO É BURRO OU DESONESTO INTELECTUAL.
👉🏿👉🏿👉🏿O ex-deputado estadual André Ceciliano (PT) foi apontado em relatórios do Coaf como o “número um” em volume de movimentações financeiras suspeitas no escândalo das “rachadinhas” da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Amnésia conviniente ,né muar ?
Será que Natália boa vida e Fernando Mineiro, pelo menos, vão à Brasília? Pela relação dos políticos mais atuantes, acho que não. Quem é um esquerdista pra acusar Rogério Marinho de alguma coisa? Se oriente, jumento! Dá uma olhadinha pro teu rabo!
Um advogado de 43 anos foi preso preventivamente nesta quinta-feira (28), em Natal, suspeito de aplicar um golpe de cerca de R$ 500 mil contra um cliente. A prisão ocorreu durante a operação “Patrocínio Infiel”, da Polícia Civil do RN. O advogado não teve a identidade revelada pela polícia.
Segundo as investigações, o advogado orientava o cliente a transferir parcelas de financiamento, superiores a R$ 11 mil por mês, para contas bancárias dele e da esposa, alegando que os valores seriam destinados a uma conta judicial ligada ao processo.
A vítima realizou os pagamentos entre 2021 e 2025 e chegou a vender um imóvel para manter as transferências. O golpe foi descoberto quando o antigo dono do imóvel comercial entrou na Justiça alegando falta de pagamento do financiamento.
A Polícia Civil apurou que não existia autorização judicial para os depósitos e que os valores nunca foram repassados à Justiça. O suspeito ainda produzia comprovantes falsos para manter o cliente enganado.
Além do mandado de prisão, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em imóveis nos bairros Neópolis e Lagoa Nova, incluindo o escritório do advogado. A investigação também aponta possível lavagem de dinheiro com a compra de bens. O advogado foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.
O Marechal Steakhouse vai transmitir os jogos da Seleção Brasileira na Copa 2026 em grande estilo. Com telão, menu exclusivo e uma parceria especial com a Grand Cru Natal, o restaurante oferece uma das experiências mais completas de Natal para assistir ao Brasil jogar.
Durante os jogos, os clientes contam com Open Wine Grand Cru Natal por R$ 99 por pessoa — vinhos servidos livremente em taça das 18h às 22h, com adesão obrigatória para toda a mesa. O cardápio especial inclui entradas e petiscos a partir de R$ 28, além de drinks clássicos como Caipirinha, Negroni e Aperol a R$ 24, e Chopp Duplo.
Datas confirmadas:
Sábado, 13 de junho | 19h — Brasil x Marrocos
Sexta, 19 de junho | 21h30 — Brasil x Haiti
Quarta, 24 de junho | 21h30 — Brasil x Escócia
Enquanto o governo sabota projetos para socorrer produtores rurais e até chama a renegociação das dívidas de “pauta-bomba”, Lula deu sinais de que vai manter o opulento padrão na viagem que inventou, diz que de última hora, a Paris (França) para participar do G7. O pagador de impostos vai bancar fatura de R$480.542,20, isso só com carrões para a comitiva do petista zanzar por lá. Se por aqui a ANAC até parou atividades por falta de dinheiro, por lá, as limusines já estão até pagas.
O Itamaraty contratou a V&D Luxury, que só trabalha com modelos top de linha da Mercedes, sedans ou vans. Além do chofer, claro.
No site, a empresa oferece limusines para clientes de alto padrão com a mensagem “Torne sua viagem tão luxuosa quanto seu destino”.
O Itamaraty também já mandou alugar “salas” de apoio para Lula, que ainda está a quase 9 mil quilômetros de Paris,
São dois espaços, a “Salle du Conseil”, para 10 pessoas, e a “Salle des Arcardes”, para 30 pessoas. A fatura é nossa: R$38.687,35.
A classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos levou empresas brasileiras a reforçarem a análise de clientes, fornecedores e parceiros comerciais.
Companhias de diversos setores iniciaram uma revisão interna para identificar possíveis vínculos com as facções e evitar riscos de sanções futuras. A medida aumentou a procura por serviços de compliance e assessoria jurídica.
A preocupação é que a legislação americana permita investigações e punições contra empresas que, mesmo indiretamente, mantenham relações comerciais com pessoas ou organizações ligadas aos grupos criminosos.
Entre as possíveis consequências estão bloqueio de bens, restrições financeiras e dificuldades para operar em mercados internacionais.
Setores mais vulneráveis
Os setores considerados mais vulneráveis incluem combustíveis, transporte, construção civil, mercado imobiliário, apostas, mineração e, principalmente, o sistema financeiro.
Mesmo antes de eventuais sanções, a nova classificação já eleva custos, amplia exigências de fiscalização e aumenta a percepção de risco para negócios envolvendo o Brasil.
O caso mexicano é visto como referência. Após cartéis do país serem enquadrados como organizações terroristas pelos EUA, empresas ampliaram controles internos e enfrentaram maior fiscalização em operações financeiras e comerciais.
A avaliação do mercado é que a adaptação às novas regras e exigências deve se tornar parte permanente da rotina das empresas com atuação internacional.
Glossário do compliance contra o terrorismo:
AML (Anti-Money Laundering): Conjunto de leis, normas e controles destinados a prevenir, detectar e reportar lavagem de dinheiro
Asset Freeze (Congelamento de Ativos): Bloqueio de contas bancárias, participações societárias, imóveis e outros bens pertencentes a pessoas ou entidades sancionadas
Beneficial Owner: Pessoa que, em última instância, possui, controla ou se beneficia economicamente de uma empresa ou estrutura societária, ainda que não apareça formalmente nos documentos da companhia
CFT (Countering the Financing of Terrorism): Conjunto de medidas voltadas a prevenir e combater o financiamento de organizações terroristas
Correspondent Banking: Relação pela qual um banco mantém conta em outra instituição financeira, normalmente nos EUA, para liquidar pagamentos internacionais. O risco de perder essas relações é um dos principais instrumentos de pressão das sanções americanas
De-risking: Prática pela qual bancos e instituições financeiras encerram contas ou recusam clientes considerados de alto risco regulatório, jurídico ou reputacional, mesmo quando não há comprovação de ilegalidade
Designated Entity: Pessoa física, empresa, organização ou grupo formalmente incluído em uma lista de sanções ou de terrorismo
EDD (Enhanced Due Diligence): Investigação aprofundada aplicada a clientes, parceiros ou operações consideradas de alto risco para dectar possíveis vínculos com atividades ilícitas
FinCEN (Financial Crimes Enforcement Network): Unidade de inteligência financeira do Tesouro dos EUA responsável pelo combate à lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e outros crimes financeiros. Produz alertas para o sistema financeiro e recebe relatórios de operações suspeitas
KYC (Know Your Customer): Conjunto de procedimentos para identificar e verificar a identidade de clientes. É um dos pilares dos programas de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo
Lista SDN: Cadastro de pessoas, empresas e entidades sancionadas pela OFAC. Quem entra na lista tem seus bens sob jurisdição americana bloqueados e fica proibido de negociar com cidadãos, empresas e instituições financeiras dos EUA, mas também dificulta ou inviabiliza o acesso ao sistema financeiro internacional
Material Support: Conceito jurídico do direito americano que abrange qualquer forma de apoio a uma organização terrorista. Pode incluir dinheiro, bens, treinamento, transporte, hospedagem, tecnologia, serviços profissionais, assistência logística ou conhecimento especializado
OFAC (Office of Foreign Assets Control): Agência do Tesouro dos EUA responsável por administrar e aplicar programas de sanções econômicas. Mantém a lista SDN, emite licenças e orientações e pode impor multas bilionárias a instituições que violem sanções
Overcompliance: Fenômeno pelo qual empresas e bancos adotam restrições mais severas do que as exigidas pela lei para evitar riscos regulatórios. É comum após a designação de grupos terroristas
Reputational Risk (Risco Reputacional): Perda potencial de clientes, investidores, parceiros comerciais ou acesso a financiamento após associação direta ou indireta com sancionados
SAR (Suspicious Activity Report): Relatório de atividade suspeita que instituições financeiras devem enviar ao FinCEN quando identificam operações potencialmente ligadas a atividades ilícitas
Sanctions Screening: Processo de verificação de clientes, fornecedores, acionistas e contrapartes contra listas de sanções, listas terroristas e bases de pessoas politicamente expostas ou investigadas
Secondary Sanctions (Sanções Secundárias): Mecanismo pelo qual os EUA podem restringir ou punir empresas e instituições estrangeiras que realizem negócios relevantes com pessoas ou entidades sancionadas, mesmo sem presença física em território americano
UBO (Ultimate Beneficial Owner): Expressão usada em compliance para designar o beneficiário final efetivo de uma empresa
Watchlist: Lista de monitoramento utilizada por bancos, seguradoras e empresas para identificar clientes, fornecedores ou parceiros associados a sanções, terrorismo ou crimes financeiros
A guerra dos Estados Unidos contra o Irã já consumiu US$ 37,5 bilhões (cerca de R$ 190,8 bilhões) dos cofres norte-americanos, informou nesta terça-feira (21/7) o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth. O valor representa um aumento de quase US$ 8 bilhões em relação à estimativa pública anterior e inclui os custos previstos da operação militar até 30 de setembro.
A atualização foi apresentada durante audiência da Comissão de Dotações do Senado, da qual Hegseth participou ao lado do chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine.
A divulgação do novo custo ocorre em meio ao décimo dia consecutivo de confrontos entre Washington e Teerã, que ampliaram as preocupações sobre os impactos econômicos e energéticos da escalada militar no Oriente Médio.
Enquanto você avalia se vale a pena investir em inteligência artificial para suas campanhas, seu concorrente já está usando. Não é alarmismo. É cenário de mercado.
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Pequenos valores aparecendo na fatura do cartão sem pedido do cliente. Essa é a prática apontada em uma ação civil coletiva contra o banco Itaú Unibanco, que resultou em um acordo com o Ministério Público de Minas Gerais.
Segundo a ação, consumidores teriam recebido cobranças de seguros e serviços que não contrataram ou que afirmam não ter solicitado. O caso foi revelado pelo Metrópoles.
Os lançamentos apareciam na fatura com nomes variados, o que, de acordo com o processo, dificultava que o cliente entendesse do que se tratava ou conseguisse cancelar a cobrança.
Entre os nomes citados na ação estão “Seguro AP Premiado”, “Seguro Proteção Especial”, “Seguro Perda/Roubo 96 horas”, “Seguro Super Renda” e “Renda Premiada Master”.
O Ministério Público afirma no processo que as cobranças teriam atingido milhares de consumidores ao longo dos anos, incluindo correntistas do Itaú e usuários de cartões administrados pelo banco em parceria com empresas de varejo, telefonia, companhias aéreas e montadoras.
A ação também reúne relatos de consumidores que dizem ter pedido cancelamento das cobranças, mas afirmam que os valores continuaram aparecendo nas faturas.
Segundo o material do processo, houve casos envolvendo até cartões não utilizados ou bloqueados que, ainda assim, teriam recebido cobranças de seguros e serviços.
Veja como conferir sua fatura
✔ Procure cobranças pequenas repetidas mês após mês;
✔ Confira nomes ligados a “seguro”, “proteção”, “renda”, “bloqueio” ou termos parecidos;
✔ Revise faturas antigas do cartão;
✔ Verifique também cartões de lojas, companhias aéreas, telefonia ou outras marcas administradas pelo Itaú.
Como funciona o acordo
O acordo firmado no caso prevê regras para quem quiser pedir devolução dos valores. Segundo os critérios divulgados, o consumidor precisa apresentar indícios de cobrança de seguro não contratado — ou mantida após pedido de cancelamento — ocorrida entre junho de 2011 e dezembro de 2025.
Além disso, é necessário ter feito reclamação até dezembro de 2025 junto ao banco ou em canais oficiais de defesa do consumidor. Outra exigência prevista é que o próprio cliente apresente elementos para sustentar que não solicitou o serviço cobrado.
Todos os órgãos públicos, acobertando os absurdos da cosern, roubando descaradamente todos os consumidores que fizeram instalação de sistema de energia solar, inclusive eu.
O motorista da Troller que se envolveu em um acidente na avenida Senador Salgado Filho, no último domingo (7), se apresentou à Polícia Civil nesta quinta-feira (11). Por pouco, o sinistro não terminou em morte. Em entrevista à TV Tropical, o advogado Renato Passos, que defende o condutor, deu a versão dele.
“Em primeira análise, se discute se é uma lesão corporal de natureza grave, uma vez que houve a perda de um baço, de um órgão. Estamos aqui para fazer esse acompanhamento. Nosso papel é acompanhar para que exista um processo legal e que essa responsabilização esteja dentro do previsto na lei”, afirmou.
Passos confirmou que o motorista retornou ao local do acidente e prestou apoio ao acidentado. “Ele permanece no local. Ele aciona o Samu. Ele ajuda também a colocar o acidente na maca. Após a chegada do Samu, se direciona à unidade de saúde”, comentou.
Ao ser questionado se o motorista estaria participando de um “racha” com o outro veículo, uma RAM, o advogado se absteve de confirmar que, de fato, havia a disputa e ainda lançou outras suposições.
“A defesa, nesse momento processual, vai se abster de tecer comentário nesse sentido. Existem várias teses que estão sendo discutidas e veiculadas no sentido que poderia ser uma briga de trânsito, uma briga entre marido e mulher ou poderia ser um racha”, disse.
Apesar disso, ele pontuou que o condutor estava acompanhado da companheira no momento do acidente. “e estava acompanhado da sua companheira, estava com ela. Tanto que, nas imagens, os dois descem do veículo, vão ao local do acidente, permanecem no local”, acrescentou.
Também perguntado se o motorista da Troller conhecia o condutor da RAM, ele manteve a abstenção. “Sobre a outra pessoa, que seria o outro condutor que é filmado e registrado, vamos deixar a cargo das investigações. Enquanto defesa do motorista do Troller, nós não temos ciência de quem seria essa outra pessoa. Ficará a cargo da delegacia especializada”, respondeu.
Em relação à assistência à vítima logo após o acidente, o advogado também disse que o cliente ofereceu apoio. “Desde o primeiro momento, a gente volta a frisar, o nosso cliente forneceu o WhatsApp. A gente está em comunicação com os familiares da vítima. Marcamos um encontro, mas chegou a informação que existiam algumas investidas para saber quem seria a pessoa causadora do acidente. Preferimos chamar os familiares ao nosso escritório, mas eles não foram”, encerrou.
O acidente aconteceu na manhã do último domingo (7). O motociclista, identificado como Vicente Linhares, seguia na Avenida Senador Salgado Filho quando foi atingido pelo Troller. Por causa da força do impacto, a motocicleta pegou fogo e ficou completamente destruída. Câmeras de segurança instaladas em um veículo flagraram o momento do sinistro. Nas imagens, é possível ver o Troller e a RAM em alta velocidade pela via. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.
A publicidade genérica está morrendo. O consumidor de 2026 espera que a marca fale com ele, não com todo mundo ao mesmo tempo. Mas personalizar comunicação para milhares — ou milhões — de pessoas exige algo que nenhum time humano consegue sozinho: escala com precisão.
É exatamente aí que a inteligência artificial muda o jogo. Na Ratts Ratis, usamos IA para criar variações personalizadas de campanhas que se adaptam ao perfil de cada segmento de público. Mesmo anúncio, mas com headline, imagem e chamada diferentes dependendo de quem está vendo.
O processo funciona em três etapas. Primeiro, a IA analisa o público e cria clusters comportamentais — grupos de pessoas com padrões de consumo, linguagem e motivação semelhantes. Segundo, para cada cluster, geramos variações criativas que dialogam com aquele perfil específico. Terceiro, a entrega é automatizada: cada pessoa recebe a versão da mensagem que tem maior probabilidade de gerar resposta.
Isso vai muito além de trocar o primeiro nome no e-mail. Estamos falando de adaptar o argumento de venda, o apelo emocional e até o formato visual da peça para maximizar relevância.
Um exemplo prático: para um cliente do segmento imobiliário, criamos três versões de uma campanha de lançamento. Uma focada em investimento, outra em qualidade de vida e outra em localização privilegiada. Cada versão foi direcionada ao cluster correspondente. O resultado foi um aumento de 35% no engajamento comparado à campanha unificada anterior.
Personalização em escala não é luxo. É o novo padrão. E a Ratts Ratis já opera nesse nível.
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A Embaixada dos Estados Unidos no Bahrein emitiu um alerta de segurança neste domingo (20) informando que o Irã pode ter como alvo áreas não especificadas no centro de Manama, capital do país, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.
No comunicado, a representação norte-americana orientou cidadãos dos EUA a permanecerem em alerta, seguirem as orientações das autoridades locais e acompanharem os avisos oficiais.
A embaixada também recomendou que, em caso de explosões ou sirenes, as pessoas procurem abrigo imediatamente.
O alerta não informa quais seriam os possíveis alvos nem detalha quais informações de inteligência motivaram o aviso.
No sábado (19), o Departamento de Estado dos EUA já havia emitido um alerta global de segurança para cidadãos americanos no exterior, citando o aumento das tensões na região e o risco de uma escalada imprevisível do conflito.
Também neste domingo, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou a nona noite consecutiva de ataques contra o Irã.
Segundo os militares, a ofensiva ocorre após a morte de três soldados americanos em um ataque atribuído a Teerã contra uma base dos EUA na Jordânia.
De acordo com o governo iraniano, os bombardeios realizados na última semana deixaram 38 mortos e mais de 400 feridos no país. O Centcom não informou quais foram os alvos dos novos ataques nem os armamentos utilizados.
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