Judiciário

Advogada suspeita de associação com traficantes descumpre acordo com a Justiça potiguar e volta a ser presa

Advogada Ana Paula Nelson e o marido dela, o policial Iriano feitosa, assassinado em fevereiro de 2016 (Foto: Ana Paula Nelson/Arquivo Pessoal)

Presa em setembro de 2016 durante uma operação que investiga a atuação de um aquadrilha de traficantes de drogas no Rio Grande do Norte e, até então em liberdade provisória, a advogada Ana Paula da Silva Nelson, voltou a ser presa. Dessa vez, após um novo mandado de prisão por ela estar descumprindo exigências impostas pela Justiça.

Segundo o portal G1-RN, no despacho que ordenou a prisão da advogada, o juiz Kennedi de Oliveira Braga, da 9ª Vara Criminal de Natal, relata que a advogada entrou em um presídio usando um celular e ainda acabou destratando, com palavras ofensivas, dois agentes penitenciários. Ainda de acordo com o magistrado, Ana Paula também não estaria pedindo autorização para se ausentar da cidade, tendo feito viagens sem o conhecimento da Justiça.

Após ser presa, a advogada foi levada para o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, onde permanece à disposição da Justiça.

Com informações do G1-RN

http://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/suspeita-de-associacao-com-traficantes-advogada-descumpre-acordo-com-a-justica-potiguar-e-volta-a-ser-presa.ghtml

Opinião dos leitores

    1. Caminho errado e "advogada boa" em que sentido, técnico ou privado?
      Se no sentido profissional, totalmente incondizente, se for no sentido privado, vou declinar de opinar.

  1. E a OAB-RN faz o quê nesses casos? Assiste finge que não tem nada com o caso e bola pra frente porque tem ex-Deputado se descobrindo advogado e precisando de apoio com mais urgência.

  2. Essa aí não tem mais jeito não, já fez a opção dela por caminhos de vida tortuosos, depois não venham com mimimi de falta de oportunidades, vítima da sociedade, excluído social.
    Uma agressão e ofensa à PM levar um ente deste para as dependências de seu quartel de comando geral, isso afronta, agride, rebaixa e desvirtua a nobre função do policial militar que não é um carcereiro.
    Lugar de preso é em presídio, seja ele político, mendigo, advogado, carroceiro, médico, enfermeiro. O que temos que separar é grau de periculosidade, um preso por não pagar pensão alimentícia não pode dividir cela com um assassino costumás, um homicida de trânsito não pode ser preso junto de um pistoleiro profissional, um batedor de carteira é diferente de um assaltante de banco. Caso contrário nossas cadeias não passarão de escolas de intercâmbio e aperfeiçoamento de criminosos.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *