
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), mandou servidores destruírem com “marretas” e “furadeiras” um HD externo que armazena documentos sigilosos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. Ele acatou uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Não há registros recentes de descartes de acervos de investigações do Congresso.
Entre abril e outubro do ano passado, a CPI apurou as ações e omissões do Palácio do Planalto e do Ministério da Saúde, pasta então comandada pelo general Eduardo Pazzuello, na pandemia que matou 664 mil brasileiros. “Estou aqui há 11 anos e (a destruição) é inédita”, afirma Leandro Cunha Bueno, coordenador de Comissões Especiais Temporárias e Parlamentares de Inquérito da Casa.
A destruição do HD está prevista para a tarde desta sexta-feira, 6, numa sala fechada do Senado. Os dados e as informações que serão destruídos envolvem a empresa OPT Incorporadora Imobiliária e Administração de Bens Próprios Ltda e o site Brasil Paralelo. Nenhuma das duas empresas foi citada no relatório final e seus representantes podem participar do ato.
Estadão Conteúdo
Imagina quanto dinheiro foi gasto nessa palhaçada!
CPI da farça e patifaria.
Quantos milhões de reais foram gastos com essa CPI?
Enquanto o povo morria, o Senado gastava milhões com uma CPI sem fundamentos.
Né isso! E quanto não eh gasto de dinheiro público em cada cornociata que o bandido das rachadinhas inventou de fazer tanto antes, quanto durante a pandemia? Complicado viu!