A criação de ações permanentes e efetivas no combate ao assédio moral foi discutida em reunião no gabinete da Reitoria na última sexta-feira, 30, com vistas a contribuir para a cultura da paz na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A reitora Angela Paiva defendeu a implantação de uma política específica sobre o tema e sugeriu a análise de metodologias e mecanismos necessários para a sensibilização da comunidade universitária como um todo, desde os alunos até os servidores.
“A transformação esperada acontece gradualmente, em um longo período de tempo que deve ser marcado não apenas por medidas legais, mas também pela conscientização, por meio da qual a sociedade vai abraçar novas formas de agir. Apenas com ações perenes é possível mudar o que está arraigado na nossa cultura”, afirmou Angela Paiva.
Representantes de pró-reitorias, da Ouvidoria e da Secretaria de Educação a Distância (Sedis) levantaram pontos importantes e ideias que podem compor um planejamento conjunto, entre elas a criação de resoluções e códigos de conduta com foco na problemática. Na ocasião, a pró-reitora de Gestão de Pessoas, Mirian Dantas, e a pró-reitora adjunta Raquel Alves Santos expuseram estratégias de prevenção às práticas de assédio moral no trabalho, como ações de capacitação, qualidade de vida, saúde e burocrático-administrativas.
Além disso, foram apresentadas a cartilha e a história em quadrinhos que serão lançadas no Mês do Servidor, em outubro deste ano, como ferramentas de sensibilização. O material foi produzido por um grupo de estudos composto por membros da Progesp, da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proae), da Ouvidoria e da Comissão de Ética da UFRN, que traz um plano de ação para prevenir o assédio moral no trabalho.
A pró-reitora de Extensão e presidente do Comitê UFRN com Diversidade, Maria de Fátima Ximenes, lembrou que iniciativas de combate ao assédio moral atendem ao Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos, idealizado pelo Ministério da Educação (MEC) e assinado pela UFRN. “Devemos construir uma sintonia entre os envolvidos nesse enorme desafio, para tanto, vamos discutir uma estratégia mais ampla de enfrentamento”, explicou.
Também foi sugerida a transformação do grupo de estudos em uma comissão permanente, que será responsável por levantamentos estatísticos e pela idealização de propostas para pró-reitorias e demais setores da instituição. De acordo com a reitora, as práticas planejadas devem se balizar no Pacto Universitário e no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2010-2019 da UFRN, nos quais o combate ao assédio moral é componente do ponto central da sustentabilidade.
Com informações da UFRN
Como vai ser com os professores que querem que os alunos participem de suas manifestações heavy metal, em troca de notas, ou pontos, ou seja qual for a moeda de troca?
No serviço público é assim: pra qualquer solução sempre falam em cartilhas, grupos de discussão, ações conjuntas, plano estratégico… Tudo para justificar o ócio e o cafezinho.
Aí pensam em algo para seis meses, um ano até.
Numa empresa privada qualquer problema é resolvido no intervalo da manhã e já começa a ser colocado em prática depois do almoço.
No serviço público ainda tem democracia. No privado, prevalece a DITA DURA. Certo ou Errado, o cara tem que obedece as regras, senão, R-U-A.