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Propina foi entregue em caixas de sabão em pó para primo de Aécio, diz empresário em delação

Foto: Lula Marques/ Agência PT

O empresário Waldir Rocha Pena, dono de um supermercado utilizado pelo grupo JBS para repassar propinas a políticos, revelou ter entregue dinheiro vivo a Frederico Pacheco, primo do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e a Mendherson Souza, ex-assessor do senador Zezé Perrela (MDB-MG).

De acordo com o Globo, o dinheiro era embalado em caixas de sabão em pó. O relato de Pena corrobora a delação da JBS e constitui mais uma prova de pagamento de propina aos políticos.

O depoimento foi dado por Waldir à Receita Federal e enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR). As informações prestadas por ele também foram compartilhadas com a Polícia Federal de Minas Gerais e usadas na deflagração da Operação Capitu, que apura corrupção no Ministério da Agricultura e prendeu temporariamente o dono da JBS, Joesley Batista, e outros envolvidos no caso.

Com informações de O Globo

Opinião dos leitores

  1. Façam uma pesquisa rápida no Google e vejam que foi o STF que arquivou o inquérito contra Onyx Lorenzoni por caixa 2. Moro não tem nada a ver com esse processo. Aliás, foi a PGR que não viu prova alguma contra Onyx, por isso pediu o arquivamento: "O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República e arquivou o inquérito que investigava o deputado federal Onyx Lorenzoni, acusado de receber R$ 175 mil via caixa 2 para sua campanha de 2006".

  2. O bom é que o dinheiro já vem lavado, né?

    É só dizer que é caixa 2.
    Pede desculpa ao Moro e tá tudo certo…

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