STJD defere pedido do Potiguar contra a perda de 06 pontos aplicada pelo TJD no 1º turno do estadual; até julgamento do mérito, time mossoroense recupera pontuação e agora ocupa a 2ª posição no geral do campeonato
VAI DAR REBOLIÇO. O Superior Tribunal de Justiça Desportiva(STJD) deferiu o pedido do Potiguar de Mossoró contra a perda de 06 pontos aplicada pelo TJD no 1º turno do estadual.
Com o retorno dos pontos, o Time Macho ocupa agora a segunda posição no geral do Campeonato Potiguar, com 21 pontos. A data do julgamento pelo STJD ainda não foi definida pelos auditores.
O Potiguar, inclusive, já destaca o documento na rede social Instagram. Confira abaixo:
A Segurança Pública é apontada por 18% dos eleitores brasileiros como o tema que deveria ser a prioridade número um do próximo Presidente da República. Logo em seguida, saúde e educação empatam numericamente com 17% das menções cada. Os dados da mais recente pesquisa do PoderData/Aya, realizada entre os dias 9 e 12 de agosto de 2026.
Pautas associadas ao bolso do cidadão aparecem um pouco mais abaixo na lista de urgências: a inflação ocupa a 4ª colocação, citada por 14% dos entrevistados, enquanto emprego e renda vêm na 5ª posição, com 13%.
Posição e Áreas Prioritárias
Abaixo, o ranking completo das áreas consideradas mais urgentes pela população:
Posição
Área Prioritária
Intenção (%)
1º
Segurança pública
18%
2º
Saúde
17%
3º
Educação
17%
4º
Inflação
14%
5º
Emprego e renda
13%
6º
Combate à corrupção
12%
7º
Combate à pobreza
6%
8º
Meio ambiente
1%
—
Não sabe
2%
Prioridades x Voto no 1º Turno
O levantamento do PoderData/Aya também cruzou as demandas com as intenções de voto no 1º turno, revelando prioridades bem distintas entre as duas maiores bases eleitorais do país:
Eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT): A prioridade é focada em serviços públicos sociais. Para 23% desse grupo, a saúde deve ser a prioridade principal; 23% também apontam a educação no topo da lista.
Eleitores de Flávio Bolsonaro (PL): A pauta de combate ao crime predomina. Quase um quarto desse eleitorado (24%) coloca a segurança pública como o desafio mais urgente para o país.
Ficha Técnica da Pesquisa
A pesquisa foi realizada pelo PoderData (grupo Poder360 Jornalismo) com recursos próprios e amostragem representativa das 27 unidades da Federação.
Amostra: 2.400 entrevistas por telefone em 658 municípios.
Data da coleta: 9 a 12 de agosto de 2026.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
A avaliação do trabalho e da figura pública do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permanece em patamar de estabilidade no início deste mês. Segundo levantamento do PoderData/Aya realizado entre 9 e 12 de agosto de 2026, 50% dos eleitores desaprovam o desempenho pessoal de Lula, enquanto 43% aprovam. Outros 7% não souberam responder.
Em relação à sondagem anterior, feita no fim de julho (26 a 29), a aprovação pessoal do petista manteve-se inalterada em 43%. A taxa de rejeição oscilou um ponto percentual para cima, passando de 49% para 50%.
Avaliação do Governo Federal
Quando questionados especificamente sobre a aprovação da administração federal como um todo, os índices mantêm tendência semelhante.
Categoria
Aprova
Desaprova
Desempenho Pessoal de Lula
43%
50%
Gestão do Governo Federal
43%
51%
Na rodada anterior, os percentuais de avaliação do governo eram de 44% de aprovação e 50% de desaprovação. Como a variação ocorreu dentro da margem de erro, o quadro indica estabilidade no sentimento do eleitorado em relação à gestão federal.
Ficha Técnica da Pesquisa
Amostragem: 2.400 entrevistas telefônicas (fixo e celular) em 658 municípios das 27 unidades da Federação.
Período de coleta: 9 a 12 de agosto de 2026.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Intervalo de confiança: 95%.
Registro no TSE: BR-06868/2026.
Realização: PoderData (Grupo Poder360) com recursos próprios, em parceria de divulgação com o Aya Bancah.
A mais recente pesquisa do PoderData/Aya, realizada entre 9 e 12 de agosto de 2026, mostra um cenário de extrema competitividade em um eventual 2º turno presidencial.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem tecnicamente empatados na simulação de embate direto: o petista registra 46% das intenções de voto, enquanto o parlamentar alcança 45%.
Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois líderes estão numericamente encostados.Nos últimos 15 dias, Flávio oscilou dois pontos para cima, enquanto a taxa de Lula permaneceu inalterada no confronto direto, consolidando uma estabilidade na polarização observada desde maio.
Fatores do Avanço e Desafios Políticos
Análises do cenário eleitoral apontam que a aproximação de Flávio Bolsonaro coincide com um período em que o senador resolveu entraves internos em sua pré-campanha, alinhando a relação com Michelle Bolsonaro e definindo a vice na sua chapa.
Por outro lado, o momento recente trouxe desgastes para o governo Lula, com o surgimento de novas investigações envolvendo familiares e antigos colaboradores. Embora os casos ainda dependam de apuração, o noticiário reativou a pauta do combate à corrupção, tema de forte impacto eleitoral.
Outros Cenários e 1º Turno
Nas simulações contra outros potenciais nomes da oposição no 2º turno, Lula mantém quadro de empate técnico contra Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo).A única vantagem clara fora da margem de erro ocorre diante de Renan Santos (Missão), sobre quem o petista abre 9 pontos de frente.
Já na simulação de 1º turno, Lula aparece na liderança isolada com 41% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 35%.Ronaldo Caiado e Renan Santos aparecem com 4% cada, enquanto Romeu Zema e Augusto Cury (Avante) somam 3% cada.Os demais pré-candidatos — Clariana Barão (DC), Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) — registram 1% cada um.Brancos e nulos somam 4%, e 2% não souberam responder.
Dados Metodológicos
A pesquisa ouviu 2.400 eleitores em 658 municípios espalhados pelas 27 unidades da Federação.O levantamento foi realizado por telefone pelo PoderData/Aya, com recursos próprios e parceria de divulgação com o Aya Bancah.Com nível de confiança de 95%, a sondagem está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06868/2026.
Um brasileiro de 38 anos, apontado como um dos autores de um homicídio motivado por acerto de contas e divergências financeiras, desembarcou no Brasil sob escolta da Polícia Federal (PF).O suspeito, natural de Contagem (MG), estava foragido em Portugal e figurava na Difusão Vermelha da Interpol, a lista dos criminosos mais procurados do mundo.
O crime ocorreu em fevereiro de 2018, na cidade de Coronel Fabriciano, no Vale do Aço.De acordo com a denúncia do Ministério Público, o homem agiu em conjunto com outros envolvidos, disparando diversas vezes contra a vítima em uma ação motivada por vingança.
Após a conclusão do processo de extradição, o investigado foi transferido para Belo Horizonte. Ele deu entrada no Centro de Remanejamento Provisório do Sistema Prisional (Ceresp/Gameleira), onde permanecerá preso à disposição das autoridades judiciais mineiras.
De olho na manutenção da isenção sobre compras internacionais de até 50 dólares, o governo Lula já definiu o seu nome de preferência para presidir a comissão mista da Medida Provisória que acaba com a chamada “taxa das blusinhas”. O Palácio do Planalto articulou junto ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a indicação do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) para o comando dos trabalhos.
A escolha reflete a confiança da gestão federal no parlamentar mineiro, figura frequente na condução de pautas econômicas estratégicas no Congresso — a exemplo de sua atuação à frente da comissão especial da reforma tributária, aprovada em 2024. A relatoria do texto da MP caberá a um integrante do Senado.
Apesar da articulação governista, o calendário da proposta enfrenta resistência e impasse político. A instalação do colegiado estava prevista para a última quarta-feira (12), em sessão aberta pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). No entanto, o encontro acabou cancelado por falta de consenso entre os parlamentares.
Diante do travamento, Hugo Motta sinalizou a interlocutores que a definição da presidência deve ocorrer apenas na próxima janela do esforço concentrado do Congresso, agendada entre 31 de agosto e 3 de setembro.
A estratégia empurra a votação para o limite do prazo regimental: o Congresso terá cerca de apenas uma semana para analisar e aprovar o texto na comissão e nos plenários da Câmara e do Senado. Caso a votação não seja concluída até 8 de setembro, a Medida Provisória perde a validade, o que provocaria o retorno imediato da cobrança do imposto sobre as compras internacionais de menor valor.
Com informações da Coluna de Igor Gadelha / Metrópoles
Um vídeo das câmeras de segurança da Câmara dos Vereadores de Currais Novos que está circulando nas redes sociais, mostra o momento em que o parlamentar da cidade, Lucieldo da Silva (PSDB), dá um tapa na bunda de uma servidora da casa legislativa.
Nas imagens, é possível ver a ação do parlamentar e a reação da servidora, que fica indignada com o ato. Após a repercussão do caso, o vereador pediu desculpas à vítima e negou ter tido a intenção de assediá-la, constrangê-la ou desrespeitá-la. Em pronunciamento na Câmara Municipal, na terça-feira (11), ele afirmou ser uma pessoa “extrovertida e brincalhona”.
Lucieldo disse que mantinha uma relação de amizade com a servidora, que é estagiária. Ele disse que os dois costumavam conversar e brincar. Segundo o vereador, o contato físico apontado na investigação foi involuntário e não teve intenção de causar desconforto.
“Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa extrovertida e brincalhão”, afirmou. Ele também disse nunca ter tido comportamento semelhante e pediu que as imagens das câmeras de segurança sejam analisadas integralmente, alegando que o trecho divulgado estaria fora de contexto.
A Polícia Civil, no entanto, informou que as imagens analisadas mostram de forma “nítida e incontestável” um contato físico invasivo na região glútea da estagiária, sem consentimento.
O inquérito foi concluído e encaminhado ao Ministério Público do Rio Grande do Norte, que decidirá se apresenta denúncia à Justiça. O indiciamento não significa condenação.
Lucieldo foi indiciado com base no artigo 215-A do Código Penal, que prevê pena de um a cinco anos de prisão para atos libidinosos praticados sem consentimento.
Durante a sessão, mulheres fizeram uma manifestação na galeria da Câmara com cartazes contra a violência contra a mulher. O presidente da Casa, João Gustavo, afirmou que o Legislativo manteve o caso sob sigilo durante a investigação para preservar a denunciante e garantir o devido processo.
Ministro Alexandre de Moraes autorizou operação contra o jornalista a pedido da PGR e da PF.
Foto: Rosinei Coutinho / STF
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) manifesta profunda preocupação e condena a quebra de sigilo de fonte de um jornalista no Maranhão, que publicou uma reportagem sobre o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino, e resultou em uma ação de busca e apreensão nesta terça-feira (11/08/2026).
A Abraji reforça que o sigilo da fonte é uma garantia constitucional. Qualquer pessoa, incluindo autoridades, pode recorrer a meios legais para questionar um conteúdo jornalístico que entenda estar incorreto. Apreender equipamento jornalístico e quebrar a fonte do profissional colocam em risco o exercício da profissão no país. Se existe necessidade de apurar algum crime, que isso seja feito sem violar ou relativizar uma garantia constitucional dos jornalistas mas que também é crucial para a própria solidez da democracia.
A atuação de órgãos de estado não pode deixar dúvidas, nem utilizar a lei para ameaçar direitos constitucionais, sob pena de prejudicar o Estado Democrático de Direito.
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta quarta-feira (12), a suspensão imediata do pagamento de verbas indenizatórias a magistrados de sete Tribunais de Justiça do país que estejam fora dos parâmetros fixados pela Corte. Entre os órgãos atingidos pela medida está o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), citado nas investigações por repasses individuais expressivos que ultrapassaram meio milhão de reais em um único mês.
Além do TJRN, a decisão alcança os tribunais de Goiás, Maranhão, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia e do Distrito Federal. Os ministros fixaram a obrigatoriedade da devolução de todos os valores que tenham superado os limites estabelecidos e deram prazos curtos para o cumprimento e comprovação das medidas.
O panorama no Rio Grande do Norte e os valores pelo país
As determinações foram tomadas após o STF analisar relatórios detalhados das folhas de pagamento dos tribunais nos meses de abril, maio, junho e julho. O levantamento revelou repasses discrepantes das diretrizes constitucionais e cifras consideradas exorbitantes.
No Rio Grande do Norte, chamou a atenção da Corte o caso de um magistrado aposentado do TJRN que recebeu R$ 554 mil nos meses de abril e maio.
O cenário de extrapolação do teto remuneratório repetiu-se em diversas outras regiões:
Maranhão (TJMA): Pagamento autorizado de R$ 3,26 milhões em verbas rescisórias a um único desembargador aposentado, parcelado em 12 vezes.
Distrito Federal (TJDFT): Registro de repasse de R$ 490 mil a uma magistrada em maio.
Goiás (TJGO): Em abril, nove magistrados receberam mais de R$ 200 mil, enquanto 130 magistrados e pensionistas ultrapassaram a faixa dos R$ 100 mil.
Rio de Janeiro (TJRJ): Cinco magistrados receberam acima de R$ 200 mil e 589 ultrapassaram R$ 100 mil no mês de abril.
Rondônia (TJRO): Cerca de 90% de todo o corpo de magistrados recebeu mais de R$ 100 mil em abril.
Paraná (TJPR): 73 magistrados receberam valores superiores a R$ 100 mil em abril.
Determinações, prazos e controle do teto
A ordem do Supremo foi imposta em conjunto pelos ministros Alexandre de Moraes — relator do Recurso Extraordinário (RE) 968646, com repercussão geral —, Flávio Dino (Reclamação 88319), Cristiano Zanin (ADI 6604) e Gilmar Mendes (ADI 6606).
Para readequar a folha às regras fixadas pela Corte em março deste ano — que visam assegurar o cumprimento do teto constitucional na magistratura, Ministério Público, Tribunais de Contas e AGU —, os presidentes dos Tribunais de Justiça afetados deverão seguir o seguinte cronograma:
Prazo
Exigência
Até 72 horas
Identificar os beneficiários e enviar a lista completa ao STF; determinar a devolução imediata dos valores excedentes.
Até 5 dias
Comprovar formalmente nos autos a efetiva suspensão dos pagamentos irregulares e a restituição dos recursos.
O teto remuneratório fixado restringe o limite global para pagamentos adicionais a no máximo 70% do teto, divididos em:
35% referentes à parcela de valorização por antiguidade.
35% destinados às verbas indenizatórias autorizadas.
Fiscalização e apuração de responsabilidades
A Corregedoria Nacional de Justiça, vinculada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi acionada para fiscalizar a aplicação da decisão e conter novas irregularidades. Cabe ao órgão corregedor instaurar apurações para verificar eventual responsabilidade administrativa e disciplinar dos presidentes dos Tribunais de Justiça — inclusive do TJRN — pela liberação prévia das verbas em desacordo com as ordens do STF.
Honorários da Advocacia Pública
As determinações também alcançam a Advocacia-Geral da União (AGU), que deverá enviar ao STF, em até 72 horas, as folhas de pagamento completas de seus integrantes implementadas após a decisão da Corte, além da identificação de eventuais beneficiários de pagamentos em desacordo com os parâmetros estabelecidos pelo Supremo.
No julgamento conjunto dos processos, o STF estabeleceu que os honorários advocatícios devidos à advocacia pública não podem ultrapassar o teto remuneratório previsto na Constituição.
A Corte determinou ainda que os fundos de gestão dos honorários advocatícios têm natureza pública, estão sujeitos aos controles internos e externos previstos na Constituição e não podem custear outras parcelas remuneratórias ou indenizatórias, exceto honorários advocatícios e auxílios-saúde e alimentação.
Uma suíça chamada Susanne afirma acreditar que Elvis Presley seja seu pai biológico e há quatro anos busca evidências capazes de confirmar a suspeita. A investigação começou depois da morte do homem que a criou, quando ela decidiu descobrir a identidade do pai biológico e encontrou registros que, segundo sua interpretação, sugerem uma possível ligação entre sua mãe e o astro americano.
A mãe de Susanne nunca revelou quem era o pai da filha e morreu sem esclarecer o mistério. Segundo a suíça, a mulher teria conhecido Elvis durante o período em que o cantor serviu ao Exército dos Estados Unidos na Alemanha, em 1959. Entre 1961 e 1963, ela teria vivido nos Estados Unidos e posteriormente retornado à Suíça grávida.
A história foi publicada originalmente pelo jornal suíço 20 Minuten, que conversou com Susanne e especialistas para analisar as evidências apresentadas.
Entre os materiais encontrados por Susanne estão fotografias, cartas, joias e outros objetos que pertenciam à mãe. Uma das imagens mostra a mulher com uma guitarra. No instrumento aparece a inscrição “Conny”, apelido usado pela mãe da suíça.
O senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, defende o fim da reeleição para presidente caso seja eleito em outubro de 2026. As medidas estão no programa Plano Para o Brasil Vencer o Atraso, que será apresentado na 5ª feira (13.ago.2026).
Segundo o programa, “quem chega ao governo deve ter liberdade para tomar as decisões que o país precisa, mesmo quando elas não produzem dividendos eleitorais imediatos”.
E defende que “sem a necessidade de disputar um novo mandato, o presidente poderá concentrar sua energia em governar, enfrentar problemas estruturais, realizar reformas e executar políticas de longo prazo, em vez de submeter decisões públicas ao calendário e às conveniências da próxima campanha”.
Para a campanha do senador, o fim da reeleição também “fortalece a alternância de poder e reduz o uso da máquina pública com finalidade eleitoral”.
O programa indica ainda que Flávio já apresentou no Senado a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 4, de 2026, para acabar com a reeleição para presidente.
“O compromisso do presidente deve ser com os resultados que entregará ao Brasil ao final de seu mandato, e não com a construção de sua própria reeleição”, diz o plano de governo de Flávio.
Isso é igual a seita PTralha
E a milícia?
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