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Ministério da Fazenda autoriza aumento das tarifas de serviços dos Correios

O Ministério da Fazenda autorizou, pela segunda vez este ano, o aumento das tarifas cobradas pelos Correios. Na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União, o governo autoriza o reajuste “sob forma de recomposição” das tarifas dos serviços postais e telégraficos nacionais e internacionais. O reajuste ocorre em duas parcelas: a primeira de 6,121% será por prazo indeterminado e a segunda, de 4,094% vai vigorar por 64 meses.

A revisão das tarifas ainda depende de publicação de aprovação pelo Ministério das Comunicações, de acordo com o Diário Oficial. Com o aumento, a carta comercial de até 20 gramas passará a custar R$ 1,83. Anteriormente, o valor era R$ 1,23.

Em abril, o Ministério da Fazenda havia autorizado aumento de 7,485% nas tarifas dos serviços postais e telegráficos prestados pelos Correios. Na época, a empresa explicou que os serviços da estatal são reajustados todos os anos, com base na recomposição dos custos, como aumento dos preços dos combustíveis, contratos de aluguel, transportes, vigilância, limpeza e salários dos empregados. As tarifas são atualizadas com base no Índice de Serviços Postais, indicador formado a partir de uma cesta de índices, como INPC, IPCA, e IGP-M.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Uma empresa com eficiência, celeridade e bom atendimento, como é o caso dos Correios, deve mesmo ter aumento de tarifas. Agora se os atendentes das agências fossem mau educados, colocassem dificuldades para despachar encomendas devido a cor da caixa e se as encomendas demorassem a chegar, realmente não deveria ter aumento.

  2. Servico dos nossos correios é caro e lento.
    Tenho um pacote liberado dos EUA há 2 meses que ainda nao chegou. So do rio pra recife foram 50 dias. De recife pra natal ta levando 10 dias e ainda nao chegou, deve ta vindo de jegue.

  3. Absurdo!! Segundo aumento esse ano e serviço péssimo! Estou aguardando uma encomenda de SC a mais de 36 dias.

  4. O cara não usa nenhum serviço dos Correios há 10 anos, mas mesmo assim vai reclamar…

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