A situação do Atlético-GO para evitar o rebaixamento não é nenhum pouco confortável, ainda mais após a derrota por 3 a 0 para o América-MG, por 3 a 0, no último sábado, mas o time goiano ainda acredita na permanência na Série B do Campeonato Brasileiro. Ídolo do clube, o goleiro Márcio se apega na fé para que o Dragão não siga na degola.
“É a fé, a fé no improvável, que é justamente isso de acreditar no que não vê, no que parece improvável. Eu tenho a fé em Deus e acredito no meu trabalho, acredito no trabalho de muitos ainda e tomara que a gente consiga fazer a nossa parte nos jogos e deixar o restante com Deus, que, quem sabe, ele pode nos premiar”, afirmou o goleiro.
O Atlético-GO é o 18º colocado com 38 pontos, três a menos que o Guaratinguetá, primeiro time fora da degola. Por isto, além de derrotar o Oeste, no próximo final de semana, o time goiano precisa torcer por um tropeço dos paulistas, que enfrentarão o Paraná na próxima rodada e por derrota do Paysandu contra o Bragantino.
” É difícil em um momento que se perde, e a gente já perdeu tanto, ficar falando para os caras que ainda dá, o discurso fica repetitivo. Acho que cabe agora, a cada um, buscar a sua própria fé e acreditar em si também”, completou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, nesta quinta-feira, com o presidente da China, Xi Jinping, em um momento de crescente tensão no cenário internacional. Segundo a agência estatal Xinhua, o líder chinês avaliou que, diante de um mundo “tumultuado”, Brasil e China exercem papel relevante como forças de estabilidade, devendo atuar juntos em defesa da paz e da cooperação global.
Na conversa, Xi defendeu o aprofundamento da parceria estratégica entre os dois países e destacou a importância do multilateralismo e do fortalecimento das Nações Unidas como eixo central da ordem internacional. Sem citar nominalmente os Estados Unidos, o presidente chinês afirmou que Brasil e China precisam “se manter do lado correto da história” e atuar pela equidade e justiça internacionais.
O diálogo ocorreu um dia após Donald Trump anunciar, em Davos, a criação de um Conselho da Paz liderado pelos EUA, iniciativa vista com desconfiança por diplomatas por potencialmente esvaziar o papel da ONU. Tanto Brasil quanto China foram convidados a integrar o novo órgão, mas nenhum dos dois confirmou adesão. Pequim, inclusive, reiterou publicamente que seguirá defendendo o sistema internacional baseado na ONU.
Aliados de Lula interpretam a conversa como um sinal político claro de alinhamento com a China diante de movimentos considerados intervencionistas por parte de Washington. O ex-chanceler Celso Amorim, assessor especial do presidente, já classificou a proposta de Trump como uma possível “revogação” prática das Nações Unidas, reforçando o tom crítico compartilhado entre Brasília e Pequim.
O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) desembolsou ao menos R$ 450 mil em diárias para servidores destacados a prestar apoio de segurança e transporte a uma autoridade do Supremo Tribunal Federal em Ribeirão Claro, no interior do Paraná. Os pagamentos ocorreram entre 2022 e 2025 e constam no painel de transparência do tribunal, sem identificação do ministro beneficiado.
Ao todo, 25 servidores do Judiciário foram mobilizados em 16 ocasiões diferentes, somando quase 600 diárias custeadas com recursos públicos. O período mais intenso foi julho de 2025, quando os registros indicam 28 dias consecutivos de estadia. As informações detalham apenas a finalidade genérica de “apoio à autoridade do STF”, sem esclarecer o motivo das viagens ou a agenda oficial cumprida no município.
Ribeirão Claro abriga o Tayayá Resort, empreendimento que já pertenceu a irmãos e a um primo do ministro Dias Toffoli. O local voltou ao noticiário após ser citado em investigações que envolvem o Banco Master, cujo caso é relatado por Toffoli no Supremo. Um fundo de investimento ligado a empresas mencionadas nesse inquérito aportou R$ 4,3 milhões para adquirir participação no resort, segundo registros da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Dados da Receita Federal mostram que o Tayayá Resort já teve como sócia a Maridt Participações S.A., empresa pertencente a irmãos de Toffoli. O investimento mais recente foi feito pelo Arleen Fundo de Investimento em Participações, administrado pela Reag, gestora citada em apurações da Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro. Procurados, o gabinete do ministro, o TRT-2, o resort e as empresas envolvidas não se manifestaram até a publicação.
A manutenção dos palácios presidenciais usados por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pela primeira-dama Janja já custou mais de R$ 8,4 milhões aos cofres públicos desde o início do atual mandato, em 2023. O levantamento, feito a partir de dados oficiais da Casa Civil, considera despesas com o Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada, Palácio do Jaburu e a Granja do Torto, todos utilizados pela Presidência da República.
O prédio com maior custo é o Palácio do Planalto, sede do governo federal. Ao longo do terceiro mandato de Lula, os gastos com manutenção ultrapassaram R$ 3,6 milhões. Somente em 2025, as despesas já somam cerca de R$ 1,06 milhão, incluindo serviços de conservação predial e estruturas internas do edifício.
A residência oficial do presidente, o Palácio da Alvorada, aparece logo em seguida. Com áreas amplas, jardins, viveiros e estruturas de lazer, o local consumiu mais de R$ 2,5 milhões em manutenção desde 2023. No ano passado, os custos chegaram a R$ 937 mil, segundo os dados disponíveis.
Já a Granja do Torto, usada esporadicamente em poucos eventos ao longo do período, acumulou gastos superiores a R$ 1,5 milhão em três anos. Apenas em 2025, as despesas ultrapassam R$ 630 mil. Os números ainda devem crescer, já que os dados de dezembro não foram incluídos no levantamento, e há registros de meses em que a manutenção conjunta dos palácios chegou a quase R$ 600 mil.
O vice-governador do Rio Grande do Norte, Walter Alves (MDB), participou nesta quinta-feira (22) da assinatura da ordem de serviço para o início imediato das obras de duplicação do Lote 1 da BR-304, entre os municípios de Assu e Mossoró. Ao lado do ministro dos Transportes, Renan Filho, Walter ressaltou que o início da obra encerra décadas de espera e simboliza a eficácia da parceria partidária e institucional entre o Governo do Estado e o Ministério dos Transportes.
Durante o ato, Walter Alves enfatizou o papel decisivo do MDB na viabilização do projeto, que conta com investimento inicial de R$ 367 milhões através do Novo PAC. “Ter o ministro Renan Filho, um quadro do nosso partido, à frente desta pasta, mostra que o MDB é o partido da entrega e da infraestrutura. O que antes era tratado como uma ‘lenda urbana’ ou promessa distante, hoje, vira realidade com máquinas na pista”, afirmou o vice-governador.
Segurança e Desenvolvimento Regional
Em suas declarações, Walter Alves deu forte tom emocional à necessidade da obra, classificando a duplicação como uma medida essencial de defesa da vida. A BR-304 concentra quase 30% das mortes em rodovias federais no estado. “Essa obra vai salvar vidas. Não é apenas asfalto, é segurança para as famílias que trafegam entre Natal e Mossoró”, pontuou.
Além do aspecto humano, o vice-governador destacou o impacto econômico direto para a região. A obra será executada pela Construtora Luiz Costa (CLC), empresa potiguar sediada em Mossoró. “O investimento federal gera emprego e renda aqui dentro do nosso estado, valorizando as empresas da nossa terra”, celebrou Walter. Além disso, ele destacou que a via é o principal corredor para a fruticultura, a indústria do sal e o setor de energias renováveis (eólica e solar).
Articulação em Brasília
Walter Alves também reforçou que o início dos trabalhos no Lote 1 (57,6 km de extensão) é fruto de uma articulação direta da gestão estadual com o Governo Federal. Questionado sobre os demais trechos, o vice-governador explicou que a estratégia de divisão em lotes garante agilidade e que o edital para o Lote 2 (Macaíba – Riachuelo) já está no radar do DNIT.
“Nossa gestão colocou a BR-304 como prioridade número um. Com o apoio do ministro Renan e do presidente Lula, estamos transformando o mapa logístico do Rio Grande do Norte, assim como foi feito no passado com a BR-101”, concluiu Walter Alves.
Um protesto realizado na noite desta quinta-feira (22), em São Paulo, reuniu manifestantes em frente à sede do Banco Master, no Itaim Bibi, e teve como alvo principal o ministro do STF Dias Toffoli. Durante o ato, organizado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), participantes entoaram gritos como “vagabundo” e palavras de ordem cobrando explicações sobre decisões do Judiciário ligadas às investigações envolvendo a instituição financeira.
Com bandeiras, faixas e sinalizadores, o grupo também direcionou críticas ao controlador do banco, Daniel Vorcaro. Entre os gritos mais repetidos estavam frases como “Ei, Vorcaro, cadê a delação?” e “Basta, fora Vorcaro”. Fotos de investigados foram coladas nos tapumes que cercam o prédio, instalado na Rua Elvira Ferraz, cujo acesso à fachada foi bloqueado desde a véspera.
Segundo os organizadores, o objetivo da manifestação foi pressionar por mais transparência no andamento do caso e pedir o afastamento de Dias Toffoli da relatoria. A investigação do Banco Master chegou ao Supremo por decisão do próprio ministro, que determinou a centralização das apurações no STF e a suspensão de procedimentos em instâncias inferiores.
Toffoli justificou a medida alegando a existência de informações econômicas sensíveis, com potencial impacto no sistema financeiro. Desde então, ele passou a concentrar decisões como decretação de sigilo sobre partes do inquérito e autorizações de diligências. A Polícia Militar acompanhou o ato, que transcorreu de forma pacífica até o fim da manifestação.
Um nome passou a acender alertas no Palácio do Planalto nas investigações que envolvem o Banco Master e fraudes em consignados do INSS: o do empresário Augusto “Guga” Lima. Ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro, Lima aparece como personagem-chave por conectar o esquema financeiro a políticas de crédito criadas em governos do PT na Bahia. Ambos foram presos preventivamente na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e seguem monitorados, aguardando novos depoimentos.
Guga Lima foi um dos responsáveis pela formatação do CredCesta, programa de crédito consignado vinculado à antiga Cesta do Povo, política social do governo baiano que, sob gestões petistas, migrou para um modelo financeiro baseado em desconto em folha de servidores públicos. A estrutura, inicialmente apresentada como ação de cunho social, tornou-se uma engrenagem lucrativa e de alto volume, com Lima atuando como operador privado do sistema, fora da administração formal do Estado.
A partir de 2018, ainda no governo Rui Costa (PT), o CredCesta passou a operar em parceria com o Banco Master. Dois anos depois, Lima se tornou sócio de Vorcaro, e o modelo foi replicado em escala nacional. As carteiras de consignados passaram a ser cedidas, revendidas e utilizadas como lastro em fundos de investimento e operações financeiras complexas. Parte relevante desses créditos, segundo investigações, teria origem em associações de servidores da Bahia sem capacidade comprovada para gerar os volumes bilionários apresentados.
Relatórios preliminares apontam que o Master negociou cerca de R$ 12 bilhões em carteiras com lastro questionado, incluindo contratos de consignados não apresentados às autoridades. O entrelaçamento entre associações, fundos de investimento e recursos ligados ao setor público levou órgãos de controle a aprofundarem as apurações. No Congresso, a oposição tenta avançar com CPIs para investigar as conexões entre o banco, o INSS e governos petistas, enquanto investigadores observam um padrão comum: o uso de estruturas associativas e benefícios públicos como base para operações financeiras de alto risco.
Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu-DF) passou a ficar disponível em tempo integral para atender o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que cumpre pena no 19º Batalhão da Polícia Militar, a Papudinha, em São Sebastião, no Distrito Federal. A medida foi adotada após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O veículo de resgate é uma Unidade de Suporte Intermediário (USI), equipada para atendimentos de maior complexidade e acompanhada por equipe completa, incluindo médico da rede pública de saúde. A ambulância foi deslocada de sua base original, no Gama, e permanece estacionada no batalhão desde a transferência de Bolsonaro, ocorrida em 15 de janeiro de 2026.
As equipes do Samu se revezam em plantões contínuos dentro da própria Papudinha, ocupando uma sala reservada. O protocolo prevê que o grupo só deixe o local após a chegada do plantão seguinte, garantindo atendimento imediato caso seja necessária remoção hospitalar de urgência.
A disponibilização da ambulância foi uma das condições impostas por Moraes para a transferência do ex-presidente da Superintendência da Polícia Federal para o batalhão da PM. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses por envolvimento em trama golpista e permanece em cela separada de outros detentos, entre eles o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor da PRF Silvinei Vasques.
O ex-presidente tem todo o direito, quase foi assassinado pelo meliante ligado à meliantes esquerdopatas e ate hoje não se recuperou plenamente. E foi condenado por narrativas, enquanto o mal feitor foi descondenado
A decisão da americana FedEx de encerrar as entregas domésticas no Brasil escancara uma crise estrutural enfrentada pelo setor de transporte no país. Pressionadas por custos elevados, infraestrutura deficiente e insegurança, grandes transportadoras vêm reduzindo ou abandonando operações locais. O cenário ajuda a explicar por que o Brasil aparece apenas com nota 3,2 no Índice de Desempenho Logístico do Banco Mundial, em uma escala que vai até 5.
Especialistas apontam que o problema vai além de uma decisão empresarial isolada. O economista Cláudio Frischtak destaca o baixo investimento em infraestrutura de transportes, que representa cerca de um terço do necessário para atender à demanda nacional. Rodovias precárias, portos saturados e aeroportos limitados encarecem operações e reduzem a competitividade, especialmente na chamada “última milha”, etapa considerada de alto risco e baixa margem.
O peso do custo logístico no Brasil também chama atenção. Enquanto nos Estados Unidos ele representa cerca de 8,8% do PIB, no Brasil chega a quase 14%, sem considerar despesas com estoques. Soma-se a isso a forte dependência do transporte rodoviário, a escassez de motoristas e o avanço da insegurança, com milhares de roubos de carga por ano, elevando gastos com seguros e sistemas de proteção.
Paralelamente, o crescimento acelerado do e-commerce redesenhou o setor. Grandes plataformas passaram a internalizar a logística e terceirizar apenas etapas pontuais, comprimindo ainda mais as margens das transportadoras tradicionais. O resultado é um mercado mais concentrado, com menos grandes players internacionais e uma proliferação de operações regionais e informais, evidenciando um modelo logístico cada vez mais pressionado e desequilibrado no país.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou uma rodada de conversas com chefes de Estado para avaliar se o Brasil deve integrar o Conselho de Paz idealizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A estratégia do Planalto é ouvir outros países convidados antes de tomar uma posição definitiva sobre a iniciativa, que ainda gera dúvidas políticas e jurídicas.
Nesta quinta-feira (22), Lula falou por telefone com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi. Segundo o governo brasileiro, os dois líderes defenderam uma reforma ampla da ONU e do Conselho de Segurança e reafirmaram o compromisso com a paz em Gaza, além da defesa do multilateralismo e da democracia. No mesmo dia, Lula conversou com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, tratando do cessar-fogo, da reconstrução da Faixa de Gaza e da continuidade do diálogo sobre o plano de paz em curso.
O presidente brasileiro também manteve contato recente com o líder da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, com quem discutiu a situação humanitária em Gaza e os esforços internacionais para estabilizar a região. O plano de cessar-fogo patrocinado pelos Estados Unidos, aprovado por Israel e pelo Hamas em outubro de 2025, entrou em sua segunda fase, que prevê desmilitarização e reconstrução total do território palestino.
Apesar dos contatos diplomáticos, o governo brasileiro afirma que não há pressa para responder ao convite. Nos bastidores, diplomatas alertam para possíveis conflitos de atribuições com o Conselho de Segurança da ONU, além da concentração de poderes prevista no estatuto do novo órgão, que concede a Trump prerrogativas como veto e destituição de integrantes. Países como Argentina, Arábia Saudita, Catar, Egito e Israel já aceitaram participar, enquanto o Brasil segue fazendo seus cálculos antes de uma decisão final.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca em Salvador nesta sexta-feira (23) em meio a um cenário ainda indefinido entre aliados sobre a formação da chapa majoritária na Bahia. Na capital baiana, o petista participa do encerramento do 14º Encontro Nacional do MST, ocasião em que deve anunciar um pacote de ações voltadas à reforma agrária. Antes disso, Lula faz uma parada em Maceió para marcar a contratação de duas milhões de moradias pelo programa Minha Casa, Minha Vida.
A agenda ocorre em um momento sensível para o governador Jerônimo Rodrigues (PT), que pretende disputar a reeleição, mas vê o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) liderar pesquisas recentes. Levantamentos indicam vantagem do oposicionista, o que acendeu alertas dentro do PT e abriu espaço para especulações sobre mudanças na estratégia eleitoral no estado.
Diante das dificuldades, chegou a ser cogitada a possibilidade de o ministro da Casa Civil, Rui Costa, entrar na disputa pelo governo baiano. O ex-governador, no entanto, tem reiterado que seu foco é uma candidatura ao Senado. Essa escolha, porém, também provoca impasses, já que o PT defende uma chapa totalmente petista, com Rui Costa e Jaques Wagner concorrendo às duas vagas, deixando de fora o senador Angelo Coronel (PSD), aliado histórico do grupo.
Para tentar acomodar os interesses, o PT chegou a propor que Coronel fosse suplente de Wagner, hipótese rejeitada pelo senador, que insiste em buscar a reeleição. Com a renovação de dois terços do Senado em 2026, a definição na Bahia é vista como estratégica pelo Planalto, tanto para sustentar a base de apoio de Lula quanto para evitar fissuras em um dos principais redutos eleitorais do petismo no país.
ESSES TRÊS AÍ DESTRUIRAM A BAHIA.
UM DOS ESTADOS MAIS RICOS DA FEDERAÇÃO.
O BAHIANO TEM QUE TOMAR O EXEMPLO DE MINAS GERAIS, LÁ O PT ACABOU, VEIO ZEMA, E RESTAUROU TUDO OUTRA VEZ.
MINAS HOJE VOLTOU A SER PUJANTE…
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