O crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre encerrado em julho deste ano, na comparação com o trimestre encerrado em abril, e outros dados calculados pelo Monitor do PIB, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostram que a recessão econômica do país chegou ao fim. A avaliação é do coordenador do estudo, Claudio Considera.
Segundo os dados da pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (18), a alta do PIB chegou a 1,1% na comparação com julho de 2016.
“O Monitor do PIB mostra mais um mês na direção positiva. Eu destaco os desempenhos da agropecuária, da extrativa mineral e da própria indústria da transformação, que teve o primeiro resultado positivo desde março de 2014”, disse Considera.
Por outro lado, no entanto, há resultados negativos, como a queda de 4,5% na formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos, na comparação do trimestre encerrado em julho deste ano com o mesmo período do ano passado. A queda foi puxada principalmente pelo desempenho negativo da construção (-9,7%).
“Pelo lado da demanda, as famílias estão ainda endividadas, receosas de perder o emprego, para pegar um empréstimo [para compra de imóveis] e os estados e municípios, os contratantes das grandes obras, estão quebrados. Então, a construção ficará negativa por muito tempo”, afirma Considera.
Agência Brasil
Deixa eu tentar dar uma de "do contra": crise existiu e felizmente dá sinais de que está acabando. CONTUDO, acho que essa crise foi mais política do que econômica, afinal não deixaram o governo moribundo de Dilma fazer ações pra tentar corrigir o ruma das coisas (aquilo q tentou).
Ainda bem que a economia descolou dos escândalos, esse ministro Henrique Meirelles, não é a primeira vez que mostra sua competência. Seria um ótimo nome pra concorrer a presidência do Brasil.
Isso visão de gente grande. não pra esse monte de metido a sabichão que acha que tudo se resolve com cadeia, com gastos públicos ou mais tributos. Um cara desses vira alvo de discursos fáceis sobre temas complexos vindos de toda a gama de demagogo. Sem chances