Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
O secretário especial Waldery Rodrigues (Fazenda) disse nesta segunda-feira (31) que a equipe econômica não trabalha com a extensão do decreto de calamidade pública para o próximo ano.
O mecanismo expira em 31 de dezembro. Foi aprovado pelo Congresso em março por causa da pandemia de covid-19.
Com a medida, o governo fica desobrigado de cumprir algumas regras fiscais, como a meta de deficit primário de 2020 –diferença entre as receitas e despesas do governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social), que era de 1 rombo de R$ 124,1 bilhões em 2020.
Essa flexibilização permitiu ao governo federal se endividar para pagar despesas, como o auxílio emergencial de R$ 600 destinado a pessoas em situação de vulnerabilidade.
A flexibilização, no entanto, fez a dívida pública disparar. Ela deve chegar a 98% do Produto Interno Bruto no final do ano.
Com uma possível postergação da medida, operadores do mercado financeiro temem gastança do governo e abandono do ajuste fiscal.
O decreto não foi prorrogado. E governo trabalha com 1 orçamento “conservador”para o ano que vem. É esperado 1 rombo de R$ 233 bilhões em 2021.
As 3 principais regras fiscais (teto de gastos, regra de ouro e meta de resultado primário) estão delimitadas no orçamento enviado, na tarde desta 2ª feira, ao Congresso Nacional.
“Nosso objetivo é reduzir os deficits primário e nominal o mais rapidamente”, afirmou o secretário.
Poder 360
O secretário da fazenda do governo JB não quer um endividamento maior para o país,.
Se fosse no governo do ladrão do Lula iria estender o pedido de calamidade publica até o final de 2021, para roubar mais.
Perfeito.
Zelo, muito zelo com o nosso dinheiro.
Calamidades, ninguém quer, depois governadores e prefeitos, deixam de fazer licitações e vão comprar com dinheiro antecipado o que não exister.
É o caso de Fátima do PT, que desviou 5.000 milhões pra compra de respiradores.
Imoral.
Como podem serem desonestos e incompetente a esse ponto?
Sacanagem.
Esse é um tipo de matéria que o rebanho imundo do miliciano, não comentam. Entendem pouco ou quase nada de economia e o português é pouco trabalhado. Passam o dia pensando na mentira que irão inventar no dia seguinte… Eles mentem tanto, que acreditam na própria mentira. Já falei e repito, é uma raça sem solução. O lombo já está calejado das açoitadas…
Teu lombo é bom, entregador. Acho que vou comer. Kkkk