Pelo menos sete corpos foram localizados no interior da favela Cidade de Deus, na zona oeste do Rio, na manhã deste domingo. As mortes teriam ocorrido em confronto durante operação que começou na noite deste sábado, depois da queda do helicóptero da Polícia Militar, que deixou quatro mortos. Após a queda da aeronave, a cúpula da Segurança decidiu ocupar a comunidade por tempo indeterminado.
Os corpos foram retirados da mata por moradores da comunidade e colocados pelos pais das vítimas em uma praça da região. Eles denunciavam o desaparecimento dos filhos desde a manhã de hoje. Um dos pais afirmou que encontrou o corpo do filho deitado de bruços, em posição de que foi executado.
Antes de encontrar os corpos, uma mãe aparece desesperada em um vídeo divulgado hoje nas redes sociais. Ela buscava pelo filho: “Meu filho está morto dentro do mato. O sangue é meu. Eu sou mãe!”, gritava.
Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) estiveram no local do acidente na manhã deste domingo e recolheram fragmentos do helicóptero. A aeronave já foi removida do local.
Traficante, vagabundo, criminoso… esse tipo de gente e suas atitudes sao invisiveis aos olhos da imprensa…. ai quando entram em confronto com a polícia viram pessoas, moradores da cominidade aos olhos da imprensa e tudo o que fizeram de mau some… vai para o limbo … e o que aparece?
Aparecem matérias como essa que sabotam a ação lícita da policia que diarimente busca desocupar
Os morros da criminalidade e devolvê-la aos moradores…
imprensa dos infernos!!!
Uma menina de 6 anos morreu vítima de bala perdida na noite de quinta-feira (28) no conjunto Vale Dourado, Zona Norte de Natal (RN). De acordo com a Polícia Militar, a criança, identificada como Ana Lavínia, foi atingida por um disparo de arma de fogo e socorrida para o Hospital Santa Catarina.
A mãe da criança relatou que o alvo do ataque era o pai da menina, mas o tiro acabou atingindo a filha. Segundo o 4º Batalhão da Polícia Militar, posteriormente veio a confirmação de que o pai de Ana Lavínia estava morto no local, na Rua João Paulo II.
O caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) inicia na próxima terça-feira (2) o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus do núcleo 1 da ação penal que apura uma tentativa de golpe de Estado em 2022.
O ministro Cristiano Zanin, presidente do colegiado, marcou sessões em cinco dias para as discussões. Em dois desses, o julgamento ocorre das 9h às 12h. Nos outros três dias, haverá duas sessões diárias: umas das 9h às 12h e outra das 14h às 19h.
Como os julgamentos das turmas do STF ocorrem apenas às terças-feiras a tarde, Zanin marcou seis sessões extras para analisar o caso. A análise poderá durar, ao todo, 27 horas.
Os réus não precisarão comparecer presencialmente ao julgamento na Suprema Corte. Conforme apurou a CNN, o tenente-coronel Mauro Cid, por exemplo, optou por não comparecer para evitar constrangimentos com os demais réus.
Veja datas e horários do julgamento:
2 de setembro, terça-feira: 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Ordinária)
3 de setembro, quarta-feira: 9h às 12h (Extraordinária)
9 de setembro, terça-feira: 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Ordinária)
10 de setembro, quarta-feira, 9h às 12h (Extraordinária)
12 de setembro, sexta-feira, 9h às 12h (Extraordinária) e 14h às 19h (Extraordinária)
Veja quem são os réus do núcleo 1:
Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
Walter Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Bolsonaro, candidato a vice-presidente em 2022;
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente;
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Abin (Agência Brasileira de Inteligência);
Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça de Bolsonaro;
Augusto Heleno, ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) de Bolsonaro; e
Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.
A partir da orientação do prefeito Jaime Calado, a Controladoria Geral do Município de São Gonçalo do Amarante (CGM/SGA) deu um passo importante para aprimorar a gestão pública local. Na última quarta-feira (27), a equipe da CGM, liderada pelo controladoria-geral Marcos Alexandre, promoveu a primeira etapa de uma oficina de capacitação para servidores.
O foco da iniciativa é padronizar e legalizar os processos de pagamento, garantindo uma administração fiscal mais responsável e transparente. O evento reuniu secretários, assessores e servidores-chave, destacando a colaboração de toda a gestão para atingir um nível elevado de excelência e conformidade.
O controlador-geral enfatizou a visão preventiva da Controladoria: “Nossa missão é evitar erros por falta de conhecimento e garantir que todos os procedimentos financeiros estejam alinhados com as leis vigentes.”
O projeto não se encerra com a oficina. Os próximos passos incluem um acompanhamento “in loco”, onde a equipe da CGM irá diretamente aos setores para dar suporte e orientação contínuos. A capacitação visa preparar a equipe para aplicar os recursos públicos de maneira eficiente, em conformidade com as diretrizes da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a ordem cronológica de pagamentos (seguindo a Resolução 011/2024 do TCE/RN) e as demais normas do TCU e outros órgãos fiscalizadores.
O projeto também busca total adequação às normas da LGPD, da Lei de Acesso à Informação e o fortalecimento do controle social.
O Rio Grande do Norte enfrenta um momento crítico nos hospitais da rede estadual por falta de insumos. A situação, alvo de uma decisão da 5ª Vara da Fazenda Pública de Natal que apontou um “cenário de colapso progressivo” na saúde, é enfrentada de perto por pacientes e profissionais da área. Segundo o Sindsaúde, faltam itens como cateteres, sabão, álcool, antibióticos, heparina (medicamento anticoagulante), gazes e outros. O Walfredo Gurgel, referência em trauma-ortopedia no RN, é a unidade mais afetada, onde as tomografias computadorizadas com contraste foram suspensas no início do mês por falta de bombas injetoras.
A lista de insumos em falta é extensa. De acordo com o sindicato, faltam também lençóis, óleo mineral (ofertado a pacientes com prisão de ventre), óleo de girassol para curativos, equipo (dispositivo utilizado na dieta de pacientes) e crepom. Uma funcionária do setor de materiais do Walfredo Gurgel disse à reportagem que os kits usados em cirurgias, conhecidos como ‘laps’, estão em péssimo estado. “Além disso, esse é um material que precisa de reserva para casos de emergência – são necessários pelo menos dois lápis-reserva, mas não temos nenhum”, contou a funcionária sob condição de anonimato.
Elizabeth Teixeira, diretora do Sindsaúde, denunciou que médicos do Walfredo chegam a tirar dinheiro do próprio bolso para comprar alguns itens. “Isso tem ocorrido no Centro de Queimados, que está sendo improvisado em uma área do hospital depois que iniciaram uma obra no setor e que já se arrasta há um ano. Por lá falta crepom, usado em ataduras em pacientes queimados. A falta de insumos é uma realidade que se agrava no Walfredo Gurgel, mas que não é difícil de encontrar também em hospitais como o Maria Alice Fernandes, por exemplo”, afirma.
Questionada sobre a situação em toda a rede e sobre qual o planejamento para resolver os problemas, a Sesap respondeu citando apenas o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel. Em nota, a pasta afirmou que “não procedem as faltas relativas ao abastecimento do hospital”. Segundo a Secretaria, “nunca foi registrada falta, por exemplo, de gazes ou óleo mineral, bem como há estoque de álcool, sabão, laps e outros itens, tornando improcedente a lista apresentada. Sobre as angiotomografias, estão sendo todas realizadas em outros hospitais da rede estadual, não tendo, portanto, registro de desassistência aos pacientes”.
Ainda segundo a Sesap, a respeito da situação registrada no Hospital Geral João Machado, “conforme manifestação anterior da Secretaria à época do episódio no início de agosto, boa parte da alimentação fornecida na unidade é produzida por uma empresa contratada, que entrega as refeições lacradas para consumo. Diante do registro apresentado, a Secretaria notificou a empresa responsável e acionou a Vigilância Sanitária para a apurar a situação”.
A Operação Carbono Oculto do Ministério Público de São Paulo, realizada nesta quinta-feira (28), foi o resultado de uma investigação iniciada em 2023. A ação em oito estados mirou um esquema criminoso bilionário do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis.
Segundo o governador Tarcísio de Freitas, ações de inteligência há dois anos possibilitaram a ação desta quinta, que contou com cerca de 1,4 mil agentes em uma força tarefa que uniu diversos orgãos de segurança de todo o país. Durante a operação, mandados foram cumpridos na Avenida Faria Lima, principal centro financeiro do país.
Além da Carbono Oculto, a Polícia Federal realizou as operações “Quasar” e “Tank” com o mesmo objetivo: desarticular esquemas de lavagem de dinheiro do PCC no setor de combustíveis. Apesar de serem três ações separadas, elas foram realizadas a partir de uma grande coordenação entre órgãos de segurança estaduais e federais.
“O Brasil, infelizmente, tem muitas brechas para isso. São regimes especiais tributários que às vezes são concedidos, importações de um determinado tipo de produto para ser utilizado na indústria química, mas, chega aqui, ele é rebeneficiado e acaba chegando aos postos. Essas operações ilícitas foram sendo mapeadas e a gente teve a eclosão hoje da Carbono Oculto, que é uma resposta do estado com relação a essa inserção do crime no setor de combustíveis”, afirma Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo.
Em coletiva de imprensa, as autoridades explicaram a origem da investigação, que partiu do MPSP ao solicitar um levantamento de possíveis postos de combustíveis usados pelo crime organizado ao Centro de Inteligência da Polícia Militar do estado. As apurações identificaram o uso de fintechs e fundos de investimento para lavar o dinheiro do esquema de fraudes em combustíveis.
O Executivo apresenta nesta sexta-feira (29) ao Congresso o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2026, considerado o mais importante do atual governo. A peça será o fio condutor das contas públicas em pleno ano eleitoral, quando a pressão por gastos se intensifica e a credibilidade fiscal fica em cheque.
Mais que uma formalidade constitucional, a proposta se transforma em um termômetro político. O texto vai expor como o governo pretende equilibrar a promessa de superávit com as pressões por mais investimentos e emendas parlamentares, em meio a discussões sobre equilíbrio fiscal e cortes de benefícios.
O texto deve detalhar a meta fiscal, projeções macroeconômicas e prioridades de despesa do próximo ano, como os valores do salário mínimo, do Bolsa Família e espaço para as políticas carro-chefe para o próximo ano.
O texto é elaborado a partir das diretrizes já definidas no PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias), entregue em março, e servirá de base para o debate orçamentário até a votação final, prevista para dezembro.
A proposta vai projetar um resultado primário de superávit, em 0,25% do PIB para o próximo ano, conforme fixado no PLDO, além de apresentar receitas suficientes para cumprir a regra. No entanto, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que não há previsão de o texto trazer medidas adicionais de receita.
A apresentação precisa considerar a meta cheia, sem apoio na banda inferior permitida pelo arcabouço fiscal, em 0,25% do PIB de superávit ou de déficit, equivalente a cerca de R$ 34 bilhões.
Também entram em jogo as despesas com precatórios, que podem ser retiradas do cálculo para a checagem da meta, abrindo espaço no resultado oficial — já que a regra estabelecida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) vale até 2027.
Para fechar as contas, a equipe econômica deve apostar em medidas em tramitação, como corte de benefícios tributários, mudanças na tributação de investimentos e antecipações ligadas ao petróleo.
Os últimos acontecimentos, como o tarifaço de Donald Trump às exportações brasileiras, e uma megaoperação que identificou lavagem de bilhões de reais ligados ao PCC, e a posição do governo frente a isso, deram mais fôlego político ao presidente Lula para o pleito de 2026.
A expectativa é de que o texto seja enviado à tarde, com possível coletiva técnica para explicar os números à imprensa — que pode ficar para a segunda-feira (1º), como já aconteceu em outros casos.
Uma mulher foi presa na comunidade do Detran, em Natal, após a Polícia Militar apreender com ela uma arma de fabricação caseira e porções de drogas. Enquanto era encaminhada a delegacia, a mulher se revoltou contra os policiais e chegou a afirmar: “eu não sou bandida, bandida é a polícia”. A declaração foi registrada em vídeo pela reportagem do Via Certa Natal.
De acordo com a PM, a arma estava em situação irregular e a droga seria destinada à venda na região. A mulher foi conduzida à delegacia, onde permanece à disposição da Justiça.
A ação da polícia desencadeou um protesto de moradores nas proximidades. Pneus foram queimados e o Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar as chamas e liberar a pista.
Durante participação no programa 12 em Ponto, da 98 FM Natal, nesta quinta-feira (27), o secretário da Fazenda e pré-candidato ao governo do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier (PT), comentou sobre os atrasos nos repasses de empréstimos consignados aos servidores estaduais, que estão congelados desde o dia 10 de julho. Xavier afirmou que o problema deve ser solucionado até dezembro.
Segundo ele, não se trata de apropriação indevida do dinheiro descontado dos contracheques, mas sim de uma questão de gestão orçamentária. O secretário pontuou que o Estado prioriza o pagamento da folha de servidores, e muitas vezes não há sobra de recursos para efetuar imediatamente os repasses aos bancos.
“Não é que o Estado fica com o dinheiro do servidor. O dinheiro simplesmente não existe. Pagamos o salário líquido, e não sobra para o repasse do consignado porque priorizamos a folha. Quando terminamos de pagar a folha, não sobra um centavo”, afirmou.
O secretário ainda ressaltou que o atraso é pontual e que, até o momento, o problema afeta apenas os empréstimos consignados do Banco do Brasil, sem gerar negativação no Serasa ou cobranças indevidas aos servidores.
Cadu Xavier informou que o governo está em negociação com o banco e projeta que até dezembro todos os repasses atrasados sejam regularizados, permitindo a retomada das operações de crédito consignado. “Até dezembro é a previsão. Temos expectativa de resolver isso até novembro, pagando o que está atrasado e retomando o crédito para os servidores”, disse.
Ele destacou também que, enquanto o problema não for resolvido, servidores que precisarem de empréstimos podem buscar outras instituições financeiras que oferecem o consignado, já que o bloqueio é específico do Banco do Brasil.
Parte do salário do servidor é retida pelo governo pois é uma parcela do empréstimo consignado. O Estado não repassa o valor ao banco. Mas o candidato diz que não fica com o dinheiro. Vamos! Todos votando nele ano que vem!!
Em Itapeva (SP), Kauan, conhecido como o “menino do pão”, precisou interromper a venda de pães caseiros que fazia para ajudar a mãe, após uma denúncia que levou o Conselho Tutelar a convocar a família para esclarecimentos.
O adolescente estudava regularmente e realizava a atividade de forma voluntária, contribuindo com o sustento familiar. O caso gerou debate sobre trabalho infantil e a realidade de muitas famílias, com moradores e internautas discutindo se atividades desse tipo, quando não prejudicam os estudos, deveriam ser tratadas como infração.
O caso viralizou em diversas plataformas das redes sociais e uma grande quantidade de pessoas se manifestou com repúdio à ação de impedimento da venda de pães. “Isso é um absurdo, o que ele está fazendo de errado”? “Um menino honesto sendo proibido de vender pães, era só o que faltava”. Comentários nesse contexto tomaram conta das redes com indignação. Por outro lado, também muitos incentivadores saíram em favor de Kauan e sua família.
Agora o menor pode roubar, estrupa e usar drogas não dá nada, pois trabalho é crime
. Isso é Brasil isso é PT que apoia a marcha da maconha mas não o trabalho.
Aqui nesta bosta de país, só criança só pode vender drogas e pedir esmolas no sinal! Aprender a trabalhar e a produzir é extremamente proibido! Mas não poderia ser diferente né? Afinal, somos governados um ladrão contumaz!
O secretário de Fazenda do Rio Grande do Norte e pré-candidato ao Governo do RN, Cadu Xavier (PT), afirmou que a senadora Zenaide Maia (PSD) não faz parte hoje do mesmo campo político do partido da governadora Fátima Bezerra (PT) e do presidente Lula (PT). Ele avaliou o cenário eleitoral para 2026 hoje e os fatos novos que vêm surgindo, com a existência de três chapas atualmente. Além da dele, pelo PT, a da direita, com Rogério Marinho (PL) pré-candidato e a de Allyson Bezerra (UB), que, ao lado de Zenaide deve viabilizar a terceira candidatura ao executivo estadual.
“Allyson sempre esteve do outro lado, o prefeito de Mossoró nunca esteve próximo do nosso governo, nunca. Então se Zenaide vai estar caminhando ao lado dele, ela vai estar na oposição ao governo, que nós vamos ter um candidato de situação, que serei eu, e ela vai estar num palanque que é de oposição do governo, de outro campo político”, afirmou durante entrevista ao programa 12 em Ponto, na 98 FM.
Com pré-candidatura posta há meses, Cadu afirma que não há possibilidade de mudança dessa decisão pelo sistema governista. Entretanto, questionado, admite que poderia ser vice de Walter Alves (MDB), em caso do vice-governador, quando assumir a cadeira de governador, decida disputar reeleição.
“Eu acho que a única possibilidade de retirada da minha candidatura é se o futuro governador Walter Alves decidir ser candidato. É um direito dele. Aceito ser vice dele sem problema nenhum.
De Walter, sem problema nenhum, porque é direito dele ser candidato”, explicou.
Por outro lado, afirmou que não deverá ser candidato a vice-governador ao lado de Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, cujas especulações apontam possibilidade de se colocar ao Governo. Cadu descarta.
“De Ezequiel, essa condição não existe nesse momento. Walter vai ser governador do Estado e ele tem o direito de ser candidato à reeleição. Então, esse é o quadro que existe”, cravou.
Segundo Cadu, a eleição de 2026 vai reforçar o embate direto entre os dois lados da política: de um lado, o campo progressista liderado por Lula e Fátima; de outro, a direita bolsonarista e seus aliados. Sobre as candidaturas que já estão desenhadas no Rio Grande do Norte, ele resume: “Tem Rogério Marinho, candidato de um grupo, e Allyson Bezerra; os dois estão no outro campo.
Eu sou atualmente o pré-candidato ao governo do lado do presidente Lula, do lado da democracia.
Quem estiver do outro lado, é do outro lado”.
Xavier ainda explica a identificação do seu nome enquanto pré-candidato atrelando-o ao presidente Lula. A definição que aumentou os índices de intenções de votos nas pesquisas é, segundo ele, para “demarcar os lados”: “Eu sou filiado ao PT, eu sou secretário do Estado do Governo do PT há sete anos, e eu não tenho problema nenhum de ser Cadu de Lula. Pelo contrário, eu tenho muito orgulho. O outro lado vai ser fulano de Bolsonaro, vai ter que defender; fulano que defendeu os atos golpistas de 8 de janeiro. Não, Cadu de Lula é isso”.
Cadu Xavier ressaltou que o PT tem dialogado com os partidos aliados para fechar a chapa que vai disputar o Senado em 2026. “O PT tem uma candidatura posta, que é a minha. Agora, nós estamos dialogando com os partidos aliados, porque não se faz eleição sozinho. A governadora Fátima sempre disse isso. O MDB é um parceiro importante, o PSB é um parceiro importante, o PCdoB, o PV, o PDT. O campo que esteve com Lula em 2022 é o campo que a gente precisa manter unido em 2026”, explicou.
Legado do Governo Fátima
Além das questões eleitorais, Cadu Xavier também falou sobre a gestão estadual e o legado da governadora Fátima Bezerra. Ele destacou o resgate do pagamento em dia dos servidores e a reorganização das contas públicas.
“A gente recebeu um Estado quebrado, com salários atrasados, com quatro folhas em atraso. A governadora conseguiu pagar tudo e colocar em dia. Reconstruímos a arrecadação, modernizamos a Secretaria de Tributação e demos estabilidade fiscal ao Estado”, disse.
O secretário ainda comentou sobre os investimentos em saúde, educação e segurança, o enfrentamento aos ataques criminosos de 2023, as operações de crédito para infraestrutura e saneamento, além dos desafios futuros como os precatórios e a queda das transferências federais.
“O RN hoje está em muito melhores condições do que em 2018. Claro que temos desafios, mas o Estado está equilibrado e tem condições de seguir avançando”, concluiu.
Só sete? Aaaaaaaaaaaah… Vale não! Teriam que pelo menos uns 20… Para começar só!
Traficante, vagabundo, criminoso… esse tipo de gente e suas atitudes sao invisiveis aos olhos da imprensa…. ai quando entram em confronto com a polícia viram pessoas, moradores da cominidade aos olhos da imprensa e tudo o que fizeram de mau some… vai para o limbo … e o que aparece?
Aparecem matérias como essa que sabotam a ação lícita da policia que diarimente busca desocupar
Os morros da criminalidade e devolvê-la aos moradores…
imprensa dos infernos!!!