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Bolsonaro concorda com Guedes de catástrofe econômica se reforma não for aprovada, e diz que ministro está no direito de não ficar

Jair Bolsonaro comentou a declaração de Paulo Guedes, que disse à Veja que deixará o governo caso a reforma da Previdência vire uma ‘reforminha’.

“Paulo Guedes está no direito dele. Ninguém é obrigado a ficar como ministro meu.”

O presidente acrescentou:

“Logicamente ele está vendo uma catástrofe. É verdade, eu concordo com ele, se nós não aprovarmos algo realmente muito próximo ao que enviamos no Parlamento. O que Paulo Guedes vê, e ele não é nenhum vidente, nem precisa ser, para entender que o Brasil vai viver um caos econômico sem essa reforma.”

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. Se de fato quisessem fazer uma reforma da previdência que ganhasse o apoio da maioria esmagadora da população, começariam por grupos privilegiados: políticos, militares e altos cargos de servidores públicos. No regime geral do INSS, já há vários dispositivos redutores de benefícios, tais como tempo mínimo de contribuição, teto máximo (um pouco menos de R$ 5.900,00), fator previdenciário e alíquota elevada (8 a 11% do trabalhador mais 20% de contribuição patronal sobre a folha de pagamento). Enquanto isso, as classes mais abastadas gozam de privilégios, que se quer são comentados nas pautas governamentais do poder executivo. Lógico, os poderosos corporativistas não desgarram das tetas do dinheiro do povo. E que povo? Dane-se o povo!

  2. Ok, vamos fazer uma reforma séria, começando pelos privilégios dos militares ( que no Brasil nunca entram em guerra ), dos políticos e emendando com o Imposto sobre grandes fortunas, que existe em todas as nações desenvolvidas.

    1. Vamos arrumar uma guerra para justificar os gastos militares. IGF é para arrecadar quanto? Não vale chutar nem xingar.

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