O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse nesta segunda-feira (15) que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “não vai deixar saudade“. Ao ser questionado, em fórum promovido pela revista Veja, sobre o legado deixado pelo governo atual, Tarcísio respondeu que a administração Lula foi marcada por perder oportunidades.
“Não vai deixar saudade. Eu acho que deixamos o bonde passar e deixamos de aproveitar uma grande oportunidade. A oportunidade está passando embaixo dos nossos olhos”, comentou o governador.
Segundo Tarcísio, o país está deixando um grande potencial “escorregar pelas mãos”. Nesse sentido, citou oportunidades em áreas como energia de biomassa e biocombustíveis em meio ao choque do petróleo.
Nós temos tudo que o mundo quer. O mundo precisa de um parceiro confiável para biocombustível. Opa, nós estamos aqui de braço levantado. Precisa de parceiro confiável para segurança alimentar. Opa, nós estamos aqui com o braço levantado. Nós somos parceiros confiáveis para aquilo que o mundo precisa.
Segundo o governador de São Paulo. “Essas oportunidades estão passando, e estamos assistindo. Estamos deixando de pensar no Brasil do século XXI, porque não resolvemos os impasses do século XX“, acrescentou Tarcísio.
Ele cobrou uma “virada de chave” para que o país possa dar um salto. “Ser grande é uma questão de atitude. Se quisermos ser grandes, vamos ser grandes, depende de nós”, concluiu.
Um relatório médico divulgado nesta sexta-feira (19) aponta melhora no quadro de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a poucos dias do encerramento do prazo da prisão domiciliar humanitária concedida pela Justiça.
Segundo o boletim, Bolsonaro apresentou evolução no tratamento do ombro operado e redução das crises de soluço. O documento, baseado em sessões de fisioterapia realizadas entre os dias 15 e 17 de junho, também registra ganho de mobilidade e diminuição das dores.
Os profissionais de saúde destacaram ainda que o ex-presidente demonstrou maior disposição física em comparação com semanas anteriores. De acordo com o relatório, a ausência recente dos episódios de soluço contribuiu para a melhora observada.
Apesar da evolução, os médicos relataram efeitos colaterais provocados pelos medicamentos utilizados no tratamento, entre eles sonolência durante o dia e instabilidade no equilíbrio corporal.
Lindbergh quer revogar domiciliar
Enquanto isso, o deputado federal Lindbergh Farias (PT) protocolou novo pedido para revogar a prisão domiciliar de Bolsonaro. Ele argumenta que a medida não estaria cumprindo sua finalidade após um episódio envolvendo uma tentativa de intimação feita por um delegado da Polícia Civil do Distrito Federal.
Segundo o pedido, agentes foram à residência do ex-presidente para intimá-lo a prestar depoimento sobre a arma apreendida com um de seus seguranças, mas a abordagem teria sido impedida pela equipe de escolta.
Lindbergh sustenta que a prisão domiciliar não impede o cumprimento de atos oficiais e pediu ao ministro Alexandre de Moraes que consulte a PGR sobre a possibilidade de revogação da medida ou, alternativamente, endureça as condições impostas ao ex-presidente.
Depoimento e prisão domiciliar
Moraes autorizou que Bolsonaro seja ouvido pela Polícia Civil do Distrito Federal no próximo dia 23 de junho, às 15h. A audiência será realizada presencialmente na residência onde ele cumpre prisão domiciliar.
Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em março, recebeu autorização para cumprir pena em regime domiciliar humanitário por 90 dias em razão de seu estado de saúde.
o bozo se faz de doido, e isso ele ainda não é…. escondeu das autoridades que tinha posse de arma, mesmo condenado e com porte e posse suspensos… e outra: uma 9mm é de uso exclusivo e não é para cidadão comum… qual era o verdadeiro interesse em esconder essa arma da justiça?
A Prefeitura do Natal convocou 257 profissionais aprovados no Processo Seletivo Simplificado da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). A nova chamada foi publicada no Diário Oficial Extra desta terça-feira (23) e envolve vagas remanescentes do edital nº 001/2025.
Os convocados fazem parte do cadastro de reserva e estão sendo chamados após desistências, não comparecimento ou desclassificação de candidatos anteriores. A seleção segue a ordem de classificação e atende às demandas da rede municipal de saúde.
As vagas contemplam cargos de níveis médio e superior, incluindo biomédico, enfermeiro, farmacêutico, farmacêutico bioquímico, odontólogo, psicólogo, auxiliar de farmácia, auxiliar de saúde bucal e técnico de enfermagem, além de cotas para pessoas com deficiência (PCDs).
Os profissionais convocados devem preencher o formulário eletrônico de convocação e apresentar a documentação exigida no edital. O link está disponível no próprio chamamento publicado pela administração municipal.
A entrega dos documentos será feita presencialmente no auditório da Secretaria Municipal de Saúde, na Avenida Deodoro da Fonseca, nº 907, Cidade Alta, em Natal.
O atendimento ocorrerá em dias e horários definidos entre quarta (24) e terça-feira (30). A SMS reforça que o não comparecimento dentro do prazo resultará em desclassificação automática, conforme previsto no edital.
Um possível caso de intoxicação alimentar está sendo investigado em duas unidades prisionais de Mossoró, no RN. Internos da Penitenciária Agrícola Doutor Mário Negócio e da Cadeia Pública de Mossoró apresentaram sintomas de mal-estar nos últimos dias.
Entre os relatos estão dores abdominais, náuseas, indisposição e outros sinais compatíveis com possível contaminação alimentar. Os presos estão recebendo atendimento médico dentro das unidades.
As duas unidades recebem alimentação fornecida pela mesma empresa, o que levantou a suspeita de relação entre os casos e a comida servida.
As direções das unidades registraram boletins de ocorrência na Delegacia de Plantão da Polícia Civil, que vai investigar o caso. A expectativa é de que amostras dos alimentos sejam coletadas e analisadas para verificar possível contaminação.
Enquanto isso, as autoridades acompanham o estado de saúde dos internos e aguardam os resultados dos exames periciais.
Uma mãe de um dos detentos relatou a situação enfrentada pelos presos e fez críticas às condições relacionadas à alimentação e à saúde dentro do sistema prisional.
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, a prorrogação da prisão domiciliar humanitária concedida em março. O prazo de 90 dias da medida termina nesta quinta-feira (25).
No pedido, os advogados anexaram relatório médico que aponta um quadro de saúde complexo, com doenças crônicas e sequelas permanentes. Segundo a defesa, a recuperação parcial de Bolsonaro ocorreu justamente durante o período em que ele cumpriu a prisão domiciliar.
Os advogados também citaram como precedente a decisão que concedeu prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Fernando Collor, argumentando que há semelhanças entre os casos.
Paralelamente, Moraes deve decidir sobre a manutenção da medida após a apreensão de uma arma registrada em nome de Bolsonaro com um de seus seguranças. O ministro solicitou manifestação da PGR sobre uma possível falta grave, situação que pode influenciar a análise do pedido de prorrogação.
O deputado estadual Tomba Farias (PL) defendeu que o secretário estadual de Saúde, Alexandre Motta Câmara, seja convocado pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do RN para prestar esclarecimentos sobre a fila de cirurgias eletivas e a execução de recursos federais destinados à redução da demanda.
A cobrança ocorre diante de dados apresentados pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems-RN), que indicam baixa execução de recursos do Programa Nacional de Redução de Filas (PNRF).
Segundo informações citadas pelo parlamentar, com base em dados divulgados e em matéria da Tribuna do Norte, o RN recebeu previsão de cerca de R$ 58 milhões para o programa em 2026. Desse total, R$ 32 milhões já foram liberados pelo Governo Federal.
Apesar disso, apenas R$ 9,3 milhões teriam sido efetivamente executados até o momento, enquanto aproximadamente 19 mil potiguares seguem na fila por cirurgias eletivas no estado.
Durante pronunciamento em plenário, Tomba afirmou que o secretário precisa explicar a baixa execução dos recursos e quais medidas estão sendo adotadas para acelerar a realização dos procedimentos.
O deputado também destacou que a Comissão de Saúde da Assembleia é o espaço adequado para discutir os entraves, ouvir a Sesap e buscar soluções para reduzir a fila de pacientes que aguardam atendimento no RN.
O atual secretário de saúde é um excelente profissional e homem, porém, por ser uma pessoa simples, meteu-se numa enrascada, ele é apenas um fantoche no reino da SESAP, não sabe de metade da missa e pior, nunca vai aprender.
A notícia da internação de um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro mobilizou torcedores e admiradores nesta terça-feira. Aos 80 anos, o ex-técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira voltou a preocupar o meio esportivo ao ser internado em um hospital da Zona Oeste do Rio de Janeiro, enquanto a instituição responsável pelo atendimento preserva detalhes sobre sua condição clínica.
Parreira está internado no Hospital Samaritano Barra, localizado na Barra da Tijuca. A confirmação foi feita pela própria unidade hospitalar, que informou apenas que o treinador está sob cuidados médicos, sem divulgar informações sobre seu estado de saúde.
O ex-comandante da Seleção Brasileira enfrenta um quadro de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que tem origem no sistema linfático – estrutura formada por órgãos, linfonodos (gânglios), tecidos responsáveis pela produção das células de defesa do organismo e vasos que transportam essas células por todo o corpo.
A doença se caracteriza por sua propagação gradual entre os grupos de linfonodos, utilizando os vasos linfáticos como via de disseminação. O processo começa quando um linfócito, geralmente do tipo B, sofre uma transformação maligna e passa a se multiplicar de forma descontrolada, originando clones idênticos que se acumulam nos linfonodos.
HOSPITAL CITA PRIVACIDADE PARA NÃO DIVULGAR BOLETIM
Em nota oficial, o Hospital Samaritano Barra, integrante da Rede Américas, confirmou a internação de Carlos Alberto Parreira, mas ressaltou que não fornecerá informações sobre o estado de saúde do paciente.
Segundo a instituição, a decisão segue o compromisso com a privacidade e a confidencialidade dos pacientes, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Além de cobrar do Senado a aprovação de sua Proposta de Emenda Constitucional (PEC 79/2019) que derruba drasticamente os juros “extorsivos” de mais de 400% praticados por bancos sobre empréstimos/cartão de crédito/cheque especial; de denunciar que o sistema financeiro fica com quase metade do Orçamento Geral da União todo ano; e de ter sido voz única a barrar a aprovação de um projeto de perdão de dívidas que devolvia aos cofres de grandes empresas pelo menos R$ 20 bilhões em impostos devidos ao governo, a senadora Zenaide Maia (PSD-RN) enfrentou sozinha, no Senado, outro “vespeiro” ao atacar privilégios da elite econômica.
Ela entrou com um projeto de lei (PL 1.115/2021) para derrubar a chamada “MP do Trilhão”, que livrou petroleiras de pagar impostos ou os reduziu por 25 anos no Brasil, retirando recursos essenciais para investimento público em áreas como saúde, educação, segurança, programas sociais e obras de infraestrutura no Rio Grande do Norte e em todo o país.
As estimativas de perda de arrecadação dos cofres públicos nacionais com essas isenções eram da ordem de R$ 1 trilhão de reais apenas nos primeiros dez anos.
“Liberar empresas de pagar uma série de impostos por 25 anos no Brasil é um acinte! Adivinhem quem está pagando a conta? Todos os brasileiros, todas as pessoas que teriam saúde, escola, segurança, rua calçada, remédio, emprego, porque o dinheiro devido como imposto para custear esses direitos ficou no bolso das petroleiras que conseguiram este privilégio”, protestou a senadora.
Quer dizer então que, quanto mais se arrecada de impostos, teremos mais saúde, escola, segurança, rua calçada, remédio, emprego…??? kkkkkkkkkkkkkkk, esse discurso só no RN dos eleitores jumentos mesmo…kkkkkkkkk
Alvo de atentado a tiros na noite desta segunda (15), o vereador de Mossoró e pré-candidato a deputado federal Cabo Deyvison (PL) foi baleado nas pernas.
Ele foi socorridopara o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), onde recebeu atendimento médico.
Segundo a assessoria, o estado de saúde dele é estável.
Durante o ataque, o cinegrafista Alyson Diego de Oliveira Morais foi atingido e não resistiu aos ferimentos.
O RN executou apenas 16% dos recursos destinados ao Programa Nacional de Redução de Filas (PNRF), do Ministério da Saúde, em 2026. Os dados são do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN (Cosems/RN), com base em informações divulgadas à imprensa pela Tribuna do Norte.
O programa prevê R$ 58 milhões para o estado neste ano. Desse total, R$ 32 milhões já foram liberados, mas apenas R$ 9,3 milhões foram efetivamente executados até agora.
Ao mesmo tempo, o estado acumula uma fila de cerca de 19 mil pacientes aguardando cirurgias eletivas.
Segundo a presidente do Cosems/RN, Maria Eliza Garcia, o nível de execução está abaixo do registrado no mesmo período de 2025, com dificuldades relacionadas à oferta de prestadores e à gestão da rede.
“Hoje nós temos dinheiro e os prestadores não estão sendo tão atrativos para atender a grande demanda que ainda existe de cirurgias eletivas no Estado”, afirmou.
Ela aponta que, mesmo com chamamentos públicos, hospitais privados não têm aderido em volume suficiente ao programa, alegando custos e risco financeiro.
Fila cresce e pressão sobe
O problema se agrava na rede de atendimento, especialmente nas cirurgias de maior complexidade, que continuam concentradas na rede pública estadual. Segundo o Cosems/RN, procedimentos como cirurgias de tireoide e urológicas estão entre os mais aguardados pelos pacientes.
A presidente da entidade defende uma força-tarefa entre Estado e prestadores para acelerar os atendimentos. “Está faltando essa vontade de fazer uma força-tarefa”, disse Maria Eliza Garcia.
O Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern) também classifica o cenário como preocupante e cobra ampliação da estrutura hospitalar, equipes médicas e melhor regulação dos pacientes.
“Os principais desafios são ampliar a capacidade da rede hospitalar, garantir equipes médicas suficientes, disponibilidade de leitos e centros cirúrgicos funcionando plenamente”, afirmou a presidente do órgão, Giana da Escóssia Melo.
Já o Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed/RN) critica a concentração dos procedimentos na rede pública de urgência, o que, segundo a entidade, sobrecarrega os hospitais.
A entidade defende ampliação da rede de apoio e convênios para reduzir a pressão sobre o sistema público e acelerar as cirurgias eletivas.
Não tem como se habilitar para fazer cirurgias pelo SUS, quem conhece a tabela SIGTAP que remunera os procedimentos pagos pelo MS, sabe da defasagem de valores, o que torna inviável a realização de qualquer procedimento.
A Prefeitura do Natal realizou, nesta sexta-feira (12), o pagamento da folha complementar com a recomposição remuneratória de 4,44% para servidores da Secretaria Municipal de Saúde contemplados pela atualização das matrizes do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos da Saúde.
O pagamento inclui os valores retroativos a março de 2026 e foi efetuado sem parcelamento, em folha complementar, sem aguardar a próxima folha ordinária. A medida alcança os servidores dos cargos de Auxiliar em Saúde, Assistente em Saúde, Técnico em Saúde e Especialista em Saúde, nas respectivas letras e níveis das matrizes remuneratórias.
Segundo o secretário municipal de Administração, Brenno Queiroga, a folha complementar reforça a orientação da gestão de dar celeridade à implantação dos direitos dos servidores após a conclusão das etapas legais e operacionais. “A determinação da gestão foi assegurar o pagamento de forma responsável e com a maior brevidade possível. Assim que houve autorização legal e condição operacional, a Prefeitura realizou o pagamento em folha complementar, incluindo o retroativo a março, sem parcelamento e sem aguardar a próxima folha ordinária”, afirmou o secretário.
Queiroga destacou ainda que a medida integra a política de valorização do servidor público municipal, com observância da legislação e da responsabilidade fiscal. “A Administração tem atuado de forma técnica, respeitando os limites legais e fiscais, mas com foco claro no cumprimento dos compromissos assumidos e na valorização dos servidores que prestam serviços essenciais à população”, completou.
A atualização remuneratória das carreiras da Saúde decorre da recomposição da data-base de 2026, com aplicação do índice de 4,44% sobre as matrizes remuneratórias dos cargos contemplados. A legislação também preserva as regras próprias dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias, que possuem disciplina remuneratória específica.
Com o pagamento, a Prefeitura do Natal dá continuidade à implantação das recomposições remuneratórias de 2026, garantindo segurança jurídica, previsibilidade administrativa e reconhecimento aos servidores municipais
Na manhã desta quinta-feira (11), o prefeito Jaime Calado anunciou e apresentou as oito novas ambulâncias que vão substituir as antigas e estar à disposição da população. Com essa contratação do serviço, o município amplia em 60% a capacidade do atendimento das ambulâncias que passaram de cinco para oito veículos.
Jaime Calado destacou que a renovação busca oferecer melhores condições aos usuários. “A gente fica feliz em poder melhorar a vida do nosso povo. Saúde é e sempre será prioridade, e esses veículos vão trazer mais conforto para os pacientes”, afirmou.
O secretário municipal de Saúde, Junior Rego, ressaltou que a medida amplia a estrutura do transporte na saúde. “A gestão encontrou uma situação difícil em 2025, fez os ajustes necessários e agora avança com veículos zero quilômetro, com mais estrutura para garantir uma assistência de qualidade à população”, disse.
Segundo o coordenador de Transportes da Secretaria Municipal de Saúde, Magno Reis, os veículos vão reforçar o serviço e urgência e emergência e o deslocamento dos pacientes que precisam de acompanhamento contínuo. “Essas ambulâncias vão atender também pacientes mobilidade reduzida e acamados, garantindo um transporte renovado e adequado”, afirmou.
Magno informou ainda que as ambulâncias vão atender as zonas urbana e rural, além de melhorar o suporte ao Hospital Belarmina Monte e o Centro Especializado em Reabilitação – CER III.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) criou um Grupo de Trabalho paraaprofundar as investigações sobre a vacina contra a dengue do Instituto Butantan, após a notificação de mortes e eventos adversos relacionados ao imunizante.
A criação do GT foi publicada em portaria no DOU (Diário Oficial da União) desta terça-feira (16). Na semana passada, o Ministério da Saúde suspendeu temporariamente a vacinação após 42 episódios de reações mais severas associados à aplicação da vacina, incluindo dois óbitos.
Entre os eventos, três casos eram considerados graves, incluindo as duas mortes. Segundo o ministro Alexandre Padilha, as investigações realizadas até o momento não encontraram elementos suficientes para comprovar uma relação de causa e efeito entre a vacinação e as ocorrências.
O Grupo de Trabalho da Anvisa vai organizar, coordenar e apoiar as atividades de um Painel de Especialistas voltadas à avaliação da segurança da vacina dengue Butantan-DV. O painel, composto por especialistas externos, tem caráter consultivo para o assessoramento técnico-científico da Agência.
Veja as atribuições do grupo:
Organizar o Painel de Especialistas para a análise de dados clínicos, epidemiológicos e de farmacovigilância relativos aos eventos adversos notificados;
Apoiar a avaliação de informações complementares submetidas pelo detentor do registro do produto;
Subsidiar tecnicamente o Painel de Especialistas na revisão do perfil benefício-risco da vacina;
Apoiar a elaboração de relatórios técnicos contendo conclusões e recomendações;
Prestar suporte técnico e administrativo às atividades do Painel de Especialistas.
O comitê será composto por representantes de diversos setores da Anvisa, como a Gerência-Geral de Produtos Biológicos e o Gabinete do Diretor-Presidente. Ainda poderá ser convidado um membro do Programa Nacional de Imunizações para participar das atividades.
Todo mundo está careca de saber, que grupo de trabalho, principalmente de petistas, é para não resolver nada, ademais, desceram o cadete para utilizar a vacina sem a liberação da Anvisa e agora morre gente com uma vacina liberada, será que vai ter culpados?
O Ministério da Saúde informou que não há prazo definido para concluir a investigação sobre a vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, cuja aplicação foi suspensa temporariamente pelo governo federal.
Segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI), 501.044 doses da vacina foram aplicadas entre janeiro e 30 de maio. Desse total, mais de 417 mil foram destinadas a profissionais da atenção primária à saúde.
De acordo com o Ministério da Saúde, o sistema de monitoramento registrou 3.703 notificações de pessoas que apresentaram sintomas semelhantes aos da dengue após a vacinação. Entre os registros, 42 casos apresentaram sinais de alerta considerados graves. Três que evoluíram para quadros graves e dois dos pacientes morreram. Um terceiro recebeu alta após internação.
O ministério afirma que ainda não é possível concluir que os casos foram causados pela vacina. Segundo a pasta, a proximidade entre a imunização e o surgimento dos sintomas não comprova, por si só, uma relação de causa e efeito.
As investigações analisam fatores como histórico clínico dos pacientes, doenças preexistentes, possíveis causas alternativas, qualidade dos lotes utilizados e eventuais falhas no processo de vacinação.
A suspensão não afeta a vacina contra a dengue atualmente oferecida pelo SUS para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A medida envolve exclusivamente o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan.
Enquanto a apuração continua, estados e municípios foram orientados a interromper temporariamente a aplicação das doses já distribuídas, que permanecerão armazenadas até a conclusão das análises.
Em nota, o Instituto Butantan afirmou que a interrupção tem caráter preventivo e destacou que os eventos adversos graves representam uma parcela muito pequena do total de vacinados. A instituição informou ainda que continuará colaborando com o Ministério da Saúde e com a Anvisa durante as investigações.
Os três casos graves investigados após a aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan ocorreram em profissionais da atenção primária à saúde, informou o Ministério da Saúde nesta segunda-feira (8). As informações são da CNN.
Entre os casos estão duas mortes e uma paciente que precisou de internação em unidade de terapia intensiva (UTI), mas se recuperou. Segundo a pasta, ainda não há evidências suficientes para comprovar uma relação de causa e efeito entre a vacinação e os episódios.
Os casos fazem parte de um conjunto de 42 eventos adversos graves registrados entre cerca de 500 mil doses aplicadas do imunizante, o que levou o governo federal a suspender temporariamente a estratégia de vacinação para aprofundar as investigações.
De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, aproximadamente 417 mil das 500 mil doses aplicadas no país foram destinadas a profissionais da atenção primária à saúde.
O grupo inclui agentes comunitários de saúde, médicos de família, enfermeiros e integrantes das equipes de Saúde da Família, considerados mais expostos ao risco de infecção pela dengue devido ao contato direto com a população.
“Nós temos profissionais de todo o Brasil que receberam a maior parte dessas 500 mil doses. A grande maioria das doses foi destinada a esses profissionais, que estão protegidos contra a dengue”, afirmou o ministro.
Além dos trabalhadores da saúde, o Ministério da Saúde também promoveu estratégias de vacinação em massa em Botucatu (SP), Nova Lima (MG), Maranguape (CE) e na região de Araguaína, no Tocantins.
Nessas localidades, pessoas de 15 a 59 anos foram convocadas para receber a vacina. Ao todo, cerca de 83 mil doses foram aplicadas nessas regiões.
Casos graves não ocorreram em cidades com vacinação ampliada
Segundo informações da coletiva, embora parte das 42 reações adversas graves tenha sido registrada nas cidades que participaram da estratégia ampliada, os três casos mais graves não ocorreram nesses locais.
“Dos três casos graves que levaram à internação, nenhum deles é das cidades da estratégia ampliada. Ocorreram na estratégia de vacinação dos profissionais da atenção primária à saúde”, disse.
O ministro também afirmou que nenhum dos dois óbitos investigados foi registrado nos municípios e regiões que receberam a vacinação ampliada.
“Não são nem das três cidades de vacinação ampla nem da região de Tocantins. Dessas quatro regiões, não tivemos nenhum caso de óbito com relação temporal à vacina”, afirmou.
De acordo com o governo federal, as localidades que participaram da vacinação em massa também não apresentaram a mesma proporção de reações adversas graves observada no conjunto nacional de vacinados.
O que se sabe sobre os casos
Segundo informações apresentadas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), um dos casos envolveu uma mulher de 39 anos que apresentou febre, dores musculares e náuseas seis dias após a vacinação. Ela evoluiu para um quadro compatível com dengue grave, precisou de internação em terapia intensiva e recebeu alta.
Outro caso foi o de uma mulher de 48 anos que desenvolveu sintomas de dengue grave com comprometimento neurológico 19 dias após receber a vacina. Ela morreu.
O terceiro caso envolveu um homem de 58 anos que apresentou sintomas cinco dias após a vacinação e evoluiu rapidamente para um quadro grave, também resultando em morte.
Segundo o Ministério da Saúde, todos os casos passaram por análise do Comitê Interinstitucional de Farmacovigilância de Vacinas e Outros Imunobiológicos (CIFAVI).
Investigações continuam
O governo federal informou que a suspensão temporária da vacinação tem caráter preventivo e permitirá aprofundar as investigações sobre os 42 eventos adversos graves registrados.
As análises serão conduzidas pelo Ministério da Saúde, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Butantan, especialistas independentes e órgãos de vigilância estaduais e municipais.
De acordo com a pasta, os trabalhos irão avaliar possíveis fatores de risco em comum entre os pacientes, histórico clínico, condições de armazenamento e aplicação das doses, além de outras hipóteses que possam explicar os casos.
Até o momento, o Ministério da Saúde afirma que não há elementos suficientes para estabelecer uma relação causal entre a vacina e os dois óbitos investigados.
Veja pronunciamento do Butantan
“O Instituto Butantan informa que, seguindo orientação do Ministério da Saúde e da Anvisa, a vacinação contra a dengue será, de maneira preventiva, temporariamente interrompida para reavaliação da estratégia vacinal.
No momento, profissionais de saúde estavam sendo vacinados. A orientação ocorre em razão de alguns casos de reação adversa detectados, três deles com sinal de gravidade, em um universo de aproximadamente 500 mil vacinados, que podem ou não estar relacionados à vacinação. A medida visa garantir a segurança da população nas próximas etapas da vacinação.
O Instituto Butantan mantém seu compromisso e rigor absoluto com a ciência e a saúde da população e irá seguir trabalhando para apoiar o Ministério da Saúde e a Anvisa, fornecendo todas as informações disponíveis sobre a vacina, realizando novos estudos e acompanhando o trabalho de farmacovigilância dos vacinados. Cabe ressaltar que a vacina teve eficácia global de 79,6% e 89% contra a dengue grave em estudo publicado em revista científica internacional. Nos três municípios onde houve vacinação em massa da população – Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG), o acompanhamento de farmacovigilância se mostrou positivo, sem casos importantes de reação adversa na população.
O Instituto Butantan, como já demonstrado em casos recentes, seguirá trabalhando com o mais absoluto rigor para aprofundar as informações sobre o uso da vacina para que, em se confirmando sua segurança, a vacinação possa ser retomada em breve, com toda a tranquilidade para a população atendida pelo SUS. O Instituto Butantan reafirma seu compromisso de entregar produtos seguros e eficazes para enfrentamento de problemas de saúde pública brasileira pelo SUS.”
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