O STF (Supremo Tribunal Federal) emitiu nota na qual repudia o pedido de impeachment entregue ao Senado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra o ministro Alexandre de Moraes.
Leia nota na íntegra
O Supremo Tribunal Federal, neste momento em que as instituições brasileiras buscam meios para manter a higidez da democracia, repudia o ato do Excelentíssimo Senhor Presidente
da República, de oferecer denúncia contra um de seus integrantes por conta de decisões em inquérito chancelado pelo Plenário da Corte.
O Estado Democrático de Direito não tolera que um magistrado seja acusado por suas decisões, uma vez que devem ser questionadas nas vias recursais próprias, obedecido o devido
processo legal.
O STF, ao mesmo tempo em que manifesta total confiança na independência e imparcialidade do Ministro Alexandre de Moraes, aguardará de forma republicana a deliberação do Senado Federal.
A história jamais perdoará Bolsonaro e seu clã. A Alemanha um dia foi nazista, o partido nazista era maioria. E todos conhecemos a história infame por trás disso. Até os melhores tem seus momentos de loucura. No Brasil será igual… Um dia Jair Bolsonaro será lembrado como afronta a democracia, desgoverno total, desrespeito com as vítimas de uma doença no meio de uma pandemia, descompromisso com o país e pelas múltiplas tentativas de conflito que ele mesmo cria e alimenta.
De que lado do espectro político brasileiro estão os vagabundos, corruptos, defensores de ditaduras, baderneiros, bandidos em geral (inclusive os traficantes), mentirosos, drogados, pervertidos, inimigos da família e das religiões em geral? O Brasil vive uma guerra explícita do Bem contra o Mal e está muito claro o lado de elementos como vc. Mas vou te alertar para uma coisa: o Bem sempre vence, “cumpanhero”.
Que ponto nós chegamos. Não culpo o presidente, ele também tem que fazer alguma coisa, os três poderes passaram do limite. Sérgio Reis alega que falou aquilo diante dos amigos e alguém gravou.
Não precisava de tanto exagero.
Não votei Bolsonaro, mas só por conta dessas coisas, agora eu vou votar.
Pode criticar, comentar. Só não pode fazer incitação à prática de crime, mentir deliberadamente, ameaçar, caluniar, injuriar, difamar e ameaçar invadir, quebrar e fechar as instituições brasileiras. Viu como é simples?
Olha, Jr., vc disse meias verdades, embora com intenções erradas. Esse STF comete atrocidades jurídicas já faz tempo. Numa democracia, não há crime de opinião e os eventuais excessos devem ser submetidos ao devido processo legal, que o STF está desrespeitando. Essa é a questão e o motivo do pedido de impeachment.
Uma publicação do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) no Paraná direcionada ao senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR) abriu uma nova frente de embate político no estado. Em imagem divulgada nas redes sociais nesta segunda-feira (26), o partido escreveu: “Deltan, você é o próximo”.
O ex-procurador da Lava Jato reaiu prontamente à mensagem. “Não deu nem 24 horas depois da eleição, o PT já ameaça os 3 milhões de votos que o Paraná confiou a mim”, declarou Dallagnol em seus perfis oficiais.O PT-PR, por sua vez, sustentou que sua atuação ocorre estritamente dentro da legalidade e por meio dos canais da Justiça Eleitoral.
Viva a “democracia”, eles disseram.
Não deu nem 24 horas depois da eleição, o PT já ameaça os 3 milhões de votos que o Paraná confiou a mim.
Enquanto isso, parlamentares da esquerda pedem a apreensão do passaporte de Flávio Bolsonaro e prometem ir atrás de outras lideranças da direita.
Esse é o “governo do amor”: ódio, vingança e perseguição contra quem ousa enfrentar o sistema.
Aos mais de 59 milhões de brasileiros que não escolheram o PT, vocês não estão sozinhos. Não vamos abaixar a cabeça nem abandonar o Brasil.
Se você também vai continuar lutando, deixe a sua mensagem nos comentários!
A publicação do diretório petista ocorreu um dia após a confirmação do resultado eleitoral e não detalhou formalmente ao que se referia. Apesar de ter sido votado e conquistado a vaga ao Senado pelo Paraná, a consolidação do mandato de Dallagnol permanece dependente do julgamento de seu registro de candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O imbróglio jurídico remonta a 2022, quando Dallagnol foi eleito deputado federal. Seu registro de candidatura foi cassado por unanimidade pelo TSE em 2023. Na ocasião, a Corte entendeu que ele pediu exoneração do Ministério Público Federal (MPF) para burlar eventuais inelegibilidades decorrentes de procedimentos administrativos disciplinares enquadrados na Lei da Ficha Limpa.
Nas eleições de 2026, a discussão central reside em saber se os efeitos do indeferimento de 2023 ainda alcançam o novo pleito. Em 3 de outubro, o ministro Floriano de Azevedo Marques indeferiu individualmente o registro de candidatura do ex-procurador. Ao recorrer da decisão, Dallagnol conseguiu manter sua campanha e figurar nas urnas, mas a palavra final caberá ao plenário do TSE.
A ausência de um posicionamento oficial do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prolonga e intensifica o desgaste diplomático entre os dois países. A relação entre Brasília e Buenos Aires já vinha enfrentando momentos de tensão, com o rebaixamento das representações diplomáticas após sucessivos ataques verbais do mandatário argentino a autoridades brasileiras.
Lula garantiu a vitória no segundo turno das eleições presidenciais, realizado no domingo (25/10), ao alcançar 51,79% dos votos válidos. Ele derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL), apoiado abertamente por Milei, que obteve 48,21%.
Logo após a apuração, Flávio Bolsonaro chegou a sinalizar que contestaria o resultado na Justiça Eleitoral. No entanto, o parlamentar recuou no dia seguinte. Após consultas a aliados e à sua equipe jurídica, a hipótese de anulação do pleito foi descartada. Segundo o próprio senador, a nova estratégia da oposição será acionar a Justiça para pedir a cassação da chapa vitoriosa, composta por Lula e Geraldo Alckmin (PSB).
De acordo com veículos da imprensa argentina, diplomatas e integrantes do governo de Milei chegaram a elaborar uma nota oficial de felicitações pela vitória do presidente brasileiro. A iniciativa, contudo, foi aborted assim que a campanha derrotada no Brasil começou a questionar o resultado.
Sem se pronunciar publicamente sobre o motivo da decisão, o líder argentino limitou-se a compartilhar, em suas redes sociais, a publicação de um aliado com críticas a Lula e ao eleitorado brasileiro.
Para o professor de Relações Internacionais da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Maurício Fronzaglia, a postura do presidente argentino reflete um cálculo deliberado, e não um descuido institucional. “É claro que é uma decisão política. Isso é óbvio, não é uma falha de comunicação”, destaca o especialista.
Fronzaglia avalia que o episódio demonstra como a polarização política atravessou as fronteiras e passou a orientar as diretrizes da política externa na região. “Já que o candidato que eu apoiei não ganhou, eu não cumprimento aquele ganhador. É uma infantilização das relações diplomáticas”, conclui.
O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reconheceu nesta segunda-feira (26) a vitória de Lula (PT), contrariando Flávio Bolsonaro (PL), que ainda contesta o resultado do segundo turno. A legenda, porém, afirmou que continuará buscando esclarecimentos sobre a decisão que prorrogou a votação no domingo (25).
“Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo TSE, mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos”, afirmou Valdemar em nota.
O presidente do PL também criticou medidas adotadas pelo governo Lula às vésperas da eleição, como antecipação de benefícios sociais e ações para conter o preço dos combustíveis. Segundo ele, o uso de recursos públicos durante a campanha levanta dúvidas sobre o equilíbrio da disputa.
A votação foi prorrogada até as 19h por decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, após relatos de problemas no transporte de eleitores. A medida valeu apenas para seções que ainda estavam abertas. Dados do TSE mostram que 34,3 mil votos foram registrados depois das 17h, enquanto Lula venceu Flávio por uma diferença superior a 4 milhões de votos.
As duas campanhas pediram extensão do horário. O PT solicitou a medida em todo o país, enquanto o PL fez o pedido para municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
Um dia após confirmar a vitória nas urnas, o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira, no Palácio da Alvorada, os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. O encontro fora da agenda oficial marca o início das articulações do Palácio do Planalto para construir a sustentação do quarto mandato petista, já que o governo não obteve maioria automática no Congresso.
A reaproximação imediata visa consolidar a aliança para a eleição das mesas diretoras das duas Casas em fevereiro de 2027, quando Motta e Alcolumbre tentarão a recondução para mais dois anos de mandato. Em troca da garantia do apoio integral do Planalto e da bancada do PT, o partido de Lula busca emplacar postos estratégicos na Mesa Diretora da Câmara e assumir o comando de comissões vitais, como a CCJ e a Comissão Mista de Orçamento.
A reunião também serviu para definir a pauta no Congresso até o final de 2026, com foco na aprovação da PEC da Tarifa Zero.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a retenção do passaporte do senador Flávio Bolsonaro e proibi-lo de deixar o país encontrou resistência e críticas até mesmo dentro da base aliada do governo no Congresso. Nos bastidores de Brasília, lideranças e senadores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliaram de forma negativa a medida cautelar e demonstraram preocupação com os impactos políticos do ato.
Integrantes da base governista confidenciaram que a determinação de Moraes “tensiona tudo” no ambiente político em um momento no qual o governo eleito precisa pacificar o país e construir pontes para garantir a governabilidade no Congresso Nacional.
Com informações da coluna de Milena Teixeira / Metrópoles
O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), desponta como o nome preferido da Faria Lima para assumir o Ministério da Fazenda no quarto mandato do presidente Lula (PT). A informação é da coluna de Mariana Barbosa, no UOL. Lula ainda não anunciou quem comandará a economia a partir de 2027.
A pressão aumentou após a reação negativa do mercado à vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL), com queda da Bolsa e alta do dólar e dos juros futuros. Investidores cobram uma sinalização rápida de compromisso com o controle dos gastos públicos. O vice-presidente Geraldo Alckmin também é citado, mas com menos entusiasmo.
Fonteles é formado em Matemática pela Universidade Federal do Piauí e concluiu mestrado no Instituto de Matemática Pura e Aplicada aos 21 anos. Antes de chegar ao governo estadual, foi secretário da Fazenda do Piauí entre 2015 e 2022 e presidiu o comitê nacional dos secretários estaduais da área.
À frente do estado, aprovou uma regra fiscal para limitar o crescimento das despesas correntes e privatizou a empresa de saneamento Agespisa por R$ 1 bilhão. Também buscou investimentos em energia renovável, agronegócio e economia digital.
Reeleito no primeiro turno com 71% dos votos, Fonteles ainda acumula resultados positivos na educação e na redução da pobreza extrema. Caso aceite um eventual convite de Lula, precisará deixar o governo do Piauí nas mãos do vice Washington Bandeira.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a retenção do passaporte do senador Flávio Bolsonaro e proibi-lo de deixar o país gerou surpresa nos bastidores do Supremo Tribunal Federal.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, integrantes da própria Corte avaliaram reservadamente que a medida isolada de Moraes compromete os esforços para baixar a temperatura política no país e abre margem para acirrar os ânimos após o resultado do segundo turno.
A preocupação de bastidor também envolve a forte articulação da oposição no Senado Federal. Com a nova composição da Casa, integrantes do STF calculam que ao menos 49 senadores já se posicionam abertamente a favor da abertura de um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes, número que fica a apenas cinco votos dos 54 necessários para o afastamento de um ministro.
A Bolsa brasileira fechou esta segunda-feira (26) em queda de 13,88%, aos 177.608 pontos, em meio à forte turbulência no mercado financeiro após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A intensidade da queda levou ao acionamento do circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações em momentos de forte instabilidade. O Ibovespa chegou a recuar 16,94% durante o pregão, antes de reduzir parte das perdas.
O dólar comercial também disparou e encerrou o dia cotado a R$ 5,40, alta de 8,22%.
A confirmação da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno provocou forte reação negativa no mercado financeiro nesta segunda-feira (26). O Credit Default Swap (CDS) de 5 anos do Brasil — indicador que mede a percepção do risco-país — saltou 26%, atingindo 151,7 pontos, o maior patamar desde junho de 2025.
Para efeito de comparação, ao fim do primeiro turno, o indicador havia recuado para 108 pontos. A guinada reflete o receio de investidores com o rumo das contas públicas e a sinalização de uma política fiscal mais frouxa nos próximos quatro anos.
Analistas do Morgan Stanley apontam que a pressão sobre os ativos brasileiros pode levar o risco-país a subir mais 40 pontos nas próximas semanas, mantendo a cotação do dólar pressionada.
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, parabenizou Lula (PT) nesta segunda-feira (26) pela vitória sobre Flávio Bolsonaro (PL). Questionado durante uma entrevista coletiva, ele declarou: “Minha total admiração a tudo que Lula fez pelo povo trabalhador”.
Mamdani já havia elogiado a aprovação do fim da escala 6×1 pelo Congresso brasileiro. Nas redes sociais, lembrou que se reuniu com Lula em setembro, antes da Assembleia Geral da ONU, para discutir políticas voltadas à população de baixa renda e aos trabalhadores.
Ao comentar a redução da jornada, o prefeito destacou a previsão de 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem corte salarial. “As pessoas que trabalham merecem tempo para viver, não apenas para trabalhar”, afirmou.
Grande merda
A história jamais perdoará Bolsonaro e seu clã. A Alemanha um dia foi nazista, o partido nazista era maioria. E todos conhecemos a história infame por trás disso. Até os melhores tem seus momentos de loucura. No Brasil será igual… Um dia Jair Bolsonaro será lembrado como afronta a democracia, desgoverno total, desrespeito com as vítimas de uma doença no meio de uma pandemia, descompromisso com o país e pelas múltiplas tentativas de conflito que ele mesmo cria e alimenta.
De que lado do espectro político brasileiro estão os vagabundos, corruptos, defensores de ditaduras, baderneiros, bandidos em geral (inclusive os traficantes), mentirosos, drogados, pervertidos, inimigos da família e das religiões em geral? O Brasil vive uma guerra explícita do Bem contra o Mal e está muito claro o lado de elementos como vc. Mas vou te alertar para uma coisa: o Bem sempre vence, “cumpanhero”.
O medo dos filhos serem presos é muito grande.
Olha ai bichos de chifres, o malafaia está convocando o jejum pelo país pra ajudar combater a inflação e o preço alto dos alimentos.
Estado democrático de direito não tolera decisões inconstitucionais.
Me engana que eu gosto.
Pronto vão precionar os senadores
Ninguém comenta nada pico calado, se não……..
Que ponto nós chegamos. Não culpo o presidente, ele também tem que fazer alguma coisa, os três poderes passaram do limite. Sérgio Reis alega que falou aquilo diante dos amigos e alguém gravou.
Não precisava de tanto exagero.
Não votei Bolsonaro, mas só por conta dessas coisas, agora eu vou votar.
Pode criticar, comentar. Só não pode fazer incitação à prática de crime, mentir deliberadamente, ameaçar, caluniar, injuriar, difamar e ameaçar invadir, quebrar e fechar as instituições brasileiras. Viu como é simples?
Olha, Jr., vc disse meias verdades, embora com intenções erradas. Esse STF comete atrocidades jurídicas já faz tempo. Numa democracia, não há crime de opinião e os eventuais excessos devem ser submetidos ao devido processo legal, que o STF está desrespeitando. Essa é a questão e o motivo do pedido de impeachment.