O economista e comentarista-chefe de economia do jornal britânico “Financial Times” (FT), Martin Wolf, afirmou que o mundo já se encontra suficientemente distante dos riscos de entrar em uma “grande recessão”:
— As expectativas sobre o futuro melhoraram, o humor geral é positivo, a tendência é continuar melhorando — afirmou Wolf, que completou:. — A confiança está voltando e há um otimismo generalizado, há investimentos, o setor financeiro está mais forte, o prelo das commodities está estável. Temos uma situação melhor do que havia por causa da composição do crescimento e apolítica monetária está ajudando esse movimento de recuoeração com uma agressividade nunca vista antes.
Segundo ele, todas as regiões do planeta estão crescendo atualmente, embora o ritmo seja inferior ao constatado antes da crise mundial iniciada em 2008.
— O mesmo consenso vale para o Brasil. Vocês estão saindo da recessão — observou, dizendo, no entanto, que a taxa de crescimento do Brasil poderia ser melhorada e que uma das medidas que poderiam ser tomadas para melhorar esse crescimento, como já tem dito, é aumentar a taxa de poupança interna.
O jornalista britânico ressaltou, no entanto, que acredita que o Brasil vai crescer com certa estabilidade, como vem acontecendo agora, mas nunca será uma China.
— Ninguém será uma China, nem a Índia, sem vocês, nem ninguém. Qualquer conhecimento da história chinesa e do povo chinês mostra que podemos ficar surpresos com o que eles podem fazer. A China é um caso único— afirmou Wolf, que participou do seminário “Cidadão Global”, uma parceria do banco Santander e do jornal “Valor Econômico.
Segundo o economista, o século XXI será um século de gestão coletiva, um período em que nenhuma potência sozinha vai dominar o mundo como os americanos fizeram no seculo XX, depois da queda da URSS.
— Se quisermos gerir o mundo terá que ser forma coletiva.E isso vai exigir empatia entre os países, já que os valores, a economia e apolítica diferem. A china va se ruma rande potência, mas não vai conseguir gerir o mundo sozinha. Se não fizemor isso, podemos destruir o mundo — disse Wolf.
O Globo
As coisas também estavam indo muito bem antes do estouro da bolha imobiliaria dos EUA em 2008! Tem que se ter cuidado com o que os ecônomistas falam, pq boa parte deles é "cabeça de planilha", muito mais contador do que ecônomista mesmo.
Isso deve ser alguma piada paga, não?
E a Globo, que criminaliza palestras de Lula, banca fala de Obama?
Pois é, o Jornal Valor Econômico, que pertence ao Grupo Globo, organiza fórum no Brasil e convida o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama, que, como todo ex-presidente, começa a viver de palestras pelo mundo.
A mesma Globo, por meio dos jornais O Globo, Valor e de todos os telejornais da emissora, criminalizou as palestras do ex-presidente Lula em vários países, pelas quais recebeu pagamentos em nome de sua empresa, a LILS, mas teve os recursos bloqueados pelo juiz Sergio Moro.
Contudo, com suas palestras, Obama também levanta recursos para seu instituto.
Ele falou nesta manhã em São Paulo e ninguém deu um pio. Só o ex- Presidente Lula não pode. Vai entender o motivo de tal discriminação…
Lula não deu palestras. Dito por quem as pagou. Lide com isso.
Cadê os vídeos?
Netto procure do blog O Cafezinho ou no Tijolaço. Eles tem videos dessas palestras!