Esporte

O choro é livre. Goleiro do Palmeiras critica punição dada ao ABC pelo STJD

Prass_Palmeiras_Clayton_de_Souza_Estadao_292O goleiro Fernando Prass criticou nesta quinta-feira a punição que o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) aplicou ao ABC em razão da superlotação do Estádio Frasqueirão, em Natal, na partida contra o Palmeiras, no dia 5, em rodada da Série B. Para o palmeirense, a sanção foi muito branda. Naquela partida, torcedores do ABC se espremeram no alambrado, em uma das entradas, e atrasaram o início do jogo em 35 minutos. Mulheres e crianças precisaram ser retiradas do local, por causa de uma suposta superlotação daquele trecho da arquibancada. Alguns receberam atendimento médico no gramado.

Por causa do tumulto, que esteve perto de causar uma tragédia, o ABC recebeu somente uma multa, no valor de R$ 30 mil, sem perda de mandos de campo. “Vejo o pessoal do STJD dando declarações fortes a respeito de cobranças que vêm de fora. É estranho pagarem uma multa de R$ 30 mil apenas. É um valor absurdamente insignificante pelo que poderia ter acontecido lá e felizmente não aconteceu”, criticou Prass.

Para o goleiro, a punição ao ABC não pode ser comparada à sanção imposta ao Palmeiras no fim do mês passado. Na ocasião, o time paulista foi multado em R$ 20 mil por causa de uma confusão entre suas torcidas organizadas na partida contra o Guaratinguetá, no fim de julho. “Teve outras situações. Brigas generalizadas, muito mais fortes do que a briga em Guaratinguetá e o clube tomou R$ 20 mil de multa. Isso não dá para entender. É um absurdo a punição que nós recebemos”, afirmou Prass.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. Foi um julgamento técnico. O goleiro discursa sem qualquer propriedade. O fato é que não houve feridos, não houve prejuízo ao andamento do jogo, não houve superlotação, enfim, nada que justificasse uma penalização maior. O julgamento resulta da confrontação de provas, dos fundamentos e pedidos da denúncia e dos fundamentos da defesa. Houve apreciação técnica da matéria. Certamente o goleiro desconhece termos como "incompetência para o julgamento de determinada matéria", tipicidade de conduta e coisas do gênero. O choro é livre.

  2. O choro ainda vai durar muito tempo, pois, perderam dentro de campo bonito, não adianta falar mais, goleirinho fim de carreira , que nunca vestiu a camisa da seleção brasileira, aconselho a treinar mais, em vez de estar se batendo na gente, ele precisa respeitar mais, esquecer aquela noite que ficou sem dormir com o Show de bola do mais querido, e como dizia Zagalo, "vocês
    vão ter que nos engolir!

  3. Ele no lugar de criticar, era para treinar mais um pouco para quando vier jogar com os times da nossa terra, tem que tentar pelos menos arrancar um empate com o Mais Querido (ABCZÃO).

  4. O título da notícia está muito tendenciosa, afinal, um blog de notícias deve mostrar os fatos de forma independente. Francamente, poderia ter acontecido o mesmo que ocorreu em São Januário em 2000, não é uma questão de choro, e sim de justiça. Fatos como este deveriam ser punidos com rigor, para que não volte a ocorrer em nenhum lugar. O STJD me parece que tem dois pesos e duas medidas. De fato não houve superlotação, mas no mínimo a falta de organização do ABC deveria ter sido punida. O que eles fizeram foi jogar toda culpa na polícia, quando pelo Código Brasileiro de Justiça Desportiva diz que o responsável pela segurança é o mandante.

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