Judiciário

Gilmar Mendes concede habeas corpus para Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral

Gilmar Mendes concedeu habeas corpus para que Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, volte a cumprir a pena em sua casa.

“O caso é bastante semelhante ao mencionado HC 136.408, no qual a Primeira Turma deferiu a ordem – mulher com filho na faixa dos onze anos de idade, presa em conjunto com o pai das crianças. A prisão do pai reforça a imprescindibilidade da mãe para os cuidados dos filhos”, diz o ministro.

Mais:

“A condição financeira privilegiada da paciente não pode ser usada em seu desfavor.”

E ainda:

O crime praticado por Adriana “muito embora grave, não envolve violência ou grave ameaça à pessoa”.

Ela só ajudou a quebrar o estado do Rio de Janeiro.

O Antagonista

Opinião dos leitores

  1. A corrupção se confirma à cada novo ato do judiciário deixando de ser um privilégio apenas dos demais poderes. Evidenciam o sentimento de que para determinadas escalas o crime muitas vezes é recompensado e mantém acesa a chama da indignação pelo fato de a "justiça" se vender e totalmente indiferente à tudo e à todos tratar como barão quem rouba milhão.

  2. Francisco, um homem dessa "qualidade" não é digno nem de ser chamado de excelentíssimo. É cúmplice da bandidagem política.

  3. É mais uma agressão para a sociedade brasileira, essa decisão do Excelentíssimo Ministro. Alegar que o crime praticado por essa ladra, que os assaltos aos cofres públicos 'não causou grave ameaça à pessoa', é no mínimo aviltante! Senhor Ministro do STF, o dinheiro roubado pela quadrilha comandada pelo marido dessa meliante, poderia ter salvo a vida de milhares de pacientes que, por "falta de recursos" foram a óbito nos hospitais públicos do Rio de Janeiro… Isso, sem mencionar a grave ameaça que assola todos os cidadãos do estado do RJ, que sofre diuturnamente com a falta de segurança, também pelo fato da falta de dinheiro do Estado para investimento na pasta da Segurança, tudo fruto da gatunagem do bando do Cabral e sua esposa. Então, as mortes nos hospitais e nas ruas não contam?

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