Confira vídeo com reportagem do renomado Mauro Naves, para o Globo Esporte Nacional, clicando aqui
O atacante Matheus Matias recebeu aplausos e gritos de incentivo de alguns jogadores ao marcar o seu primeiro gol num treino pelo Corinthians, nesta quarta-feira, horas depois de assinar contrato por cinco temporadas.
Levado a campo junto dos demais reservas, o atacante de 19 anos recebeu uma bola na entrada da área, driblou Cássio e mandou para o fundo do gol. Pouco antes, havia acertado um bom chute, que ganhou altura e foi por cima da trave.
Inicialmente, a ideia da comissão técnica é fazer um trabalho personalizado com o jogador, tanto físico como técnico. Cria do ABC de Natal, o garoto teve 90% dos seus direitos econômicos comprados. Segundo Duílio, o clube terá paciência com ele. A não ser por “alguma surpresa”.
– É jovem, uma aposta, a gente vem preparando um time para três ou quatro anos, e ele tem potencial. A gente tem que ter cuidado, tem 19 anos, não tem um ano de profissional. Chegar aqui não é fácil. Existe uma carência de centroavante, mas não podemos jogar o peso nele. Vai passar por algumas fases. Pode ser que tenha surpresa, mas a ideia é ir devagar com ele – afirmou.
Como há pessimismo em relação à contratação de um novo centroavante, a tendência é que o garoto seja inscrito nas primeiras fases do Paulistão e da Libertadores no fim desta semana. Ele ainda não teve seu nome registrado no BID da CBF. Assim, não pode jogar o Dérbi de sábado.
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello afirmou em entrevista à Rádio Metrópoles, nesta quarta-feira (2/9), que “não gostaria de estar na pele do ministro Alexandre de Moraes”. A declaração ocorre após a divulgação de mensagens que revelam a proximidade entre Moraes e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Três dias antes de ser preso pela primeira vez, em novembro de 2025, Vorcaro enviou uma mensagem a Moraes na qual afirmou: “Tenho gratidão da minha vida a você”.
“Estamos juntos sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você. Toda a minha família, funcionários, parceiros e amigos que dependem de nós têm uma dívida de vida contigo e com sua família. Muito obrigado por tudo”, disse Vorcaro a Alexandre de Moraes.
Segundo relatório da Polícia Federal, a mensagem foi enviada em 14 de novembro de 2025, às 21h19.
Marco Aurélio afirmou estar “decepcionado e triste” com as recentes revelações e avaliou que a situação de Moraes é “muitíssimo delicada”.
“Não imaginava que pudesse chegar a este ponto”, ressaltou Mello.
A suspensão determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta quarta-feira (2) atinge a fabricação de sabão líquido para lavar roupas e amaciante líquido para roupas em uma unidade da Unilever, em Vinhedo, no interior de São Paulo. A medida, no entanto, não afeta os produtos que já circulam no mercado, que seguem liberados para comercialização e uso pelos consumidores.
A companhia é dona de marcas como Omo, Cif e Comfort. Em nota, a Unilever informou que recebeu a equipe da Anvisa para uma fiscalização na unidade de produtos de cuidados com a casa. Segundo a empresa, a inspeção resultou em “oportunidades de melhorias em processos de documentação e controle”, relacionadas às linhas de sabão líquido e amaciante líquido para roupas.
A Anvisa informou que a avaliação não identificou contaminação microbiológica ou outros problemas nos lotes produzidos na fábrica. Por esse motivo, não foi determinada a suspensão da comercialização, da distribuição ou do uso dos produtos já fabricados e disponíveis no mercado, nem o recolhimento dos itens.
A suspensão ocorre para implementação das melhorias operacionais requeridas. A empresa acrescentou que “todas as ações foram prontamente iniciadas e já estão sendo implementadas” e que as demais linhas de produção da unidade seguem operando normalmente.
Confira nota completa da Unilever
A Unilever Brasil Industrial Ltda. informa que recebeu a equipe da Anvisa em sua fábrica em Vinhedo (SP) para uma fiscalização na unidade de produtos de cuidados com a casa. A inspeção resultou em oportunidades de melhorias em processos de documentação e controle, conforme publicado no Diário Oficial do dia 2/9/2026, relacionadas às linhas de sabão líquido para lavar roupas e amaciante líquido para roupas.
Todos os produtos de cuidados com a casa fabricados na unidade, de todos os lotes, seguem liberados para comercialização e uso pelos consumidores. Em nota publicada no site, a Anvisa diz que a avaliação “não indicou contaminação microbiológica ou outros problemas sobre os lotes produzidos na fábrica. Por esse motivo, não foi determinada a suspensão da comercialização, da distribuição ou do uso dos produtos já fabricados e disponíveis no mercado, nem seu recolhimento.”
Por determinação da Anvisa, de forma preventiva, as linhas de fabricação destes produtos foram temporariamente suspensas para implementação das melhorias operacionais requeridas. Todas as ações foram prontamente iniciadas e já estão sendo implementadas. As demais linhas de produção da unidade seguem operando normalmente.
A Unilever continua atuando em colaboração com a Anvisa e considera os apontamentos parte importante para a evolução contínua de seus processos produtivos e de todo o setor. A empresa reafirma seu compromisso inegociável com o rigor de seus padrões de qualidade em seus 96 anos de atuação no Brasil e reitera sua prioridade absoluta com a segurança dos consumidores.
O ministro Alexandre de Moraes pediu vista em um julgamento de grande interesse do Banco Master em novembro de 2024, época em que sua mulher, Viviane Barci de Moraes, já tinha firmado contrato de R$ 131 milhões com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.
O magistrado devolveu o caso para análise do plenário em fevereiro deste ano, quando os pagamentos do ex-banqueiro à mulher do magistrado já eram de conhecimento público.
Trata-se de uma disputa bilionária entre a União e empresas sucroalcooleiras, que foram derrotadas em setembro de 2023 com o veto unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) ao pagamento antecipado de R$ 5 bilhões em precatórios a uma empresa específica do setor.
Os advogados apresentaram recurso e, em 8 de novembro de 2024, o então presidente da corte, ministro Luís Roberto Barroso, votou para manter a decisão do ano anterior. Moraes, então, pediu vista e devolveu o caso para julgamento em fevereiro de 2026, quando todos os ministros se posicionaram a favor da União contra o pagamento antecipado.
A previsão da Fazenda Nacional é que um entendimento em sentido contrário abriria precedente para outras 26 companhias do setor apresentarem o mesmo pleito à Justiça, o que poderia gerar um impacto superior a R$ 100 bilhões aos cofres do governo federal.
Foi justamente sobre este processo, intitulado Suspensão de Tutela Provisória 976, que o ministro André Mendonça afirma ter tratado no encontro que teve com Daniel Vorcaro em março de 2024.
A controvérsia jurídica começou nos anos 1980 e discute se a União deve ressarcir empresas do setor que alegam ter tido prejuízos bilionários por um tabelamento de preços imposto à época pelo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA), uma autarquia federal já extinta.
Há processos sobre o tema em curso no Judiciário há mais de 20 anos e o governo federal foi condenado em diversos processos a ressarcir as perdas, que se transformaram em precatórios.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) saiu em defesa do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o magistrado determinar na terça, 1º, a quebra de sigilo de processos que apontam relação entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.
Mendonça foi alvo de críticas após revelações de que teria se reunido com Vorcaro antes de assumir a relatoria das investigações sobre o Master.
“É impossível querer lançar uma cortina de fumaça como essa contra o ministro André Mendonça. Pelo que eu vi na nota que ele publicou, foi numa época em que ele sequer era relator dessa ação, tratando de um assunto específico, registrado em sua agenda. Portanto, algo totalmente profissional e muito diferente do que fez Alexandre de Moraes”, disse o candidato à Presidência pelo PL durante agenda de campanha no Rio Grande do Sul.
Na primeira sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) desde que veio a público o relatório da Polícia Federal com diálogos entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, o magistrado aparentou tranquilidade ao longo dos trabalhos. Já André Mendonça, relator do caso do Banco Master, manteve-se reservado e falou pouco. Nenhum dos dois, contudo, fez qualquer referência ao episódio.
Foi também a primeira vez que ambos ficaram lado a lado em plenário após a revelação das mensagens. Responsável pela investigação, Mendonça já havia solicitado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, o agendamento de julgamento específico para análise do caso, mas ainda não há uma data definida.
Em nenhum instante, durante a sessão, Moraes citou Mendonça nem mencionou suas conversas com Vorcaro.
Mendonça, ao se manifestar na sessão, cumprimentou os colegas e deu voto breve, em menos de um minuto, acompanhando o relator Luiz Fux.
Fora do plenário, todos que acompanhavam a sessão só discutiam sobre o escândalo envolvendo Moraes. Os interlocutores levantavam dúvidas sobre o desfecho do caso e se o ministro poderia deixar o STF.
Estavam presentes na sessão presencialmente os ministros Edson Fachin, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques, Flávio Dino, Dias Toffoli e Luiz Fux e o procurador-geral da República, Paulo Gonet. De modo remoto, acompanha a ministra Cármen Lúcia.
O empresário Marcelo Silva de Oliveira, que foi sequestrado e encontrado morto nessa terça-feira (1º), havia registrado um boletim de ocorrência dias antes de morrer. No relato à Polícia Civil, ele contou que encontrou um rastreador no porta-malas do seu veículo.
“Relata o comunicante que é empresário e que encontrou um aparelho rastreador, marca gold, cor branco, no interior de seu veículo, na região do porta-malas traseiro”, diz o documento obtido pela TV Tropical.
Ainda de acordo com o B.O., o empresário tinha pontuado que não sabia o motivo de o aparelho ter sido colocado no veículo. “Que o aparelho foi encontrado pela sua companheira; que não tem ‘inimigos’, credores ou malfeitores que possam ter interesse em saber sua localização ou rastreá-lo”, mostra o texto.
Segundo o documento, “o aparelho rastreador foi apreendido e será encaminhado para unidade de apuração para possíveis averiguações”, encerra.
Marcelo Silva de Oliveira foi encontrado em uma cova com quatro metros de profundidade em uma área de Macaíba. Ele havia sido sequestrado na noite de sábado (29), quando chegava em casa.
Integrantes do PT criticaram, nesta quarta-feira (2), o ministro André Mendonça, relator do caso do Banco Master e responsável pela quebra de sigilo de outras investigações relacionadas a Daniel Vorcaro.
As manifestações dos petistas ocorreram depois de o magistrado ter retirado o sigilo da ação que reúne conversas entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.
O ex-ministro José Dirceu (PT-SP) afirmou que Mendonça “perdeu as condições de continuar relator” depois das revelações sobre suas relações com Vorcaro.
A nova faixa de areia da Praia de Ponta Negra receberá 12 quadras esportivas destinadas à prática de vôlei de praia, futevôlei e beach tennis. O projeto elaborado pela Prefeitura do Natal também prevê iluminação, bancos, telas de proteção e paisagismo e ficará localizado nas proximidades do quiosque 20, em frente ao Manary.
O prefeito Paulinho Freire ressaltou a importância do projeto para o incentivo ao esporte e ao turismo de Natal. “Temos trabalhado na recuperação de quadras e campos esportivos nos quatro cantos da cidade. E essa vai ser mais uma ação importante não só para o esporte amador e profissional da nossa cidade, mas também ao turismo esportivo”, disse.
O investimento previsto pela Prefeitura do Natal é de R$ 232.615,77 com recursos do Fundo de Urbanização (FURB) gerido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb). O prazo estimado para execução dos serviços é de 60 dias, contado a partir da emissão da ordem de serviço.
Para o titular da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Hermes Câmara, as dimensões oficiais das novas quadras esportivas possibilitarão não só o incentivo ao esporte amador e profissional, como também a captação de campeonatos nacionais e internacionais das modalidades. “É um combo que beneficiará a cidade com lazer, esporte e turismo”, enfatizou.
A proposta prevê a implantação de três módulos, cada um composto por quatro quadras. O objetivo é contribuir para o ordenamento da faixa de areia e ampliar os espaços públicos destinados à prática esportiva, formando um complexo voltado ao uso da população e à realização de atividades e competições.
O projeto foi desenvolvido pela Semurb e contará ainda com a iluminação de LED instalada pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) e estrutura montada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura. A fiscalização da execução da obra ficará a cargo da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEL).
Após a entrega, a SEL também assumirá a administração do complexo esportivo. As regras de utilização do equipamento, incluindo horários de funcionamento, sistema de agendamento e possíveis prioridades para projetos esportivos, serão definidas após a conclusão da obra.
Após a ampliação da faixa de areia proporcionada pelo aterro hidráulico, conhecido como engorda da Praia de Ponta Negra, com o novo espaço disponível, a Prefeitura do Natal passou a planejar alternativas de uso e ocupação da orla que contemplem atividades de lazer, esporte, turismo e comércio.
As quadras terão área de jogo com dimensões de 8 x 16 metros, medida comum às três modalidades previstas. O projeto contempla dois padrões de afastamento entre a área de jogo e as telas de proteção. No modelo oficial, a distância será de cinco metros; no modelo compacto, de três metros.
A adoção das dimensões oficiais da área de jogo possibilitará a realização de competições esportivas. A promoção de eventos nacionais ou internacionais também dependerá do cumprimento das demais exigências técnicas estabelecidas pelas entidades responsáveis por cada modalidade.
A Justiça determinou a internação de até três anos do adolescente que matou Washington Rodrigo, de 33 anos, em um hotel no bairro de Manaíra, em João Pessoa. O jovem, natural do Rio Grande do Norte, foi sentenciado por ato infracional análogo a homicídio qualificado. Com informações do g1 RN.
O crime aconteceu na madrugada de 24 de julho. Segundo a Polícia Civil, o adolescente conheceu a vítima por meio de um site de relacionamento e marcou o encontro no hotel. Durante a investigação, ele confessou o homicídio e afirmou ter agido após suspeitar que a vítima havia registrado imagens do encontro.
Ainda conforme a polícia, Washington foi estrangulado com o cabo de um secador de cabelo. O IML confirmou que a causa da morte foi asfixia e identificou sinais de tortura.
O adolescente se apresentou à Polícia Civil em Caicó, no RN, acompanhado do advogado, e posteriormente foi transferido para João Pessoa. A Justiça determinou ainda que a internação seja reavaliada a cada seis meses.
A defesa afirmou que respeita a decisão, mas pretende pedir o reexame da medida, considerando o histórico psicossocial do adolescente e os princípios de proporcionalidade e individualização.
O Fundo Municipal de Saúde de Mossoró pagou R$ 1.897.193,61 a um laboratório privado contratado sem licitação na gestão Allyson Bezerra, enquanto o laboratório público do PAM do Bom Jardim funcionava com 15 bioquímicos efetivos e apenas quatro tipos de exame, por falta de insumos que a prefeitura não pagava. A reconstituição do contrato é de reportagem publicada nesta terça-feira (2) pelo Blog do Dina, a partir dos diários oficiais de Mossoró, do portal da transparência do município e dos autos da Operação Mederi.
Os números estão nos empenhos. A primeira fatura da L A Melo Martins Análises Clínicas — nome fantasia Lablam, microempresa de um dono só e capital social de R$ 50 mil — foi de R$ 6.033,97, em fevereiro de 2025. Em julho de 2026, chegou a R$ 205.280,59: trinta e quatro vezes mais, o maior valor da série. Entre os fornecedores do Fundo de Saúde com “análises” ou “laboratório” no nome, a empresa concentrou 98% de tudo que foi pago no período.
Em 18 de agosto, o Ministério Público do Rio Grande do Norte instaurou inquérito civil para apurar o “suposto desmantelamento e sucateamento das atividades laboratoriais” do PAM do Bom Jardim, a “ociosidade forçada de profissionais bioquímicos efetivos por remoções injustificadas” e a “terceirização indevida” da demanda de exames para as conveniadas Apamim e Lablam. A portaria, assinada pelo promotor Rodrigo Pessoa de Morais e obtida pelo Blog do Dina, atribui o fato à Secretaria Municipal de Saúde — não às empresas nem a nenhum gestor nomeado.
O MP deu 10 dias úteis para a direção do PAM detalhar equipamentos, quadro de pessoal e falta de insumos, e pediu vistoria técnica no local. O contrato é o de nº 18/2024, firmado por inexigibilidade de licitação em 20 de dezembro de 2024, no valor de R$ 2.855.256,60 por ano. O dono do laboratório, Luís Antonio Melo Martins, é primo de Rodrigo Forte — parentesco que o próprio Forte confirmou ao Blog do Barreto em março de 2025, quando disse desconhecer que a empresa fosse do parente.
Forte era consultor-geral do município na época do contrato; hoje preside o Previ-Mossoró, instituto de previdência dos servidores.
Nada interrompeu o contrato. Ele foi renovado em 18 de dezembro de 2025, por mais 12 meses e mesmo valor — 40 dias antes da operação da Polícia Federal que mirou a saúde de Mossoró. O empenho de 2026 saiu 11 dias antes da operação. Depois dela vieram sete pagamentos entre março e agosto, o último deles em 26 de agosto, no valor recorde de R$ 205 mil, oito dias depois de o inquérito ser instaurado.
Levantamento do Blog do Dina em todas as edições do Diário Oficial de Mossoró de fevereiro a agosto não encontrou nenhum ato de suspensão, rescisão ou auditoria do contrato, que vale até 20 de dezembro de 2026. Nas peças da Mederi lidas pela reportagem, a Lablam não é alvo de mandado nem é investigada nominalmente.
Procurada pelo Blog do Dina, a defesa de Allyson Bezerra, pelo advogado Caio Vitor Ribeiro Barbosa, afirmou não ter tido acesso ao procedimento e sustentou que Mossoró “descentralizou as contratações públicas para os secretários por meio de lei de 2021”, sugerindo que as dúvidas fossem encaminhadas “aos setores competentes”.
Os documentos confirmam os dois pontos: o inquérito não nomeia o ex-prefeito, e a Lei Orçamentária de 2025 do município repete que os ordenadores de despesa são os secretários, nos termos da Lei Complementar 169/2021. O espaço segue aberto para manifestação da Prefeitura de Mossoró, da Secretaria de Saúde, de Rodrigo Forte, da Lablam e da ex-secretária Jacqueline Morgana Dantas Montenegro.
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