Segundo a esposa, ele relatou à família ter sido atacado por um grupo após recusar material de Fernando Haddad (PT), discutir e ser espancado por várias pessoas. Ele morreu nove dias após episódio
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A família e os amigos de Valdenir Mendes Cirino cobraram investigação sobre a morte do vendedor, que foi vítima de espancamento na avenida 13 de Maio, em Fortaleza. A agressão aconteceu no dia 11 de outubro. A vítima era moradora do bairro Jardim Jatobá. O corpo foi sepultado no último domingo, 22, em Pacatuba.
De acordo com a esposa, que está grávida de três meses, Valdenir saiu de casa naquela quinta-feira para aproveitar algumas promoções, pois vendia livros na Praça dos Leões. Quando voltou para casa estava com vários hematomas. Ele relatou que voltava da Praça dos Leões a pé quando foi abordado, na avenida 13 de maio, por grupo que fazia panfletagem do candidato Fernando Haddad (PT).
Ele recusou o material de campanha. Conforme relato dele à esposa, Valdenir disse aos que panfletavam que votaria no candidato Jair Bolsonaro (PSL). Conforme a mulher conta ter ouvido dele, houve discussão, o grupo entrou em luta corporal e o vendedor foi ferido.
Ela relatou que levou o marido, no mesmo dia, para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bom Jardim e que foi orientada a levá-lo ao Hospital de Messejana.
Com dores, ele foi várias vezes à UPA e ao hospital. Ia, era atendido, liberado e voltava quando sentia dores novamente. Valdenir passou por exames de raio-X, eletrocardiograma, hemograma. Mas seguia sentindo dores no tórax. O POVO Online esteve na residência da vítima e os vizinhos que o socorriam junto à esposa – já que a família não tem carro – ressaltaram que, desde o espancamento, o vendedor estava sofrendo com dores.
De acordo com uma vizinha que ajudou no socorro, o nariz de Valdenir tinha constante sangramento. No vômito também havia sangue.
No sábado, 20, Valdenir foi novamente à UPA, mas chegou morto à unidade. A esposa diz que foi informada pelos profissionais que o marido sofreu parada cardiorespiratória. O laudo cadavérico, que ainda não saiu, deve indicar a causa da morte.
Conforme a mulher, Valdenir chegou a pedir perdão a ela pela discussão. “Eu estou grávida e ele ficou preocupado”. As filhas do vendedor têm seis, 15 e 19 anos de idade. A renda da família vinha do trabalho dele como vendedor de livros. A companheira trabalha em casa, fazendo costuras.
A vítima
Conforme uma vizinha de Valdenir, ele veio do Interior e possuía bom convívio com os moradores. Ela diz que ele não tinha desavenças e que todos ficaram assustados com o caso.
O clima na rua da família é de medo, devido à possibilidade da motivação política para o crime. “Aqui a gente não diz em quem vota. E também tem as facções”, cita um morador.
Valdenir frequentava a Igreja Universal do Reino de Deus e, conforme a esposa, era contra o que ela chama de “ideologia de gênero”. Segundo ela, isso não é permitido na igreja.
A vizinha chegou a se emocionar durante a entrevista enquanto lembrava das tardes em que o vendedor permanecia na calçada e fazia brincadeiras. Além da vizinhança, O POVO Online esteve no templo da Igreja Universal do Reino de Deus, onde o vendedor frequentava.
Investigação
Por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) diz que a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga a morte de Valdenir. Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado na 34º Distrito Policial, no Centro, no sábado, 20.
Conforme a SSPDS, os cidadãos podem contribuir na elucidação do caso fornecendo informações pelo número 181 e para o (85) 3257 4807, do DHPP, ou ainda para o número (85) 99111 7498, que é o WhatsApp do Departamento. A secretaria garante o sigilo.
A companheira da vítima disse que os policiais civis buscam testemunhas e imagens das câmeras de segurança que identifiquem os autores do crime. Ela disse esperar que a Polícia chegue aos autores do crime para que eles sejam responsabilizados. “Mataram meu marido e ele disse que foram muitos que bateram”, relata.
Fake news
A esposa relatou que muitas notícias falsas têm se espalhado em relação ao caso. No Facebook, há informação de que o espancamento teria acontecido na Praça do Ferreira, durante evento de campanha de Fernando Haddad, que aconteceu sábado, 20. No entanto, ela reafirmou que o espancamento aconteceu no dia 11, na avenida 13 de maio.
Ela também afirma que não é Valdenir que aparece em uma fotografia que circula nas redes sociais. Na imagem, um homem usando uma camisa de Bolsonaro está caído no chão com o rosto ensanguentado.
O Povo
Chego a me emocionar ao ler esse artigo e imaginar o sofrimento pelo qual passará essa família, mais uma vítima da intolerância e violência difundidas por esses vagabundos de esquerda no seio de nossa sociedade. Levaram muito a sério as táticas dos precursores do marxismo, aquele papo furado de "luta de classes". Dividiram a nossa sociedade em raças (as famigeradas cotas raciais), atacaram a imagem das categorias que viram não se curvavam a suas mentiras e desvarios (o ódio à classe média, os ataques aos médicos e por ai vai), tentaram destruir a autoridade dos pais (a destruição da família), exploraram à exaustão a tática do "nós" contra "eles"… Enfim, tentaram "dividir para conquistar". O ódio e a intolerância que estamos vendo por todo lugar é fruto dessa prática política irresponsável e inconsequente desses indivíduos que odeiam o nosso Brasil e a verdadeira democracia. Esses vermes deveriam nos deixar em paz e buscar seus "paraísos socialistas". Temos que livrar nossa pátria desses párias sociais. Vamos começar enxotando o PT do poder. B17 para o Brasil e C12 para o RN. PT nunca mais!
O pt é o grande responsável por dissimular o ódio nas questões políticas, tudo começou quando luladrão justificando cobrança de honestidade da oposição, sacava de suas desculpas esfarrapadas de que era perseguição das zelites, que eles tinham raiva por tirar os pobres da miséria, é bom que se frise que nunca na história alguém tinha chegado a esse tipo de desculpa para se safar dos erros, e assim ele conseguia insuflar sua seita contra quem ousasse contestar sua política equívocada e seus desmandos com dinheiro público; depois se voltou contra a PF, o MP e a justiça, eram declarações cheias de revolta, de vitimismo, chegaram até a pregar uso de armas e revolta pra combater essa tal perseguição. Hj eles tentam taxar qualquer um que em um deslize, fale algo e eles, com o seu apurado senso de deturpar fatos, conseguem por algum tempo, até ser novamente desmascarado, impichar no inocentes o equívoco de ser chamado de indivíduos com ódio, ou outras denominações abomináveis. Mas isso será corrigido, após bolsonaro assumir a presidência da república.
A globo e a folha de São Paulo sequer dão notícia dessa tragédia.
Mas todo dia, em todos os jornais a globo noticia que o professor de capoeira foi morto por discussão política, que um eleitor de Bolsonaro deu facadas no professor devido a ele votar no PT.
É vergonhoso ver a tendência do grupo globo em campanha aberta e declarada a favor do PT.