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Professor da UnB defende curso sobre ‘golpe de 2016’ após crítica do MEC

O professor da Universidade de Brasília (UnB) Luis Felipe Miguel, defendeu a criação do curso “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil” após o Ministério da Educação (MEC) anunciar que vai acionar a Advocacia-Geral da União (AGU), o Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF) contra a disciplina. Segundo Miguel, ele tem razões “muito sólidas, para sustentar que a ruptura ocorrida no Brasil em 2016 se classifica como golpe”.

Em seu perfil pessoal no Facebook, o professor defendeu que “o conteúdo da disciplina não é diferente daquilo que tem sido discutido por muitos colegas interessados em compreender o Brasil atual”. O acadêmico informou que tem discutido as razões do “golpe” com estudantes e colegas dentro da universidade e com a sociedade civil, o que pretende continuar fazendo:”Não vou, no entanto, justificar escolhas acadêmicas diante de Mendonça Filho ou de seus assessores, que não têm qualificação para fazer tal exigência”, concluiu.

Confira reportagem completa de O Globo AQUI

Opinião dos leitores

  1. Golpe é ser eleito com dinheiro comprovadamente roubado dos brasileiros e depois dizer q foi eleito democraticamente. Cara de pau, isso sim.

  2. Esta explicado sobre a quantidade de analfabetos funcionais formados pelas faculdades/universidades.

  3. Se foi um golpe que tirou uma grande parte da quadrilha do poder, viva o golpe!!!! Obrigado golpe, o país será eternamente grato por esse "golpe de mestre", aplicado com a participação de milhões de patriotas nas ruas…Obrigado patriotas!!! Se os venezuelanos tivessem golpeado o governo deles como nós golpeamos o nosso, talvez a crise humanitária de lá não tivesse nem ocorrido!!!

  4. Mais uma palhaçada dessa cambada de esquerda custeada com o dinheiro do contribuinte brasileiro, o NOSSO dinheiro. O sectarismo, fanatismo, a arrogância e a intolerância dessa gente os impede de enxergar o mundo absurdo em que estão vivendo e para o qual tentam arrastar todo o povo brasileiro. O tal professor chega ao absurdo de se negar a até mesmo discutir o assunto com o próprio ministro da educação e seus assessores, alegando que eles seriam "desqualificados" para isso. Chega a ser inacreditável, bizarro, a estupidez dessa gente. Digo e repito: o ensino superior público brasileiro transformou-se, já faz tempo, num estorvo. Caríssimo, ineficiente (formador de uma horda de bacharéis "analfabetos") e que apenas serve como instrumento de doutrinação de nossos jovens, usando o nosso próprio dinheiro. Isso precisa acabar para o bem do nosso país. Vejam o exemplo da UERN no RN. Um estado pobre sustentando uma caríssima universidade pública, que vive em eternas e infindáveis greves, negando aos seus alunos o ensino a que têm direito. E isso para não falar que esses alunos, via de regra, possuem condição de pagar por seus estudos pois, apesar dos problemas, a gratuidade de seus cursos cria uma grande concorrência entre os que buscam uma graduação superior, beneficiando aqueles que estudaram nos melhores colégios, quase sempre particulares. Essa realidade tem que acabar.

    1. Me fale da qualificação de Mendonça Filho para debater educação. Você é tua família estudaram em instituições privadas pagando integralmente do próprio bolso? Me diga quantos integrantes da comunidade universitária são de fato de esquerda.

  5. Lula e Dilma tbm deveriam tbm dá o curso como se ganha eleições com dinheiro roubados dos otários e repassados pelos megaempresário, e ainda mantém uma legião de militonto p endeusar e defender esse larápio. Kkkkkkkk

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