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A atual diretoria da Unimed Natal decidiu mudar uma regra histórica e jogar o prejuízo apenas nas costas dos cooperados. Por decisão unânime do Conselho de Administração, o pro-rata — que é a divisão do prejuízo — deixou de ser aplicado sobre o pró-labore de diretores e conselheiros, mas continua sendo cobrado mensalmente dos médicos cooperados.
A informação foi admitida abertamente pelo próprio presidente durante a Assembleia Extraordinária. O detalhe que está causando revolta entre os cooperados: nas gestões anteriores, diretores e conselheiros também pagavam pro-rata, como qualquer cooperado.
Agora, quem já recebe salários elevados foi poupado, enquanto a base segue arcando sozinha com o rombo.
Na prática, criou-se uma exceção para quem manda e uma regra dura para quem sustenta a cooperativa. O modelo cooperativista, que deveria se basear em igualdade e responsabilidade compartilhada, foi quebrado pela atual gestão ao se auto anistiar da divisão dos prejuízos.
O impacto não é pequeno: o pro-rata médio dos últimos seis meses chegou a quase 20%, reduzindo a renda dos cooperados.
A pergunta que os médicos estão fazendo: isso é justo? Quando a diretoria se protege e transfere o prejuízo apenas para os médicos, o equilíbrio do sistema vai junto.
Não completou nem um ano ainda, e a diretoria TIKTOK, o presidente digital influencer tirou a cooperativa de superávit para um negativo pesado.
Cooperativas são sinônimos de lucros altos dos diretores! Tem uma Cooperativa da área da saúde que a diretora, dondoca e adúltera, inventa inúmeros gastos, todos fakes, só para lucrar e muito. Dizem que ela ganha mais de 50 mil só com dinheiro desviado da cooperativa, fora o pró-labore.