O senador Styvenson Valentim (Podemos-RN) criticou quem defende a volta do auxílio emergencial sem propor medidas de enxugamento de gastos. De acordo com o senador, reimplantar o benefício sem cortar despesa em outras áreas vai comprometer as finanças públicas e gerar consequências negativas futuras para a economia brasileira.
Ao Agora RN, Styvenson enfatizou que o Governo Federal precisa respeitar o teto de gastos – emenda constitucional que, desde 2017, proíbe a União de aumentar suas despesas para além do índice de inflação do ano anterior. O descumprimento dessa cláusula pode levar o presidente da República a incorrer em crime de responsabilidade, o que é passível de impeachment.
O senador do Podemos avalia que a prorrogação do auxílio emergencial sem medidas de arrocho representa uma ação “eleitoreira”. E criticou o presidente Jair Bolsonaro pela mudança de postura. Antes, Bolsonaro era crítico de ações de transferência de renda; agora, tem defendido a manutenção do benefício criado durante a pandemia do novo coronavírus.
“Acho irresponsabilidade querer dar continuidade a um auxílio emergencial a quem realmente precisa sem respeitar as finanças, o teto de gastos. Não dá para comprometer um país todinho visando manter algo eleitoreiro, que promova um presidente que até ontem criticou esse tipo de assistencialismo, Bolsa Família, tudo isso… Vê a popularidade crescer no momento que dá o auxílio”, analisa o parlamentar.
Styvenson ressalta que a prorrogação do auxílio emergencial é bem vinda desde que não comprometa as finanças públicas. “Não dá para fazer colocando em risco as finanças, furando o teto. Acho irresponsabilidade, inconsequência. Temos que pensar no país como um todo. As pessoas precisam, mas precisa ver de onde vai fazer a economia, de onde vai enxugar”, enalteceu o senador.
O senador afirma que cabe à equipe econômica de Bolsonaro apontar qual área deve receber cortes para bancar o auxílio emergencial, caso o governo realmente decida prorrogar o benefício. Ele diz, porém, que é contra a criação de novos impostos e retirar recursos de áreas essenciais como saúde e educação.
AGORA RN
Foto: CMN
Cortando cerca de 15% dos repasses dos poderes(federais e estaduais), vai ter dinheiro para o auxilio emergencial para os próximos dois anos… SIMPLES ASSIM!
Temos muitas opções p/iniciar os cortes de gastos. Por onde devemos começar senador???? Sugira e apresente algo homi, foi pra isso que botamos vc aí!!!
Basta cortar os gastos militares. Mas quem tem coragem de botar o dedo na ferida?
Esse cidadão só sabe reclamar, vá trabalhar e pare de reclamar faça um projeto bom para o RN PRA MIM ELOGIAR.
Para de criticar o governo e vê se faz alguma coisa para parar o que mais atrapalha o Brasil
Se o senador nao sabe e o stf
E o senador tem poder para isso
Falou o senador que votou contra o congelamento de salários dos servidores….
O Senador deveria então propor a redução da jornada e dos salários dos políticos, deputados e senadores, principalmente,.
Tem que cortar no salário e regalias desses senadores.
Isso sim!!!!!!!!!
Apresente uma proposta Senador.
Só começar cortando os benefícios dos políticos e do judiciário q resolve bem ligeirinho, acho até q poderá melhorar o valor do benefício assistencial
Quem sabe, e é só um exercício, se super salários de R$250 mil deixassem de existir, ou talvez o auxílio moradia, o dinheiro apareça? Será?
Pois é Senador , o Senado e a Câmara poderiam dar exemplo e fazerem cortes de gastos.