Economia

SETHAS diz em nota que está em fase de licitação para “evitar desperdícios” no Restaurante Popular, mas deixa dúvidas sobre empresas contratadas

Foto: Reprodução

Diante das matérias que veiculamos no tocante a pretensão da Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (SETHAS) em diminuir drasticamente o número de refeições servidas no Programa Restaurante Popular (PRP) do Governo do Estado, a referida Pasta divulgou uma nota, através da qual informa que tem em curso duas licitações pertinentes ao Programa, através das quais procura evitar, em suas palavras, desperdício e atender a demanda real das unidades.

Para tanto, justifica que os certames atuais “consideram o quantitativo de refeições/dia fornecidas pelas unidades que é a referência técnica para a formação de lotes em licitação, considerando recomendações em relatório de auditoria interna de 2019, relatório do TCE e em visitas de inspeção técnica realizadas pela SETHAS nas unidades que constataram viabilidade dos ajustes”.

Continuando, informa que “o primeiro certame em curso prevê contratação anual estimativa de 601.920 (seiscentos e um mil novecentos e vinte) refeições prontas para oferta do serviço nas unidades do PRP em Parnamirim, São Paulo do Potengi, Pau dos Ferros e Parelhas”, enquanto que “o segundo se destina à contratação de uma estimativa anual de 1.285.680 (um milhão duzentos e oitenta e cinco mil seiscentos e oitenta) refeições prontas, para oferta do serviço nas unidades do Programa em São José de Mipibu, Santo Antônio, Natal (Planalto), Natal (Pompéia), Ceará-Mirim (Conjunto Paraíba), São Miguel, Assú (Frutilândia), Macau, Jardim de Piranhas, Areia Branca, Apodi, Mossoró (Centro), Canguaretama, João Câmara, Santa Cruz e Jucurutu”.

Continuando, aduz que “as metas diárias de fornecimento de refeições apresentadas nos dois certames correspondem, por um lado, a um ajuste na oferta de refeições, adequando-as à demanda efetivamente identificada em visitas de inspeção, nas quais foram constatadas a viabilidade e necessidade de redução nas metas nos municípios ora apresentados”.

Por fim, justifica que “o ajuste efetivado resulta da imposição decorrente das novas obrigações contributivas do Governo do Estado instituídas pela Lei Federal do FUNDEB, Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020, a qual retira recursos do Fundo Estadual de Combate a Pobreza (FECOP), fundo este que custeia as ações de Segurança Alimentar, destinando 20% dos recursos deste fundo a Política Estadual de Educação. Com a referida Lei Federal 2% do ICMS incidente sobre um conjunto de produtos que constituem a base de arrecadação e financiamento do FECOP passaram a contribuir com o montante dos 20% da obrigação do Estado com o FUNDEB. Esta medida impôs uma redução de mais de R$ 24 milhões no orçamento dos programas financiados com recursos do FECOP”.

Quanto aos pontos trazidos pela SETHAS através da Nota encaminhada, cabem alguns questionamentos, os quais são fundamentais para esclarecer, REALMENTE, o que vem acontecendo com essa verdadeira dilapidação do Programa Restaurante Popular, a ver:

1º) Onde está o relatório e/ou termo de inspeção técnica que atesta segundo a SETHAS uma demanda menor que a servida atualmente nas unidades?

2º) O dito superdimensionamento de refeições ocorreu em todas as unidades? Tal fato é estranho haja vista que nenhuma das unidades permaneceu com o mesmo quantitativo, uma vez que a SETHAS impôs diminuições em todos os contratos que passavam por renovação.

3º) É fato que com a pandemia houve um aumento da fome e da pobreza em todo o País. Mesmo assim, NENHUMA das unidades do Programa Restaurante Popular do RN teve aumento ou mesmo manutenção na sua demanda diária?

4º) Se as empresas contratadas estão servindo menos refeições que o pactuado em contrato, quais os nomes das que não estão cumprindo a meta estabelecida? Estas já foram notificadas? Já foram punidas? A SETHAS abriu processo administrativo para apurar e punir as fraudes? Quais os números dos processos administrativos pertinentes?

5º) Se houve relocação dos recursos do FECOP, por que somente Programa Restaurante Popular foi afetado, e nessa magnitude?

Tais pontos devem ser esclarecidos, posto que, a depender das ações tomadas, ou melhor, das ações não tomadas pela Pasta, certamente haverá alguém que responderá por IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.

Com a palavra a titular da SETHAS….

Opinião dos leitores

  1. Um verdadeira maldade o que o (des)Governo da Professora Fátima tem feito com os mais carentes, vai matar o povo de fome agora e o ano que vem prometer melhorias em busca de votos. Alimentação é uma necessidade básica do ser humano e nosso governo tem tirado isso do seu povo…

  2. Atitude politiqueira da (des)governadora que está acabando com programas sociais implantados por outros governos. Não se preocupa com o sofrimento do povo!
    Agora Fátima vai ter muito o que explicar em relação a destinação dos recursos do fundo de combate à pobreza.

  3. O negócio é, prato vazio na mesa do povo pobre. E na mesa de alguns muito dinheiro no bolso de poucos! Depois muito vento e propaganda.

  4. Esse serviço engodo do estado é apenas mais um artificio de ilusões criado por algum intelectual maldoso.. O poder mama no povo e nao emana… o povo acha que nao vai pagar a conta, e é provavel que ainda vai receber menos por mais, por vias sofríveis e nao tortuosas dos impostos sobre o consumo (ICMS). Vai sair mais caro que se deixasse a economia fluir naturalmente.

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Polícia

URGENTE: Polícia Federal faz ação em residência no Alphaville Natal, na Rota do Sol

Foto: Reprodução/Blog Gustavo Negreiros

Uma equipe da Polícia Federal foi vista na manhã desta terça-feira (2) em uma residência localizada no condomínio Alphaville, na região da Rota do Sol, na Grande Natal.

Agentes do grupo tático da corporação participaram da ação no imóvel e, segundo informações do blog Gustavo Negreiros, a residência pertence a um morador conhecido por realizar eventos e confraternizações no local.

Até o momento, a Polícia Federal não informou oficialmente o objetivo da operação nem confirmou quais medidas teriam sido adotadas durante a presença dos agentes no condomínio.

Também não foram divulgadas, até agora, informações oficiais sobre as circunstâncias que motivaram a ação.

*Matéria em apuração

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Política

[VÍDEO] “NÃO É REGULAÇÃO, É CENSURA”: jurista portuguesa critica fala de Moraes no “Gilmarpalooza”

Imagens: Reprodução/Rita Rocha

A defesa da regulação internacional das plataformas digitais feita pelo ministro do STF Alexandre de Moraes no Fórum de Lisboa provocou reação da influenciadora e mentora jurídica portuguesa Rita Rocha, do perfil @legalis.pt.

Em vídeo publicado nas redes sociais, a jurista criticou as declarações do ministro e contestou a proposta de regulação das big techs debatida durante o evento, conhecido informalmente por críticos como “Gilmarpalooza”.

“Alexandre de Moraes quer uma censura nas redes sociais. Não é a regulação das big techs, é censura do discurso livre nas redes sociais”, afirmou Rita Rocha no conteúdo divulgado online, conforme informações do BZNotícias.

Rita também critica as decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro, mencionando nomes de ex-integrantes do governo Jair Bolsonaro, entre eles Filipe Martins e Alexandre Ramagem.

Ao comentar a presença das autoridades brasileiras no Fórum de Lisboa, Rita questionou o espaço concedido ao ministro em uma universidade portuguesa.

“Alexandre de Moraes vem dar aulas de Direito a Portugal, numa universidade pública. Mas não vem sozinho, vem com os seus compinchas. Isto, se não fosse trágico, era para rir”, declarou.

O Fórum de Lisboa reúne anualmente autoridades do Judiciário, políticos, acadêmicos e especialistas para debates sobre democracia, tecnologia, economia e direito.

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Política

[VÍDEO] ANÁLISE: AVANÇO OU RETROCESSO? William Waack analisa ofensiva do STF contra Big Techs no Brasil

Imagens: Reprodução/CNN

O avanço da regulação das plataformas digitais e do uso da inteligência artificial no Brasil dividiu opiniões entre os poderes e analistas políticos. Para o ministro do STF Gilmar Mendes, o país está certo em impedir abusos digitais e responsabilizar empresas globais de tecnologia que operam no país.

Segundo a análise do jornalista e âncora da CNN Brasil, William Waack, esse avanço regulatório ganhou tração graças às ações do próprio STF, que fixou recentemente novos parâmetros jurídicos para punir civilmente as plataformas.

Além disso, a canetada recente do governo federal por meio de decretos deu superpoderes à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) para capitanear o combate a crimes graves na internet.

Por outro lado, uma ala expressiva do Poder Legislativo no Congresso Nacional enxerga o cenário com extrema desconfiança e argumenta que o Brasil está andando na direção errada. A oposição sustenta que o cerco às Big Techs atenta diretamente contra a liberdade de expressão dos cidadãos.

O principal temor político é que os novos decretos acabem criando uma espécie de “ministério da verdade” estatal, centralizando na mão de burocratas o poder de definir arbitrariamente o que é enquadrado como “discurso de ódio” ou “conteúdo antidemocrático”.

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Política

“Polarização levou à perda do senso comum”, diz Barroso ao defender regulação das redes sociais

Foto: Reprodução

O ministro aposentado do STF Luís Roberto Barroso defendeu os decretos do governo federal que atualizaram as regras do Marco Civil da Internet e afirmou que a polarização política tem prejudicado o debate sobre regulação das plataformas digitais.

Durante participação no XIV Fórum de Lisboa, em Portugal, Barroso rejeitou críticas de censura às novas medidas. “É uma importantíssima decisão regulando plataformas digitais de uma maneira extremamente moderada, que nem vagamente se aproxima de censura”, afirmou.

Os decretos estabeleceram novas exigências para plataformas digitais, como canal de denúncias, representante legal no Brasil e mecanismos de proteção contra violência digital, especialmente contra mulheres.

As novas regras também permitem, em situações específicas, a remoção de conteúdos considerados criminosos sem necessidade de ordem judicial prévia.

Segundo Barroso, a estrutura central do Marco Civil permanece mantida: a regra geral continua sendo a responsabilização das plataformas apenas em determinadas situações legais e a retirada de conteúdos mediante decisão judicial.

O ministro aposentado afirmou, porém, que crimes graves exigem resposta rápido, como pornografia infantil, terrorismo e conteúdos de instigação ao suicídio, defendendo que esse tipo de material possa ser removido após simples notificação, sem necessidade de aguardar decisão da Justiça.

Barroso disse ainda que o debate sobre regulação digital acabou contaminado pela disputa ideológica. “Não importa se alguém é liberal, conservador ou progressista. A polarização no mundo levou a uma certa perda de senso comum que nós precisamos resgatar”, afirmou.

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Economia

TOMBO NO EMPREGO: RN amarga 3ª maior perda de vagas do país; agropecuária lidera queda

Foto: Reprodução

O RN registrou em abril a 3ª maior perda de empregos formais do país, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), compilados pelo Sebrae-RN. Foram 20.245 demissões, deixando o estado atrás apenas de Alagoas e Rio Grande do Sul.

Este é o segundo pior desempenho do RN nos últimos cinco anos.

A agropecuária foi o setor que mais pesou no resultado de abril, com fechamento de 1.050 vagas. Comércio  e indústria também registraram saldo negativo no mês.

No acumulado de 2026, a agropecuária lidera as perdas no RN, com menos 5.332 postos de trabalho. Segundo a análise dos dados, parte desse resultado está associada ao encerramento de ciclos produtivos rurais, incluindo a redução de 3.493 vagas ligadas ao cultivo do melão.

Por outro lado, os setores de serviços e construção civil ajudaram a reduzir o impacto do resultado geral no mercado formal potiguar.

Entre os municípios, Natal apresentou o maior saldo positivo do estado, com 219 vagas abertas, seguida por Açu e São Gonçalo do Amarante. Já Mossoró, Ipanguaçu e Jandaíra apareceram entre os municípios com maiores perdas de postos formais no período.

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Política

TRE-RN NA JOGADA: Novo aciona Allyson por propaganda antecipada com jingle ligado a Geraldo Melo

Imagens: Reprodução/Robson Xerife

O partido Novo ingressou com uma representação no TRE-RN contra Allyson Bezerra (União Brasil) acusando o ex-prefeito de Mossoró de fazer propaganda eleitoral antecipada nas redes sociais. Pela legislação vigente, propagandas oficiais de candidatos só estão liberadas a partir de 16 de agosto, após o período das convenções partidárias.

A denúncia, assinada pelo presidente estadual do Novo, Renato da Cunha Lima Filho, e pelos advogados Erick Pereira e Leonardo Palitot, aponta que Allyson publicou um “verdadeiro jingle de campanha” em múltiplos perfis oficiais criados para inflar seu alcance digital, segundo informações da Tribuna do Norte.

O vídeo trazia legendas sobrepostas em letras garrafais com os dizeres diretos “Allyson Governador” e “Agora é Allyson que eu quero”, eliminando qualquer dúvida sobre o cargo pretendido e o apelo ao voto.

Segundo a representação, o jingle usado por Allyson é o reaproveitamento exato da peça publicitária histórica usada em campanhas passadas pelo falecido ex-governador Geraldo Melo.

Segundo a representação do Novo, o uso desse áudio icônico reforça a natureza estritamente eleitoral do post, conectando diretamente a imagem de Allyson à disputa pelo Poder Executivo do Estado, longe de ser apenas um registro rotineiro ou informativo.

O Novo quer a remoção imediata dos vídeos das redes sociais e a condenação de Allyson a multa, que pode variar entre R$ 5 mil e R$ 25 mil, ou o equivalente ao custo real da produção publicitária caso o valor seja superior.

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Política

‘Allyson representa o atraso e Álvaro é a extrema direita’, dispara Fátima ao polarizar a disputa pelo Governo do RN

Foto: Reprodução

A governadora Fátima Bezerra (PT) subiu o tom em entrevista à TV Ponta Negra e direcionou ataques diretos aos seus dois principais adversários: o ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), e o ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PL). Ambos enfrentarão o candidato governista apoiado pelo PT, o ex-secretário da Fazenda Cadu Xavier.

Ela foi categórica ao rejeitar os acenos recentes de Allyson a pautas de esquerda — como o fim da escala 6×1.

“A candidatura de Mossoró representa o atraso, representa o conservadorismo. O ex-prefeito sempre foi antilulista, foi antipetista. Ele não tem diálogo com a esquerda”, afirmou, apontando que o projeto de Allyson virou ponto de convergência das “velhas oligarquias tradicionais” do Estado.

Ao falar sobre Álvaro, Fátima subiu ainda mais a temperatura e o enquadrou diretamente no campo do bolsonarismo radical.

“A candidatura do ex-prefeito de Natal representa a extrema direita. Representa inclusive uma ameaça exatamente à democracia, com um projeto de caráter autoritário”, disse.

Para Fátima, o cenário caminha para uma polarização nítida no 2º turno entre o governista Cadu Xavier e Álvaro Dias, minimizando as chances do ex-prefeito de Mossoró chegar à reta final.

Ela celebrou o crescimento de Cadu nas últimas pesquisas e reforçou que a força do presidente Lula no Nordeste será o fator decisivo para garantir a vitória do seu bloco político, que projeta ter a vereadora Samanda Alves (PT) eleita senadora.

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Economia

EUA propõem taxar em 25% o Brasil após investigação sobre o Pix

Foto: Reprodução

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos propôs oficialmente a aplicação de uma taxação de 25% sobre as importações de diversos produtos brasileiros.

A medida drástica, divulgada nesta segunda-feira (1º) com informações do portal Metrópoles, surge como uma punição a políticas adotadas pelo governo brasileiro que foram classificadas por Washington como “irrazoáveis” e prejudiciais ao comércio norte-americano.

A proposta é o resultado final de uma investigação aberta pelo governo dos EUA sobre o funcionamento e o mercado do Pix no Brasil, além de analisar as diretrizes brasileiras sobre comércio digital, proteção de propriedade intelectual e combate ao desmatamento ilegal.

O órgão americano concluiu que tais práticas ferem a chamada Seção 301 da Lei de Comércio, mecanismo legal que permite aos Estados Unidos retaliar nações associadas a concorrências consideradas injustas.

A palavra final sobre a aplicação ou o veto do tarifaço de 25% caberá exclusivamente ao presidente Donald Trump.

Caso o governo americano decida prosseguir com as sanções, a definição das “medidas corretivas” contra o mercado brasileiro tem o dia 15 de julho como prazo limite.

Setores tradicionais como a carne bovina, café, petróleo, minérios e certas frutas e nozes foram listados como isentos e não devem sofrer o impacto das tarifas punitivas.

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Política

Dra. Zenaide segue liderando cenário e reeleita ao Senado em nova pesquisa

Foto: Agência Senado

A senadora Zenaide Maia (PSD) apareceu nesta segunda-feira (1º) como reeleita em mais uma pesquisa de intenção de voto. No levantamento Agorasei/96FM ela chega novamente a liderar o cenário de segundo voto com 13%, à frente de Rafael Motta (9,3%) e Styvenson Valentim (9,2%).

Na soma do primeiro e do segundo voto, a reeleição se confirma com a senadora alcançando 25,3% e Styvenson Valentim 43,2%. Rafael Motta aparece em terceiro, com 17,2% seguido por Coronel Hélio (9,8%) e Samanda Alves (8,9%).

No cenário estimulado de primeiro voto, a senadora também aparece dentro das duas vagas com 12,3% das intenções de voto, se mantendo como eleita junto a Styvenson Valentim com 34%. Rafael Motta registrou 7,9%.

A pesquisa Agorasei/96FM ouviu 1.500 eleitores entre os dias 28 e 31 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números RN-02699/2026 e BR-05671/2026.

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Política

Rogério Marinho acusa esquerda de fake news sobre ‘escala 7×0’

Foto: Saulo Cruz / Agência Senado

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), acusou parlamentares alinhados ao governo do presidente Lula (PT) de disseminarem informações falsas sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pela oposição como alternativa ao debate sobre o fim da escala 6×1.

Nos últimos dias, informou o Diário do Poder, parlamentares governistas publicaram nas redes sociais críticas ao texto, alegando que a proposta poderia retirar direitos trabalhistas e abrir caminho para jornadas sem folgas. Em uma das publicações, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) afirmou que a PEC acabaria com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e pediu que apoiadores da proposta de redução da jornada pressionassem senadores a retirarem assinaturas de apoio ao texto.

Marinho rebateu as críticas e afirmou que a proposta não extingue direitos como 13º salário, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou descanso semanal remunerado.

Segundo o senador, a PEC mantém o limite constitucional de 44 horas semanais e cria a possibilidade de o trabalhador optar por um regime flexível de contratação, com remuneração e benefícios calculados proporcionalmente às horas trabalhadas.

“O que incomoda os críticos não é a suposta retirada de direitos, porque isso não é verdade. A principal preocupação do PT e seus partidos satélites é outra: a proposta amplia a possibilidade de negociação direta, reduzindo a dependência. O que eles defendem não é o trabalhador, mas sim os sindicatos”, disse Rogério Marinho.

A PEC da oposição conta com 40 assinaturas e já foi protocolada no Senado. A proposta é apresentada como contraponto às iniciativas que defendem mudanças na escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho. Nas redes sociais, Marinho também criticou esquerdistas e negou que a proposta permita uma jornada de trabalho sem folgas.

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